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Amor: a chave da cura

 
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Apenas o amor poderá curar as feridas por ele ocasionadas

Nós corremos o risco de achar que um retiro de cura interior é aquele momento em que nos lembramos de tudo de ruim que aconteceu em nossa vida. Muitas vezes, quando imaginamos a cura interior, pensamos em um lugar à meia luz, com um fundo fúnebre.

No processo de cura, vamos sim nos encontrar com os períodos difíceis da nossa história, mas precisamos deixar Deus tocar em nossas feridas, principalmente naquelas que não queremos que sejam tocadas. Precisamos rezar, dispor de tempo no nosso dia para deixar que Deus trabalhe o nosso interior, em nossas feridas. Você precisa dar tempo, todos os dias, para que Ele aja em sua história, em seu coração. Precisamos reservar tempo para rezar com a Palavra de Deus e para ir à Missa.

Existe uma dinâmica de cura interior que não despreza a oração e vai de forma assertiva em nossa vida.

Nós somos seres profundamente relacionáveis. Relacionamo-nos com nossos pais, com nossas esposas (os), chefes e vizinhos; ninguém pode ser feliz sem viver a dinâmica dos relacionamentos. Ao escrever o livro “Curar-se para ser feliz”, a primeira conclusão à qual cheguei foi que a maioria das feridas que trazemos nascem no universo dos relacionamentos. É raro alguém se machucar sozinho, seja emocional ou afetivamente.

Se você tem um sentimento de rejeição, é porque alguém o rejeitou ou você se sentiu rejeitado. Muitas vezes, o medo, a culpa e a carência nascem nos relacionamentos. Infelizmente, nós nos comparamos; e quando a comparação é feita de forma pejorativa, ela vai causando feridas.

Como nossas feridas emocionais podem ser curadas? A segunda conclusão a que cheguei quando escrevi o livro, é que as feridas que nascem nos relacionamentos somente neles podem ser curadas. Ninguém pode ser são quando se isola por causa das feridas que sofreu. A cura acontece no universo das relações. Fomos rejeitados por alguém? Não temos o direito de nos isolar. Mas quando passamos por uma experiência de ferida emocional como carência, rejeição ou complexo de culpa, o que mais queremos fazer é nos fecharmos.

O diabo quer que desistamos de amar as pessoas. Quando você deixa de amar alguém já começa a viver o inferno aqui na Terra. É o amor que nos ajuda a enfrentar os desafios do dia a dia. Por mais que alguém tenha nos decepcionado, não deixemos de amar. Existe alguém que nunca vai nos decepcionar: Jesus Cristo.

Filho, não desista de se lançar na aventura de amar. Existe um tipo de cura interior que é muito prática: você foi ridicularizado, humilhado? Somente um relacionamento positivo vai restaurar você. Às vezes, você tem um companheiro que faz tudo para deixá-lo na pior, mas, quando alguém lhe disser alguma coisa negativa, abra os ouvidos do coração para o que Deus tem a lhe dizer: “Eu troco reinos por ti”.

Precisamos nos abrir a este amor divino. Abramo-nos às palavras positivas que todos os dias Deus tem a nos dizer nas Escrituras. Por meio dela, o Senhor nos abastece de Seu amor. Quem se isola já começou a sair da dinâmica da vida. Recarregue-se em Deus para que você viva uma experiência diferente nos relacionamentos.

Precisamos pedir ao Senhor o dom da qualidade dos nossos relacionamentos. Apenas o amor poderá curar as feridas por ele ocasionadas.

Pedro viveu uma experiência profunda de trauma, sentiu-se inferior, porque negou Jesus três vezes – muitas vezes, nós também traímos alguém ou somos traídos. Jesus não condenou Pedro por essa negação, pelo contrário, Ele acreditou no arrependimento do discípulo. Cristo voltou ressuscitado para mostrar a Pedro que o amor é maior que a dor.

Somos fracos e estamos perdendo a capacidade de sofrer por amor. Algumas pessoas acham que amor é prazer, é só dormir ou jantar com o outro. O amor não é só isso. Em 1 Coríntios, capítulo 13, encontramos as características do amor. O verdadeiro amor sabe superar as feridas.

Por que não perdoamos? Será que nos achamos melhores que Deus? Abandonemos o orgulho e nos desprendamos da mágoa que quer nos matar. Não estou menosprezando o sofrimento de ninguém, mas se quisermos ser curados de verdade, precisamos perdoar. Se fizermos isso, Deus derramará graças sobre nós. Não desista de construir sua felicidade no dia que se chama hoje. É preciso acreditar! Você se decepcionou? Dê uma nova chance a si mesmo!

Um relacionamento de troca é aquele em que amamos o outro, porque ele nos dá uma compensação; em contraposição, há o relacionamento de comunhão, quando decidimos amar incondicionalmente uma pessoa imperfeita. O pior inimigo do verdadeiro amor é a ilusão.

O relacionamento de comunhão é aquele no qual acolhemos o outro como ele é, marcado por iniciativas livres, em que não há cobrança para amar. Somente o amor tem o poder de curar o mais íntimo da pessoa. Nós crescemos com o peso da expectativa, mas nossa única expectativa deve ser a de corresponder ao projeto de Deus. Ele tem o melhor para nós, então, lutemos para corresponder aos planos d’Ele para nossa história.

Somos tão cruéis a ponto de exigir do outro uma perfeição que está longe de existir em nós.

O primeiro atributo do amor é a paciência. Em Efésios 4,2 lemos: “com toda a humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-vos mutuamente com caridade.” Ter paciência é controlar as emoções e não deixar que elas nos controlem. A paciência não invade com violência, ela espera o convite para entrar no cômodo da casa.

O segundo atributo é a bondade. Em Efésios 4,32 lemos: “Antes, sede uns com os outros bondosos e compassivos. Perdoai-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou, em Cristo.”

Defino a bondade em quatro aspectos: primeiro, ela se manifesta na gentileza. Como você fala com as pessoas? Segundo: na boa vontade. Quem é bom sabe cooperar. Terceiro: a iniciativa. A pessoa boa não fica esperando as coisas acontecerem. Quarto: a prestabilidade. A pessoa boa é prestativa e isso significa suprir as necessidade do momento. A bondade nos torna curiosos para saber as necessidades do outro.

Vamos experimentar a cura por meio da oração, mas também em nossos relacionamentos.

Transcrição e adaptação: Míriam Santos Bernardes
 
 
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