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Diocese de Cajazeiras se posiciona sobre a “ideologia de gênero”

 
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A Diocese de Cajazeiras assume o posicionamento da Igreja, em comunhão com as demais dioceses e reginais, como também da CNBB, sobre a ideologia de gênero nas escolas, responsabilizando-se com suas declarações.

Dom José González Alonso

Bispo de Cajazeiras

Cajazeiras, 13 de junho de 2015.

É de público domínio que o Ministério da Educação, não tendo o governo federal conseguido colocar a ideologia do gênero no Plano Nacional votado pelo Congresso, tenta agora, por via executiva, impor a dita ideologia, através dos Estados e Municípios.

Em síntese, a tal ideologia tem, como princípio, que, apesar das diferenças físicas e psíquicas evidentes, a questão do gênero[masculino, feminino] é construção cultural, que pode e deve ser desconstruída, pela mídia e pela educação desde a infância. Fica legitimado qualquer tipo de relação sexual, como indiferente, sob o ponto de vista ético-social, seja de ele x ela, ou ele x ele, ou ela x ela, cada uma pessoa sendo livre de seguir sua tendência, ou fazer sua opção sexual, com toda liberdade e igualdade. Assim, fica aprovada a homossexualidade e criminalizada qualquer defesa da heterossexualidade que a tenha como a natural. Rasga-se o capítulo primeiro do livro do Gênesis.

Como a base da família é a diversidade sexual [marido-mulher, pai-mãe], ao destruir a diversidade sexual como sendo a relação normal, destrói-se a própria noção da família. Qualquer união, hetero ou homoafetiva, passa a ser família e ter igualdade social e legal, recebendo abusivamente o nome de matrimônio.

É, não há dúvida, a tentativa fatal e final de destruição total do núcleo familiar, base até agora da sociedade e da religião. Nem nos animais haverá tal liberdade sexual.

Se valesse o princípio acima da ideologia do gênero, logicamente se deveria legitimar – por que não? – as demais tendências sexuais ainda não aceitas. Por que discriminar, não admitindo, a pedofilia, a efebofilia [com adolescentes], o incesto [uniões sexuais entre pais com filhos, ou irmãos, infelizmente tão frequentes], a zoofilia, a necrofilia [sexo com cadáveres] etc.? Não são também tais práticas sexuais derivadas de uma tendência? Sua condenação não seria apenas um dado cultural? Por que não poderiam ser uma opção legítima?

Como se vê, admitir a tal ideologia como a visão e prática da sexualidade é destruir o humano, como o foi até agora, e tentar construir uma nova humanidade, Deus sabe, como seria!

O mais trágico é querer impor ditatorialmente essa ideologia a todos, em nome – é ironia – da liberdade, e querer obrigar que todas as crianças e adolescentes, independentemente dos pais, sejam formados [ou melhor, deformados], segundo essa mirabolante visão da pessoa humana.

Não está em jogo aqui nenhuma religião ou determinada moral. São os próprios fundamentos do humano que são atingidos. Todos, independentemente de sua religião ou convicção filosófica, devemos lutar para que essa tragédia não aconteça. Que o PT e seus aliados no governo não passem à história marcados com tal ignomínia.

Por isto, peço que com urgência você passe adiante, usando de todos os meios e prestígio de que dispõe, esses dois posicionamentos, em anexo, ao menos um, de setores do episcopado nacional. E procure, por todos os meios lícitos, impedir que tal ideologia seja a filosofia inspiradora da educação, no Brasil. Papa Francisco, ainda na semana passada, condenou a ideologia do gênero e a imposição dela, tanto nos países desenvolvidos, como nos, emergentes.

DEUS LHE PAGUE.

Mons. Gervásio Fernandes de Queiroga

Bispos do Nordeste 3 emitem nota sobre a ideologia de gênero

A presidência do regional Nordeste 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nota sobre a mobilização das lideranças da Igreja na Bahia e Sergipe contra a adoção da ideologia de gênero pelas escolas públicas municipais. No texto, os bispos alertam para o que consideram perigo e ataque à família. Confira a íntegra da nota.

