Paróquia São Francisco de Assis
 

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Mato Grosso:
Paróquia celebra terceiro ano de sua criação
A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos celebrou nos dias 13, 14 e 15 de abril o tríduo em homenagem ao terceiro aniversário de criação e instalação da Paróquia e da posse do primeiro Administrador Paroquial, o Pe. Franciarley Duarte. Foi um momento de muita alegria para os paroquianos que agradeceram a Deus por mais um ano. No final da celebração foi apresentado uma mensagem em nome de todos os paroquianos e também foi lida a nota da CNBB sobre a decisão dp Supremos Tribunal Federal em relação a legalização do aborto de feto com anencefalia. Após a benção final, foi o momento de confraternização com bolo e refrigerantes para todos que estavam participando da celebração da Santa Missa que foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte.

Igreja Matriz
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Fotos internas e externas da nossa igreja matriz.
No Peito eu levo uma Cruz - Jornada Mundial da Juventude no Brasil!!
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São José - Biografia
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José nasceu provavelmente em Belém da Judéia, no século I a.C. O pai se chamava Jacó e era o terceiro de seis irmãos. José era um jovem de muito talento e de temperamento humilde, manso e devoto. Era um carpinteiro que morava em Nazaré. Com a idade de mais ou menos 30 anos foi convocado pelos sacerdotes do templo, com outros solteiros da tribo de David, para se casar. Quando chegaram ao templo, os sacerdotes colocaram sobre cada um dos pretendentes um ramo e comunicaram que a Virgem Maria de Nazaré iria se casar com aquele em que o ramo se desenvolvesse e começasse a germinar.
As primeiras celebrações litúrgicas em honra ao Patriarca São José ocorreram entre os séculos VIII e IX na Igreja do Egito. Somente no século XII, quando foi constituída em Nazaré a primeira Igreja em sua homenagem foi oficializado o dia 19 de março como o dia de São José. A partir do século XIV, a festa começou a ser difundida no mundo católico através do Papa franciscano, Sixto IV, e em 1870 o Papa Pio IX o declarou Patrono da Igreja.
São José é tão glorioso que é o único santo celebrado em duas datas. No dia 19 de março, como esposo de Maria e em 1º de maio, Padroeiro dos Trabalhadores. Esta última data foi instituída diante de uma multidão de 200 mil operários, reunidos no dia 1º de maio de 1955, na Praça São Pedro, quando o Papa Pio XII decidiu cristianizar o Dia do Trabalho dando-lhe como santo protetor São José Operário.
São José teve uma participação especial no plano de Deus. Foi acolhido para ser o Pai adotivo de nosso Salvador e a Igreja o venera com títulos importantes, e sua atuação como intercessor dos fiéis tem atraído cada vez mais o número de devotos. São José é o guardião de Jesus e da Igreja; Padroeiro da Igreja Católica; Protetor das famílias; Justo; Santíssimo; Esposo da Mãe de Deus; Chefe da Sagrada Família; Exemplo de fidelidade; Espelho de Paciência; Modelo dos operários; Esperança dos enfermos; Padroeiro dos Moribundos e de muitas igrejas e lugares do mundo, inclusive da cidade de Mato Grosso no alto sertão da Paraíba.
Rádio Menina da Serra
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História
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Segundo os moradores da localidade, o município de Mato Grosso teve sua origem através da existência de uma pequena casa construída há muitos anos atrás pelo Sr. Manoel João, o qual formou uma grande família que até hoje predomina nessas terras. Daí em diante foram construídas muitas outras casas e no ano de 1977 foi passado a condição de Distrito e somente em 29 de abril de 1994 sob a lei estadual nº 5.918 foi elevado a categoria de município com a denominação de Mato Grosso. Com sua emancipação política o atual município foi desmembrado da cidade de Jericó, e a partir dessa data o processo de desenvolvimento foi iniciado através da organização do poder executivo e legislativo.
Mato Grosso recebeu esse nome, devido a uma extensa mata fechada, constituída de árvores grandes, destacando a oiticica, que cobria o local onde foram construídas as primeiras casas, onde hoje é o centro da cidade. O município de Mato Grosso tem aproximadamente 3.000 habitantes. O primeiro prefeito foi o Sr. Ivalceney Oliveira de Freitas.
A cidade tem como padroeiro São José e é assistida pastoralmente pelo Pe. Franciarley Duarte de Sousa - Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos/PB.
Calendário Anual (2018)
Calendário Anual (2018)

Planejamento Pastoral – 2018

JANEIRO

FEVEREIRO

MARÇO

Dia 10 – Pastoral da Esperança – Encontro de Formação (Forania de Catolé do Rocha)
Dia 20 - Assembléia Paroquial
Dia 21 – Planejamento das Atividades
Dia 10 a 19 - Festa de São José em Mato Grosso
Dia 25 a 31 – Semana Santa

ABRIL

Dia 01 - Domingo de Páscoa
Dia 07 - Formação com os representantes das comunidades
Dia 07 - Gesto concreto da C. Fraternidade – São José de Piranhas
Dia 08 – Domingo da Misericórdia
Dia 08 a 15 - Semana de oração
Dia 12 a 20 - Festa de Nossa Senhora da Saúde – Assobio
Dia 14 - Encontro da Pastoral da Esperança - Pombal
Dia 14 - Pastoral Familiar – Assembléia - Cajazeiras
Dia 15 - Aniversário de criação da Paróquia
Dia 18 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 23 - Abertura da novena de São José - Bairro
Dia 25 - Reunião do Clero - Cajazeiras
Dia 28 - Encontro de Liturgia: Ministros da Palavra e Exéquias – Catolé do Rocha
Dia 29 – Assembleia de Avaliação – Matriz e Comunidades

MAIO

Dia 01 - Festa de São José – Bairro
Dia 01 - Abertura do Mês Mariano na Matriz
Dia 02 – Reunião das Comissões - Cajazeiras
Dia 05 – Encontro de Formação para Leigos – Catolé do Rocha
Dia 05 a 13 – Festa de Nossa Senhora de Fátima - Logradouro
Dia 10 – Domingo da Ascensão do Senhor
Dia 12 – Pastoral da Esperança – Encontro de Formação (Forania de Itaporanga)
Dia 12 - Jantar Dançante
Dia 13 - Domingo das Mães
Dia 13 - Missa em Lages – Festa de Nossa Senhora de Fátima
Dia 16 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 19 - Aniversário de Ordenação
Dia 20 - Pentecostes
Dia 27 - Santíssima Trindade
Dia 30 - Coroação de Nossa Senhora na Matriz
Dia 31 - Corpus Christi
Dia 31 - Abertura da festa do Sagrado Coração de Jesus - Caatinga dos Andrades

JUNHO

Dia 08 - Coração de Jesus – Caatinga dos Andrades
Dia 09 - Pastoral da Esperança – Encontro de Formação (Forania de São João do Rio do Peixe)
Dia 12 - Dia dos Namorados -
Dia 01 a 13- Trezena de Santo Antônio - Volta
Dia 20 - Reunião do Clero – Cajazeiras
Dia 20 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 23 - Abertura da festa do Divino Pai Eterno – Poço Verde
Dia 24 - São João Batista
Dia 29 - São Pedro das Pastorais

JULHO

Dia 01 – Divino Pai Eterno – Poço Verde
Dia 14 – Pastoral da Esperança – Encontro de Formação (Forania de Cajazeiras)
Dia 18 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 20 a 28 - São Joaquim – Malhada do Boi
Dia 27 a 29 – ECC – Catolé do Rocha
Dia 29 – Assembleia de Avaliação – Matriz e Comunidades

AGOSTO

Dia 01 – Reunião das Comissões – Cajazeiras
Dia 03 a 11 - Festa de Santa Clara de Assis – Alto dos Carneiros
Dia 04 - Dia do Padre
Dia 11 - Apostolado da Oração – Catolé do Rocha
Dia 11 - Pastoral da Esperança – Encontro de Formação (Forania de Sousa)
Dia 12 - Dia dos Pais
Dia 12 a 18 - Semana Nacional da Família
Dia 15 - Reunião do Clero – Cajazeiras
Dia 15 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades

SETEMBRO

Dia 11 a 15 – Formação do Clero – Cajazeiras
Dia 19 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 23 - São Padre Pio – Curralinho de Baixo
Dia 25 - Abertura da Festa de São Francisco de Assis - Matriz
Dia 28 a 30 - ECC – Catolé do Rocha
Dia 30 - Assembléia de Avaliação – Matriz e Comunidades

OUTUBRO

Dia 04 – Festa de São Francisco de Assis - Matriz
Dia 04 a 12 – Festa de São Francisco de Assis – Várzea Grande
Dia 12 a 20 – Festa de Nossa Senhora Aparecida – Timbaúba
Dia 12 a 20 – Festa de Nossa Senhora Aparecida - Craúnas
Dia 17 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 31 – 1º Ano da Posse Canônica

NOVEMBRO

Dia 02 - Dia de Finados
Dia 15 a 16 – Assembléia Diocesana de Pastoral
Dia 21 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 24 - Abertura da Festa de Nossa Senhora da Conceição - Santana dos Almeidas
Dia 25 – Romaria Diocesana – Itaporanga
Dia 27 – Missa na Serra da Menina

DEZEMBRO

Dia 08 - Nossa Senhora da Conceição – Santana dos Almeidas
Dia 16 - Abertura da Novena do Natal em Família
Dia 19 - Formação/ Espiritualidade – Matriz e Comunidades
Dia 24 - Noite de Natal
Dia 25 - Missa de Natal
Dia 30 - Assembleia de Avaliação – Matriz e Comunidades
Dia 30 - Sagrada Família – Baille
Dia 31 - Missa de final de Ano
Agenda do Mês de Setembro
Dia (02) sábado
17h – Missa da Comunidade Várzea Grande
19h – Missa da Comunidade em Mato Grosso

Dia (04) segunda-feira
19h – Missa da Comunidade Riachão das Pedras (Mato Grosso)

Dia (09) sábado
16h 30min –Missa em Mato Grosso (+ Saturnino)
19h – Missa da Comunidade em Mato Grosso

Dia (11) segunda-feira
19h – Missa da Comunidade Riachão do Ozório (Mato Grosso)

Dia (12)terça-feira
9h – Missa na Casa de Recuperação em Nova Betânia (Paulista)

Dia (13) quarta-feira
16h - Missa da Comunidade Castanho (Mato Grosso)

Dia (15) sexta-feira
Missa em São Vicente

Dia (16) Sábado
Missa em São Vicente

Dia (17) domingo
9h – Missa em Mato Grosso (+ Severina Maria da Silva)
10h – Missa em Mato Grosso (+ Abeliro Antônio da Silva)
11h – Missa em mato Grosso

Dia (18) segunda-feira
19h – Missa da Comunidade Logradouro ( Mato Grosso)

Dia (23) sábado
16h - Missa em Mato Grosso (+ Francisco Bento Filho)
19h – Missa da Comunidade em Mato Grosso

Dia (24) domingo
8h – Missa do Vaqueiro na Igreja Matriz e em seguida Cavalgada (Riacho dos Cavalos)

Dia (25) segunda-feira
19h 30min – Abertura do Novenário da Festa do Padroeiro São Francisco (Riacho dos Cavalos)

Dia (26) terça-feira
19h 30min - Missa com Novena na Igreja Matriz (Festa do Padroeiro / Riacho dos Cavalos)

Dia (27) quarta-feira
19h 30min - Missa com Novena na Igreja Matriz (Festa do Padroeiro / Riacho dos Cavalos)

Dia (28) quinta-feira
19h 30min - Missa com Novena na Igreja Matriz (Festa do Padroeiro / Riacho dos Cavalos)

Dia (29) sexta-feira
19h 30min - Missa com Novena na Igreja Matriz (Festa do Padroeiro / Riacho dos Cavalos)

Dia (30) sábado
19h 30min - Missa com Novena na Igreja Matriz (Festa do Padroeiro / Riacho dos Cavalos)
Jornada Mundial da Juventude 2013
Mais que um encontro que reúne milhares ou mesmo milhões de jovens, a Jornada Mundial da Juventude dá testemunho de uma Igreja viva e em constante renovação. São eles, os jovens, os protagonistas desse grande encontro de fé, esperança e unidade. Ela tem como objetivo principal dar a conhecer a todos os jovens do mundo a mensagem de Cristo, mas é verdade também que, através deles, o ‘rosto’ jovem de Cristo se mostra ao mundo.
A primeira JMJ foi realizada em Roma, no ano de 1986, em nível diocesano. Sua origem vem dos encontros do Papa João Paulo II com os jovens em 1984 e 1985. Em 1984 foi celebrado na Praça São Pedro, no Vaticano, o Encontro Internacional da Juventude, por ocasião do Ano Santo da Redenção, quando foi entregue a Cruz Peregrina aos jovens. No ano de 1985 o Santo Padre anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude.
Os encontros mundiais são realizados com intervalos que variam entre dois e três anos. A última Jornada Mundial da Juventude ocorreu de 16 a 21 de agosto de 2011, em Madri, na Espanha. A próxima JMJ (JMJ Rio2013) acontecerá na cidade do Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho de 2013 e seu lema é “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19). Espera-se milhões de jovens do mundo todo unindo várias culturas em uma única paisagem, todos movidos pela mesma esperança de que a fraternidade na diversidade é possível. Um dos maiores legados de uma Jornada Mundial da Juventude é a unidade. As inscrições iniciam no mês de junho de 2012.
São muitas as atividades às quais os jovens são convidados a participar, como as catequeses, eventos culturais, momentos de partilha e vida comum. Mas existem aquelas que estão previstas para a Jornada, como os atos centrais (cerimônia de abertura, acolhida do Papa, a Via-Sacra, a Vigília dos jovens com o Papa e a missa de encerramento) e os atos extraordinários.

A Pré-Jornada
Conhecido como Pré-Jornada, o programa "Dias nas Dioceses" (DND) acontece entre os dias 17 e 20 de julho de 2013. As atividades para esses dias que antecedem a JMJ são programadas pelas próprias dioceses e paróquias e integram atividades culturais, visitas históricas e momentos de festa, além é claro, de tempos de oração e celebração nos santuários e lugares de peregrinação, que formam parte da identidade religiosa local.
As famílias de todo o Brasil, organizadas em dioceses e paróquias, acolherão os jovens de todo o mundo que participarão da pré-jornada.
Santos do Mês de Novembro
Novembro

> 1. Festa de Todos os Santos.

> 2. Dia de Todos os Finados.

> 3. São Martinho de Porres, São Humberto de Liège, Santa Sílvia.

> 4. São Carlos Boromeu.

> 5. São Zacarias e Santa Isabel, Santa Bertila, Beato Guido Maria Conforti
> 6. São Leonardo de Noblac, Beato Nuno Álvares Pereira.

> 7. São Prosdócimo e São Wilibrordo, Beato Francisco Palau, Confessor.

> 8. São Godofredo, Cinco Santos Escultores Mártires

> 9. Santo Orestes, São Teodoro Mártir,Beata Elisabete da Trindade Catez

> 10. São Leão I O Magno Papa, Santo André Avelino.

> 11. São Martinho de Tours .

> 12. São Josafa Kuncewicz.

> 13. Santo Estanislau kostka, São Diogo de Alcalá, B. Eugênio Bossilkov

> 14. Santo Serapião .

> 15. Santo Alberto Magno e São Leopoldo III.

> 16. Santa Gertrudes e Santa Margarida .

> 17. Santa Isabel da Hungria .

> 18. Santo Frediano, São Romão,

> 19. São Roque Gonzáles e companheiros, São José José Kalinowski.

> 20. São Félix de Valois, Santo Edmundo.

> 21. São Gelásio I Papa.

> 22. Santa Cecília, Beato Tomás Reggio.

> 23. Santo Clemente I, Sta Felicidade e sete irmãos, Santo Columbano,

> 24. Santo André Dung-Lac.

> 25. Santa catarina de Alexandria, São Pedro Bispo de Alexandria.

> 26. São Leonardo de Porto Mauricio, Santo Humilde de Bisignano.

> 27. Santo Virgilio, Santa Catarina Labouré.

> 28. São Tiago das Marcas .

> 29. São Saturniino de Toulouse.

> 30. Santo André Apóstolo.
Trabalho da Comissão Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras tem destaque Nacional
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O Cadastro Nacional de Catequistas tem servido para aprimorar os trabalhos da Comissão Nacional, dos Regionais e Dioceses, servindo de base para novos rumos. O Blog Catequese e Bíblia entrevistou o Pe. Franciarley Duarte de Sousa, 32, Coordenador da Comissão Diocesana de Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras que vem se destacando a nível nacional pela boa articulação no processo de cadastramento dos catequistas.
Aniversariantes Dizimistas do Mês de Novembro
DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES DA IGREJA MATRIZ
MÊS DE NOVEMBRO

DIA (01) – CARLA CARDOSO DE LIMA
DIA (01) – MARGARIDA LOURENÇO CARNEIRO
DIA (01) – MARIA ELIETE VIEIRA VASCONCELOS
DIA (02) – ADALGISA FARIAS
DIA (02) – JANDIRA VIEIRA CARNEIRO
DIA (05) – JOSÉ VITOR DA SILVA
DIA (05) – MARIA DAS GRAÇAS CARNEIRO COSTA
DIA (06) – ALBERTO CARNEIRO SUASSUNA
DIA (06) – MARIA JOSÉ DA SILVA
DIA (10) – ANTÔNIO JOSÉ SOARES
DIA (10) – MARIA DILMA SOARES
DIA (11) – DULCINÉIA CARDOSO
DIA (11) – FRANCISCO DAS CHAGAS ANDRADE
DIA (11) – IRINEIDE DOS SANTOS FREIRE
DIA (11) – MARIA DE FÁTIMA LIMA DA SILVA
DIA (11) – MARIA OLINDINA DA CONCEIÇÃO
DIA (12) – EDMIR VIEIRA DE VASCONCELOS
DIA (12) – EDINETE DA SILVA COSTA
DIA (12) – HIANDRA LEANDRO BARBOSA
DIA (12) – FRANCISCO VIEIRA DE ANDRADE
DIA (13) – JOELIA PIRES PEREIRA FERNANDES
DIA (14) – ANTÔNIO EUGÊNIO
DIA (14) – MARIA DE LOURDES SOUSA CARNEIRO
DIA (16) – OLGA PIRES
DIA (16) – RITA ESMERINA DA SILVA FARIAS
DIA (17) – DAVI VIEIRA MARTINS
DIA (17) – JOEL VIEIRA DE SOUSA
DIA (18) – ELNICE ALVES BARBOSA
DIA (18) – NATÉRCIO VIEIRA
DIA (21) – FRANCISCA VIEIRA DE ANDRADE NETA
DIA (21) – MARIA DE FÁTIMA A. COSTA
DIA (25) - LINDALVA LEANDRO
DIA (25) – LUIZ EDUARDO SOARES CARREIRO
DIA (27) – EDILEUZA BARBOSA SUASSUNA
DIA (27) – MARIA DE LOURDES SILVA ANDRADE
DIA (28) – JUDITE CARNEIRO
DIA (29) - JOSÉ JAILSON FERNANDES CARNEIRO
DIA (30) – ALISSON HENRIQUE DA SILVA
DIA (30) – JANINE VIEIRA DA SILVA

DIA (07) – PE JOSENILDO JÁDER ABRANTES DE OLIVEIRA
Agenda do Mês de Novembro
Agenda mês de Novembro

Dia (01) quinta-feira
18h – Casamento na Igreja Matriz
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9

Dia (02) sexta-feira
DIA DE FINADOS
7h – Missa na Comunidade Assobio
10h – Missa no Ginásio de Esportes
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Missa na Comunidade Caatinga dos Andrades

Dia (03) sábado
Criação e Instalação da Área Pastoral São José em Mato Grosso

Dia (04) domingo
16h – Missa na Comunidade Volta (+ Ernestina Maria Neta)
19h – Missa na Igreja Matriz

Dia (05) segunda-feira
15h 30min – Confissão com as crianças na Igreja Matriz
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Confissão com as crianças na Igreja Matriz

Dia (06) terça-feira
16h – Missa na Igreja Matriz (+ Júlio de Lima Carneiro)
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h – Missa na Comunidade Malhada do Boi

Dia (07) quarta-feira
ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DO PADRE JOSENILDO ABRANTES
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9

Dia (08) quinta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h – Missa na Comunidade Craúnas
19h 30min – Adoração ao Santíssimo Sacramento na Igreja Matriz

Dia (09) sexta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Missa na Comunidade Alto dos Carneiros

Dia (10) sábado
16h – Batizado e Missa com 1ª Eucaristia na Comunidade Caatinga dos Andrades

Dia (11) domingo
9h – batizado na Igreja Matriz
10h – Missa na Comunidade Caatinga dos Andrades (+ Damião Soares Pereira)
19h – Missa na Igreja Matriz

Dia (12) segunda-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Recitação do terço dos homens e das mulheres na Igreja Matriz

Dia (13) terça-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Missa na Comunidade Santana dos Almeidas

Dia (14) quarta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h – Missa na Comunidade Volta

Dia (15) quinta-feira
Assembleia Diocesana de Pastoral
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min - Adoração ao Santíssimo Sacramento na Igreja Matriz

Dia (16) sexta-feira
Assembleia Diocesana de Pastoral
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9

Dia (17) sábado
18h – Casamento na Igreja Matriz

Dia (18) domingo
9h – Batizados na Igreja Matriz
10h – Missa na Igreja Matriz (+ Raimundo Vieira)
15h – Missa na Comunidade Caatinga dos Andrades (+ Raimundo Pereira Neto)
19h – Missa na Igreja Matriz

Dia (19) segunda-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Recitação do terço dos homens e das mulheres na Igreja Matriz

Dia (20) terça-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h – Missa na Comunidade Poço Verde

Dia (21) quarta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9

Dia (22) quinta-feira
17h – Missa na Comunidade Barra
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Missa na Comunidade Umburana
19h 30min - Adoração ao Santíssimo Sacramento na Igreja Matriz

Dia (23) sexta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9

Dia (24) sábado
Formação da Pastoral da Criança
16h – Missa na Capela São José (+ Marcos Carneiro de Andrade)

Dia (25) domingo
Romaria Diocesana em Itaporanga
16h – Missa na Comunidade Assobio (+ Deusalina Soares da Silva)
19h – Missa e batizado na Igreja Matriz

Dia (26) segunda-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h 30min – Recitação do terço dos homens e das mulheres na Igreja Matriz

Dia (27) terça-feira
16h – Missa e batizados na Comunidade Curralinho (+ Francisco de Freitas Ramalho)
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h – Missa na Comunidade Timbaúba

Dia (28) quarta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h – Missa na Comunidade Lajes

Dia (29) quinta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9

Dia (30) sexta-feira
18h – Programa “Conversando sobre o Dízimo” na rádio Riachofm 87,9
19h - 1ª Eucaristia e abertura da Festa de Nossa Senhora da Conceição na Comunidade Santana dos Almeidas



IGREJA SÃO JOSÉ
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- ULTIMO DOMINGO – PREPARAÇÃO PARA O BATISMO (19h)
- 1º SÁBADO - FORMAÇÃO
- 2º SÁBADO – BATIZADOS
- 3º SÁBADO - CASAMENTOS E CONFISSÕES
- 5º SÁBADO - ASSEMBLEIA DAS COMUNIDADES

3ª QUARTA - FEIRA - VISITA AOS DOENTES

- Obs.: TODOS OS SÁBADOS – MISSA DA COMUNIDADE (19h)
- CATEQUISTA:

LOGRADOURO II: CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
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3ª SEGUNDA - FEIRA (19h) – MISSA DA COMUNIDADE
◦ COORDENADOR: ZÉ DO ROZÁRIO
◦ CATEQUISTAS:
ALTO DO CRUZEIRO
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5ª SEXTA – FEIRA (19h) – MISSA DA COMUNIDADE
◦ COORDENADORA: DONA RAIMUNDA
◦ CATEQUISTAS:
RIACHÃO DAS PEDRAS
1ª SEGUNDA – FEIRA (19h) – MISSA DA COMUNIDADE
◦ COORDENADORA: ESPEDITA
◦ CATEQUISTAS:
RIACHÃO DOS IRIAS
4ª SEGUNDA - FEIRA (19h) – MISSA DA COMUNIDADE
◦ COORDENADORA – CARMINHA
◦ CATEQUISTA:
UMBURANA
5ª SEGUNDA – FEIRA (19h) – MISSA DA COMUNIDADE
◦ COORDENADORA: DONA RITA
◦ CATEQUISTAS:
RIACHÃO DO OZÓRIO
2ª SEGUNDA – FEIRA (19h) – MISSA DA COMUNIDADE
◦ COORDENADORA: DONA MARIA
◦ CATEQUISTAS:
Encontro para Coordenadores Diocesanos de Catequese
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12 a 14 de Julho em Campina Grande
Jornada Missionária
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De 15 a 21 de Julho - Jornada Missionária na Paróquia São Francisco de Assis, em Riacho dos Cavalos.
I Semana Diocesana de Liturgia
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Dentro dos preparativos para o Centenário da Diocese de Cajazeiras que este ano vive o Ano da Liturgia, e em comunhão com toda a Igreja que celebra os 50 anos do SACROSANCTUM CONCILIUM, uma Semana Diocesana de Liturgia acontecerá com a finalidade de celebrar e formar cada vez mais os nossos Agentes de Pastoral.

