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Purificação de Maria e Apresentação de Jesus

 
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Meditemos com Santo Afonso Maria de Ligório sobre a Purificação da Virgem Maria e a Apresentação do Menino Jesus no Templo.
Na véspera do sábado, dia dedicado a Santíssima Virgem Maria, é muito oportuno meditarmos sobre o mistério da sua Purificação e da Apresentação do Menino Jesus no templo de Jerusalém. Esta reflexão se torna ainda mais oportuna porque ontem celebramos a Festa da Apresentação do Senhor. Ademais, esta meditação torna-se ainda mais especial porque estamos na véspera do primeiro sábado do mês, no qual somos chamados a reparar as ofensas contra o Imaculado Coração de Maria. Pois, uma das práticas dessa devoção reparadora é a meditação de um ou mais dos mistérios do Santo Rosário.

Este Ano Nacional Mariano é um tempo muito favorável para praticarmos esta devoção, que nos foi transmitida por nossa Senhora em uma de suas aparições em Fátima, Portugal. De modo particular neste Ano, recomendamos vivamente a todos esta devoção desejada por Jesus Cristo e pela Virgem Maria, especialmente às pessoas que ainda não a conhecem. Pois, se no Calvário a profecia do velho Simeão se cumpriu de forma dramática – com a flagelação, a coroa de espinhos, a violência, os insultos e as blasfêmias e, por fim, a lança que feriu o Coração de Jesus, que foram como que uma espada de dor que transpassou o Imaculado Coração de Maria (cf. Lc 2, 35) – em nossos dias, as ofensas e blasfêmias contra o Coração Imaculado de nossa Senhora ferem gravemente o Sacratíssimo Coração de nosso Senhor.