Salvador, 10 de junho de 2015

Aos senhores Arce/Bispos

Aos Coordenadores Diocesanos de Pastoral

Aos Presbíteros párocos, vigários, reitores de seminários e outros

Aos Coordenadores (as) e Assessores (as) de Pastorais, Movimentos e Organismos

Aos fiéis leigos

Mobilização das lideranças da Igreja na Bahia e Sergipe contra a adoção da Ideologia de gênero pelas escolas públicas municipais

“A escola educa para o verdadeiro, para o bem e para o belo. A educação não pode ser neutra, enriquece ou empobrece” (Papa Francisco, 10 de maio de 2014)

No mês de junho todos os 5.570 municípios brasileiros deverão aprovar seus Planos Municipais de Educação (PME), de acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, instituído pela Lei 13.005/2014. O PNE foi fruto de um intenso debate democrático com participação dos cidadãos brasileiros e de muitas pessoas com interesse pela família. Nele a Câmara dos Deputados e o Senado Federal rejeitaram a menção à “igualdade de gênero” pela relação direta que a expressão tem com a chamada “ideologia de gênero”. Surpreendentemente, o tema reaparece agora colocado no processo para a aprovação dos Planos Municipais de Educação que orientarão as secretarias de educação e as diretorias das escolas municipais nos próximos 10 anos.

Preocupa-nos o desrespeito pelas regras da democracia representativa uma vez que o Plano Nacional de Educação, neste particular, aparece ignorado e se reintroduz de forma autoritária a ideologia do gênero anteriormente rejeitada.

Por isso, precisamos nos mobilizar para que a mesma rejeição aconteça nos processos legislativos estaduais e municipais.

Precisamos, com urgência, alertar os Deputados e Vereadores sobre o perigo da ideologia de gênero, a fim de que atuem com firmeza na rejeição desse ataque frontal à família.

Alguns pontos sobre a Identidade de Gênero ou Ideologia de Gênero

Trata-se da distorção completa do conceito de homem e mulher, ao propor que o sexo biológico seja um dado do qual deveríamos libertar-nos, cabendo a cada indivíduo decidir o tipo de gênero a que pertenceria nas diversas situações e fases da sua vida. Para a difusão dessas ideias, os seus defensores têm como meta a “desconstrução” da sociedade, começando pela família e pela educação dos filhos.

Essa ideologia comporta diversos inconvenientes para a educação:

1- A confusão causada nas crianças no processo de formação de sua identidade, fazendo-as perder as referências.

2- A sexualidade precoce, na medida em que a ideologia de gênero promove a necessidade de uma diversidade de experiências sexuais para a formação do próprio “Gênero”.

3- A abertura de um perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, também considerada um tipo de gênero.

4- A banalização da sexualidade humana podendo aumentar a violência sexual, sobretudo contra mulheres e homossexuais.

5- A usurpação da autoridade dos pais, em matéria de educação de seus filhos, principalmente em temas de moral e sexualidade, já que todas as crianças serão submetidas a influencia dessa ideologia, muitas vezes sem o conhecimento e o consentimento dos pais.

Trata-se de uma violência arbitrária do Estado. Não cabe ao governo, contra a vontade da maioria da população, formatar a cabeça das nossas crianças.

Os vereadores têm a oportunidade de agir como representantes da vontade popular.

Para uma articulação capilar em todos os municípios da Bahia e de Sergipe, recomendamos aos nossos irmãos bispos que orientem os presbíteros, diáconos e demais lideranças que acompanhem de perto as discussões e decisões acerca da aprovação do PME nas Câmaras Municipais e conversem com vereadores e membros das secretarias de educação, manifestando a nossa posição contrária.