Será nos dias 09 a 13 de julho deste ano de2012. Cada paróquia poderá já ir se preparando para enviar três representantes da Pastoral Litúrgica juntamente com o padre. A Semana será o ponto alto deste ano da Liturgia na Diocese e também a celebração dos 50 anos da Sacrosanctum Concilium.
Campanha da Fraternidade - 2015
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LEITURA DO CARTAZ – CF 2015
O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés na Quinta feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. É com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte de cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa. Jesus leva em plenitude o‘Eu vim para servir’ (cf. Mc 10,45).
A Igreja Católica, através de suas comunidades, participa das alegrias e tristezas do povo brasileiro. O Concílio Vaticano II veio iluminar a missão da Igreja que é evangelizar. Evangelizar pelo testemunho dialogando com as pessoas e a sociedade. No diálogo a Igreja (as comunidades), está a serviço de todas as pessoas. Ao servir ela participa da construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e de paz. No serviço ela edifica o Reino de Deus.



Oração da CF 2015
Ó Pai, alegria e esperança de vosso povo,
vós conduzis a Igreja, servidora da vida,
nos caminhos da história.

A exemplo de Jesus Cristo e ouvindo sua palavra
que chama à conversão,
seja vossa Igreja testemunha viva de fraternidade
e de liberdade, de justiça e de paz.

Enviai o vosso Espírito da Verdade
para que a sociedade se abra
à aurora de um mundo justo e solidário,
sinal do Reino que há de vir.
Por Cristo Senhor nosso.
Amém!



CF 2015
“Fraternidade: Igreja e Sociedade”
“Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45).
L.: Pe. José Antonio de Oliveira
M.: Pe. José Weber
1) Em meio às angústias, vitórias e lidas,
no palco do mundo, onde a história se faz, (cf. GS n. 2)
sonhei uma Igreja a serviço da vida.
/:Eu fiz do meu povo os atores da paz!:/

Quero uma Igreja solidária,
servidora e missionária,
que anuncia e saiba ouvir.
A lutar por dignidade,
por justiça e igualdade,
pois “EU VIM PARA SERVIR”(Mc 10,45).

2) Os grandes oprimem, exploram o povo,
mas entre vocês bem diverso há de ser.
Quem quer ser o grande se faça de servo:
/:Deus ama o pequeno e despreza o poder:/ (cf. Mc 10,42-45).

3) Preciso de gente que cure feridas,
que saiba escutar, acolher, visitar.
Eu quero uma Igreja em constante saída (EG, 20),
/:de portas abertas, sem medo de amar!:/

4) O meu Mandamento é antigo e tão novo:
Amar e servir como faço a vocês.
Sou Mestre que escuta e cuida seu povo,
/:um Deus que se inclina e que lava seus pés:/ (cf. Jo 13).

5) As chagas do ódio e da intolerância
se curam com o óleo do amor-compaixão (cf. Lc 10,29ss).
Na luz do Evangelho, acende a esperança.
/:Vem! Calça as sandálias, assume a missão.:/
Informativo nº 2
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Cidade Cinquetenária
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A história de Riacho dos Cavalos é marcada por lutas e conquistas de ordem sócio-política e econômica. Foram inúmeras as dificuldades enfrentadas desde a sua emancipação, porém sua história de desenvolvimento está centrada no espírito sonhador e ao mesmo tempo guerreiro de todos os munícipes que fizera e fazem parte desta conquista.
O povoado teve início com a construção do açude público em 1932, que iria suprir as necessidades da população no que se refere ao abastecimento de água. Assim, a emancipação política se deu em 28 de dezembro de 1961, fato este que se separa politicamente de Catolé do Rocha. A partir desta data o processo de crescimento foi iniciado com a organização do poder executivo e legislativo.
O cinqüentenário de Riacho dos Cavalos é registrado pela determinação e bravura dos riachuenses que com muito orgulho comemoram o Jubileu de Ouro de nossa querida cidade.
Parabéns, Riachos dos Cavalos.
Coroação da Imagem de Nossa Senhora (2012)
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Fotos da Coroação da Imagem de Nossa Senhora na Igreja Matriz
Calendário Anual (2016)
CALENDARIZAÇÃO ANUAL – 2016

Conclusão do Salão Comunitário da Comunidade Caatinga dos Andrades
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Novo Altar da Comunidade Volta
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Lançamento Oficial do nosso site
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COMISSÃO REGIONAL NORDESTE 2
Bispo responsável: Dom Mariano Manzana

Coordenador do Regional: Pe. Élison Silva

Província Eclesiástica de Maceió
Joseilton Luz de Oliveira

Secretaria: Província Eclesiástica de Natal
Diácono Edmar de Araújo Conrado
Andrey Jonathan

Tesouraria: Província Eclesiástica da Paraíba
Pe. José Aldevan Pereira Guedes
Ir. Letícia Granjeiro

Formação: Província Eclesiástica de Olinda e Recife
Pe. Ailton Maciel Correia da Silva
Ir. Lídia de Cristo Leal

Padre de município sertanejo se envolve em acidente na PB-400, próximo a São José de Piranhas.
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De acordo com informações, o padre Gilberto trafegava em um veículo do tipo Prisma de cor prata quando perdeu o controle do carro vindo a acidentar-se.

Foi registrado nesta quinta-feira (21) um acidente de trânsito na rodovia PB-400, próximo a cidade de São José de Piranhas, na altura do sítio Picada dos Andrades. Segundo informações, o acidente envolveu o padre Gilberto Lisboa, da paróquia do município de Monte Horebe, após colidir em uma ponte.

De acordo com informações, o padre Gilberto trafegava em um veículo do tipo Prisma de cor prata quando perdeu o controle do carro vindo a acidentar-se.

O sinistro não teve vítimas. O padre do município de Monte Horebe, Gilberto Lisboa não sofreu graves lesões, apenas um corte na mão e foi levado em outro automóvel até a casa do Padre Nicodemos.
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Batizados, não convertidos...

"A maioria dos católicos batizados, nascidos num país cristão são, como adultos, verdadeiros catecúmenos". (CT 44).

Católicos batizados, verdadeiros catecúmenos! Isso quer dizer que não assumiram seu batismo, não fizeram a experiência com o ressuscitado, se comportam como verdadeiros catecúmenos. Acontecia naquela época e ainda hoje. Por catecúmenos entendemos aqueles que não foram batizados. Catecumenato, essa palavra de origem grega, quer dizer: "lugar onde ressoa alguma mensagem". Seria então esse tempo de preparação, de amadurecimento na fé.

Nos primeiros séculos da Igreja, quem desejava se tornar um cristão era admitido ao catecumenato, que começava sempre com o querigma, e logo depois, uma catequese completa, antes dos Sacramentos da Iniciação Cristã. Ao longo do tempo, isso foi-se perdendo.

Voltemos às fontes... Seria bom se o itinerário catequético acontecesse de forma sistemática, organizada, de modo que os catequizandos, independente da idade, amadurecessem de fato na fé e isso de livre escolha, porque amam e querem seguir a Cristo. A verdadeira felicidade consiste nisso, nesse encontro, nesse caminhar ao lado, nessa partilha de dons na comunidade (vamos repetindo isso, até que fique gravado no coração que essa é a meta com a catequese)

Quando a Igreja nos pede que priorize os adultos, ela “grita” com razão, pois em muitos lugares não se tem organizado um trabalho para a INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ COM ADULTOS, alimentando ainda a idéia de que catequese é coisa de criança.

Concordo plenamente com a “prioridade” da iniciação Cristã com adultos, mas creio firmemente num trabalho consciente, maduro com nossos pequenos, adolescentes e jovens, tendo em vista que serão os adultos de amanhã. Esperamos em Deus que se tornem adultos cristãos, batizados, evangelizados, conscientes. Isso é o que queremos, por isso estamos na luta do resgate da maneira de formar cristãos dos primeiros séculos.

Agora, quer evangelizar os adultos? Aproxime e acompanhe o itinerário da iniciação cristã que começa na idade infantil, indo até a juventude. Lá se concentra o maior número de adultos batizados, não convertidos. Basta organizar um trabalho de evangelização com essas famílias. É gratificante, quando percebemos famílias inteiras sendo despertas, participando da comunidade, buscando a catequese com adultos, durante a caminhada catequética do filho.

O DNC nos orienta que toda diocese deveria ter um projeto catequético que acompanhe as pessoas desde a infância até a idade avançada, com uma adequada integração entre as diversas etapas da caminhada da fé. Que priorize a educação da fé com adultos, oferecendo-lhes acompanhamento e aprofundamento da fé, respostas ás suas inquietações, indicações para a vivência familiar, profissional e o engajamento na vida eclesial e que o RICA seja conhecido e vivenciado nas comunidades e inspire todas as modalidades de catequese. (DNC 312)

Imaculada Cintra - Catequista e Iniciação à vida Cristã
A Iniciação à Vida Cristã e o Discipulado 1
O Diretório Nacional de Catequese afirma muito claramente que “o fruto da evangelização e catequese é o fazer discípulos”. Mais do que somente preparar as pessoas para receberem esse ou aquele sacramento, é necessário ajudar os candidatos a chegarem a uma verdadeira conversão a Jesus e ao seu projeto para o mundo.

Tal relação entre ser catequizado e transformar-se em seguidor autêntico de Jesus foi muito bem desenvolvida durante o painel “Discípulos Missionários hoje: Catequese, caminho para o discipulado”, que foi apresentado por Dom Juventino Kestering juntamente com Ir. Vera Bombonato, durante a 3ª Semana Brasileira de Catequese.

Entender a catequese como caminho para o discipulado exige que façamos uma profunda revisão e ampliação de horizontes sobre esse importante momento de evangelização. Pois, como disse Dom Juventino, sem que se abandonem as crianças e os jovens, é necessário que fique muito claro para todos que “os adultos são os primeiros interlocutores e a preocupação básica do cuidado pastoral”. Além disso, no mundo de hoje, marcado pela mudança de época, que questiona profundamente a fé e o agir cristão, não se pode ainda conceber uma catequese que simplesmente dê informações sobre a fé, a Igreja e os sacramentos.

De fato, na atual realidade brasileira, não é mais normal que a transmissão da fé aconteça na família, na comunidade ou mesmo na própria sociedade, como acontecia há tempos atrás. Hoje, os vários ambientes proporcionam as mais diversificadas possibilidades de escolhas e isso acaba exigindo que a transmissão da fé seja encarada como uma ação evangelizadora que oferece uma opção muito clara e atraente.

Enquanto caminho para o discipulado a catequese tem que ser entendida como uma ação evangelizadora que deve estar interligada a “outros caminhos, como a liturgia, a dimensão social da fé, o ecumenismo, a dimensão missionária” e, por isso mesmo, não acontece de forma isolada, mas é um ato essencialmente eclesial. Somente assim conseguirá realizar sua missão de lançar as bases da vida cristã naqueles que desejam seguir Jesus, através da catequese de iniciação.

Segundo Dom Juventino, os catequizandos conseguirão se transformar em autênticos discípulos missionários na medida em que passarem por um caminho composto de vários passos: “é no caminhar, na persistência, na busca, nas motivações, nas descobertas que a pessoa vai se encontrando com Jesus Cristo, com a comunidade e com a missão. É importante o primeiro passo: o Kerigma, o encontro entusiasmante com Jesus Cristo. Mas é preciso caminhar para o segundo passo: A conversão, o seguimento, a persistência, o aprofundamento. Mas não pode parar por aí. O caminho é para um terceiro passo: O discípulo missionário, o engajamento, a transformação da realidade, a sua inserção nas profissões, na família, no mundo do trabalho, da política, das profissões e aí permear com os valores do Evangelho, da ética e da cidadania”.

A realização desses passos vai exigir das comunidades que todas as pastorais, grupos e movimentos trabalhem de forma mais harmoniosa e orgânica, e somente assim se conseguirá que o processo de iniciação à vida cristã aconteça de forma plena e eficaz.


Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Doutrinário
E depois da Rio+20?


Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)

A Conferência das Nações Unidas sobre o desenvolvimento sustentável foi concluída em meio a críticas, frustrações, elogios e sensação do dever cumprido... Parece contraditório, mas houve de tudo isso um pouco, ou bastante.

Críticas sobre a pouca ousadia do Documento final do consenso atingido após longas negociações; houve quem achou que foi uma ocasião perdida para estabelecer metas mais estritas sobre a redução das emissões de gases de efeito estufa; os grandes poluidores do ambiente vão continuar poluindo, sem que nada aconteça? Os combustíveis fósseis altamente poluidores, como carvão e petróleo, serão ainda utilizados, sem restrições? A energia atômica vai continuar a receber altos financiamentos, em vez das fontes alternativas de energia limpa?

Os defensores mais radicais de uma “economia verde” sentiram-se frustrados; entre outros motivos, porque os países ricos, que também são as maiores responsáveis pelos problemas ambientais decorrentes de um modelo predatório de economia, não assumiram compromissos concretos para financiar a superação desse modelo de produção e consumo; a sonhada “caixa comum” para fomentar o desenvolvimento sustentável não foi criada... E os países pobres, ou em desenvolvimento, reclamaram porque, feitas as contas, perceberam que a fatura desse processo vai sobrar para eles... Pior que isso: as regras desse jogo ainda serão dadas pelas mesmas grandes economias, que já têm o mando da partida assegurado... Países pequenos reclamaram por se verem abandonados à própria sorte, ou reduzidos à condição de fornecedores de matérias primas...

Elogios sobraram ao Brasil, pela hospitalidade carioca e a organização do evento, pela liderança no período final das negociações, garantindo, ao menos, a feitura de um Documento de consenso... Elogios aos países que já estão desenvolvendo tecnologias para o uso de fontes limpas e sustentáveis de energia, como a eólica, a hidroelétrica e o etanol; mais uma vez, valeu para o Brasil, líder nesse setor.

Sensação do dever cumprido, ainda por conta do Brasil, por ter chegado ao final do grande evento, de esquemas complexos de organização, logística e segurança, sem ninguém se machucar... A mesma sensação do dever cumprido também sentiram as numerosas Organizações da sociedade civil, que fizeram na Cúpula dos Povos o contraponto ao evento oficial da Conferência Rio+20. Cada um disse a sua, contribuiu como quis e quanto quis, mesmo se as contribuições nem sempre afinavam, ou fossem levadas em conta na Declaração oficial... Era, sem dúvida, importante, que essas contribuições aparecessem, pois ajudaram a despertar mais a consciência geral sobre o quê vai acontecendo com a economia, o clima, a natureza, a sociedade...

Se ficou na boca um gostinho de amargo, porque o resultado não foi o ideal, talvez também foi porque se esperou demais de uma Conferência, que não tinha poderes decisórios; e acontecia numa conjuntura econômico-financeira mundial muito ruim onde, falar de desenvolvimento sustentável, podia levar a pensar logo em mais problemas para a economia... Mas é inegável que a Rio+20 contribuiu para uma nova tomada de consciência sobre os problemas decorrentes da relação, nem sempre responsável, do homem com a natureza. E isso não é nada desprezível.
O Padroeiro dos políticos


Dom Fernando Arêas Rifan
Administrador Apostólico Pessoal São João Maria Vianney

Dia 22 próximo, a Igreja celebra a festa do mártir Santo Tomás More. Lorde Chanceler do Reino da Inglaterra, por não ter aceitado o divórcio e o cisma do rei Henrique VIII, foi condenado à morte por traição e decapitado em 1535. Preferiu perder o cargo e a vida a trair sua consciência. A Igreja o proclamou padroeiro dos Governantes e dos Políticos, exatamente porque soube ser coerente com os princípios morais e cristãos até ao martírio. O belo filme da sua vida, em português, que recomendo, intitula-se “O homem que não vendeu sua alma!”.

A coerência é uma virtude cristã que deve penetrar todas as nossas ações e atitudes. Pensar, viver e agir conforme a nossa fé e nossas convicções cristãs. Caso contrário, seremos hipócritas e daremos um grande contra-testemunho do nosso cristianismo. A consciência é única e unitária, e não dúplice. Não se age como cristão na Igreja e como pagão fora dela.

“O Concílio exorta os cristãos, cidadãos de ambas as cidades [terrena e celeste], a que procurem cumprir fielmente os seus deveres terrenos, guiados pelo espírito do Evangelho. Afastam-se da verdade os que, sabendo que não temos aqui na terra uma cidade permanente, mas que vamos em demanda da futura, pensam que podem por isso descuidar os seus deveres terrenos, sem atenderem a que a própria fé ainda os obriga mais a cumpri-los, segundo a vocação própria de cada um. Mas não menos erram os que, pelo contrário, opinam poder entregar-se às ocupações terrenas, como se estas fossem inteiramente alheias à vida religiosa, a qual pensam consistir apenas no cumprimento dos atos de culto e de certos deveres morais. Este divórcio entre a fé que professam e o comportamento quotidiano de muitos deve ser contado entre os mais graves erros do nosso tempo” (Gaudium et Spes, 43).

O ensinamento social da Igreja não é uma intromissão no governo do País, mas traz um dever moral de coerência aos fiéis leigos, no interior da sua consciência. “Não pode haver, na sua vida, dois caminhos paralelos: de um lado, a chamada vida ‘espiritual’, com os seus valores e exigências, e, do outro, a chamada vida ‘secular’, ou seja, a vida de família, de trabalho, das relações sociais, do empenho político e da cultura” (Beato João Paulo II, Christif. Laici, 59).

“Reconhecendo muito embora a autonomia da realidade política, deverão se esforçar os cristãos solicitados a entrarem na ação política por encontrar uma coerência entre as suas opções e o Evangelho” (Paulo VI, Octogésima Adveniens, 46). “Também para o cristão é válido que, se ele quiser viver a sua fé numa ação política, concebida como um serviço, não pode, sem se contradizer a si mesmo, aderir a sistemas ideológicos ou políticos que se oponham radicalmente, ou então nos pontos essenciais, à sua mesma fé e à sua concepção do homem...” (idem, 26).

No atual clima de corrupção e venalidade que invadiu o sistema político, eleitoral e governamental, possa o exemplo de Santo Tomás More ensinar aos governantes e políticos, atuais e futuros, que o homem não pode se separar de Deus, nem a política da moral, e que a consciência não se vende por nenhum preço, mesmo que isto nos custe caro e até a própria vida.
Onde encontrar Jesus Cristo hoje


Dom Murilo Krieger
Arcebispo de São Salvador (BA) e Primaz do Brasil

“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”, exclamou João Batista, ao ver Jesus que vinha ao seu encontro (Jo 1,29). E completou: “Dou testemunho: ele é o Filho de Deus” (v. 34). Para os discípulos de João Batista, esse anúncio foi tão importante que o deixaram, para seguir Jesus. Um outro João, o evangelista, ao final de sua vida sintetizou o que tinha sido para ele a convivência de três anos com Jesus de Nazaré: “O que existia desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e o que a nossas mãos apalparam... isso vos anunciamos” (1Jo 1,1 e 3). João evangelista deixava claro, assim, que seu anúncio partia de uma experiência pessoal, que o havia transformado radicalmente. Anunciava, também, que todos podem fazer idêntica experiência – isto é, podem ouvir, ver e tocar o Filho de Deus, porque ele veio até nós, assumiu nossa carne e se manifesta a quem o procura.

Se é próprio de Deus manifestar-se, para nos revelar sua intimidade, e se, em vista disso, nos enviou seu Filho, onde encontrar Jesus Cristo hoje? De que modo e em que situações ele se revela a nós? Em que situações ele se faz presente? É importante ter respostas claras a essas perguntas, já que o encontro com Cristo é o ponto de partida para uma autêntica conversão.

Destacarei sete lugares de encontro com Jesus de Nazaré – isto é, onde podemos encontrá-Lo em nossos dias. Podemos encontrá-Lo:

1º - Em sua Palavra. Os Evangelhos apresentam, numa linguagem clara, compreensível a todos, o que Jesus falou e o modo como viveu entre nós. Se prestarmos atenção às suas palavras, será inevitável: nossos corações se transformarão e produziremos frutos de santidade.