A apresentação de Jesus Cristo pelas mãos da Virgem Maria
Tendo chegado o tempo em que a Virgem Maria, segundo a Lei do Senhor, deveria ir ao templo de Jerusalém para sua purificação e para apresentar seu Filho Jesus ao eterno Pai, ela O toma e se põe apressadamente a caminho em companhia de São José. É importante notar que Nossa Senhora, virgem pura e imaculada, não necessitava dessa purificação ritual prescrita na Lei dos judeus. A Sagrada Família foi a Jerusalém não somente para oferecer o que estava previsto na Lei dada a Moisés, mas para ofertar muito mais do que obrigava a Lei. O glorioso São José toma “um par de rolas ou dois pombinhos – como está ordenado na Lei do Senhor” (Lc 2, 24) e Maria Santíssima toma seu amado Filho, o Cordeiro sem defeito, para O oferecer a Deus, como prelúdio do grande sacrifício que Jesus Cristo realizará na Sexta-feira da Paixão, sobre o altar da cruz.
Contemplemos como a pequena e jovem Virgem entra no Templo e, em nome de todo o gênero humano, oferece a oblação de seu divino Filho. Santo Afonso nos ajuda a compreender qual deve ter sido a oração da Virgem Maria nesse momento: “Eis aqui, Eterno Pai, o vosso amado Unigênito que é vosso e também meu Filho; eu Vo-lo ofereço para vítima da vossa divina justiça, a fim de Vos reconciliar com os pecadores. Aceitai-o, ó Deus de misericórdia, e apiedai-Vos das nossas misérias; pelo amor deste Cordeiro imaculado recebei os homens na vossa graça”[1].
A consagração de Jesus Cristo ao eterno Pai por nosso amor
À oferta de Maria Santíssima uniu-se também a do próprio Filho Jesus, que se entrega ao Pai por amor a nós: “Eis me aqui, diz por sua vez o santo Menino, eis me aqui, ó meu Pai; consagro-Vos toda a minha vida. Vós me enviastes ao mundo para o remir com o meu sangue; eis aqui o meu sangue e todo o meu ser: ofereço-me todo inteiro a Vós pela salvação do mundo”[2]. Ainda uma pequena criança, o Filho de Deus se entregou como vítima pelos nossos pecados. Como está escrito, “Tradidit semet ipsum hostiam ut oblationem Deo – Ele se entregou a si mesmo em oblação e como hóstia para Deus” (Ef 5, 2). Este sacrifício, tão pequeno aos olhos dos homens, foi muito agradável ao Altíssimo:
Nunca sacrifício algum foi tão agradável a Deus, como o que então lhe fez seu querido Filho, desde Menino já vítima e sacerdote. Se todos os homens e todos os anjos tivessem sacrificado a vida, a sua oferta certamente não seria tão agradável a Deus, como o foi a de Jesus Cristo, por quanto naquela única oferta o Pai Eterno recebeu uma glória infinita e uma infinita satisfação[3].
A nossa consagração a Jesus Cristo pelas mãos de Nossa Senhora
Se Jesus Cristo ofereceu a vida a seu Pai por amor a nós, é justo que nós Lhe ofereçamos também a nossa vida, todo o nosso ser a Ele. Isto é o que o Senhor deseja de nós, conforme a revelação feita a Santa Ângela de Foligno, quando lhe disse: “Eu me ofereci a mim mesmo por ti, a fim de que tu te ofereças toda a mim”[4]. Sendo assim, para que a nossa oferta Lhe seja agradável, roguemos ao Senhor com toda a santa Igreja que, “como seu Unigênito foi neste dia apresentado no templo da substância da nossa carne, assim nos faça dignos de lhe sermos apresentados com o coração purificado”[5].
Assim, para cumprir fielmente o que está escrito na Antiga Lei, “Postquam impleti sunt dies purgationis eius… tulerunt illum in Ierusalem, ut sisterent eum Domino – Tendo-se preenchido os dias da purificação de Maria… levaram-no a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor” (Lc 2, 22). Imaginemos ver a Virgem de Nazaré, que, chegado o tempo de sua purificação, leva consigo o Menino Jesus, e acompanhada de São José, vai ao templo de Jerusalém para oferecê-Lo ao Altíssimo em nome de todo o gênero humano. Embora aos olhos humanos não houvesse nesse ato nada de extraordinário, entre todos os sacrifícios que até então tinham sido oferecidos no Templo, este foi o que mais agradou Deus. Por conseguinte, “se Jesus oferece sua vida ao Pai por nosso amor, é de justiça que nós nos consagremos a ele. A fim de que a nossa oferta seja mais agradável a Deus, façamo-la pelas mãos de Maria”[6].
Oração de Santo Afonso Maria de Ligório
Ó Eterno Pai, eu, miserável pecador, réu de mil infernos, apresento-me hoje diante de Vós, o Deus de majestade infinita, e Vos ofereço o meu pobre coração. Mas, meu Deus, qual é o coração que Vos ofereço? Um coração que Vos não soube amar e Vos tem ofendido tantas vezes. Mas Vo-lo ofereço arrependido e resolvido a amar-Vos, custe o que custar. Perdoai-me e atrai-me todo ao vosso amor. Não mereço ser atendido, mas merece-o Vosso Filho que no templo se Vos ofereceu em sacrifício pela minha salvação. É esse Filho e esse sacrifício que Vos ofereço, e neles ponho todas as minhas esperanças. Graças Vos dou, meu Pai, por haverdes enviado vosso Filho à terra para se sacrificar por mim.
Graças também Vos dou, ó Verbo incarnado, Cordeiro divino, que Vos oferecestes para morrer por minha alma. Amo-Vos, meu amado Redentor, e só a Vós quero amar, porque sacrificastes a vida somente por minha salvação. Lamento que como tantos outros Vos tenho sido ingrato, e que o tenho sido somente para convosco; mas Vós não quereis a minha morte, senão que me converta e viva. Sim, meu Jesus, volto a Vós e pesa-me de todo o coração de Vos ter ofendido. Vós me dais a vida, e a minha vida será amar-Vos, ó Bem supremo; fazei que Vos ame, e não Vos peço mais nada. — Maria, minha Mãe, vós oferecestes vosso Filho no templo também por mim; oferecei-o novamente e rogai ao Pai Eterno, que pelo amor de Jesus Cristo me aceite como sua propriedade. E vós, minha Rainha, aceitai-me também por vosso servo perpétuo. Se for servo vosso, serei também servo de vosso Filho[7].
Nossa Senhora da Purificação, rogai por nós!
 
 
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