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UM JORNALISMO PODRE QUE TENTA MACULAR A IGREJA

 
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“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jo 8, 32).

A atividade jornalística é uma das bases da democracia, e sem a informação, a alienação campeia como erva daninha, que aos poucos vai consumindo o imenso valor da cultura e da cidadania, exatamente nessa ordem. Sem o acesso à informação, povos, amiúde, se vêem atolados na derrota de seus próprios direitos e sufocados pelo excesso de obrigações que o Estado déspota lhe impõe.

Viva a democracia! Viva a liberdade de expressão! Viva da liberdade de imprensa.

Por ser tão importante à construção da cidadania, a atividade jornalística é (ou deveria ser) cuidadosamente regida pelas regras de zelo e ética, assim como o são as outras bases de sustentação de nosso Estado, dito Democrático de Direito.

Nesse contexto, o art. 12 do Código de Ética do Jornalista Brasileiro, disponível no sítio da Federação Nacional dos Jornalistas (www.fenaj.org.br/cometica), dispõe que “o jornalista deve ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas”.
Infelizmente não é o que tem acontecido com as matérias publicadas no Folha do Vale.

Estes dias, após a morte do Padre José Dantas de Sousa Filho, por todos conhecido carinhosamente por Padre Dedé, a Folha do Vale prestou um desserviço colossal ao direito à informação: recebeu de uma das irmãs do Padre Dedé uma lista de incoerentes e falsas acusações contra a Igreja Diocesana de Cajazeiras, e, como sempre, sem ouvir o outro lado e sem averiguar os fatos para confirma-los ou afastá-los, publicou-os sensacionalisticamente, como se tudo aquilo fosse verdade e como se a Igreja fosse uma megera de contos infantis que tudo faz para prejudicar os outros.

Só por aí, vê-se a incidência de desrespeito e afronta a pelo menos nove disposições éticas do Código de Ética do Jornalista Brasileiro, dentre as quais: a DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO PRECISA E CORRETA (art. 2º, I); o COMPROMISSO COM A RESPONSABILIDADE SOCIAL (art. 2º, II); o COMPROMISSO COM A VERDADE DOS FATOS, COM A PRECISA APURAÇÃO DOS ACONTECIMENTOS E SUA CORRETA DIVULGAÇÃO (art. 4º); o RESPEITO À HONRA E À IMAGEM DOS ENVOLVIDOS (art. 6º, VIII); a DEFESA DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – ai incluído a ampla defesa e o contraditório (art. 6º, X); a PROIBIÇÃO DE SUBMISSÃO A DIRETRIZES CONTRÁRIAS À CORRETA APURAÇÃO DOS ACONTECIMENTOS (art. 7º, II); a PROIBIÇÃO DO USO DO JORNALISMO PARA INCENTIVAR A INTOLERÂNCIA (art. 7º, V); a PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA (art. 9º); a BUSCA DE PROVAS QUE FUNDAMENTEM AS INFORMAÇÕES (art. 12, II), além daquela já citada anteriormente.

Simplesmente, a Folha do Vale recebeu uma informação (QUE É INVERÍDICA) e a publicou como se fosse a maior verdade do mundo, com o agravante de tachar os paroquianos de São José de Caiana (e não quero pensar que isso se tenha estendido a outras cidades!) de hereges. Depois teve até que mudar o título da matéria.

Pura falta de escrúpulos e de ética!

Bastava ter procurado a Secretaria da Paróquia de São José de Caiana para ver os muitos recibos assinados pelo Padre Dedé, atestando que recebia mensalmente o salário no valor de dois salários mínimos, como acontece com TODOS OS PADRES DA DIOCESE.

Bastaria procurar e saberia que a DIOCESE DE CAJAZEIRAS TEM PLANO DE SAÚDE DA UNIMED, aceito nacionalmente, pago em solidariedade: 50% pela Diocese e 50% pelo padre usuário. Mesmo com as cotas pessoais do Padre Dedé em atraso, a Diocese de Cajazeiras manteve o pagamento em dia, possibilitando o seu uso quando bem julgasse necessário.

Bastaria procurar a Paróquia para saber que a manutenção da Casa Paroquial se dava às expensas da Paróquia, de modo a manter suficientemente bem o Padre e seus convivas.

Bastaria querer buscar a verdade que a teria encontrado, pois todas essas informações estão suficientemente documentadas e entregues à Cúria Diocesana pelo próprio Padre Dedé.

Aliás, para quem não tem noção do que seja uma Paróquia, ou que nunca tenha tido contato com o Direto Canônico, é bom ficar claro que o Padre Dedé era o ADMINISTRADOR PAROQUIAL, ou seja, era ele que dispunha o patrimônio da Paróquia de São José de Caiana, inclusive sua parte financeira. Era o próprio padre que recebia os valores entregues como oferta, dízimo, doações, etc, e administrava tais recursos, inclusive para o pagamento dos salários, aí incluindo o dele próprio. Como, então, dizer que o padre passava fome? Acaso ele foi administrador tão mau assim? Não o diria!

Na verdade, a Folha do Vale não se preocupou com nada disso.

Manteve-se limitada à questão de criar polêmica e tecer críticas infundadas à Igreja, à base de sensacionalismo, sem considerar que feriu em muito os sentimentos dos católicos, especialmente os fiéis da Paróquia de São José de Caiana, levianamente tratados com desdém e com indiferença.

Ao que me consta, isso não é responsabilidade social.

Porém, ao lado do nosso Bispo Diocesano, Dom José Gonzalez Alonso, e do provisório Administrador Paroquial de São José de Caiana, Padre Manoel Paulo Costa, estão as quatro forças que derrubarão essa quimera: Deus, a verdade, os documentos e o povo de São José de Caiana. O Primeiro tudo pode, e fará seu agir através dos outros três, exatamente nessa ordem.

Viva a democracia! Viva a liberdade de imprensa! Viva a ética! Viva a IGREJA!

PAULO CÉSAR CONSERVA
Itaporanga/PB
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