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Como podemos combater o pecado da avareza?

 
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Qual é o remédio para o pecado da avareza?
Dando continuidade a nossa série de estudos sobre os pecados capitais, tomemos conhecimento, agora, do pecado da avareza e de qual é o remédio para combatê-lo: o desprendimento.

Jesus, já no Sermão da Montanha, alertou os discípulos quanto ao pecado da avareza. “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.” (cf. Mt 6,24). O avarento faz do dinheiro e da riqueza seus deuses; e nada é mais importante para ele do que seus bens.

São Paulo, na Carta aos Colossenses, chama o pecado da avareza de pecado de idolatria. “Mortificai, pois, os vossos membros terrenos: fornicação, impureza, paixões, desejos maus, cupidez e a avareza, que é idolatria” (Cl 3,5). O amor a Deus é desvirtuado pelo amor aos bens materiais. O problema não está em possuir dinheiro, pois ele é necessário para as necessidades do ser humano; o pecado está em fazer do dinheiro seu próprio deus. Em outras palavras, podemos dizer que o mal não é o dinheiro em si, mas o amor a ele. O mal consiste em buscar o dinheiro como um fim, não como meio.

Amor do avarento ao dinheiro chega a tal ponto, que ele tem coragem de fazer qualquer coisa em nome do dinheiro, inclusive tirar a vida do outro. Quantas pessoas passando necessidade por consequência do pecado da avareza! A pessoa não se contenta com o que tem, quer sempre mais e mais.

O catecismo não exita em dizer: “Uma teoria que faz do lucro a regra exclusiva e o fim último da atividade econômica é moralmente inaceitável. O apetite desordenado pelo dinheiro não deixa de produzir seus efeitos perversos. Ele é uma das causas dos numerosos conflitos que perturbam a ordem social”. (Catecismo, n. 2424).

Precisamos combater a avareza de nosso coração, porque ela é um mal tanto para nós mesmos e, acima de tudo, para os outros. Além do mais, ela poderá nos levar para o inferno. “Porque sabei-o bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento verdadeiros idólatras! – terão herança no reino de Cristo e de Deus.” (Ef 5,5). O Senhor foi claro, quem dela praticar não herdará o reino de Cristo.

Infelizmente, “a riqueza é o grande deus atual; a ele rendem homenagem instintiva a multidão e toda a massa dos homens. Medem a felicidade pelo tamanho da fortuna e, segundo a fortuna, medem também a honradez (…). Tudo”. (Catecismo, n.1723).

Santo Agostinho nos ensina algo belíssimo! O “homem não se torna bom por possuir coisas boas. Ao contrário, o homem torna boas as coisa que possui, ao usá-las bem”. Ele ainda dizia: “não andes averiguando quanto tens, mas o que tu és”. É perceptível a crise em nosso tempo, existe um claro conflito entre o “ter” e o “ser”. Para muitas pessoas, o que importa mesmo é o ter. Não tomaram ainda consciência de quem elas são de fato.

Desprendimento
Entre os remédio contra o pecado da avareza a Igreja coloca a esmola, além do jejum e da oração. Vale citar várias passagens bíblicas onde a esmola ocupar um lugar privilegiado.

-Quem se apieda do pobre, empresta ao Senhor, que lhe restituirá o benefício. (Prov. 19,17).

-Dá esmola de teus bens, e não te desvies de nenhum pobre, pois, assim fazendo, Deus tampouco se desviará de ti.” (Tob 6,8).

-A esmola será para todos os que a praticam um motivo de grande confiança diante de Deus altíssimo. (Tob 4,12).

-Encerra a esmola no coração do pobre, e ela rogará por ti a fim de te preservar de todo mal. Para combater o teu inimigo, ela será uma arma mais poderosa do que o escudo e a lança de um homem valente. (Eclo 29,15-16).

Uma belíssima oração de pós-comunhão nos ajuda a refletir sobre o desapego dos bens materiais, e assim vencer o pecado da avareza. “Aproveite-nos, ó Deus, a participação nos vossos mistérios. Fazei que eles nos ajudem a amar, desde agora, o que é do céu; e caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam”. O segredo está exatamente nisto: “caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam”. Precisamos nos prender aos bens eternos e não aos bens passageiros deste mundo.

 
 
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