2º - Nos pastores que dirigem a Igreja. Cristo, pastor dos pastores, assiste os pastores que dirigem e governam o povo de Deus, como ele mesmo disse aos apóstolos: “Quem vos ouve, a mim ouve” (Lc 10,16).

3º - Nos sacramentos. Os sacramentos são ações de Cristo, que os administra por meio de seus ministros. Os sacramentos são santos por si mesmos e, “quando tocam nos corpos, infundem, por virtude de Cristo, a graça nas almas” (Paulo VI). Cristo está sempre presente por sua força nos sacramentos, de tal forma que “quando alguém batiza, é Cristo mesmo que batiza” (Santo Agostinho).

4º - Na Eucaristia. O sacramento da Eucaristia contém o próprio Cristo e é, como afirmava Santo Tomás de Aquino, “como que a perfeição da vida espiritual e o fim de todos os sacramentos”. A presença de Cristo nesse sacramento é de uma intensidade sem par; é uma presença especial, uma presença “real”, “não a título exclusivo, como se as outras presenças não fossem “reais”, mas por excelência, porque é substancial, e porque por ela se torna presente Cristo completo, Deus e homem” (Paulo VI).

5º - Quando a Igreja reza. Cristo está presente em sua Igreja quando ela reza, sendo ele quem “roga por nós, roga em nós e por nós é rogado; roga por nós como nosso Sacerdote; roga em nós como nossa Cabeça; é rogado por nós como nosso Deus” (Santo Agostinho). O próprio Jesus prometeu: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles” (Mt 18,20).

6º - No pobre. Quando fazemos o bem a um irmão necessitado, nós o fazemos ao próprio Cristo: “Todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (Mt 25,40). Mais: é Cristo que faz essas obras por meio de nós, socorrendo assim as pessoas necessitadas.

7º - Em nossos corações. Cristo habita pela fé em nossos corações (cf. Ef 3,17) e neles derrama o amor de Deus pela ação do Espírito Santo que nos dá (cf. Rm 5,5).

Penso ter ficado implícito que o cristianismo não é apenas um conjunto de normas éticas e nem se resume a uma proposta de paz e de solidariedade; ele é, acima de tudo, o encontro com uma pessoa – a pessoa de Jesus Cristo, o Filho de Deus Salvador. É ele é que dá novas perspectivas à nossa vida. Cabe-nos, pois, estar atentos a seus passos em nossos caminhos. Acolhendo-o, teremos a possibilidade de conhecê-lo sempre melhor e de apresentá-lo a outros.
Ordenação Sacerdotal
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Na solenidade de São Pedro e São Paulo, 29, a Diocese de Cajazeira - PB ordenou quatro sacerdotes para o serviço ao povo de Deus. A concelebração aconteceu na Catedral Nossa Senhora da Piedade em Cajazeiras às 17 horas. Foram ordenados sacerdotes os Diáconos:

Antonio Neto da Silva da cidade de Cachoeira do Índios - PB;

Antônio Sérgio Mota da Silva de Santa Heleno-PB;

José Wandemberg Ferreira da Silva de Santa Cruz-PB;

Severino Elias Neto de São Francisco-PB.
Paróquia se prepara para visita pastoral
A Paróqia de São Sebastião em Belém do Brejo do Cruz se prepara com entusiasmo para a chegada do bispo diocesano em seu território. A visita será de 04 a 08 de julho e tem como finalidade a abertura das celebrações do Cinquentenário da Paróquia que celebraremos em janeiro de 2013.
Arrasta Fé 2012
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Como sabemos o evento acontecerá este ano em dois dias, 7 e 8 de julho, sendo o primeiro dia realizado nas dependências do Sesi, onde teremos uma grande programação inclusive com o show religioso mais esperado de 2012 com a banda Missionário Shalom que virá pela segunda vez à cidade e comemorará conosco os 30 anos da Comunidade Católica Shalom e show do Ministério Ruah, já no segundo dia tereamos a realização do grande Arrastão com a banda Tribo Maranata de Belo Horizonte, que se apresentará pela primeira vez na Paraíba e promete um grande show para marcar a terceira edição do evento que conquistou a Paraíba.
IBGE divulga dados, CERIS mostra "Igreja Viva".
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De acordo com o Censo Demográfico 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os católicos permanecem sendo maioria, embora haja uma maior diversidade religiosa da população brasileira. Os dados mostram que 64,6% da população professa a fé católica, havendo 72,2% de presença neste credo no Nordeste, 70,1% no Sul e 60,6% no Norte do país. A proporção de católicos foi maior entre as pessoas com mais de 40 anos, chegando a 75,2% no grupo com 80 anos ou mais.

A análise mostra que outros 22,2% da população são compostos por evangélicos, 8% por pessoas que se declaram sem religião, 3% por outros credos e 2% por espíritas.

CERIS mostra “Igreja Viva”

O Censo Anual de 2010 realizado pelo Centro de Estatística e Investigações Sociais (CERIS) — entidade brasileira de pesquisa religiosa fundada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) — revelou uma “Igreja Viva”. É o que afirma a análise sociológica da evolução numérica da presença da Igreja no Brasil, feita pelo sociólogo Padre José Carlos Pereira, que também é colaborador do CERIS:

De acordo com o sociólogo, os dados apontam para o aumento do número de paróquias e para a criação de novas dioceses, mostrando uma Igreja em constante crescimento:

“Os teóricos da secularização dizem que a religião está fadada ao fracasso, mas o que vemos é o contrário, pois à medida que surge a necessidade da criação de mais paróquias e estas de serem setorizadas, ampliando, assim, o seu alcance, supõe-se que os resultados são de uma maior adesão religiosa, inclusive de pessoas afastadas”, especifica o texto.

O centro de estatísticas também apontou um crescimento considerável em relação às vocações sacerdotais e religiosas, confirmando no Brasil a tendência do aumento do número de sacerdotes diocesanos e religiosos no mundo — conforme divulgou o Setor Estatístico do Vaticano, na semana passada, ao afirmar que o número passou de 405 mil para 413 mil.

“O quadro geral mostra uma vitalidade da religião católica, por meio de um borbulhar de novas modalidades, ou novas formas de viver a fé católica, por meio das novas comunidades, novos movimentos eclesiais e da volta às origens dos ideais das primeiras comunidades cristãs, que tem refletido outro quadro estatístico, que é da evolução do número de presbíteros entre os anos de 1970 e 2010, conforme vemos na atual planilha do CERIS.Isso indica um retorno ao catolicismo dos afastados, mas também uma identificação maior daqueles que já praticavam o catolicismo, mas não se sentiam muito firmes, identificados com a doutrina católica. Sendo assim, por mais que se diga que houve aumento no número dos que se dizem sem religião, ou que cresceu o interesse e as adesões a novos grupos religiosos e a novas igrejas, a Igreja Católica se revela ainda mais estruturada e em franca expansão, com seus empreendimentos missionários como, por exemplo, os que foram propostos pela Missão Continental”, destaca a redação da análise.

Alguns números da pesquisa

Paróquias
Os dados revelam um crescimento vertiginoso no número de paróquias entre os anos de 1994 a 2010, em diversos Regionais da CNBB, com destaque para os regionais Leste 2 (de 1.263 para 1.722) e Sul 1 (de 1.651 para 2.431) , que correspondem ao Estado de Minas Gerais e Espírito Santo (Regional Leste 2) e ao Estado de São Paulo (Regional Sul 1), que são os dois maiores Regionais em número de paróquias e de contingente populacional.

Padres
Em 2000 eram 16.772 padres. Em 2010 chegou a 22.119 padres. A distribuição de padres por habitantes é outro fator levantado pela pesquisa. Em 2000 havia pouco mais de 169 milhões de habitantes e para cada sacerdote eram 10.123,97 habitantes. Dez anos depois havia aproximadamente 190 milhões de habitantes e cada padre teria o número de 8.624,97 habitantes.

A concentração do clero por regiões brasileiras, segundo a pesquisa do CERIS, mostrou que havia uma concentração maior na região sudeste em detrimento das outras regiões. Do total de padres no país a região sudeste concentrava quase metade dos sacerdotes, com 45%. O sul ficava com um quarto da população de padres, 25%, o nordeste 16%, o centro-oeste apenas 9%. Já o norte seria a região com menos padres, apenas 3%.
Bispos e Grupos de Trabalho debatem a animação bíblico-catequética e a iniciação à vida cristã
Acontece em Brasília (DF), de 27 a 30 de junho, na Casa de Formação e de Retiros Filippo Smaldone, o primeiro encontro dos bispos referenciais e demais grupos ligados a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB. Ao todo são 37 participantes, de todos os 17 Regionais da CNBB.

Estão reunidos bispos referenciais de catequese em seus Regionais; o Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética (GREBICAT); Coordenações Regionais da Animação Bíblico-Catequética; Catequetas; Representantes da catequese junto às pessoas com deficiência e catequese com indígenas, além da presidência e assessores da Comissão Bíblico-catequética da CNBB debatendo os caminhos que se deve seguir a animação bíblico-catequética no país.

Segundo dom Jacinto Bergmann, presidente da Comissão e bispo de Pelotas (RS), esta reunião serve para lançar um olhar em conjunto. “Foi uma ótima ideia nos reunirmos para definir, em conjunto, as linhas gerais de trabalho que a animação bíblico-catequética e a iniciação à vida cristã, tomarão no Brasil”, disse.
O assessor nacional da Comissão, padre Décil José Walker, falou sobre a metodologia do encontro. “Os bispos referenciais se reuniram no dia 27, para traçar os objetivos da reunião, e nos dias seguintes todos nós debatemos os tópicos e tentamos traçar os melhores caminhos para a catequese e a iniciação à vida cristã. Foi apresentada ainda a realidade da catequese nos Regionais e na Igreja no mundo para revermos os desafios de nossa missão. Então, nossa prioridade é encontrar um itinerário de iniciação à vida cristã para a catequese no Brasil”, explicou o assessor.

Já a assessora da mesma Comissão, Cecília Rover, disse que a reunião quer reafirmar o compromisso da Comissão com a animação bíblico de toda pastoral e não só para a catequese, “no sentido de articulação, organização e implementação de projetos e cursos”.
Lançamento
Em um dos momentos foi aberto o espaço para o secretário de Comunicação e Ação Social da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), reverendo Erní Walter Seibert, que fez o lançamento da Bíblia Sagrada para o programa Lectionautas.

Segundo o reverendo, a bíblia é completa, têm indicações para a leitura orante e textos baseados nas leituras dominicais. “Nossa intenção é que o jovem leia de forma orante a bíblia e que em seguida compartilhe, forme comunidades de estudo e debate, seja virtual, na internet, ou presencial”.
Convocação aos jovens

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte

No próximo mês, começa a contagem regressiva para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Brasil, que será realizada de 22 a 28 de julho do ano que vem, no Rio de Janeiro. Já está em curso uma enorme movimentação da força jovem pelo mundo afora, especialmente aqui. A Jornada Mundial está na cadeia dos grandes eventos que estão sendo realizados em nosso país: Rio+20 (concluída recentemente), a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, 2014, e, por último, as Olimpíadas, em 2016.

A JMJ vai congregar, no mínimo, dois milhões de jovens, do Brasil e de todos os cantos do mundo. O caminho que está sendo percorrido no processo preparatório guarda uma riqueza educativa de expressiva significação. A Cruz peregrina da Jornada Mundial chegou ao Brasil, em São Paulo, no mês de setembro do ano passado, passou por Minas Gerais, no mês de novembro, e continua percorrendo todo o Brasil. Em cada lugar uma festa da fé, uma consolidação dos brios da juventude, uma reafirmação da melhor proposta aos jovens, aquela de firmar-se no seguimento de Jesus Cristo, o jovem de Nazaré. Um programa de vida iluminado pela convicção, como disse o Papa Bento XVI, de que “se não conhecemos a Deus em Cristo e com Cristo, toda a realidade se torna um enigma indecifrável; não há caminho, não há vida nem verdade”.

Antecedendo a JMJ, antes da chegada ao Rio de Janeiro, teremos a celebração da Semana Missionária, em todas as dioceses do Brasil, de 16 a 21 de julho de 2013, quando hospedaremos milhares e milhares de jovens peregrinos. Será a oportunidade para aproximar-se mais de Jesus Cristo, o melhor presente que qualquer pessoa pode receber. Encontrá-lo é o melhor que pode ocorrer na vida de cada um. E fazê-lo conhecido, por palavras e obras, é a mais gostosa e duradoura alegria. Quando o jovem assume Cristo como mestre, fazendo-se discípulo, aprende sobre o sentido profundo da existência, substitui o desalento pela esperança que não engana, conforme sublinha o importante Documento de Aparecida, fruto da 5ª Conferência dos Bispos Latino-americanos e Caribenhos.

Esse documento também alerta para as várias situações que afetam muitos jovens significativamente, como as sequelas da pobreza, limitando o crescimento harmônico de suas vidas, gerando exclusão. Também a falta de socialização e transmissão de valores nas instituições tradicionais, substituídas por ambientes não isentos de forte carga de alienação. Não raramente, muitos jovens são presas fáceis de novas propostas religiosas e pseudo-religiosas, bem como vítimas da dizimação produzida pela dependência química.

A Jornada Mundial da Juventude é a grande convocação dos jovens para uma vivência autêntica da fé, o despertar para uma participação na esfera política, equilíbrio na dinâmica de suas vidas, superação de práticas e usos abusivos. Para a Igreja Católica é uma reafirmação e o comprometimento na sua opção preferencial pelos jovens. É também oportunidade para que os governos invistam nos jovens. Para a sociedade de um modo geral, que deve participar e colaborar, a JMJ é um momento histórico para avançar em direção ao novo, necessário à própria sobrevivência. Especificamente para os jovens, os grandes protagonistas, a Jornada Mundial já está sendo a experiência de uma nova consciência de sua dignidade e força, uma aposta exitosa para o futuro, com Cristo como centro de suas vidas.

Nesse contexto de preparação para a JMJ, Belo Horizonte sediará o Congresso Mundial de Universidades Católicas, uma riqueza dos muitos tesouros desse caminho missionário. A capital mineira receberá milhares de peregrinos. Os números, a programação, os conteúdos e metas desses eventos todos são emoldurados pelo entendimento de que os jovens são uma força incontestável e indispensável. Merecem ser apoiados, conhecidos nas suas experiências, ajudados nas suas demandas. Para além de diversão, turismo, lazer, outros ganhos importantes, os jovens são o tesouro precioso que conta mais. É hora da convocação aos jovens!
Pedro e Paulo, Apóstolos
Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena
Bispo de Guarabira(PB)

O dia 29 de junho é o dia da solenidade dos apóstolos São Pedro e São Paulo, colunas da Igreja, que no Brasil é transferida para o domingo seguinte, quando esse dia ocorrer durante a semana, para que todos possam participar da celebração eucarística. O domingo é “Dia do Senhor ressuscitado”, do qual os apóstolos foram testemunhas qualificadas da ressurreição de Jesus Cristo; domingo também é dia de ouvir a Palavra de Deus e de celebrar a Eucaristia, transmitidas a todos pelos apóstolos, e de professar a fé que nos reúne na mesma Igreja fundada sobre o testemunho apostólico. Nesta solenidade, somos convidados a louvar a Deus pela vida e a missão de São Pedro e São Paulo. Duas figuras tão diferentes, que, no entanto se uniram no testemunho de Cristo até a morte. Pedro, o homem volúvel e frágil, mas ao mesmo tempo decidido, recebe uma atenção especial de Cristo. Homem corajoso, que confessa sua fé em Cristo, disposto a acompanhá-lo em sua paixão, caminha sobre as águas, quer defender o seu Mestre, mas ao mesmo tempo tão frágil a ponto de trair o seu Mestre, negando conhecê-lo, por três vezes.

Mas é sobre esta fragilidade fundamentada na fé que Cristo edifica sua Igreja. Paulo, homem zeloso, que passou de perseguidor da Igreja a apóstolo totalmente dedicado à pregação do Evangelho. Temperamento forte e difícil, mas cresce no amor de Cristo, a ponto de poder dizer: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim”. A Solenidade de Pedro e Paulo nos dá ocasião para aprofundar o nosso amor à Igreja e a nossa missão aos povos. Em ambos vemos a nossa missão de discípulos missionários. Eles se doam totalmente à causa da Igreja. A esta mesma vocação somos todos chamados. Importa confiar no Senhor, buscando n’Ele a sua força. Então ainda hoje Deus há de intervir e guiar a Igreja. A nossa fé em Jesus Cristo passa pelos Apóstolos, passa pela Igreja. Cremos numa Igreja una, santa, católica e apostólica. Se Pedro é a coluna da unidade da Igreja e da comunhão na mesma fé, Paulo representa a dimensão missionária da Igreja, enviada para o meio dos povos para lhes comunicar sem cessar o Evangelho. “Ai de mim, se eu não evangelizar!”. Por ocasião desta Solenidade, celebramos o Dia do Papa. Unidos ao atual Sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI, a exemplo dos primeiros cristãos que estavam unidos a Pedro, em oração, de modo especial, no momento em que ele mais sofria. “A Igreja rezava continuamente a Deus por ele” (At 12,5).

Hoje, também, somos convidados a permanecer unidos ao Santo Padre, rezando por ele. Como sinal de comunhão e de partilha, oferecemos, nas missas da Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, o Óbolo de São Pedro, oferta a ser enviada ao Papa para atender às necessidades da Igreja no mundo inteiro. Em Roma, solenidade comemorada mesmo no dia 29 de junho, onde Pedro e Paulo deram a vida por Cristo e são patronos da cidade, o Papa entrega o pálio aos novos arcebisposdo mundo inteiro, isto é, um pano de lã branca confeccionado com a lã de cordeiros, adornado com seis cruzes e três cravos, símbolo da Paixão. O simbolismo da lã pura sobre os ombros recorda o Bom Pastor que leva as ovelhas consigo, e as cruzes bordadas em lã lembram as chagas de Cristo e sua Paixão salvadora. Revigoremos nossa vida cristã no testemunho no testemunho apostólico para realizarmos hoje a missão que Jesus confiou a eles e também a nós. Sigamos o exemplo destes dois Apóstolos que nos deram as primícias da fé.
“Eu sou apenas um lápis nas mãos de Deus. É ele que escreve.”

Dom Emanuel Messias de Oliveira
Bispo de Caratinga (MG)

Esta frase é de Madre Tereza de Calcutá. Linda, não é? O que Deus gostaria de escrever a respeito da sua vida? Qual é o sonho de Deus para você? É bom lembrar que Deus tem um projeto amoroso para cada um de nós, desde toda eternidade. Quando Deus nos criou, ele nos criou à sua imagem e semelhança. Será o que Deus quis expressar com estas encantadoras palavras? Uma resposta adequada vai na linha da paixão amorosa que Deus tem para cada um de nós. Ele nos quer semelhantes a ele. Veja! Deus é louco de amor por você. Ele não é apenas o mais famoso escritor; ele é o mais excelente orador. E sua Palavra é Jesus Cristo e é através do Verbo Eterno, na força do Espírito Santo, que ele fala e sua palavra é criadora. Foi através de sua Palavra que ele criou todas as coisas: o universo com todas as suas galáxias, todos os sistemas solares, este lindo planeta azul, que chamamos “Terra” e também o ser humano, que foi criado à sua imagem e semelhança. Percebemos com a fala ou a escrita de Deus ainda mais, ou seja, que ele não é apenas um orador, mas o mais excepcional dos poetas. Você é um poema de Deus, escrito com o mais requintado gosto e arte.

Os santos foram pessoas dóceis que se comportaram como um lápis nas mãos do Pai e permitiram que Deus escrevesse sua história. Deus escreve nossa história sem intervir em nossa liberdade. Quando nós, quais crianças no colo do Pai, deixamos que ele nos conduza, Deus se enternece e nos enche de ternura, carinho, afeto e amor. Seu Filho Jesus deixou-se completamente embalar pelas mãos do Pai. Por isso, o Pai, depois do batismo do Filho, encheu-o do seu Espírito Santo e disse-lhe: “Tu és o meu Filho amado; em ti está o meu agrado”. O Filho foi todo do Pai e o Pai todo do Filho. O Filho deixou que o Pai escrevesse toda a sua história. Por isso, ele é “o resplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser”, o seu maior poema de amor. Nas mãos do Pai, o Filho não quis viver para si mesmo, mas para todos nós, concedendo-nos, com a doação de sua vida, a graça da filiação divina, tornando-nos filhos adotivos do Pai misericordioso. Agora somos coerdeiros com o Filho Amado. No Filho, o Pai nos doou tudo. Doou-se a si mesmo. Quem acolhe esta verdade no coração não quer viver para si mesmo para os seus irmãos, pois é nisto que consiste o amor, que flui do coração do Pai.

Os santos se distinguem de nós pela sua docilidade nas mãos do Pai. Não procuraram fazer a sua vontade, mas a vontade do Pai. O sonho do Pai é que cada um de nós se torne um poema de amor escrito por ele. Assim o fez Tereza de Calcutá. Assim o fizeram os santos de todos os tempos. Assim o fez São João Batista, o padroeiro da nossa diocese, cuja festa celebraremos dia 24 deste mês de junho. Todos nós somos chamados a ser santos, a realizar, na doação de nossas vidas, o projeto do Pai.

Renuncie-se a si mesmo meu irmão e minha irmã, torne-se um lápis nas mãos do Pai e deixe que ele transforme sua vida num lindo poema de amor, escrito com tintas de luz.
Primeiro Nordestão de Catequese
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Durante o encontro da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, em Brasília-DF, com os bispos referenciais, coordenadores dos 17 regionais junto com todos os grupos que compõem a comissão nacional, os coordenadores dos regionais Nordeste 1(Ceará), Nordeste 2 (Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte), Nordeste 3 (Bahia e Sergipe), Nordeste 4 (Piauí) e Nordeste 5 (Maranhão) decidiram realizar durante os dias 25, 26 e 27 de outubro de 2013 o Primeiro Nordestão de Catequese com o tema OS DESAFIOS DA TRANSMISSÃO DA FÉ. O grupo informou que brevemente estará informando o local e detalhes para o encontro.
Aprender com outro sem medo
Andamos pelo mundo aprendendo uns com os outros. Gonzaguinha tem uma canção (Caminhos do Coração) que diz: “... toda pessoa sempre é as marcas das lições diárias de outras tantas pessoas...” Pensadores famosos disseram coisas semelhantes. Por exemplo: “Cada pessoa que encontro é superior a mim em algum aspecto sobre o qual eu aprendo algo.” (Ralph Waldo Emerson) ou “Não só precisamos realmente entender-nos uns aos outros, como precisamos uns dos outros para entender a nós mesmos” (Gandhi). A vida de fato seria muito pobre sem a diversidade de temperamentos, idéias, espiritualidades, talentos, pontos de vista. É claro que não vamos aprender tudo o que os outros fazem, dizem, sentem. Muitas vezes é sábio simplesmente dizer: Não! Não quero ser parecido com essa pessoa! Mas ninguém tem (nem seria bom que tivesse) uma personalidade totalmente livre de influências alheias.