Fraternalmente,
Dom João Carlos Petrini
Bispo da Diocese de Camaçari
Presidente da CNBB Regional NE3
Dom João José Costa
Arcebispo Coadjutor de Aracaju
Vice-Presidente da CNBB Regional NE3
Dom Gilson Andrade da Silva
Bispo Auxiliar de Salvador
Secretário geral da CNBB Regional NE3
Nota: Conferir artigo de Carlos Alberto di Franco. Educação sexual compulsória, Jornal A Tarde, 08/06/2015, p. A3



Bispos do regional Leste 2 divulgam nota sobre Planos Municipais de Educação

Reunidos em assembleia ordinária, os bispos do regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgaram, nesta sexta-feira, 12, uma nota com ponderações a respeito da elaboração dos Planos Municipais de Educação. De acordo com o texto, os bispos chamam atenção para a “visão integral do ser humano”, a participação de educadores e dos pais por meio de conferências e audiências públicas; a presença de itens de controle e garantia dos investimentos; e a questão da inclusão da ideologia de gênero, “rejeitada quando da elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE)”.

Leia o texto na íntegra:

Os (Arce)bispos do Regional Leste 2 da CNBB – Minas Gerais e Espírito Santo, considerando a importância da elaboração e votação dos Planos Municipais de Educação, manifestam as seguintes ponderações:

1. A definição de diretrizes e planos para a educação há de ter como pressuposto antropológico uma visão integral do ser humano, fundamentada nos valores humanos, éticos e cristãos, identidade histórica do povo brasileiro.

2. Na elaboração dos Planos Municipais e Estaduais de Educação, devem participar todos os educadores, incluídos os pais como os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos. Para isso deveriam ser organizadas iniciativas, tais como conferências e audiências públicas, que antecipem as votações em cada município, quando especialmente as famílias sejam ouvidas em suas expectativas quanto ao modelo de educação.

3. Em muitos municípios, este processo está ocorrendo sem a participação dos principais interessados, pais e educadores. A não participação da sociedade civil na escolha do modelo de educação fere o direito das famílias de definir as bases e as diretrizes da educação que desejam oferecer a seus filhos.

4. O Plano Municipal de Educação deve, entre tantos aspectos, considerar o controle do investimento financeiro do município para a educação; a garantia de capacitação dos docentes; a garantia de infraestrutura de cada unidade escolar; mecanismos colegiados para acompanhamento da aplicação das diretrizes da educação.

5. Especial atenção se dê ao risco da inclusão da ideologia de gênero, que defende ser a identidade sexual de homem e mulher o resultado de um processo educacional e cultural e escolha pessoal, com exclusão da identidade biológica. Esta ideologia, rejeitada quando da elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE), está sendo reintroduzida através das indicações da Conferência Nacional de Educação (CONAE), de novembro de 2014, que desrespeitam o que foi definido em nível nacional pela Câmara e Senado.

6. Insistimos para que, em cada município de nossos Estados, Minas Gerais e Espírito Santo, famílias e comunidades, educadores cristãos, ministros ordenados e agentes de pastoral procurem as Secretarias Municipais de Educação para inteirar-se do processo de discussão desta matéria, bem como entrem em diálogo com vereadores para esclarecimentos sobre o risco da inclusão da ideologia de gênero na educação de nossas crianças e adolescentes.

7. Um apelo especial dirigimos a todos, prefeitos, vereadores e demais cristãos que atuam profissionalmente no campo da educação e áreas afins, para que não se omitam nestes processos de definição de planos educacionais, recordando-se da responsabilidade de testemunharem, no âmbito de sua atuação no mundo, os valores da fé cristã.

A Santíssima Virgem Maria e São José, educadores do Menino Jesus, nos acompanhem, com sua intercessão, nesta tarefa.

Os (Arce)bispos do Regional Leste 2, reunidos na Assembleia Ordinária, em Belo Horizonte(MG),
nos dias 9 a 11 de junho de 2015.

