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Existe contaminação espiritual?

 
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Há alguns anos, era muito comum para nós, que fazemos parte da Renovação Carismática Católica (RCC), ouvirmos as pessoas falando sobre a realidade da contaminação espiritual. Certamente, houve muitos erros em relação a essa realidade e até mesmo excessos. Para algumas pessoas, tudo girava em torno da possibilidade de “contaminar-se espiritualmente”. Assim era com as roupas que vestíamos, com certos alimentos, marcas e empresas com as quais, se tivéssemos contato, “correríamos o risco de sermos contaminados espiritualmente”. Também, houve excessos sobre conteúdos que víamos na televisão como músicas, objetos e símbolos que usávamos em nosso dia a dia. Tudo precisava ser analisado com muito critério para não nos “contaminarmos”, esse era o modo como muitos de nós nos portávamos sobre esse assunto!

Percebi, porém, com o passar do tempo, depois dos excessos cometidos, que as pessoas começaram a assumir uma outra postura em relação a essa realidade de “contaminação espiritual”, e entraram num perigoso e arriscado terreno chamado relativismo. Era uma tentativa de apagar os “traumas” do passado deixados pelos excessos. Hoje, percebo que muitas pessoas, especialmente os jovens, estão caindo nesse perigoso relativismo, afirmando que não é necessário tanto rigor com determinadas realidades.

A questão da “contaminação espiritual” é possível realmente?
Para entendermos um pouco mais, vamos ao significado do que a palavra “contaminação” significa. A palavra “contaminação” deriva do latim “contaminatio”, e refere-se à ação de contaminar. Podemos dizer que, faz referência a uma ação nociva de alterar as condições normais de uma coisa por agentes químicos ou físicos, uma forma de corromper, em sua originalidade, determinadas matérias.

Penso que aqui está a chave para a nossa questão – a palavra “corromper”. O que chamamos de contaminação espiritual, é na verdade, todo e qualquer tipo de contato que temos com realidades capazes de corromper a verdade ou a ação de Deus sobre nossa vida.
Utilizamos este termo “contaminação espiritual” somente para figurarmos que algo nocivo pode estar nos influenciando de maneira direta ou indireta. E que esse algo nocivo não provém de Deus, nem mesmo faz parte da sã doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana.

Como saber se alguém pode ou não estar “contaminado espiritualmente?”
Não é tão simples assim discernir se uma pessoa pode ou não estar contaminada espiritualmente, pois, como expliquei, vai além de regras impostas ou situações que determine de modo irreversível tal condição, porque é necessário que a pessoa tenha buscado ou tenha tido contato com uma realidade fora de Deus ou da doutrina Católica, a tal ponto que, essa pessoa esteja sendo, a partir de então, influenciada ou refém por conta daquela decisão.
Há realidades que se as pessoas buscarem, certamente estarão “abrindo as portas” para uma ação direta do demônio sobre sua vida, trazendo para si algo de nocivo, que poderá corromper a ação e a amizade com Deus e, por isso, poderia-se usar o termo “contaminação espiritual.”
Exemplo disso é quando buscamos todas e quaisquer realidades voltadas ao Ocultismo, a Magia, a Adivinhação, a Superstição, as seitas e filosofias que ensinam uma doutrina contrária à da Igreja Católica. Estas realidades podem ser nocivas, podem nos levar a caminhos longe de Jesus Cristo, e assim, “manchar”, “ferir”, “contaminar” a nossa relação com Deus.

Consequências da contaminação
Se uma pessoa tem contato direto com essas realidades, a probabilidade de corromper-se é grande, mas, ainda assim, não podemos afirmar que estão “contaminadas espiritualmente”, a não ser que já estejam colhendo as consequências dolorosas dessa busca. Exemplo: há pessoas que, depois que tiveram contato com essas realidades, começaram a ouvir vozes, verem vultos, terem pesadelos, dores crônicas, não conseguem mais rezar etc..

Isso é um sinal de algo espiritual, maligno, que pode tê-las atingido. Ou ainda, depois do contato com essas realidades deixaram de ir à Santa Missa, rejeitam os ensinamentos da Igreja, não se confessam, acham que não precisam mais da Igreja (…). Isso tudo são sinais que podem indicar que algo foi corrompido, contaminado dentro da pessoa por uma força maior do que ela mesma.

Extremos e relativismo
Os jovens têm buscado, cada vez mais, essas realidades voltadas ao ocultismo e à adivinhação, caindo num perigoso relativismo quando afirmam que, buscam essas coisas somente para fazer o bem, que não tem a intenção de procurar o mal, então, buscar essas realidades não traria perigos para si. Na verdade, correm um grande risco de se depararem com realidades diabólicas, sem ao menos saber do que se trata.

O que precisa ficar bem claro para nós, e cair por terra, são os extremos que algumas pessoas afirmavam, como por exemplo, sofreriam uma “contaminação espiritual”, se passássemos em frente a um terreiro que mexe com ocultismo, se passássemos ao lado de um despacho na rua, se comêssemos em casas de pessoas de outras religiões, ou tivéssemos contatos físicos com elas, e outros tipos de extremismos sem lógica alguma.

Onde Deus não se encontra
Uma outra realidade que, geralmente, sempre perguntam é sobre a leitura de livros, músicas e filmes, se podem ou não trazer o perigo de uma “contaminação espiritual”. Minha resposta e experiência podem afirmar o mesmo que eu disse mais acima: se o que você vai ler, ouvir ou assistir, irá corromper a ação de Deus em você de maneira direta ou indireta, ou se levará você a um terreno de doutrinas contrários à nossa, muito cuidado, pois, o Demônio pode usar de toda a sua astúcia para cumprir o papel dele, o papel de quem veio para roubar, matar e destruir. E, ele nunca vai deixar transparecer às pessoas a maldade que estará por detrás daquilo que ele oferecer, ele sempre age sutilmente, mas objetivamente.

Concluindo: Podemos dizer que, de certa forma, existe sim a realidade do que chamamos de “contaminação espiritual”, porém, usamos a mesma como uma figura de linguagem, que expressa o perigo que corremos espiritualmente, quando buscamos realidades onde Deus não se encontra.

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