Não é diferente no terreno religioso. Nosso cristianismo deve muito ao judaísmo, no qual estão suas raízes. Uma religião pode ter orações, modos de desenvolver a espiritualidade que possam ser edificantes para outros grupos. Entre cristãos de Igrejas diferentes, esse intercâmbio poderia ser ainda mais produtivo e menos arriscado porque já há uma boa base comum.

Nossa Igreja não tem medo dessa possibilidade de um aprendizado mútuo entre cristãos de Igrejas diferentes, feito naturalmente com discernimento e sem intenções de dominação. Por isso, o documento Unitatis Redintegratio, do Concílio Vaticano II, nos diz: “... é necessário que os católicos reconheçam com alegria e com a devida estima os bens verdadeiramente cristãos provenientes do patrimônio comum existente entre os irmãos separados. Reconhecer as riquezas de Cristo e as obras virtuosas na vida de quem dá testemunho de Cristo até, às vezes, o derramamento de sangue, é justo e salutar: Deus é sempre admirável em suas obras. Nem se deve desprezar a obra da graça do Espírito Santo nos irmãos separados, que pode contribuir muito para a nossa edificação.” UR 4

Mas, é claro que só estão bem preparados para essa aprendizagem mútua os que estão firmes na sua identidade fé. Muito úteis são os encontros em que uns captam coisas boas dos outros e os católicos continuam católicos, metodistas continuam metodistas, batistas continuam batistas... e assim por diante. Sem intenções de proselitismo, a aprendizagem é tranqüila. E até pode ajudar muito na formação específica de cada parte envolvida porque, para apresentar ao outro o melhor da sua Igreja, cada um sente que deve conhecer muito bem a instituição que representa no diálogo.

Músicas, estilos de acolhimento, orações, biografias de cristãos exemplares, métodos de ensino são algumas das coisas que as Igrejas deveriam poder partilhar sem medo. Mas só quem está preparado e seguro vai entrar nesse diálogo sem sentir necessidade de estar o tempo todo se defendendo do que o outro tem a oferecer.

Therezinha Cruz
Rio+20: Esperança ou decepção?


Dom Francisco Biasin
Bispo de Barra do Piraí/Volta Redonda (RJ)

Apagados os holofotes sobre a Rio +20 é possível refletir sobre este evento e sobre a Cúpula dos Povos com maior objetividade e quem sabe, tirar algumas lições de vida, assim como lançar um olhar em perspectiva de futuro sobre a humanidade e a preservação do planeta terra através de uma economia sustentável.

É unanime a constatação que no Documento oficial da Conferência, assinado pelos representantes oficiais das Nações, não houve grandes avanços no compromisso de preservar o planeta terra da devastação e do aquecimento, aliás adiou-se para o próximo futuro e para outras Conferências a agenda sobre estes assuntos de primária importância.

Sintomática foi à presença dos Estados Unidos, país que mais polui no planeta, cujo representante oficial Hillary Clinton, ao chegar de última hora, fez um pronunciamento sem compromisso nenhum, a não ser uma insignificante ajuda aos países da África. Arrancou uma salve de palmas ao tornar-se defensora dos “direitos reprodutivos” da mulher, tema muito polêmico debatido na Cúpula dos Povos, desviando assim a atenção dos reais problemas da pobreza global, da falta de água potável para 600 milhões de seres humanos no planeta e da fome que assola a terra em várias regiões, sobretudo da África, da Ásia e da América Latina.

Participei da Cúpula dos Povos, no Fórum das “Religiões por direitos” que viu reunidos líderes de várias Religiões que se empenham na preservação do meio ambiente, colocando a pessoa humana no centro do ecossistema.

Com eles celebramos, a partir das escrituras e das tradições de cada credo! O refrão que ecoou na celebração de tradição judaica cristã foi o início do salmo 8: “Ó Senhor, nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo!”

Houve também uma mesa redonda, promovida pela Comissão Episcopal Pastoral de Ecumenismo e Diálogo interreligioso, onde cada líder religioso apresentou o compromisso da sua Igreja ou religião na preservação da natureza para uma economia sustentável.

Com alegria coube-nos:

1. Anunciar a Boa nova do destino universal dos bens e da ecologia como oportunidade única diante da sensibilidade da humanidade e dos pobres de pleitar uma nova ordem econômica, frisando a estreita interdependência entre os seres humanos e todos os outros seres vivos no planeta terra.

2. Reconhecer que a criação é o primeiro sacramento da bondade e da beleza do Criador, sinal do seu amor providente pelas criaturas. É vista como “casa comum” onde acontece a aliança de Deus com a humanidade e com todos os seres criados.

3. Reconhecer também que sensibilidade ecológica abre os nossos olhos de crentes para que possamos enxergar a presença de Deus Criador e Pai que sustenta cada criatura e todo a criação, proporcionando-nos assim uma nova compreensão do universo. Deus continua criando e acompanha a sua criação e, a partir dela, faz ouvir a sua voz. (Salmo 19, 1-5)

4. Valorizar a ecologia como base comum que facilita o diálogo universal. Homens e mulheres de diferentes ideologias, de diferentes credos religiosos e de diversas culturas, diante da responsabilidade que tem para garantir o futuro da humanidade e dos perigos que ameaçam o planeta terra, constroem uma plataforma comum para dialogar e poder olhar na mesma direção para defender a casa comum.

5. Apresentar, enfim o grito dos pobres que mais sofrem com as mudanças climáticas provocadas pelo uso mercantilizado da terra, das florestas, das águas dos rios e das riquezas do subsolo. Defender a biodiversidade e os biomas para garantir o equilíbrio ecológico contra o uso predatório provocado por interesses econômicos. Favorecer estilos de vida sóbrios e saudáveis baseados em relações de fraternidade e respeito não apenas entre os seres humanos, mas também com a criação, inspirando-nos no testemunho de São Francisco.

Olhando para o evento da Rio+20, para os resultados alcançados ou as reações que ele provocou, ficam algumas interrogações: avançamos ou recuamos? Temos razões para esperar ou motivos mais graves para nos preocupar? O grito dos povos chega às instâncias das decisões dos que detém o poder econômico e político?

Trata-se de interrogações que exigem um posicionamento que para nós discípulos do Senhor não pode ser apenas ideológico, mas de fé.

Para nós que cremos a criação é dom de Deus Criador e Pai. Um dom não se estraga nunca, sobretudo quando ele é necessário para a nossa vida. Dom Helder Câmara chamava o homem de co-criador no sentido que ele é chamado a aperfeiçoar com sua inteligência o dom recebido, descobrindo a perfeição que existe nas leis que regem o universo. Daí é que surge a nossa luta e o nosso compromisso para a salvaguarda da criação, pois ela é de Deus e casa comum para todos!

Ninguém pode nos proibir de sonhar que, ao término da história, possamos entregar nas mãos do Pai, enriquecido a aperfeiçoado, o dom que ele nos entregou no início e serão... “novos céus e nova terra nos quais a justiça habitará”! (2Pd 3,13)
Como você tem rezado?
Os conteúdos da oração, como os de todo diálogo de amor, podem ser múltiplos e variados. Cabe, no entanto, destacar alguns especialmente significativos:

Petição

É frequente a referência à oração impetratória ao longo de toda a Sagrada Escritura; também nos lábios de Jesus, que nos convida a pedir, encarecendo o valor e a importância de uma prece singela e confiada. A tradição cristã reiterou esse convite, pondo-a em prática de muitas maneiras: petição de perdão, petição pela própria salvação e pela dos demais, petição pela Igreja e pelo apostolado, petição pelas mais variadas necessidades, etc.

De fato, a oração de petição faz parte da experiência religiosa universal. O reconhecimento, ainda que em ocasiões difusas da realidade de Deus (ou mais genericamente de um ser superior), provoca a tendência a dirigir-se a Ele, solicitando Sua proteção e Sua ajuda. Certamente, a oração não se esgota na prece, mas a petição é manifestação decisiva da oração, assim como reconhecimento e expressão da condição criada do ser humano e de sua dependência absoluta de um Deus cujo amor a fé nos dá conhecer de maneira plena (cf. Catecismo, 2629.2635).

Ação de graças

O reconhecimento dos bens recebidos e, através deles, da magnificência e misericórdia divinas, impulsiona a dirigir o espírito a Deus para proclamar e lhe agradecer seus benefícios. A atitude de ação de graças, cheia desde o princípio até o fim a Sagrada Escritura e a história da espiritualidade. Uma e outra põem de manifesto que, quando essa atitude arraiga na alma, dá lugar a um processo que leva a reconhecer como dom divino todos os acontecimentos, não somente aquelas realidades que a experiência imediata acredita como gratificantes, mas também as aparentemente negativas ou adversas.
Consciente de que o acontecer está situado sob o desígnio amoroso de Deus, o fiel sabe que tudo redunda no bem de quem – a cada homem – é objeto do amor divino (cf. Rm 8,28). São José Maria Escrivá ensina que: “Habitua-te a elevar o coração a Deus em ação de graças muitas vezes ao dia. - Porque te dá isto e aquilo. - Porque te desprezaram. - Porque não tens o que precisas, ou porque o tens. Porque fez tão formosa a sua Mãe, que é também tua Mãe. - Porque criou o Sol e a Lua e este animal e aquela planta. - Porque fez aquele homem eloqüente e a ti te fez difícil de palavra... Dá-Lhe graças por tudo, porque tudo é bom.”

Adoração e louvor

É parte essencial da oração reconhecer e proclamar a grandeza de Deus, a plenitude de seu ser, a infinitude de sua bondade e de seu amor. Ao louvor pode-se desembocar a partir da consideração da beleza e magnitude do universo, como acontece em múltiplos textos bíblicos (cf., por exemplo, Sal 19; Se 42, 15-25; Dn 3, 32-90) e em numerosas orações da tradição cristã; ou a partir das obras grandes e maravilhosas que Deus opera na história da salvação, como ocorre no Magnificat (Lc 1, 46-55) ou nos grandes hinos paulinos (ver, por exemplo, Ef 1, 3-14); ou de fatos pequenos e inclusive miúdos nos que se manifesta o amor de Deus.

Em todo caso, o que caracteriza o louvor é que nele o olhar vai diretamente a Deus mesmo, tal e como é em si, em sua perfeição ilimitada e infinita. O louvor é a forma de oração que reconhece o mais imediatamente possível que Deus é Deus! Canta-o pelo que Ele mesmo é, dá-lhe glória, mais do que pelo que Ele faz, por aquilo que Ele é. (Catecismo, 2639).

Está, por isso, intimamente unida à adoração, ao reconhecimento, não só intelectual, mas existencial, da pequenez de tudo criado em comparação com o Criador e, em consequência, à humildade, à aceitação da pessoa indignada ante quem nos transcende até o infinito; à maravilha que causa o fato de que esse Deus, ao que os anjos e o universo inteiro rendem homenagem, dignou-se não só a fixar seu olhar no homem, mas habitá-lo; mais ainda, a se encarnar.

Adoração, louvor, petição e ação de graças resumem as disposições de fundo, que informam a totalidade do diálogo entre o homem e Deus. Seja qual for o conteúdo concreto da oração, quem reza o faz sempre, de uma forma ou de outra, explícita ou implicitamente, adorando, louvando, suplicando, implorando ou dando graças a esse Deus ao qual reverencia, ao qual ama e no qual confia. Importa reiterar, ao mesmo tempo, que os conteúdos concretos da oração poderão ser muito variados.

Em ocasiões se irá à oração para considerar passagens da Escritura, para aprofundar em alguma verdade cristã, para reviver a vida de Cristo, para sentir a proximidade de Santa Maria. Em outras, iniciará a partir da própria vida para participar a Deus das alegrias e os afãs, das ilusões e dos problemas que o existir comporta; ou para encontrar apoio e consolo; ou para examinar ante Deus o próprio comportamento e chegar a propósitos e decisões; ou, mais singelamente, para comentar com quem sabemos que nos ama as incidências da jornada.

Encontro entre o que crê e Deus em quem se apoia e pelo que se sabe amado, a oração pode versar sobre a totalidade das incidências que conformam o existir e sobre a totalidade dos sentimentos que pode experimentar o coração. Escreveste-me: “Orar é falar com Deus. Mas de quê?” - De quê? D'Ele e de ti: alegrias, tristezas, êxitos e fracassos, ambições nobres, preocupações diárias, fraquezas; e ações de graças e pedidos; e amor e desagravo. Em duas palavras: conhecê-Lo e conhecer-te - ganhar intimidade!”, ensinou São José Maria Escrivá.

Seguindo uma e outra via, a oração será sempre um encontro íntimo e filial entre o homem e Deus, que fomentará o sentido da proximidade divina e conduzirá a viver a cada dia da existência de cara a Deus.
A Bússula da vida
A Bússola da vida

Não busque o caminho certo em direções erradas



Usada pelos desbravadores de novas terras, a bússola ocupou um papel importante para muitos que buscavam não se perder em terras desconhecidas. Diante dos caminhos desconhecidos, ela orientava, com segurança, o caminho a ser descoberto. Quando o Sul se confundia com o Norte, ela sempre era um instrumento de confiança nas horas mais incertas.

Muitos, hoje, se encontram sem direção. Não sabem onde estão nem mesmo para onde vão. Perdidos em seus próprios sentimentos e desilusões, muitas pessoas se encontram perdidas em si mesmas. As certezas de outrora são agora apenas uma incerteza diante da vida. Os amores tidos como certos são apenas uma desilusão. Para onde ir quando os caminhos não são certos e as desilusões indicam caminhos contrários?

Na busca desenfreada pelo caminho certo, muitos têm se perdido em caminhos incertos. A oferta que promete a felicidade rápida é grande, mas o resultado é, quase sempre, frustrante. Diante da falta de direção, Jesus deseja guiar os nossos passos no caminho que conduz à vida.

Sem Sul nem Norte, Leste ou Oeste aquele homem esperava, há muito tempo (38 anos), que um milagre fosse realizado sem sua vida ao mergulhar na piscina de Betesda. Jesus, vendo o sofrimento daquele homem, pergunta se ele quer ficar curado. Diante da pergunta, ele responde que não há ninguém que o leve até a piscina. E que, no tempo gasto para descer até o local, outra pessoa passava à sua frente (cf. Jo 5,1-15).

Esse homem doente, há 38 anos, estava sem direção. Os pontos cardeais de sua existência estavam sem direção. Vivia preso por não mais saber aonde ir. Seus passos já não mais trilhavam os caminhos da vida. Sua doença o aprisionava nas impossibilidades de uma vida nova.

Jesus devolveu a esse homem a alegria da direção correta. O mapa da vida agora poderá ser trilhado diante da cura realizada. O tempo se tornou favorável e o inverno de uma longa estação concedeu lugar a uma primavera de esperanças.

Muitos estão sem rumo na vida e confundem o Sul com o Norte de seus sentimentos confusos. Buscam o caminho certo em direções erradas. O horizonte é quase sempre uma incerteza diante das escolhas duvidosas. Não mais encontram o caminho da vida, porque estão perdidos em territórios desconhecidos de seu próprio coração. Jesus é a Bússola da vida que orienta os polos do nosso tempo de viver. Ele nos devolve o Leste e o Oeste de uma nova vida. Diante do amor de Cristo, encontramos o mapa da fé, que nos guia pelos mais belos caminhos da felicidade. Em terras desconhecidas de nossos próprios problemas e decepções, Jesus Cristo nos toma pela mão e nos conduz aos caminhos seguros.

Quando nos falta a direção, Jesus é o Sul e o Norte, o Leste e Oeste de nossos confusos mapas de escolhas diante da vida. Em Cristo, o caminho da vida é sempre um novo horizonte de certezas seguras a serem descobertas.
Convite da JMJ Rio 2013
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A Alegria da doação
Quando você ofertar alguma coisa a alguém, faça isso de coração, nunca porque você espera que amanhã vá receber algo em troca.
Disso a vida se encarrega.
Quando você amar, ame intensamente.
Quando der uma esmola, doe e se esqueça.
Quando perdoar, perdoe incondicionalmente.
Os gestos que não são acompanhados de um sincero sentimento do coração, são vazios e inúteis e em nada engrandecem a você.
Mesmo que sejam pequenos os gestos que você expressar, que venham sempre acompanhados da alegria do seu coração.
Tais manifestações da alma, serão sempre recebidas com grande satisfação por quem os recebe.
Muitos bens materiais são perecíveis, ao passo que o bem que fazemos para o nosso próximo nos enriquece a alma eternamente.
Quando investimos na felicidade dos outros, sem saber estamos investindo na nossa própria felicidade.
A bondade é uma dádiva que todos recebem. Só que uns descobrem e outros não; uns utilizam e outros não. Isso faz uma grande diferença entre as pessoas.
Se você acha que é pobre demais para oferecer algo ao próximo é porque ainda não percebeu que tempo é realmente dinheiro, a riqueza que é seu sorriso e o valor que tem sua oração.
Show com o cantor Zé Vicente encerrará a Semana Diocesana de Liturgia
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"Ó Deus presente, nossos presentes, nós te ofertamos"

Para encerrar a Semana Diocesana de Liturgia que acontecerá nos dias de 9 a 13 de julho, a equipe organizadora do evento está preparando com muito carinho, o show religioso com o cantor, poeta e compositor, Zé Vicente.

Conheça um pouco mais do cantor e de suas obras lançadas.

Zé Vicente é natural do Sítio Aroeiras, município de Orós, Ceará. Poeta, lavrador, compositor, cantor. Canta e compõe desde 1981, fazendo de suas criações e voz, expressão de identidade e afirmação cultural, não só para o povo brasileiro, mas também para os povos dos lugares por onde tem passado, na América Latina, na Itália, na África do Sul.
Na sua caminhada conseguiu ser conhecido, respeitado e premiado – em 2002 recebeu o Prêmio Poesia e Liberdade, do Centro Alceu Amoroso Lima Para a Liberdade e Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, juntamente com a poetisa mineira Adélia Prado, servindo como referência a outros artistas, dentro do mesmo estilo.
Em 1990, participou da fundação do Marca – Movimento de Artistas da Caminhada, presente hoje em vários Estados do Brasil. A idéia de ser uma “estrela, brilhando sozinha” não é a tônica do trabalho de Zé Vicente. Ele prefere deixar como marca um espaço para cooperação, para o brilho em constelação.
Zé: artista, cidadão, ecologista, místico. Um apaixonado por seu Povo, sua Terra, Pátria, Planeta, suas Raízes Sagradas. Através das Oficinas de Arte-Vida, Zé Vicente vai sensibilizando pessoas com sua poesia e música criativas, em sintonia permanente com as grandes causas humanas, sociais e ecológicas do nosso tempo. Atualmente criou e coordena o Projeto Sertão Vivo, com Oficinas de Arte e educação ecológica, no meio rural de Orós-CE, seu município de origem.

OBRAS DO AUTOR:

CAMINHOS DA AMÉRICA (V. Filmes-SP, – 1987)
FESTA DOS PEQUENOS (Paulinas – Comep, – 1989)
ZÉ VICENTE – PRESENTE (Paulinas – Comep – 1994)
SEMPRE VIDA (Paulinas – Comep – 1992 – de LP para CD)
EM CANTO (com Babi Fonteles – 1991 – independente / reproduzido por Paulinas)
ZÉ VICENTE – PRESENTE (Paulinas – Comep – 1995)
PRESENTE – versão espanhol (Paulinas – Comep – 1995)
SOL E SONHO (Paulinas – Comep – 1997)
NAS HORAS DE DEUS, AMÉM (Paulinas – Comep – 1998)
ZÉ VICENTE – NATIVO (Paulinas – Comep – 2000)
TEMPOS URGENTES – Livro de Poesias com CD, em segunda edição (Paulinas – Editora, 2004)
CANTAR (CD, com músicas sobre Cidadania e Ecologia, pelo UNICEF-CE, com Angela Linhares, Babi Fonteles, Mário Mesquita, participação especial de Patativa do Assaré. Produção independente, Zé Vicente participou da direção artística); no ano de 2001.
GUASSUSSÊ, Canto da Memória (CD, com músicas sobre a história do Açude Orós e a resistência de um povo, parceria com a teatróloga e poetisa, Erotilde Honório, Fortaleza-Prod. Independente – 2002).
JOSÉ DE NAZARÉ – Livreto em cordel sobre a história e a devoção popular ao Santo Padroeiro do Ceará (Produção independente/ março de 2003)
DÁDIVAS – CD com músicas celebrativas – 2003. (Paulinas – COMEP)
FORROZIM DE AMOR E LUTA – CD com músicas estilo pé-de-serra – 2005 – (independente)
ESSA CHAMA NÃO SE APAGA – CD dos 25 anos de música –( Paulinas-COMEP – 2006 )
JANELAS – CD com músicas populares (Independente) -2010
Paróquia de Itaporanga realizará show com o canto Batista Lima
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A Paróquia Nossa Senhora da Conceição traz à cidade de Itaporanga, o cantor BATISTA LIMA E BANDA FAROL. Você não pode perder este Mega Evento que será realizado no Dia 15 de Julho no Itaporanga Esporte Clube a partir das 18h.
A Psicopedagogia Catequética
O termo “Psicopedagogia” surgiu nos estudos da Pedagogia e da Educação em função da necessidade de compreender o processo de aprendizagem do ser humano. A expressão Psicopedagogia, hoje, apresenta características especiais. Pode ser definida atualmente como uma área de conhecimento que estuda o processo de aprendizagem e o modo em que os diversos elementos envolvidos nesse processo podem facilitar ou prejudicar o seu desenvolvimento.
A Psicopedagogia surgiu a partir dos conhecimentos trazidos da Pedagogia e da Psicologia e evoluiu em busca de um corpo teórico próprio, como uma ciência norteadora dos procedimentos necessários ao trabalho com crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, objetivando o reconhecimento das capacidades individuais e o processo de desenvolvimento pelo qual a pessoa passa. Nesta trajetória histórica e evolutiva, a Psicopedagogia encontrou muito de seus aportes teóricos na integração de vários campos de conhecimento, com a função de ter uma compreensão mais integradora do processo da aprendizagem humana. Neste sentido, enquanto produção de conhecimento científico, a Psicopedagogia nasceu da necessidade de uma melhor compreensão do processo de aprendizagem, não se bastando como aplicação da Psicologia à Pedagogia.

