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Insônia e mortalidade

 
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Um em cada cinco adultos se queixa de insônia. Na metade deles, a dificuldade para dormir é intermitente, limitada a determinadas fases da vida; na outra metade, a falta de sono se torna persistente (crônica).

Um estudo recém-publicado na revista “The American Journal of Medicine” avaliou a relação entre mortalidade nos vinte anos seguintes e insônia persistente – definida como aquela com mais de seis anos de duração.

O estudo começou em 1972, com 1409 participantes de 21 a 75 anos de idade.

Insônia persistente foi definida de acordo com a presença de pelo menos um dos sintomas previstos pela Classificação Internacional dos Distúrbios de Sono: dificuldade crônica para pegar no sono, ou manter o sono, ou despertar muito cedo pela manhã, distúrbios acompanhados de sensação de noites mal dormidas e sonolência diurna.

No período de acompanhamento ocorreram 318 óbitos, causados principalmente por doenças cardiovasculares (95 casos), câncer (78) e doenças pulmonares obstrutivo-crônicas (23).

Os resultados foram submetidos à análise multivariada para excluir a influência de fatores como idade, sexo, índice de massa corpórea, fumo, atividade física regular, uso de álcool e de medicações para dormir.

Para afastar aqueles com privação de sono por razões de trabalho, estudo ou outras, as análises ficaram restritas aos indivíduos que sofriam de insônia apesar de ter oportunidade para dormir pelo menos sete horas por noite.

Comparados com os que não tinham dificuldade para dormir, o risco de morte entre aqueles com insônia foi mais elevado: 54% maior entre os que apresentavam insônia intermitente e 98% maior nos casos de insônia persistente.

As causas responsáveis pelo aumento da mortalidade foram principalmente as doenças cardiopulmonares. Não houve associação entre insônia e neoplasias malignas.

Os resultados se mantiveram independentemente do uso de hipnóticos, oportunidade para dormir, sexo, idade, índice de massa corpórea e outros fatores que poderiam interferir com eles.

Um dos mecanismos aventados para explicar o risco mais alto, é o de que a falta de sono provocaria um processo inflamatório crônico, fator de risco para doenças cardiovasculares e cardiopulmonares.

No decorrer do estudo, os participantes colheram sangue para medir os níveis de proteína C reativa (PCR), um marcador da atividade inflamatória associado às doenças cardiovasculares. Esse exame faz parte das avaliações laboratoriais que os cardiologistas solicitam de rotina.

Os participantes que sofriam de insônia persistente apresentaram níveis sanguíneos de PCR mais elevados do que aqueles com insônia intermitente ou sono normal. Essa elevação, no entanto, não conseguiu explicar o mecanismo associado à mortalidade, uma vez que não teve impacto estatístico nos resultados finais.

Esse é o primeiro estudo prospectivo que avalia as consequências, a longo prazo, da dificuldade crônica para dormir, na duração da vida.
 
 
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