Regional Sul 1 divulga nota sobre ideologia de gênero nos planos de educação

Bispos do regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgaram nota, nesta quinta-feira, 11, ao final da 78ª Assembleia Episcopal Regional, sobre a inclusão da chamada ideologia de gênero, nos planos municipais de educação. O texto contêm esclarecimentos sobre tema em questão. “Diante dessa grave ameaça aos valores da família, esperamos dos governantes do Legislativo e Executivo uma tomada de posição que garanta para as novas gerações uma escola que promova a família, tal como a entendem a Constituição Federal (artigo 226) e a tradição cristã, que moldou a cultura brasileira”, assinam os bispos.

Leiam o texto na íntegra:

NOTA DO REGIONAL SUL 1/CNBB

SOBRE IDEOLOGIA DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO



Aos Srs. Prefeitos, Presidentes e Vereadores dos Municípios,
educadores e pais no Estado de São Paulo;

Nós, Bispos católicos do Estado de São Paulo (Regional Sul 1 da CNBB), no exercício de nossa missão de Pastores, queremos manifestar nosso apreço ao empenho dos Conselhos Municipais de Educação na elaboração dos Planos Municipais de Educação para o próximo decênio, a serem votados nas Câmaras Municipais. Destacamos nesses projetos, além da universalização do ensino, o empenho em colocar, como eixo orientador da educação, a inclusão social, para que uma geração nova de homens e mulheres possa se tornar construtora de uma sociedade onde todas as pessoas, grupos sociais e etnias sejam respeitados e possam participar e se beneficiar da produção dos bens materiais e culturais, numa nação cada vez mais próspera e justa. Consideramos, entretanto, oportuno e necessário esclarecer o que segue, no que se refere à ideologia de gênero, nos Planos Municipais de Educação:

A discussão dos Planos Municipais de Educação, deveria ser orientada pelo Plano Nacional de Educação (PNE), votado no Congresso Nacional e sancionado em 2014 pela Presidente da República, do qual já foram retiradas as expressões da ideologia de gênero.

Os projetos enviados aos Legislativos Municipais incluíram novamente, em suas propostas, a ideologia de gênero, como norteadora da educação, tanto como matéria de ensino, como em outras práticas destinadas a relativizar a natural diferença sexual.

A ideologia de gênero, com que se procura justificar esta “revolução cultural”, pretende que a identidade sexual seja uma construção exclusivamente cultural e subjetiva e que, consequentemente, haja outras formas igualmente legítimas de manifestação da sexualidade, devendo todas integrar o processo educacional com o objetivo de combater a discriminação das pessoas em razão de sua orientação sexual.

A ideologia de gênero subverte o conceito de família, que tem seu fundamento na união estável entre homem e mulher, ensinando que a união homossexual é igualmente núcleo fundante da instituição familiar.

As consequências da introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas contradiz frontalmente a configuração antropológica de família, transmitida há milênios em todas as culturas. Isso submeteria as crianças e jovens a um processo de esvaziamento de valores cultivados na família, fundamento insubstituível para a construção da sociedade.

Diante dessa grave ameaça aos valores da família, esperamos dos governantes do Legislativo e Executivo uma tomada de posição que garanta para as novas gerações uma escola que promova a família, tal como a entendem a Constituição Federal (artigo 226) e a tradição cristã, que moldou a cultura brasileira.

Pedimos ainda que seja cumprido o que dispôs o Conselho Nacional de Educação, através da Câmara de Educação Básica, que, dispõe que o ensino religioso integra a base nacional comum da Educação Básica (na resolução número 4, de 13/07/2010, em seu artigo 14, § 1, letra F).

Seja, pois, incluído nos Planos Municipais de Educação o ensino religioso, em sintonia com a confissão religiosa da família, que tem filhos na escola.

Queremos também solidarizar-nos com todos os que sofrem discriminação na sociedade. Que as escolas ofereçam uma educação que valorize a família e a prática das virtudes, acolhendo bem a todos, seja qual for a orientação sexual.

Deus abençoe a todos que trabalham na educação das crianças, adolescentes e jovens.



Aparecida, 11 de junho de 2015.

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

Dom Moacir Silva

Vice-Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB

Dom Tarcísio Scaramussa

Secretário do Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1 – CNBB
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