A Psicopedagogia estuda o ato de aprender e ensinar, levando sempre em consideração as realidades interna e externa das aprendizagens em conjunto. Estuda o processo complexo da construção do conhecimento, como também os aspectos cognitivos, afetivos e sociais.
Pode-se conceituar o termo Psicopedagogia como a busca de metodologia apropriada para elevar o nível de aprendizagem da pessoa. Dentro de nosso trabalho e missão na catequese, a Psicopedagogia quer contribuir com a Pedagogia Catequética, aprofundando nos processos de desenvolvimento da maturidade e aprendizagem humanas, bem como o processo de educação da fé, uma vez que não podemos perder de vista que a catequese não é apenas ensino de conteúdo, mas também como uma mensagem que se transmite a partir de um caminho mistagógico. Como toda mensagem tem um interlocutor, se o catequista não estiver atento ao desenvolvimento do seu catequizando, poderá se equivocar na preparação de seu encontro de catequese.

Portanto, quando falamos em Psicopedagogia Catequética, estamos propondo um aprofundamento, uma reflexão para que o/a catequista, como educador da vida e da fé das pessoas que estão na catequese, compreenda melhor o desenvolvimento humano, bem como os estágios da fé dos nossos catequizandos.
Com a Psicopedagogia Catequética pretendemos refletir sobre os interlocutores da nossa catequese: idosos, adultos, jovens, adolescentes e crianças, buscando compreender, como se dá a educação da fé, bem como as características da aprendizagem humana dentro de cada momento da vida, do seu processo evolutivo, como a pessoa que assimila e acolhe a mensagem.

A vida acontece em etapas. O ser humano, ao longo de sua existência, vai se desenvolvimento e adquirindo capacidades para aprender e conhecer a realidade. No entanto, para que a educaçao deste ser humano em desenvolvimento aconteça, é necessário que o conhecimento seja adaptado segundo a sua capacidade, ou seja, se queremos evangelizar os nossos catequizandos precisamos adaptar a mensagem da catequese segundo a sua maturidade humana, afetiva e cognitiva.

Não é possível elaborarmos uma catequese com crianças e a aplicarmos com adultos. Cada um tem seu momento específico, pois o ser humano é um ser inacabado, podemos sempre nos refazer, é um ser de possibilidades inserido no mundo. É necessário estabelecer um elo com a realidade dos catequizandos, pela adaptação da Palavra de Deus, levando em conta a idade de cada um, situações familiares e sócio-culturais. É isto que desejamos apresentar aqui para a nossa reflexão como catequistas que estão preocupados com a mensagem da catequese. Desejamos que as indicações que aqui apresentamos sejam consideradas orientações fundamentais para que a evangelização seja realmente efetiva e afetiva.

Pe. Eduardo Calandro
Pe. Jordélio Siles Ledo
Reunião Zonal
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O Zonal de Catolé de Rocha realizou ontem dia 03, a reunião zonal que acontece a cada dois meses. Cada reunião estudamos uma temática, desta vez foi sobre a Sacrossanctum Concilium e a palestra foi ministrada pelo estagiário Dalmir Cornélio da cidade de Sousa/PB. Na ocasião estavam presentes representantes das nove paróquias que compõe o zonal. A reunião aconteceu na cidade de Mato Grosso que é pastoralmente atendida pelo Pe. Franciarley Duarte. A próxima reunião acontecerá em setembro na Paróquia São Francisco de Assis na cidade de Riacho dos Cavalos e o tema em estudo será: O Ano da Fé.
Missa de Abertura da Semana Missionária
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Perdoar e ser perdoado
No episódio do apedrejamento da mulher adúltera, Jesus achou um modo original de defendê-la. Ele disse: Aquele que não tiver pecado atire a primeira pedra. E não sobrou um com pedra na mão... A frase de Jesus é tão sábia que passou para a linguagem comum, sendo usada até por pessoas que nem tem religião. É que falhas existem em todos os grupos e pessoas e quem reconhece seus erros está em melhores condições de compreender o próximo.

Isso vale também para as relações ecumênicas. Às vezes encontro pessoas que se recusam a ouvir falar de ecumenismo porque já vivenciaram algum episódio em que se sentiram rejeitadas, ofendidas por cristãos de outras Igrejas. Mas será que eles também não poderiam dizer o mesmo de muitos de nós? E por causa disso vamos continuar pondo lenha nessa fogueira e contrariando o pedido de Jesus e a orientação da nossa própria Igreja?

Há quem ache que pedir perdão é algo humilhante, que seria se reconhecer como alguém que tem menos valor. Mas, como Jesus bem percebeu no caso da mulher adúltera, todos temos falhas; então, saber reconhecê-las é, ao contrário, um sinal de maturidade e de grandeza de coração.

Por isso a nossa Igreja, sem medo e consciente do seu próprio valor, é capaz de fazer uma declaração assim:

Das culpas, também contra a unidade, vale o testemunho de São João: “Se dissermos que não temos pecado, fazemo-lo de mentiroso e sua palavra não está em nós” (1 Jo 1,10). Por isso pedimos humildemente perdão aos irmãos separados, assim como também perdoamos aos que nos têm ofendido. (Unitatis Redintegratio 7)

O mesmo texto diz que “sem a conversão interior do coração não há verdadeiro ecumenismo.” UR 7

Por que Jesus faz tanta questão de nos ensinar a prática do perdão? Ele manda perdoar setenta vezes sete, dar a outra face, caminhar uma milha a mais com o outro. Será que ele quer nos transformar em covardes vítimas de todo tipo de abuso? Ou ele está nos convidando para uma coragem maior ainda, capaz de desarmar com grandeza quem pensou em nos ofender? A maior vitória possível numa guerra é conseguir que não haja guerra! Isso funciona em todos os campos das relações humanas. Não há vitória maior do que, sinceramente, sem outras intenções ocultas, transformar o inimigo em amigo, porque aí, além de os dois lados serem vitoriosos, cria-se um clima de fraterno relacionamento que vai beneficiar mais gente.

Em tempos como hoje, em que, por exemplo, o bullying corre solto nas escolas e os jovens são pressionados a ter prazer ofendendo outros, trabalhar na catequese a beleza do perdão mútuo entre cristãos e Igrejas que se separaram e construíram sua identidade no confronto é trabalho capaz de produzir muitos efeitos colaterais benéficos. É uma educação para a paz, para a valorização da amizade, para o crescimento imenso que vem de saber perdoar e ter coragem de pedir perdão.

A situação que as Igrejas vivem hoje é consequência de uma história de séculos vividos com outra mentalidade. Agora temos condições de transformar esse caminho, mas é preciso construir novos mapas para essa estrada e, para isso, a catequese é um instrumento indispensável.

Therezinha Cruz
Encontro de Formação para Coordenadores Diocesanos de Catequese
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A Comissão Regional Pastoral para Animação Bíblico-Catequética do Regional NE-2 realizou de 11 a 14/07 o encontro de formação para as coordenações diocesanas de catequese do Regional Nordeste 2, na cidade de Campina Grande-PB. O objetivo do encontro era estimular um trabalho orgânico no nosso Regional, sobretudo para orientar de forma direta através dos coordenadores, os trabalhos que estão sendo desenvolvidos dentro deste campo. Este ano, o encontro teve como tema: A ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL, sendo assessorada pela assessora nacional para a Animação Bíblico-Catequética Maria Cecília Rover e pelo Coordenador do Regional Nordeste 2, Pe Elison Silva. As 21 diocese do nosso regional estavam representadas. Da Diocese de Cajazeiras estavam presentes: Pe. Franciarley- coordenador, Maria Almeida- agente de comunicação e Lígia Ferreira-membro da comissão. Na ocasião a Diocese de Cajazeiras serviu de referência para as demais pelo trabalho que vem realizando na catequese.
1º Dia da Semana Missionária
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Segunda-feira (16/07)
2ª Dia da Semana Missionária
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Terça-feira (17/07)
3º Dia da Semana Missionária
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Quarta-feira (18/07)
4º Dia da Semana Missionária
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Regional Nordeste 2 lança TV via Internet - WEB TV ABC
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Durante o encontro de formação de Coordenadores Diocesanos do Regional Nordeste 2 da Animação Bíblico-Catequética em Campina Grande-PB entre os dias 11 e 14 de julho foi lançado mais um trabalho de formação via Web chamado de WEB TV ABC REGIONAL NORDESTE 2 (ABC – Animação Bíblico-Catequética). Com isso o Regional irá transmitir em tempo real as formações e também disponibilizar todos os vídeos em seu blog de variados temas com o objetivo de formar, capacitar e atender todos os catequistas do Regional NE2.

A TV via Internet pode mudar a maneira como acessamos as informações e o entretenimento.
A nova tecnologia pode mudar a maneira como recebemos as notícias e o entretenimento. O rádio desafiou os jornais no início da década de 1900, e a televisão desafiou o rádio. Agora, parece que a televisão tradicional tem sua própria concorrente, mas ela não é facilmente separada da televisão. Ela até tem televisão em seu nome: ela é o que agora estamos chamando de TV via Internet.

A TV via Internet, em termos simples, são vídeos e áudios oferecidos através de uma conexão de Internet. Ela também é conhecida como televisão de protocolo da Internet, ou IPTV. Você pode assistir a TV via Internet no monitor de um computador, na tela de uma televisão (através de um decodificador) ou de um dispositivo móvel como um telefone celular ou um iPod.

É quase o mesmo que sintonizar uma televisão por meio de uma antena ou uma série de fios de cabo: a diferença é que as informações são enviadas via Internet como dados. Ao mesmo tempo, você pode encontrar ainda mais variedade na TV via Internet do que na TV a cabo. Além de muitos dos mesmos programas que você encontra nas grandes redes, muitos sites da Web oferecem programas produzidos independentemente voltados para pessoas com interesses específicos. Se você deseja assistir a um programa sobre cozinha vegetariana, por exemplo, provavelmente pode encontrá-lo mais facilmente na Internet do que na TV regular.

Como muitos sites oferecem serviços sob demanda, você não tem de monitorar a programação. Para sites que usam webcasting ou transmissão de vídeo em tempo real, porém, a transmissão ao vivo também é uma opção.

A TV via Internet é relativamente nova. Existem diversas formas de obtê-la, e a qualidade, o conteúdo. Os programas podem ter materiais com alta qualidade, produzidos profissionalmente, ao passo que outros podem lembrar Wayne e Garth transmitindo "Wayne's World" de seu porão. As redes de TV tradicionais também estão aderindo à tecnologia e experimentando diferentes formatos diz Jean Carlos.

A nossa Comissão não podia ficar de fora dessa realidade e está se adequando as novas tecnologias proporcionando uma qualidade de formação para nossos catequistas.
O pastoreio
Queremos olhar para a figura do Bom Pastor, Jesus Cristo. Ele percorreu um caminho de alteridade, de encontro com as ovelhas, com as pessoas, para as quais deveria pastorear. Teve como perfil a autenticidade, atitude que deve ser perseguida por todas as autoridades verdadeiramente constituídas.

Neste ano vamos, mais uma vez, escolher as novas autoridades dos municípios. Agora é a corrida para as candidaturas, os conchavos políticos e as campanhas eleitorais. Em grande parte dos casos, não passa de uma busca de poder, de estabilidade e até de conforto econômico.

Ser autoridade, prefeito ou vereador, é ter poder com sufrágio dos eleitores. Isto deve acontecer de forma livre e responsável. Aqui cabe o adágio popular: “Voto não tem preço, tem consequências”. É hora de refletir sobre que tipo de autoridade queremos para conduzir os destinos dos nossos municípios.

O trabalho de qualquer autoridade precisa ser como um pastoreio. É fundamental olhar para Jesus Cristo, que agiu com autoridade de Deus. E toda verdadeira e autêntica autoridade vem de Deus. E uma das exigências é que seja honesta e justa em sua gestão, olhado para as necessidades do povo, e não própria.

A sociedade tem estado carente de boas autoridades. Em certos momentos podemos até dizer as palavras de Jesus, quando viu o povo sem esperanças: “eram como ovelhas sem pastora” (Mc 6, 34). O descuido e a omissão dos pastores, das autoridades, prejudicam a comunidade.

Na visão do profeta Jeremias, Deus condena os maus líderes, aqueles que deixam o povo sem perspectiva de futuro, sem segurança, justiça e paz. Eles devem ser substituídos por quem age com dignidade e respeito, como Cristo que deu a vida por suas ovelhas.

Nós, eleitores, vamos escolher quem vai nos conduzir. A responsabilidade recai sobre quem vota sem medir as consequências e o peso de sua escolha. De certa forma, torna-se cúmplice com quem for mal escolhido e terá que sofrer, durante quatro anos, pelo que fez, tendo que se sujeitar a ação de um poder inconsequente.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Retiro Anual do Clero
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Banda Dominus Padre Fábio Ivete Sangalo
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Agosto Mês Vocacional
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DECRETO PRESBYTERORUM ORDINIS
Para a Igreja no Brasil, agosto é o mês vocacional. Nele somos convidados a rezar mais e refletir com maior atenção sobre vocação, assunto de especial interesse para todos, porque dela depende a realização de cada um e o crescimento da comunidade.
Sobre o tema, o concílio elaborou o decreto Presbyterorum Ordinis, relativo à vida dos presbíteros e ao seu ministério, exercido em “favor dos homens e em nome de Cristo”. O sacerdócio é opção que qualquer cristão do sexo masculino faz para cumprir a missão de batizado. É um chamado de Deus a alguns, para a dedicação exclusiva da própria vida ao Senhor. No primeiro parágrafo, o documento assim se pronuncia: “É sabido que os presbíteros, pela sagrada ordenação e missão que recebem dos bispos, são promovidos para serviço de Cristo Mestre, Sacerdote e Rei, de cujo ministério participam. E é por este ministério que a Igreja aqui na terra não cessa de edificar-se num Povo de Deus, Corpo de Cristo e Templo do Espírito Santo”. Mais adiante acrescente: “Uma vez que participam, no que lhes toca, dos múnus dos apóstolos, recebem de Deus a graça de serem ministros de Cristo Jesus entre os povos se tornem oblação agradável, santificada no Espírito Santo”.
Nessa duas passagens, o decreto Presbyterorum Ordinis mostra a importância do sacerdócio ministerial para o desenvolvimento e a unidade da Igreja, o que também se explica nestas palavras: “O povo de Deus congrega-se, antes de ,mais nada, pela palavra do Deus vivo, palavra que se há de procurar com pleno direito nos lábios dos sacredotes”.
E, em sua conclusão, o documento recorda: “Lembrem-se os presbíteros que no exercício de sua missão nunca estão sós, mas estão apoiados na força onipotente de Deus; e assim, com fé em Cristo que os chamou a participar do seu sacerdócio, dêem-se com toda a confiança ao seu ministério, sabendo que Deus é poderoso para aumentar neles a sua caridade”.

D. Geraldo Majella Agnelo
Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador
Festa do Padroeiro - 2012
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Semana Nacional da Família
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Entre os dias 12 e 18 de agosto será realizada a Semana Nacional da Família do ano de 2012. É um evento anual que faz parte do calendário de praticamente todas as paróquias do Brasil.
A primeira Semana Nacional da Família foi realizada em 1992, e de todos os anos traz um tema que defende os valores familiares e cristãos. “É um evento extraordinário que mobiliza a Pastoral Familiar, e outros movimentos e grupos de família de todo Brasil”, afirmou dom João Carlos Petrini.
Os Papas e os Jogos Olímpicos
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O interesse mundial pelas Olimpíadas da Era Moderna não poderia ser ignorado pela Igreja. O primeiro testemunho disso encontra-se nas palavras dos Papas. De Atenas 1896 a Londres 2012, quando os Jogos se aproximavam, os Pontífices dedicaram amplas reflexões às Olimpíadas e também à visão cristã do esporte.
Durante a audiência do Papa João XXIII aos atletas de 83 nações que vieram a Roma para as Olimpíadas de 1960, teria início a série de reflexões: “Ao longo das competições olímpicas vocês darão a todos um exemplo de competição saudável, sem inveja e espírito de discórdia, na luta que mostrará a constância e alegria serenas, modesta vitória, também, nos sucessos, as dificuldades tenazes e vocês se revelarão verdadeiros atletas e verão nos inúmeros espectadores a verdade do velho provérbio: “Mente sã, corpo são”. (Audiência aos atletas olímpicos, 24 de agosto de 1960)

Foi um conselho paterno, quase como de um sábio treinador aquele do “Papa Bom”, mas pleno de uma admiração análoga àquela que mostrará Paulo VI, em julho de 1976, quando as Olimpíadas de Montreal haviam apenas começado.

“Que a esfera das virtudes naturais entre naquela dos exercícios físicos e confira a eles um valor humano superior, aquele moral, até atingir aquele social, internacional, fazendo das Olimpíadas uma celebração da amizade entre os povos, uma festa de paz” (Ângelus, 18 de julho de 1976).

O jovem João Paulo II não perdera a oportunidade de oferecer uma leitura cristã do esporte. Mas a sua visão fora mais próxima aos nossos tempos, na qual a exaltação das virtudes esportivas e a denúncia daquilo que poderia colocá-las em risco são lados da mesma medalha. O ano é 1982 e diante do Papa estão os líderes do Comitê Olímpico Internacional.

“Como manifestação do agir do homem, o esporte deve ser uma escola autêntica e uma experiência contínua de lealdade, sinceridade, fair-play, sacrifício, coragem, tenacidade, solidariedade, desinteresse, respeito! Quando, nas competições esportivas, vencem a violência, a injustiça, a fraude, a sede de vitória, as pressões econômicas e políticas, as discriminações, então o esporte passa a ser um instrumento de força e dinheiro”. (Discurso ao Comitê Olímpico Internacional, 27 de maio de 1982).

O mais recente, claro, é aquele de Bento XVI durante o Ângelus de 22 de julho último.

“As Olimpíadas são o maior evento esportivo mundial ao qual participam atletas de muitíssimas nações e, como tal, reveste-se de um forte valor simbólico. Por isso a Igreja Católica olha para as Olimpíadas com particular simpatia e atenção. Rezemos para que, de acordo com a vontade de Deus, os Jogos de Londres sejam uma verdadeira experiência de fraternidade entre os povos da Terra”.
Exposição comemora os 100 anos da Arquidiocese da Paraíba
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A exposição “História do Centenário da Elevação da Diocese da Paraíba à Arquidiocese e Sede Metropolitana (1914 - 2014)” vai ser aberta nesta quarta-feira, dia 1º de agosto de 2012, às 17h, na ala superior do Centro Cultural São Francisco, Centro de João Pessoa (PB). Em cartaz até 2014, a exposição reúne peças, imagens, móveis, documentos e fotos em 4 partes: história do seminário, dioceses, bispos e arte sacra.

O diretor do Centro Cultural São Francisco, Monsenhor Ednaldo Araújo dos Santos, explicou que “o evento reúne peças que fazem uma retrospectiva histórica da Igreja Católica na Paraíba. É o primeiro passo para se montar o primeiro museu de arte sacra da nossa arquidiocese”. O professor de História da Arte e pesquisador, José Augusto de Moraes, é o responsável pela montagem da exposição. Ele destaca entre as peças um cálice de prata dourada usado nas celebrações pelo primeiro bispo e depois primeiro arcebispo da Paraíba, dom Adaucto Aurélio de Miranda Henriques (tomou posse como bispo da Paraíba em 1894. Tornou-se arcebispo no dia 14 de julho de 1914. E morreu no dia 15 de agosto de 1935).

A exposição faz parte da programação do centenário da arquidiocese da Paraíba. É organizada pela Comissão Histórica e Patrimonial do 1º Sínodo Diocesano, composta pelo monsenhor Ednaldo Araújo dos Santos, José Augusto de Moraes (curador da exposição), Marília Figueiredo de Paiva, Ricardo Grisi Veloso, Rita de Cássia Silva Ramalho e Thiago Fragoso.

No dia 19 de novembro de 2011 foi aberto o 1º Sínodo Diocesano dando início às comemorações dos 100 anos de elevação ao título de arquidiocese da Paraíba e sede da Província Eclesiástica (1914-2014). Sínodo é um ato de governo episcopal e evento eclesial, constituído como uma assembleia consultiva, composta de sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas, cristãos fiéis, leigos, leigas, enfim, de lideranças evangelizadoras e pastorais, com o objetivo de “avaliar e celebrar a caminhada dos 100 anos da Arquidiocese, planejando novas etapas do serviço evangelizador e pastoral por uma permanente conversão ao Evangelho e aos valores de seu Reino, contemplando o seu Mistério de Amor e Salvação, revelando-o nas atuais circunstâncias da sociedade”, explica o arcebispo da Paraíba, dom Aldo Pagotto, que vai estar presente na abertura da exposição.
18º Domingo do Tempo Comum
O povo que havia presenciado a multiplicação dos pães foi atrás de Jesus. O que buscavam? Jesus interpreta o desejo que estava em seus corações: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes os sinais, mas porque comestes o pão e ficastes satisfeitos.” (Jo 6,26). A busca religiosa pode não ser autêntica. A autenticidade depende de um critério: buscamos o prodígio ou o sinal? Ir em direção do prodígio é o interesse pelo vislumbre da religião e pela saciez imediata operada de modo mágico, provedora de comida, saúde, bem estar... Não devemos buscar “os milagres de Deus, mas o Deus dos milagres”.

Para que Jesus nos dê o verdadeiro pão, precisamos passar do desejo do pão terreno, para o desejo do Pão do Céu, o Pão da Vida. A fé nasce do reconhecimento das obras de Jesus como sinal – este indica algo mais profundo, que vai além da fome material. Aponta para uma vida nova, que nasce da fé no doador dos dons que é o Senhor. Jesus procura nos mostrar que existe uma realidade mais sublime que pode ficar escondida, justificando o famoso dito: “Enquanto o sábio indica as estrelas, o tolo olha o dedo”.

Porém, cuidemos para que uma interpretação superficial não tome conta da nossa mente. Desejar o Pão do Céu não significa a busca de doutrinas sublimes, do brilho religioso, da divagação sobre as coisas da vida após morte. Ou seja, buscar o pão do Céu não é uma alienação em detrimento do pão que sacia a fome material. Pelo contrário, alimentar-se com o Pão do Céu e crer em Jesus transforma a nossa vida aqui e agora.

Corre-se o risco de um apego ao passado. Não é fácil mudar a mentalidade, mudar de residência, rumar para novos horizontes. O povo de Israel reclamou porque perdeu as seguranças do Egito e não tinha o que comer. O povo do Evangelho pediu um sinal e preferiu o Jesus da multiplicação àquele que fazia um discurso um tanto mais exigente.

É preciso realizar um êxodo, uma saída, um deslocamento. O povo de Israel saiu do Egito e foi para o deserto, os ouvintes de Jesus atravessaram o lago. São Paulo nos fala na segunda leitura de outro tipo de deslocamento: deixar a antiga humanidade, renovando o espírito e a mentalidade. Esta humanidade recriada leva à procura da verdadeira imagem de Deus. Lembremos que Deus mesmo nos moldou e nos deu o seu Espírito. Esta argila continua sendo modelada, buscando ser verdadeira imagem e semelhança de quem a esculpiu? O que precisa ser feito desta argila, animada agora com o Espírito novo do Senhor? Que nova mentalidade devemos ter diante da vida?

“Senhor, dá-nos sempre desse pão.” (Jo 6,34). O povo não entendia o que estava pedindo; pedia a comida material, como a samaritana pediu a água de poço. O Senhor, porém, oferece o verdadeiro pão: “quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim não terá mais sede”. Hoje, na mesa da Eucaristia nós podemos comer do Pão da Vida: Pão que não nos deixa sentir fome, que preenche a fome de Deus, a fome de sentido, a fome do coração.

P. Roberto Nentwig
Semana Nacional da Família
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Dia do Sacerdote
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Vocação Sacerdotal
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O mês de agosto é identificado por nós como o “Mês das Vocações”, refletindo o compromisso que cada cristão tem em relação ao seu batismo. Daí brota o compromisso vocacional, fruto da participação no sacerdócio de Jesus Cristo. Esta participação pode ser em nível de sacerdócio batismal ou ministerial, fato que acontece no sacramento da ordem.

No primeiro domingo olhamos para a figura do padre, para aquele que tem uma missão bem precisa e estritamente sobrenatural, porque o chamado é feito pelo próprio Deus. A escolha não é do vocacionado, mas do próprio Cristo, de forma especial e totalmente voltada para a missão na vida da Igreja.
A vocação é uma ação gratuita, é um presente de Deus e dentro das nossas possibilidades. Deus não exige o impossível e dá a sua graça a quem Ele convida. Foi o que aconteceu na escolha dos apóstolos, todos chamados pelo nome, pessoas simples, alguns pescadores, fazendo deles “pescadores de homens” e verdadeiros missionários.

A resposta ao chamado não é uma ação simplesmente humana, porque a iniciativa não é nossa. O vocacionado tem que contar com a presença revitalizadora de Deus dando a dimensão da responsabilidade que sinaliza a ação da Igreja no mundo. Cada vocacionado age em nome da Igreja como instrumento do Reino.

Ao voltar para junto do Pai, Cristo quis contar com os sacerdotes para continuar sua missão no mundo. Isto tem acontecido em todos os tempos da história da Igreja e dos povos, sendo uma presença de sinal do sagrado e da construção de uma cultura mais humana e cristã, dando o perfil sacramental da comunidade cristã.

Ser padre pode ser um peso para a pessoa vocacionada, mas é uma vocação que deve ser assumida com determinação e plena liberdade. Deus não força ninguém ao dar a sua resposta. Ele faz a proposta e espera de nós uma resposta pessoal, consciente e natural, em vista do bem da humanidade e da construção da sociedade cristã de acordo com a Igreja e Jesus Cristo.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
50 Anos da Abertura do Concílio Vaticano II
1. Emoção especial. Ao escrever sobre os 50 anos do início do maior evento da nossa Igreja católica no século XX, o Concílio Vaticano II (1962-1965), não posso impedir de experimentar uma emoção muito especial. Vivi em Roma de 1961 a 1964 e acompanhei de perto, e deslumbrado, o que ali acontecia anunciando imensas mudanças em nossa Igreja. O Instituto dos Irmãos de La Salle, do qual sou membro, me agraciara com os estudos na Universidade São João do Latrão, e lá estava eu, como jovem estudante, acompanhando curioso e interessado a novidade do Concílio.

2. Antes do Concílio. O Papa Pacelli (Pio XII) morreu em outubro de 1958. Os Cardeais eleitores estavam com grande dificuldade para a escolha do sucessor da autoridade eclesiástica gigante, que dominou a primeira metade do século XX. O escolhido foi um Cardeal bem idoso, rechonchudo, simples, humilde, bondoso e de grande sabedoria. Parecia que tinha sido eleito para um período de transição enquanto se preparava um Cardeal à altura de Pio XII. Seu nome Ângelo Roncalli. O nome que escolheu: João XXIII

3. A surpresa. Alguns meses depois, em fevereiro e março de 2009, o novo Papa anunciava e convocava um Concilio Ecumênico, o 21º da Igreja, a realizar-se no Vaticano. O primeiro havia sido em 1870. O Papa sentia a necessidade de “aggiornare la Chiesa”, isto é, “atualizar e renovar a Igreja” para o mundo em mudança, que estava despontando naquele final da década de 50. E ele convocou oficialmente a todos os Bispos do Mundo, os principais teólogos e biblistas para o magno encontro em Roma em outubro 1962. Equipes de Trabalho foram organizadas para os temas a serem tratados e para as devidas providências quanto à infra-estrutura, nada fácil, para mais de 2.000 pessoas. Sem dúvida, era uma ousada loucura daquele Papa tão idoso, de 82 anos de idade. E não deu tempo de fazer tudo de uma só vez. O Concílio, então, durou de 1962 a 1965. Em 1963 João XXIII faleceu. Seu sucessor, o Papa Paulo VI (Cardeal Giovanni Batista Montini), porém, deu continuidade e levou até o fim a histórica empreitada e liderou sua colocação em prática até 1978.

4. Mas o que é um Concílio? Um concílio ecumênico é uma reunião oficial de autoridades eclesiásticas com o objetivo de discutir e deliberar sobre importantes questões doutrinais e pastorais (fé e moral). Suas decisões tem um valor muito especial e compromete a Igreja toda. Mas pode haver também Concílios Nacionais, Provinciais, Diocesanos. Entretanto, para estes, cabe melhor o termo Sínodo (syn-junto, odos-caminho), isto é, dialogar e procurar consensos para um caminhar unido e coeso da Igreja. Nos Atos dos Apóstolos, cap.15, 1-35, há informações sobre o primeiro Concílio Ecumênico da Igreja Cristã. Aconteceu em Jerusalém, para questões da adaptação do cristianismo no mundo greco-romano, tão diferente do mundo judeu, onde nascera.

5. A importância do Concilio Vaticano II. Nestos próximos artigos os/as leitores/as encontrarão uma introdução aos Documentos Conciliares, que continuam marcando a história de nossa Igreja, e um pouco do espírito e do clima renovadores gerados e impulsionados pelo Concílio. .

Irmão Nery fsc, de Machado, MG, é Religioso Irmão de La Salle, educador, catequeta e escritor.
Ministério da Igreja II

MINISTÉRIO DA COORDENAÇÃO DA ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA

“Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um
coloque à disposição dos outros o dom que recebeu” (1Pd 4,10).

As palavras ministros e ministério decalcadas no latim da vulgata correspondem ao grego diakonos e diakonia. Esses dois termos não pertencem à linguagem religiosa dos setenta, que os empregam, raramente, em sentido profano (Est 1,10; 6,1-5). Na vulgata, minister traduz o hebraico mesaret (Cf. Ex 24,13: Josué servidor de Moisés), que pode designar os sacerdotes, ministros do culto (Is 61,6; Ez 44,11). Entretanto, desde o Primeiro Testamento o fato do ministério religioso exercido no povo de Deus pelos titulares de certas funções sagradas é coisa bem atestada: os reis, os profetas, os depositários do sacerdócio, são servos de Deus que exercem uma mediação entre Ele e o seu povo. Assim, São Paulo dirá que Moisés era ministro da Primeira Aliança (1Cor 3, 7-9). No Segundo Testamento Cristo é único mediador entre Deus e os homens e mulheres; o único sacerdote que oferece o sacrifício da salvação, o portador único da revelação porque ele é a Palavra feita carne. Mas na Igreja que ele fundou se exerce um ministério de novo gênero, que está a serviço da sua Palavra e sua graça.

Jesus ensinou seus seguidores a considerar a sua função como um serviço: os chefes das nações querem ser considerados como benfeitores e senhores, mas eles, a seu exemplo, deverão fazer-se servidores (diakonos) de todos (Mc 10, 42ss). São servos dele, e é a esse título que lhes promete que entrarão com ele na glória do Pai (Jo 12, 26). Desde o começo dos Atos dos Apóstolos, é, pois, visto como um ministério (diakonia: At 1, 17-25) que Matias é chamado a desempenhar com os outros onze.

A vocação de Paulo ao apostolado (Rm 1,1) é também um chamado ao ministério (1Tm 1,12; 2Cor 4,1) que Paulo se esforça depois por desempenhar dignamente (At 20,24) e graças ao qual leva a salvação aos pagãos (21, 19). Consciente de ser assim ministro de Deus (2Cor 6,3ss) e ministro de Cristo (11,23), ele sente vivamente a grandeza dessa função superior à do próprio Moisés por ser um serviço da nova Aliança, da justiça, do Espírito (3,6-9), da reconciliação (5,18) do Evangelho (Cl 1,23; Ef3,7) da Igreja (Cl 1,25).

No entanto, o ministério, na Igreja nascente, transcende amplamente o exercido do apostolado propriamente dito. A palavra diakonia se aplica, antes de tudo, a serviços materiais necessários à comunidade, como serviço das mesas (At 6,1.4; Lc 10.40) e a coleta para os pobres de Jerusalém (At 11,29;12,25;Rm15,31; 1Cor 16,15; 2Cor 8,4; 9,1-12). Além disso, o ministério e confiando a Arquipo (Cl 4,17) a Timóteo (2Tm 4,5); o título de ministro (diakonos) é dado a Apolo como a Paulo (1Cor 3,5), a Timóteo (1Tl 3.2; 1Tm 4,6), a Tíquio (Cl 4,7: Ef 6,21) a Epafras (Cl 1,7), e mesmo aos falsos apóstolos judaizantes (2Cor 11,23). Isto mostra que há na Igreja “diversidade de ministérios” (1Cor 12,5), pois “o Espírito diversifica seus carismas visando a obra do ministério” (Ef 4,12). Todo “serviço dessa espécie (Rm 12,17) deve se realizar sob a influência do Espírito (1Cor 12, 7), como um mandato recebido de Deus (1 Pd 4,11). Resta ver em que consistem esses “serviços”. As listas de carismas dadas nas epístolas põem sempre, em primeiro lugar, as funções relativas à Palavra de Deus (apóstolo, profeta, doutor, evangelista). Mas isto não exclui a existência de cargos propriamente pastorais, expressamente mencionados pela epistola aos Efésios (Ef 4,11).

Na Igreja sempre houve e haverá variedades de funções e tarefas que recebem o nome de ministérios. O ministério deve ser entendido como um mandato ao serviço de uma comunidade, de um povo. A origem dos ministérios eclesiais está no mandato que Jesus comunicou a seus discípulos “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28, 19), para servir aos homens e as mulheres na comunidade. Ministério, portanto, é “um carisma em forma de serviço reconhecido pela Igreja”. O ministério é um compromisso dado pela Igreja aos fiéis que desejam servir, com responsabilidade, a missão que lhes é confiada. O ministério da catequese não pode ser confundido com poder, não é prêmio, nem superioridade, não é título, mas é DIAKONIA, isto é serviço que, suscitado e sustentado pelo Deus amor, há de ser vivido na simplicidade e gratuidade à Igreja.

A Igreja reconhece que “no conjunto de ministérios e serviços com os quais ela realiza a sua missão evangelizadora, ocupa lugar destacado o ministério da catequese” (DNC 39). Compreendido o sentido do ministério, vamos aprofundar o ministério da coordenação da animação Bíblico-catequética.

Pe. Eduardo Calandro
Pe. Jordélio Siles Ledo, css
Eleições Municipais
Nós, cristãos, não podemos olhar para as eleições vendo nelas apenas uma questão de cidadania. Antes disto, é uma forma de viver a fraternidade e de praticar o gesto da caridade na comunidade. Por isto, devemos votar em quem vai realmente agir com justiça e administrar com honestidade, defendendo as pessoas mais pobres e lutar pela dignidade da vida humana.

Mais uma vez vamos escolher novos prefeitos e vereadores que, normalmente, são pessoas muito próximas de nós, que batem em nossas portas pedindo votos. O interessante é que, neste tempo, vão às festas da Igreja, cumprimentam a todos com sorriso, com muitas promessas, distribuem santinhos, sempre procurando apoio.

Não podemos ficar indiferentes nesse tempo desfazendo da importância das eleições. Uns chegam a dizer: “é sempre a mesma coisa”; “ninguém presta”; “não adianta fazer nada”. Às vezes apontamos para Brasília dizendo: “lá o dinheiro corre solto como uma cachoeira”, são constantes CPIs sem colocar ninguém na cadeia e tudo fica só na impunidade.

Temos que estar conscientes de que estas atitudes significam favorecer os maus políticos. Eles não querem mudar. O que devemos fazer? Trocar ideias, informações, conhecer melhor as leis, os candidatos e fazer boas escolhas, votando de forma consciente, com liberdade, sabendo que o bom ou mau candidato é a gente que escolhe.

Nos meses de julho até outubro os nossos Conselhos Paroquiais, as Capelas, os Movimentos e Grupos organizados devem dedicar tempo para refletir sobre o momento eleitoral. Mas ter sempre em mente que a nossa Igreja não tem candidatos e nem partidos, mas tem princípios, tem espaço para o diálogo sereno e esclarecedor. Campanha eleitoral deve ser tempo formativo do eleitor, criando consciência sobre o valor de seu voto.

Temos novas leis que precisam ser colocadas em prática: a 9840, que pune a compra de votos, aprovada em 1999; a da Ficha Limpa, aprovada em 2010, ambas nascidas de milhões de assinaturas em nossas igrejas. Leis questionadas na justiça porque contrariam interesses poderosos. Elas devem cumprir seu papel de afastar políticos oportunistas. Façamos a nossa parte para um mundo melhor.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
A Importância da Comunidade
Quando se tem claro que a catequese deve ser entendida como parte integrante do processo de Iniciação à Vida Cristã fica claro que se está falando de algo muito mais envolvente do que simplesmente preparar alguém para receber esse ou aquele sacramento. O que está em jogo não é somente a preparação para participar conscientemente de um rito, mas conseguir levar a pessoa a viver de uma forma nova, totalmente em sintonia com as propostas de Jesus Cristo.

Com o tema “A catequese na renovação da pastoral orgânica”, Therezinha Cruz levou os participantes da 3ª Semana Brasileira de Catequese a fazerem uma profunda reflexão sobre onde se quer chegar com o trabalho catequético e quem é o responsável por ele.

Ninguém é uma ilha para viver e decidir a própria vida de forma isolada. Como a Therezinha nos lembrou, o próprio conjunto dos Evangelhos mostra que temos, além das exigências pessoais, também as comunitárias e as sociais e que, pelo fato dessas exigências se entrelaçarem, fica evidente que não é possível querer se fechar em nenhuma delas. Por isso, “a vida em comunidade é o espaço de alimentação que fortalece tanto o nível pessoal como o social. Dai se vê que precisamos de uma catequese aberta a essas três dimensões da vida e da ação de cada cristão. Elas não são terrenos separados. Cada uma que faltasse prejudicaria as outras duas”.

Infelizmente é fácil constatar que em muitas Comunidades a ação pastoral acaba acontecendo de forma solitária, quando deveria ser realizada em equipe. É evidente que “são muitos os ganhos em vários aspectos se, cada um com seu jeito e seu tipo de espiritualidade, todos estivessem interessados e, de certa forma envolvidos, nos projetos globais da comunidade”.

Uma catequese realmente preocupada com a vida cristã da pessoa, vai se esforçar em integrá-la na vida da Comunidade onde possa viver aquela comunhão que faz a Igreja acontecer em fidelidade ao Projeto do Reino de Deus. Tal comunhão, porém, não acontece de forma automática, mas deve ser construída a partir de vários fatores que precisam ser evidenciados e iniciados já no processo catequético. Dentre eles é necessário destacar:

a. A valorização das pessoas na Comunidade: “Cada um é único, precioso e insubstituível na sua originalidade. É percebendo as múltiplas riquezas que Deus distribui a cada um que começamos a valorizar a magnitude que há no relacionamento humano, a riqueza da diversidade... Não dá para evangelizar se ignoramos os outros trabalhadores do Reino, se não nos conhecemos e não nos sentimos parte de um conjunto”.

b. O planejamento das atividades, realizado em conjunto: “O verdadeiro planejamento participativo é uma escola que educa a comunidade para a pastoral orgânica. Pode dar mais trabalho no começo, mas é um caminho que vai se tornando cada vez mais produtivo”.

c. O necessário aprofundamento bíblico para todos: “A Bíblia... trabalha o tema da ‘comunhão na missão’ tanto pelo método usado na sua composição como por seu conteúdo. Não é um livro uniforme, com um só ponto de vista; é obra feita em mutirão na qual a mensagem se comunica a partir da história de todo um povo... É um conjunto de visões – até bem diferentes – que devem ser compreendidas a partir de uma chave de leitura contextualizada para que se perceba de fato o que Deus está querendo comunicar. É diversificada nos estilos literários e não se preocupa só com aspecto da vida... Mas a Bíblia também valoriza explicitamente a ‘comunhão para a missão’; o povo é educado no seu conjunto para ser sinal da Aliança; Jesus não evangeliza sozinho; as comunidades do começo do cristianismo são o local de alimentação da fé”.

d. A escuta produtiva da voz da Igreja: são muitos os documentos produzidos pela Igreja, dos quais a grande maioria acaba ficando desconhecido, apesar da riqueza que nos proporcionam para o conhecimento e vivência da fé cristã hoje.

Com certeza não é possível querer que o catequista sozinho consiga inserir a pessoa na Igreja tendo presente todos esses fatores indispensáveis para a verdadeira comunhão. A própria Therezinha lembrou que “já dizia em 1983 o nosso (documento) Catequese Renovada: ‘cada membro do corpo eclesial é responsável pelo bom andamento do todo, e o corpo sadio ajuda o crescimento de cada um. (...) Na comunidade eclesial todos têm a vocação comum de construí-la e de torná-la cada vez mais eficaz em sua missão libertadora e salvadora junto ao mundo’. (CR 256 e 257)”.

Portanto é necessário que os mais variados grupos, movimentos, pastorais, espiritualidades e visões de Igreja, que em muitas Comunidades acabam convivendo lado a lado, mas sem muito diálogo entre si, estejam dispostos a realizar um verdadeiro “ecumenismo interno”. É fundamental que todos queiram ser “um” com os outros, assim como Jesus pediu, sem ficar brigando para ver quem vai ser o maior no serviço ao Reino, mas alegres por fazerem parte da multidão de fiéis com um só coração e uma só alma (cf. At 4,32). Dessa forma, além de todo o esforço do catequista, a própria Comunidade estará sendo o ambiente propício para que aconteça uma verdadeira e eficaz iniciação à vida cristã de seus candidatos.

Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Doutrinário
A Comunicação que não comunica

Dom Redovino Rizzardo
Bispo de Dourados (RS)

A esta altura do campeonato, ninguém mais tem dúvida: se há algo que, no mundo, caminha a passos de gigante – como se dizia nos tempos em que as coisas andavam normalmente, ou seja, devagar – é a comunicação. Com três ou quatro anos, qualquer criança já é perita em tudo aquilo que eu nada entendo, como ipad, iphone, tablet, facebook, twitter, smartphone, etc.

Mas – já que perguntar não ofende – pode-se afirmar, sem mais nem menos, que a comunicação é a grande conquista da sociedade atual? Para uma multidão de pessoas, a resposta vai em sentido contrário. Uma delas é Jean-Paul Sartre (1905/1980). Em sua célebre peça “A portas fechadas”, ele coloca num mesmo quarto de hotel um homem e duas mulheres. O local é hermeticamente fechado: não há janelas e a porta está trancada. A luz é intensa e o calor, insuportável.

Os três inquilinos acabaram de falecer, e o lugar onde se encontram, é o inferno. Depois de uma vida devassa, onde o egocentrismo reinou soberano, ei-los imóveis, impassíveis e silenciosos, um frente ao outro, “comunicando” através dos olhos frios e inflexíveis o que lhes pesa no coração: a raiva e a frustração. Em dado momento, a tensão é tamanha, que um deles explode e diz para os outros dois: "Vocês lembram do enxofre, do fogo, dos diabos que os padres diziam existir? Como veem, nada disso é verdade. O inferno são os outros!".

Se comunicar é transmitir e oferecer o que se tem no coração, talvez Sartre tenha razão: é exatamente isso que faz da vida um inferno quando é somente o mal que vem à tona. Mas, pode acontecer também o contrário: se é o bem que irradiamos, o paraíso começa aqui e agora.

Infelizmente, a comunicação cresce em sofisticação, evolui na técnica, mas deixa a desejar no que é essencial: a comunhão, partilhando as graças que Deus derrama em quantos se abrem ao seu amor. A história da humanidade é o reflexo da história que cada ser humano desenvolve em seu interior. Façamos a experiência: nos dias em que tudo nos anda “atravessado”, dominados pela raiva, pela tristeza e pela desesperança, em poucos minutos contagiamos a todos os que nos cercam. Mas, se você tentar superar suas mágoas e amar (do jeito de Deus) cada pessoa que se aproxima, verá que, em poucos instantes, o céu começa a brilhar ao seu redor.

Por que os meios de comunicação social preferem muito mais divulgar notícias aliadas aos sete vícios capitais do que aos sete dons do Espírito Santo? Não será porque somos muito mais influenciados por aqueles do que por estes? Ao leitor, a resposta!

Para o cristão, comunicação é a de Pentecostes, não a de Babel. Se, em Babel, as muitas línguas foram fruto do orgulho e causa de separação, em Pentecostes, elas criaram conversão e comunhão: "Todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia. Cada um dos presentes os ouvia em sua própria língua anunciar as maravilhas de Deus" (At 2,4.11). É sempre assim: todos entendem a linguagem do amor!

Talvez tenha sido por isso que o Papa Bento XVI, em sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, lembrava que comunicar é, antes de tudo, silenciar, escutar e acolher: "O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, as palavras ficam sem conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e se aprofunda o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou ouvimos do outro, discernimos como nos devemos exprimir. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e nos impede de ficarmos presos, por falta de adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Abre-se, assim, um espaço de escuta recíproca e a relação humana fica mais plena. É no silêncio que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo, enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam as preocupações, as alegrias, os sofrimentos, que encontram nele uma forma particularmente intensa de expressão. Do silêncio, nasce uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e a uma capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços".
A harmonia é enfadonha

Dom Aloísio Roque Oppermann
Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)
Como sociedade não somos atraídos pela normalidade da vida, mas pelo conflito. Acompanhando os noticiários, ficamos sabendo dos sinistros automobilísticos, dos furacões avassaladores, de crimes bárbaros, de divórcios decepcionantes, de debates ásperos. Provavelmente nunca se falará de reuniões de grupos de reflexão para resolver problemas, nem de algum irreligioso agnóstico que se converte à fé cristã. Novela boa é aquela que tem muita intriga, traições, bate-bocas, maldades e confusões sexuais.
O que nos atrai são os conflitos e as discórdias, e quanto mais cruéis, melhor. Também no seio das comunidades somos “vidrados” numa boa briga. A virtude é uma notícia insossa. Linha pastoral boa numa Paróquia é discutir sobre movimentos ou pastorais, CEBs, teologia da libertação, e adotar uma postura de resistência diante da maioria. Apreciamos facções beligerantes. Na prática, não gostamos de substantivos, que nos levam ao essencial da fé. Mas amamos os adjetivos, que nos distraem, e tornam a vida mais interessante. Abandonamos o essencial em favor do acidental.

A vida política sempre foi um campo fértil para os litígios. Não sou nenhum cético sobre atividades políticas, que podem ser decisivas para um mundo melhor. Jesus até estimulou a participação social e política, sob a condição de se buscar o bem comum. “Quem quiser ser o primeiro, seja o servidor de todos” (Mc 10, 44). Os grandes políticos não podem ser vingativos, nem perseguidores, nem desonestos. Infelizmente, a história humana está repleta de assassinatos, de punhaladas, de venenos mortais, de tiros, de exílios e prisões contra pessoas públicas. Isso provém em grande parte – descontados os inúmeros casos de desequilíbrios psicológicos – de pessoas que se sentem impossibilitadas de atingir o poder.
Um dos grandes valores da democracia é justamente o debate, pelo qual se pode sublimar a nossa tendência à violência. Em vez de matar os adversários, se procura vencê-los por melhores propostas, por demonstrações de competência. Para as eleições que se aproximam, os debates não devem ser cenas de pugilato, nem de baixarias. Mas sim, um confronto saudável, que leve a tempos melhores, e garanta que os bens públicos serão geridos com lisura.
Paróquia São José inaugura o seu novo site
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Buscando inserir-se no contexto atual e dinâmico dos sistemas de comunicação, a Paróquia São José apresenta hoje o seu ingresso em mais um veículo de comunicação. Com a criação de um site para a Evangelização e Divulgação dos seu trabalhos a nossa Paróquia ingressa nesse novo universo da comunicação, buscando interagir de forma cristã com aqueles que estão em frente ao computador buscando conteúdos interessantes na Internet, onde o nosso principal objetivo é transmitir uma mensagem de fé, partilha e anúncio da Palavra de Deus.

Para garantir o sucesso do novo site a Paróquia aposta no trabalho articulado da Equipe Responsável, com a Pastoral da Comunicação e as Pastorais que atuam na Comunidade. Essa Equipe decidiu em reunião em atuar de forma que o site venha a ter “a cara da Paróquia”, ou seja, dinâmico e de grande utilidade para a nossa comunidade. “Pretendemos uma interação com as redes sociais, de forma que o trabalho seja divulgado e compartilhado como meio de Evangelização” afirmou a Equipe.

Depois de longos dias de Desenvolvimento, montagem, pesquisa e trabalhos, graças a Deus é chegada a hora da inauguração do nosso site, a hora de mostrar o nosso trabalho ao povo de Deus. Hoje dia 22 de julho de 2012 entregamos à Paróquia São José o seu novo meio de comunicação e evangelização.

Contamos com o apoio de todos no sentido de fazermos desse projeto o novo canal de divulgação e integração com a Paróquia, a Diocese e a Igreja, sendo discípulos de missionários comunicadores da mensagem da boa nova para todos os irmãos onde quer que eles estejam.

A Equipe de trabalho do site é composta por: Pe. Nicodemos, Viviano Medeiros, Sandra Regina, Socorro Holanda, Valdelania e José Everaldo, pessoas da comunidade que se colocam á disposição para o trabalho Pastoral junto ao novo site, e mantém a comunicação aberta para Sugestões, Críticas e opiniões que venham a contribuir positivamente para o nosso trabalho.
05 de Agosto Dia do Padre
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Vocês sabem o que significa a palavra padre?
Significa “pai”, assim como o pai cuida de seus filhos o padre cuida daqueles que participam da nossa paróquia para que cresçam como verdadeiros filhos de Deus.
Ser padre é ser abençoado e verdadeiramente escolhido por Deus. Sem dúvida nenhuma, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.
O padre, como todos nós podemos ver, é o primeiro missionário de nossa comunidade. Ele está sempre conosco, atendendo as necessidades do povo, instruindo, confortando, visitando famílias, doentes, rezando missas, atendendo os pobres. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Esta vocação pede força e fé. Muita fé.
O padre é sinal de Deus, ele prega a Palavra de Deus e consagra as hóstias, pedacinhos de pão que se tornam o Corpo de Jesus. Por isso Deus chama para a vida sacerdotal quem tem um coração aberto para servir e se desapegar de tantas coisas que para nós, parecem tão importantes. A grande riqueza do padre é Jesus que ele escolheu seguir por toda a vida. O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações, para que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão.
Ter um padre em nossas comunidades é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.
Parabéns a todos os padres, que Deus renove diariamente a belíssima vocação a que foram chamados e a qual disseram SIM.
Deus os abençoe e guarde!
Começa o Encontro dos Novos Bispos na CNBB
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Começou na tarde de hoje, 13 e segue até a próxima sexta-feira, 17 de agosto, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, o 23º Encontro dos Novos Bispos. O evento é organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada e conta com participação de 13 bispos nomeados desde agosto de 2011 a julho deste ano.

Os novos bispos foram recebidos pelo presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Pedro Brito, arcebispo de Palmas (TO) e pelo assessor da mesma Comissão, padre Deusmar Jesus da Silva. Após as primeiras apresentações, o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, recebeu os bispos e levantou as perspectivas da Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE).

A programação conta ainda com palestras do ecônomo da CNBB, Francisco Julho de Souza, do subsecretário adjunto de pastoral, padre Francisco de Assis Wloch e uma visita a Nunciatura Apostólica.

Este encontro foi criado no Brasil em 1989 para que os novos bispos pudessem entender sua nova função dentro da Igreja. Depois, tanto o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM) quanto o Vaticano seguiram o exemplo do Brasil e desenvolveram um evento semelhante.

Segundo o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno, após a criação do encontro dos novos bispos pelo Vaticano, onde bispos do mundo inteiro participam, o CELAM então deixou de ministrar, priorizando o da Santa Sé.
Dia dos Pais
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Agosto é o mês vocacional. No segundo domingo celebramos a vocação da família, tendo os pais como destaque. Os nossos sentidos se voltam para Deus como Pai, pedindo a Ele as bênçãos pelas famílias e pelos nossos pais.

Alguém costuma dizer que as comemorações do Dia dos Pais começaram na antiguidade, na Babilônia, já quatro mil anos passados. Conta a história que um jovem chamado Elmesu teria esculpido em argila um cartão, que depois foi entregue a seu pai.

A data de comemoração do Dia dos Pais é recente. Remonta a 1909, por iniciativa de uma norte-americana que queria um dia especial para homenagear seu pai, viúvo e que tinha conseguido criar, sozinho, seus seis filhos. Com isto, o primeiro Dia dos Pais aconteceu em 19 de junho de 1910.

Nas comemorações foi escolhida a rosa como símbolo oficial da festa, sendo a vermelha para homenagear os pais vivos, e a branca para os pais falecidos. Em 1972 proclamou-se, nos Estados Unidos, o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais.

No Brasil, o Dia dos Pais começou em 1953. A iniciativa foi feita pelo jornal “O Globo” do Rio de janeiro, incentivando celebração em família, tendo como base sentimentos e costumes cristãos. A data foi fixada no segundo domingo do mês de agosto.

Mais tarde, 1955, a data começou a ser comemorada em São Paulo, por iniciativa do grupo “Emissoras Unidas”, que reunia Folha de São Paulo, TV Record e Rádio Panamericana, com um show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Ali vários pais foram homenageados.

Diante de tais realidades, o Dia dos Pais acabou contagiando todo o Brasil e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto. Isto acontece também em diversos outros países, mas em dias diferentes.

Olhemos para os pais como caminho de realização dos filhos. Cabe a eles uma educação de qualidade para a vida, principalmente com seu testemunho coerente de vida. Parabéns aos pais e que sejam imagem e semelhança de Deus Pai.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Ordenação Diaconal
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Aconteceu no dia 15 de agosto, na Catedral da Piedade, a ordenação diaconal de 3 seminaristas estagiários da Diocese de Cajazeiras. Dalmir, Thiers e Janecildo foram ordenados pelo Sr. Bispo Dom José González. Nesta mesma cerimônia, foram admitidos ao Acolitato, os dois Irmãos da Sagrada Face, Irmão Silvio e Uilaci.
Na ocasião, foi celebrada a Festa de Nossa Senhora da Assunção, padroeira do Seminário Diocesano. Devido a ordenação, o encerramento da Festa foi na Catedral.
Assunção de Nossa Senhora
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O que podemos afirmar nesta Solenidade da Igreja é que, como Jesus, Maria é glorificada, ressuscitada. Ela é a Rainha do Céu e da Terra, a mulher vestida de sol. Eis o significado principal do dogma da Assunção, proclamado pelo Papa Pio XII, depois de consultar a Igreja de Deus.
Deus parece querer nos mostrar com mais clareza sobre o fim último de nossas vidas. Sim, pois não somente o seu Filho Jesus ressuscitou e está a sua direita. Poderíamos pensar que isto não seria privilégio da criatura humana. Talvez na glorificação de Maria de Nazaré as coisas se tornem mais claras, pois agora vemos que uma pessoa do povo, uma mulher tão simples como muitas das que conhecemos, foi ressuscitada.

São Paulo nos diz (na segunda leitura) sobre a nossa ressurreição, afirmando que nós também resuscitaremos como Cristo. No Apocalipse (primeira leitura) vemos Maria como sinal glorioso, vitoriosa contra os poderes do mal. Unindo os dois textos, afirmamos que Maria é o ícone escatológico da Igreja, ou seja ela é antecipadamente o que desejamos ser. Portanto, Maria é a revelação de nosso último destino – a glória do Céu.

“O que é imperecível é precisamente aquilo que viemos a ser no nosso corpo, o que cresceu e amadureceu na vida nas realidades deste mundo. O Cristianismo anuncia a eternidade daquilo que se passou neste mundo (...) É o amor de Deus que nos torna eternos e a este amor que concede a vida eterna é que chamamos de ‘céu’” (Papa Bento XVI). Existe, portanto, uma conexão entre a vida terrena e a vida celeste. No Céu teremos uma continuidade desta existência: reconheceremos nossos amigos, lembraremos de nosso passado. Não se trata de uma vida sem nenhuma ligação com o passado. Olhar para o Céu deve nos fazer ter um olhar novo para a nossa história. O que queremos levar para a eternidade? Certamente, alguns aspectos de nossa vida serão purificados e eternizados, outros apenas atrapalharão a nossa união com o Senhor e a nossa glorificação.

Maria tem um corpo glorificado. Precisamos superar a idéia de que a matéria e o corpo serão destruídos. Deus deseja glorificar toda a criação, tudo o que faz parte de nossa existência. Ressurreição e assunção são temas que nos remetem às realidades humanas: nossa história, nossos sonhos, nossas lembranças... Deus toma tudo em suas mãos e eleva a um nível espiritual. No Céu seremos o que já somos, mas numa dimensão superior – elevada pela graça do Espírito.

Ao elevar uma mulher a glória, Deus glorifica o feminino. Se Jesus é o masculino na glória do Pai, Maria é o ícone feminino no Céu! Se nos enriquece olhar para a firmeza masculina de Jesus que venceu o pecado e a morte de cruz, também nos completa ver a firmeza delicada de Maria que entre lágrimas femininas venceu com Jesus a Cruz e chegou a vitória sobre a morte.

No Evangelho, Maria se proclama humilde e serva. Em seguida, declara uma realidade: todos me considerarão bem-aventurada, ou seja, no grego, makária, que significa Santa do Reino de Deus (Lc 1,48). E quem lhe deu esta graça? Foi o Senhor que fez grande coisas em seus favor, como ela mesmo diz no versículo seguinte. Assim, quem proclamou Maria como Santa não foi a Igreja Católica, mas o próprio Deus, segundo evangelista Lucas. Existe, pois, um caminho seguro para se chegar a bem aventurança de Maria – a humildade. Ela não quis ser grande, ela se tornou grande por ser a menor de todas: Maria é a humilde serva.

Aquela mulher que muito jovem foi chamada a ser a mãe de Jesus, não estava diante dos holofotes. Não era ela uma nobre que residia em Roma, nem era da corte de Herodes, não tinha dinheiro ou fama. Morando num lugar desconhecido e sem significância, no fundo da Galileia, lá estava a humilde serva que se tornaria a Rainha do Céu. A pequenez insignificante tem o primeiro lugar no Céu - esta é a lógica paradoxal do Evangelho. Só Deus pra fazer coisas assim...

Pe. Roberto Nentwig
MENSAGEM AOS/ÀS CATEQUISTAS DO BRASIL
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Neste ano de 2012, o que dizer, de coração, celebrando o Dia do/a Catequista dentro do Mês Vocacional, a todos/as os/as catequistas do nosso querido Brasil? Ano de 2012: ano que teve como Tema Central da 50ª Assembléia Geral da CNBB e resultou no Documento 97: “Discípulos e Servidores da Palavra de Deus na Missão da Igreja”?; ano que vivenciará o início do “Ano da Fé”, proclamado pelo Papa Bento XVI, marcando o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II e o 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica?; ano que terá a XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos com o tema “A Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã”? Só estes três eventos, ligados diretamente ao nosso ministério bíblico-catequético, já fazem esse ano de 2012 especial!

Tendo tudo isso presente, só podemos louvar a Deus pelo indispensável serviço prestado ao nosso povo de Deus, como catequistas, na educação da fé iniciando à vida cristã. E, louvando a Deus, quero, em nome da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética” da CNBB, parabenizar a todos/as catequistas: o nosso Deus Trindade lhes cumule de toda a benção, sim, no sentido mais bíblico de bênção: “garantia da Sua presença”. Nós precisamos, continuamente, no árduo ministério bíblico-catequético, desta “presença garantida do Senhor”!

E por falar em Bíblia, que contem a Palavra de Deus, reforça e anima o nosso ministério as palavras do Papa Bento XVI, escritas na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Verbum Domini: “A atividade catequética implica sempre abeirar-se das Escrituras na fé e na Tradição da Igreja, de modo que aquelas palavras sejam sentidas vivas, como Cristo está vivo hoje onde duas ou três pessoas se reúnem em seu nome (cf. Mt 18,20). A catequese deve comunicar com vitalidade a história da salvação e os conteúdos da fé da Igreja, para que cada fiel reconheça que a sua vida pessoal pertence também àquela história” (VD, n. 74).


Um abraço fraterno e caloroso

Dom Jacinto Bergmann
Arcebispo de Pelotas
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral
Bíblico- Catequética da CNBB
Dia do Catequista
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Setembro:
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Setembro é escolhido como o mês da Bíblia porque o dia 30 é dia de São Jerônimo, que traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo.

O Concílio Vaticano II foi o marco para o surgimento de uma Pastoral Bíblica no Brasil. Para conhecer a Palavra de Deus com mais profundidade surgiram grupos de reflexão nas famílias, nos bairros, nos círculos bíblicos.

O Mês da Bíblia também surgiu com o propósito de aproximar a Bíblia do povo de Deus. Propondo um livro – ou parte dele – para ser estudado e refletido a cada ano, o Mês da Bíblia tem contribuído eficazmente para o crescimento da animação bíblica de toda pastoral.

Em continuidade a esta história, a Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-catequética da CNBB definiu que, no Mês da Bíblia dos próximos quatro anos (2012-2105), serão estudados os evangelhos de Marcos (2012), Lucas (2013) e Mateus (2014), conforme a sequência do Ano Litúrgico, completando com o estudo de João em 2015.

O objetivo é reforçar a formação e a espiritualidade dos agentes e dos féis através do seguimento de Jesus, proposto nos quatro evangelhos. Cada evangelho será relido na perspectiva da formação e do seguimento, destacando o que é específico de cada evangelista, bem como da comunidade que está por trás de cada evangelho.

Objetivos do mês da Bíblia

Contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia, na ação evangelizadora da Igreja, no Brasil;
Criar subsídios bíblicos nas diferentes formas de comunicação;
Facilitar o diálogo criativo e transformador entre a Palavra, a pessoa e as comunidades.

A proposta para o mês de setembro de 2012 é o estudo do Evangelho segundo Marcos em sintonia com o Ano Litúrgico que percorre os aspectos fundamentais no processo de formação dos discípulos missionários: o encontro com Jesus Cristo, a convenção, o discipulado, a comunhão fraterna e a missão.

O tema escolhido pela Comissão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para 2012 é: Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Marcos, e o lema é: Coragem! Levanta-te! Ele te chama! É a expressão presente na narrativa da cura do cego Bartimeu em Mc 10,49.

Alguns conselhos práticos para quem quer ler, conhecer e viver segundo a Bíblia:

Pedir sempre ajuda ao Espírito Santo, isto é, iniciar sempre com uma oração;
Começar pelos livros e textos mais fáceis, ou seja, os Evangelhos, Atos dos Apóstolos…;
Ler e meditar um texto por dia (não é a quantidade que importa, mas a qualidade);
Procurar descobrir o contexto em que o texto foi escrito, ou seja: por que e para quem o texto foi escrito;
Anotar na sua Bíblia os textos que mais chamam a atenção;
Quando encontrar textos difíceis, passar adiante, deixar estes textos para quando participar de um curso ou quando encontrar pessoas que podem ajudar a explicar;
Atualizar o texto para hoje: colocá-lo em prática na vida. Celebrar e rezar a Bíblia e a vida. Viver a Palavra!
Festa do Padroeiro - 2012
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A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos - PB, sente-se honrada em convidar você e sua família, para juntos celebrarmos com amor e carinho a festa do padroeiro São Francisco de Assis que se realizará de 24/09 a 04/10/12.
Francisco foi chamado para restaurar a Igreja de Cristo, agora é a nossa vez de participarmos desta restauração, respondendo juntos aos apelos que Cristo nos faz e louvar ao nosso Deus pelas graças que diariamente recebemos.
Motivados pelo Ano da Fé, celebrando os 50 anos da Sacrosanctum Concilium, tendo em vista o centenário de nossa Diocese e o Ano da Liturgia, refletiremos o tema: As virtudes de São Francisco nos ajudam a celebrar a Eucaristia na fé e na vida.
Venha! Participe conosco! Sua presença é indispensável para o bom êxito da festa.

Realização
Paróquia São Francisco de Assis
Riacho dos Cavalos/PB

Pe. Franciarley Duarte – Administrador Paroquial e Comissão Organizadora
CNBB pede ampliação do prazo de contribuições da sociedade civil para a elaboração do novo Código Penal
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O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, esteve na tarde de ontem, 30 de agosto, com o presidente do Senado Federal, senador José Sarney, para entregar oficialmente um pedido de extensão do prazo para o debate com a sociedade civil a respeito do novo Código Penal. O prazo já foi ampliado uma vez e a intenção da Conferência dos Bispos é que este prazo possa ser estendido mais uma vez para haja maior participação de entidades, organismos da sociedade civil.

“Vamos renovar o pedido de ampliação do prazo para que ninguém da sociedade civil e que queira dar sua contribuição fique de fora por falta de tempo”, disse o cardeal.

Segundo a carta, a participação requer mais tempo para o debate, “considerando a extensão da nova lei bem como sua complexidade e tudo que a envolve. O cronograma fixado para a apresentação de emendas, no entanto, não favorece a essa exigência e necessidade. Venho, portanto, solicitar-lhe respeitosamente a prorrogação desse prazo a fim de que as contribuições das entidades sejam feitas com a devida reflexão e profundidade que o projeto requer”.

Dom Damasceno também conversou com o senador sobre outros assuntos ligados ao Código Penal, como o aumento da penalização, que segundo o cardeal “vai resultar numa superpopulação das nossas prisões”, questões sobre a vida humana, “que deve ser preservada desde o seu início até o seu termino natural” e a eutanásia.

“O que queremos é que alguns princípios norteiem o nosso Código Penal, como o princípio da pessoa humana, o bem público, a convivência social, e que o novo Código não haja só a preocupação de penalizar, mas que tenhamos alternativas, como as chamadas Penas Alternativas”, explicou o cardeal arcebispo de Aparecida (SP).

A CNBB, ao final da 50ª Assembleia Geral dos Bispos, aprovou a criação de uma Comissão de especialistas a fim de também dar sua contribuição sobre o projeto do novo Código. Outras entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, o Instituto dos Advogados Brasileiros, o Conselho Nacional do Ministério Público, igrejas evangélicas, seguem o mesmo caminho.
Oração: uma força no caminho ecumênico
O Concílio Vaticano II define a oração como “alma de todo o movimento ecumênico.” Na encíclica Ut Unum Sint (21), João Paulo II relembra a força que nos vem da oração: A oração comum dos cristãos convida o próprio Cristo a visitar a comunidade dos que lhe rezam: “Pois onde estiverem reunidos, em meu nome, dois ou três, eu estou no meio deles”. (Mt 18,23)

De fato, a oração tem um papel importante na busca da unidade, por muitos motivos: a unidade virá por ação do Espírito Santo, a oração educa o nosso coração e gera compromisso, a oração une as pessoas porque elas percebem que estão se dirigindo ao mesmo Deus que quer bem a todos.

Em se tratando de ecumenismo, podemos recorrer à oração em muitas situações e de modos diferentes. Temos, por exemplo:

- Tempos já consagrados, como a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. A catequese e a Pastoral de Conjunto deveriam aproveitar bem esse tempo, divulgando o tema de cada ano e fazendo o possível para celebrar junto com outras Igrejas.

- Oração pessoal, em que cada um reza pela unidade cristã , mas também pede pelos amigos de outras Igrejas ou até agradece a Deus por coisas boas que eles realizaram.

- Oração dos católicos, em grupo, pela causa da unidade. Em alguns lugares e situações, é muito difícil ter a companhia de fiéis de outras Igrejas, mas sempre é possível educar o coração dos católicos para um objetivo que a nossa Igreja recomenda tanto.

- Celebrações de datas cívicas, formaturas, movimentos populares, em que pessoas de diferentes Igrejas se unem numa alegria ou num trabalho comum.

- Atendimento a doentes, encarcerados ou outros irmãos necessitados, que precisam de ajuda e devem ter a sua identidade religiosa respeitada.

- Orações em família, ou com grupo de vizinhos, onde houver diversidade de denominações cristãs.

Em todos os casos, a oração se dirige a Deus mas, ao mesmo tempo, compromete aquele que ora. Seria muito estranho pedir alguma coisa ao Pai e depois insistir em atitudes que prejudicassem a realização daquilo que estamos pedindo. Aí também a catequese deveria mostrar como temos que ser colaboradores de Deus, instrumentos a serviço do projeto do Reino. Seria bom igualmente lembrar que rezamos pela unidade em nossas missas, quando pedimos: “Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz, não olheis os nossos pecados, mas a fé da vossa Igreja e dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade...”

Cremos que a plena unidade, pedida por Jesus quando orou por seus discípulos, há de vir, mas não sabemos como nem quando. Esse é um motivo a mais para colocarmos a caminhada ecumênica diante de Deus nas nossas orações. Ele é que vai nos indicar como devemos trilhar esse caminho. Conversando com Deus, vamos ficando mais preparados para construir a paz e para amar melhor os filhos e filhas desse mesmo Pai. A catequese é educação da fé e, como tal, é também educação para a fraternidade, o diálogo, a descoberta de tudo de bom que o Senhor já realizou mesmo fora das fronteiras visíveis da nossa Igreja.

Therezinha Cruz
Valor do essencial
Tudo que ajuda no aumento da qualidade da vida das pessoas e no crescimento do verdadeiro bem, é aceitável. Mas nem tudo é essencial e não consegue atingir o mais profundo do ser humano. No Plano de Deus, o mais importante é o amor, fundamentado na Palavra, causando autêntica libertação.

É importante a prática de normas, de estatutos para o interesse comum, mas longe de qualquer tipo de legalismo com privilégios particulares, excluindo o bem coletivo. Na verdade, é do coração de cada pessoa que vem a escolha para fazer o bem ou o mal. A referência determinante seja a Palavra de Deus.

Na visão da Sagrada Escritura, deve sair do coração humano todo tipo de “imundície e malícia” que degrada a sua dignidade. Somente a docilidade aos ensinamentos da Palavra revelada poderá proporcionar vida e solidariedade para com quem passa por dificuldades, e criar ambiente capaz de condicionar vida fraterna.

O grande sonho de todos é que haja liberdade e paz. Isto deve ser garantido pelas leis, evitando que aconteçam atos injustos e desentendimento entre as pessoas. Não podemos fugir do essencial, cujo centro é a defesa e a promoção da vida e sua dignidade. O grande entrave para isto passa pela capacidade que as pessoas têm para burlar as leis em causa própria.

Vivemos na cultura dos interesses individuais, gerando um sistema que oprime o povo, porque não corresponde ao ideal de uma sociedade realmente justa. E podemos dizer que uma grande nação se faz pela promoção da justiça social. Nestas condições, todas as pessoas conseguem viver bem e aí as leis são essenciais e devem ser respeitadas.

Numa realidade injusta, o Estado se arma de muitos “espiões”, de fiscais e cobradores de impostos, porque a distribuição não é fraterna. Há atrelamento com um sistema de leis que mais oprime e exclui do que liberta as pessoas. Leis que nem sempre condizem com o que está inscrito no coração das pessoas. Diga-se que o Brasil é campeão na cobrança de impostos.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Proposta de um Planejamento para a Primeira Comunhão Eucarística de crianças e adolescente
Com uma caminhada de mais de quinze anos na catequese do meu estado Alagoas, e a participação em congressos noutros estados, tendo a oportunidade e o privilégio de beber da melhor fonte de conhecimento que é a convivência direta com catequizandos, catequistas, pais, presbíteros, bispos, diáconos e religiosas da área, penso que obtive uma expertise que me capacita a indicar um Planejamento eficiente e eficaz para a Primeira Comunhão Eucarística de crianças e adolescentes no hoje da nossa história.

Estou esperançoso e animado com o método catecumenal, e acredito em sua eficácia para que as nossas crianças, adolescentes e suas famílias conheçam, amem e sirvam a Jesus com alegria, seguindo os passos e confiantes na Igreja instituída pelo próprio Cristo.

Nessa primeira etapa, apresento uma proposta de Planejamento, sendo que a seguir, na segunda etapa, apresentarei o Detalhamento e a Programação.

“O Planejamento constitui condição imprescindível para o bom uso e a maximização de tempo, por organizar, previamente, todos os processos necessários ao bom desempenho”. FREIRE mons. Nereudo Henrique e CARDOSO Edivaldo de Paiva, Fundamentos da Gestão Eclesial, Petrópolis, RJ, editora Vozes, 2012.

PLANEJAMENTO (fonte de pesquisa: Uma proposta de catecumenato com o RICA simplificado, Pe. Lúcio Zorzi, 2. Ed. – São Paulo: Paulinas, 2009.

1ª Etapa: Pré-catecumenato:

Acolhimento
1ª Evangelização
Conversão a um estilo cristão de vida
Costume de rezar e invocar a Deus

Nessa etapa, após os quatro ou seis encontros iniciais, programar o 1º momento celebrativo: Rito de instituição dos catecúmenos ou inscrição do nome.

2ª Etapa: Catecumenato:

Tempo, suficientemente longo para uma esmerada catequese;
Para uma progressiva mudança de mentalidade e dos costumes;
Para uma integração na comunidade cristã e a participação nas assembleias litúrgicas.
A comunidade cristã acompanha seus catecúmenos com a oração, os ritos e o testemunho.

Após a 2ª etapa, programar o 2º momento celebrativo com o Ritual da entrega do Símbolo Apostólico.

3ª etapa: Purificação, iluminação e Mistagogia:

Trabalhar a catequese sacramental;
Exercícios espirituais no período da quaresma;
Participação ativa dos catequizandos com os pais no tríduo pascal;
Período pascal. È tempo de aprofundamento no mistério cristão.

Após a 3ª etapa, dentro da oitava de páscoa, ou no período pascal, programar o 2º momento celebrativo com o Ritual da entrega da Oração do Senhor.

4ª Etapa: Momentos finais da preparação:

Nessa etapa, até o dia da 1ª Com. Eucarística, os pais ou responsáveis devem participar;
Apresentação dos movimentos da comunidade para os catequizandos e pais.;
Preparação adequada para o sacramento da penitência;
Retiro de espiritualidade para os catequizandos e os pais.

O último momento celebrativo, antes da 1ª Comunhão Eucarística, será o Ritual da entrega do Mandamento do Amor.

No próximo artigo, vamos detalhar cada etapa, sugerindo também uma programação. Para os temas propostos, indicarei algumas publicações para subsídios dos catequistas. Até lá, e que o Senhor seja sempre nossa alegria e nossa força.

Luiz Carlos Ramos
Catequista – Bacharel em Teologia
O silêncio na era da overdose de conteúdo
Por Daniel Machado
Produtor do Destrave

Especialista dizem que vivemos na era da informação rápida, compartilhada e intensa. Nunca o ser humano consumiu tanto conteúdo como na era da revolução digital. Para se ter uma ideia, a capacidade de armazenamento de informação saltou, em 25 anos, de 2,6 para 15,8 exabytes, segundo pesquisa apresentada, em 2011, por Martin Hilbert da Universidade da Califórnia.

Pense que 15,8 exabites correspondem a uma coluna de DVDs empilhados, um sobre o outro, que vai da Terra à lua. Acha pouco? Então, imagine que cada grão de areia existente no planeta é um byte, assim 15,8 exabyte corresponde a 315 vezes todos os grãos de areia da face da Terra. E não pense que é um exagero.
Talvez, o perigo maior não esteja na quantidade ou na velocidade da informação em si, mas na seleção das verdadeiras palavras, no discernimento do que estou recebendo, porque o receptor de todos esses “bytes” continua sendo o homem e sua incrível capacidade de fazer filtros… ou não. Daí, é um pulo para uma overdose de conteúdo.

Este risco de se perder, em meio a este mar de informações, estende-se, principalmente, a nós cristãos, pois somos chamados a ‘salgar’, dar sabor a este mundo por meio de testemunhos e de uma vida de oração e intimidade com Deus. Aliás, sobre isso já nos alertou o Papa Bento XVI no seu maravilhoso e revolucionário discurso por ocasião do 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o qual foi intitulado de “Silêncio e palavra: caminho de evangelização”.
A Fé nas Redes Sociais

A fé nas redes sociais
Cultura Digital / reportagens

Por Daniel Machado
produtor do Destrave

Lady Gaga, Justin Bieber, Hianna, Shakira, Coca-Cola, Mac Donald’s são os mais populares no Facebook? Enganado! Jesus é “O Cara” mais popular na maior rede social do mundo, o Facebook, com mais de 4 milhões de interações na página Jesus Daily (Diário de Jesus), criada pelo médico americano Aaron Tabor.

Para a maior rede social do mundo, o hanking é medido não pela quantidade de ‘curtis’ que uma página tem, mas pela interação que ela realiza com os internautas, ou seja, sua capacidade de influenciá-los. Neste quisito, a página de Jesus tem a incrível marca de 4,981,281 milhões de interações (que corresponde a comentários, compartilhamentos, ‘falar’ e ‘ouvir’ seus fãs).

Para ter uma ideia, o segundo colocado – que também é religioso (Dios Es Bueno) – possui 1,788,648 milhões. A página The Bible (A Bíblia) fica com o terceiro lugar com 1,322,690 milhões de interações.

O que isso significa?

Para muitos, pode parecer apenas números sem sentido, mas em se tratando de um ambiente, no qual, muitas vezes, se sobrepõem a hostilidade à religião, o ranking revela que, no fundo, as pessoas ainda estão com fome e sede de Deus, seja no mundo off-line ou on-line.

Um outro fator é que os cristão estão cada vez mais ativos neste mundo digital. Pense que, somente no Facebook, as páginas sobre religião estão infinitamente acima de páginas de músicas, notícias, esportes ou políticas.

Como fazer silêncio em meio a tanto barulho na internet?

“É sempre um paradoxo, porque nós estamos habituados a pensar em silêncio e comunicação como duas coisas que se opõem. Na realidade, o que há de revolucionário no discurso de Bento XVI é, justamente, enxergar o silêncio no interior da comunicação. Não significa difundir uma mensagem do silêncio, mas amadurecer, internamente, uma palavra que seja significativa”, diz padre Antônio Spadaro.
O Fenômeno das novas mídias digitais
Uma outra pesquisa, realizada em abril de 2004 pelas agências Christian Vision e Premier Christian Media, ambas do Reino Unido, constatou que 84% dos cristãos daquele país disseram que as redes sociais são um enorme campo de missão. Deste número, 73% usam ferramentas como Twitter, Facebook e YouTube para manifestar, de forma intensional, a sua fé.

Os jovens são os mais ativos, nestes meios, e também são os que mais mantêm contato com pessoas não cristãs. 87% deles usam as redes sociais para manifestar a sua fé e 79% deste número acreditam que a melhor forma de evangelizar é por meio dos relacionamentos.

Qual a melhor forma de evangelizar na internet?

“A melhor maneira é não considerar a internet como um instrumento de evangelização, mas sim um ambiente, no qual se vive a própria fé”, diz padre Antônio Spadaro, doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e escritor do livro Cyberteology – pensando a fé em tempos de rede.
É possível encontrar-se com Deus na internet?
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Passou-se o tempo em que internet era apenas um meio de comunicação. Agora, não só acessamos a internet como agimos nela, vivemos neste mundo on-line que, de certa forma, se mescla com nosso mundo real. Mas será que Deus também está presente neste meio? Será que podemos encontrá-Lo no ambiente virtual?

“Sim, Deus está presente no mundo virtual, porque o homem está ali. Temos de entender que a web é um ambiente, no qual o homem vive, e Deus se faz presente onde o homem vive”, diz padre Antonio Spadaro, PHD em teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, diretor e editor da revista La Civiltà Cattolica (literatura, novas tecnologias aplicadas às ciências humanas, teologia) e escritor do livro “Cyberteologia – reflexões do Cristianismo em tempos de rede”.

Destrave: Padre, há espaço para Deus na internet e nas redes sociais?

Padre Spadaro: Absolutamente, sim. Na realidade, a internet não é como um martelo ou um prego, não é um instrumento para fazer coisas. Internet é um ambiente de vida. Assim como os homens vivem, na vida off-line, sua vida ordinária, podemos dizer que a net é um destes ambientes, no qual o homem também vive. E Deus está presente onde o homem está.

Destrave: A internet e as novas tecnologias podem nos ajudar a encontrar Deus e melhorar nossa espiritualidade?

Padre Spadaro: O modo de usar a internet não é diferente, por exemplo, do modo de realizar nossas reuniões em família. Temos de pensar que a rede responde ao desejo mais profundo do ser humano, que é de conhecimento e relação. Bento XVI disse, claramente, na sua ‘Caritas in Veritate’, que as novas tecnologias exprimem a liberdade do homem, sua capacidade de escolha, de ser um homem moral e de exprimir valores. Então, a partir deste discurso podemos entender que espiritualidade tem muito a ver com tecnologia. Depois, nós podemos ver como vão surgindo o que chamamos de ‘aplicativos do espírito’, ou seja, aplicativos ligados ao mundo da espiritualidade que nos ajudam a rezar, que contém textos de meditação.

Destrave: Como podemos melhorar nossa maneira de evangelizar pela internet e pelas redes sociais?

Padre Spadaro: O melhor modo é não considerar a internet um instrumento de evangelização, mas viver bem o ser cristão na rede. O cristão é chamado a compartilhar a própria vida e não somente conteúdos explicitamente religiosos. Agora, se a pessoa é ela mesma na rede, consegue evangelizar. Evangeliza pelo contato, pela proximidade, pelos gostos de um cristão. Ele não precisa confundir a evangelização como a comunicação de uma ideologia, pois é a própria vida que dá testemunho do Evangelho.
Mensagem do dia
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Reunião do Zonal de Catolé do Rocha
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Um exemplo de cooperação
A catequese, como educação da fé, é também uma educação para viver a responsabilidade de construir um mundo melhor. O compromisso com o evangelho inclui a disposição de se colocar a serviço como instrumento dedicado a promover a vida de acordo com o projeto de Deus. Isso é particularmente relevante no trabalho a ser feito com adolescentes e jovens porque eles precisam de um ideal que dê direção a sua vida e que os faça perceber que têm valor como colaboradores do futuro que Deus deseja para seus filhos e filhas. Nessa perspectiva, há tarefas que são grandiosas demais e que exigem uma colaboração mais ampla dentro da grande família humana.

Uma dessas tarefas é o cuidado com o planeta. É algo que já estava implícito na narração simbólica de Gn 2: O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar. O planeta, que é a casa de todos, deve ser cuidado por todos e isso é algo em que todas as religiões podem se empenhar.

Um passo significativo nessa direção foi dado dentro da Cúpula dos Povos, um evento paralelo à Rio + 20. Ali houve a Coalisão Ecumênica e Inter-religiosa “Religiões por Direitos” em que aconteceu um debate em que líderes de várias religiões se uniram a uma iniciativa da CNBB e de Religiões pela Paz para discutir a relação entre as religiões e as questões ambientais. Dessa reflexão conjunta brotou um documento, a Carta das Religiões e o Cuidado da Terra. O documento foi assinado por lideranças da Igreja Católica, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), do Conselho Latino-americano de Igrejas (CLAI), da Federação Israelita do Rio de Janeiro, da Sociedade Beneficente Muçulmana, do Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-brasileiras, de Religiões pela Paz e da Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris.

Os compromissos aí assumidos se estruturaram em torno de sete objetivos:

a) Apresentar ao mundo o sentido da vida humana;
b) Promover a educação e a prática do respeito mútuo, do diálogo, da convivência pacífica e da cooperação entre diferentes povos, culturas e religiões;
c) Explicitar mais e melhor o que já possuímos em comum;
d) Discernir juntos os valores que constroem a paz no mundo;
e) Viver a compaixão com os mais necessitados, empobrecidos e excluídos da sociedade;
f) Promover o valor e o cuidado da criação;
g) Afirmar elementos de uma ética comum que seja capaz de orientar atitudes e comportamentos de paz e de justiça.

A partir desses objetivos, foram estabelecidos compromissos em relação a posturas e trabalhos que as religiões sentem necessidade de desenvolver juntas para o bem da humanidade como um todo. É bonito ver como, em vez das guerras religiosas que marcaram tão desastrosamente a história humana, conseguimos chegar a uma compreensão melhor da força da cooperação e do diálogo para a construção de um mundo melhor. No final da Carta das Religiões, os representantes das denominações religiosas envolvidas fazem uma solicitação para que se reconheça algo muito importante: “os imperativos morais das nossas tradições, convicções e crenças, bem como nossos esforços de diálogo e cooperação inter-religiosa são imprescindíveis para alcançarmos o desenvolvimento sustentável de toda a humanidade”.

Religiões são forças muito poderosas. Elas mexem com a consciência das pessoas e são capazes de mobilizar multidões de voluntários profundamente empenhados em realizar boas obras. Se elas se unirem num trabalho para o bem comum, em vez de ficar gastando energia em disputas que desperdiçam energias e ainda prejudicam a imagem de cada tradição religiosa, a humanidade tem muito a ganhar. A catequese pode ajudar a compreender a importância dessa colaboração, educando para o diálogo inter-religioso e para as conseqüências da responsabilidade de vivermos todos na grande casa planetária criada por Deus. Afinal, quando a Bíblia nos diz que descendemos todos de um único casal, ela não quer discutir com a ciência, mas quer nos comunicar que pertencemos todos à mesma grande família.

Therizinha Cruz
Como tomar decisões acertadas?
Na carta aos Romanos, lemos o seguinte: Não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero (cf. 7,19). Uma explicação do livro 'Psicologia e Formação: Estruturas e Dinamismos', dos padres Alessandro Manenti e Amedeo Cencini, indica-nos um caminho para a busca de santidade e decisões acertadas a cada dia. A explicação é a seguinte:

O homem pode não ser responsável pelas suas fraquezas, mas é responsável pela posição que toma frente a elas; ele é responsável pelo quanto as têm em conta e pelo quanto faz para neutralizar sua influência.

Podemos até dizer que não somos responsáveis por determinados limites ou por sentirmos fraquezas difíceis de dominar, mas somos responsáveis pelos conteúdos com os quais entramos em contato a cada dia. Somos responsáveis pelo conteúdo dos assuntos que tratamos com nossos amigos, pelos programas de TV que assistimos; somos responsáveis pelo que acessamos na internet e pelo que fazemos para alimentar nossa imaginação.

Diante de tais realidades, uma grande questão se levanta: será que situações, as quais podemos evitar, não têm sido evitadas, porque temos colocado toda a culpa nas chamadas “fraquezas”? Talvez estejamos dizendo que é fraqueza pelo simples fato de não querer mudar de vida. Mas se, realmente, queremos ser pessoas melhores, precisamos saber que, antes, precisamos ter consciência de nossa responsabilidade frente às lutas diárias.
Boa atitude para um caminho de maturidade é seguir as indicações que Jesus deu aos discípulos e à multidão no Sermão da Montanha. A indicação que mais contribui para nossa reflexão é a seguinte: "Seja o vosso sim, sim; e o vosso não, não. O que passa disso vem do maligno" (cf. Mt 5, 37). Minha posição, diante de uma determinada fraqueza, é o que define se vou ceder a ela ou não.

Sua decisão tem sido firme ou você está se deixando levar pela situação?

A vigilância sobre os próprios atos é ideal para a superação das fraquezas. Também é necessário, segundo as indicações do livro citado, descobrir os próprios pontos fracos, aceitá-los sem particulares angústias e fatalismos, reconhecer-se como pessoa em contínua formação e necessitada de ajuda, não pretender resolver tudo de forma radical e apressadamente, mas buscar as devidas precauções, viver a imaturidade como parte do próprio eu e como sinal de um limite que o homem não suporta, mas tende a superar.

Que o seu sim seja sim! Um 'sim' dado a cada dia, com pequenos passos, às vezes com quedas, mas um 'sim' decidido, de quem sabe o que quer, de alguém que deseja fazer a vontade de Deus e ser paciente consigo mesmo. Talvez sua decisão acertada, hoje, seja decidir-se pelas coisas que vão alimentar em você o desejo de fazer a vontade do Senhor.

A vontade de Deus nunca é contra nós. Ela pode até ser contra nossas vontades, mas não é contra nós; ela é a melhor coisa que pode acontecer em nossa existência. Talvez não compreendamos muito bem essa realidade pelo desejo que temos de fazer apenas a nossa vontade. Mas a decisão acertada é a que nos leva em direção à vontade de Deus para nós. As decisões acertadas são as que têm como ponto de partida o próprio Deus.

Edison de Oliveira - Com. Canção nova
Reverse um tempo para a Palavra de Deus
O mês de setembro é dedicado ao estudo da Palavra de Deus, ou seja, é o ‘Mês da Bíblia’. Portanto, o podcast da redação, desta semana, traz para você um bate-papo com as missionárias da Comunidade Canção Nova Cristiane Viana, Rita de Cassia e Tatiane Bastos; além do especialista em Bíblia e cientista da religião Denis Duarte.

Durante o podcast, os convidados contam um pouco sobre sua experiência com o estudo bíblico e como essa meditação diária da Palavra de Deus é feita, pois cada um tem uma forma e um jeito de realizar este momento de encontro com a sabedoria divina.
Segundo o especialista em Bíblia, os três métodos de estudo bíblico mais conhecidos são: ‘Bíblia no meu dia a dia’ (Comunidade Canção Nova); ‘Luz para os meus passos’ (Comunidade Shalom) e a ‘Lectio Divina’, que é a base dos anteriores.

“Existem métodos para estudar a Palavra de Deus, mas é preciso que encontremos um caminho mais adequado para nós, porque somos pessoas diferentes. A Igreja Católica nos propõe a ‘Lectio Divina’ como base para os estudos bíblicos que fazemos, mas, a partir deste estudo, nós podemos desenvolver métodos”, disse Denis.

Ele ainda ressaltou que para um bom estudo da Bíblia é necessário ler o texto e entendê-lo para, só depois, confrontar aquelas palavras com os acontecimentos da nossa vida.

É importante compreender que todo estudo bíblico gera a oração como fruto, porque vamos responder ao que Deus quer dizer a nós por meio de uma prece, um pedido ou um louvor.

Faça a experiência de realizar, neste mês, o estudo da Bíblia com sua família.
Problemas no casamento
“A minha felicidade será fazê-lo feliz”

Deus quis que existíssemos para participar de sua vida bem aventurada e nos criou “à sua imagem e semelhança” (cf. Gn 1,26). O Criador quis que a humanidade existisse "em família", com a união de um homem e uma mulher, vivendo no amor conjugal e gerando os filhos nesse mesmo amor. E a base de tudo isso é o casamento.

Depois de criá-los, Deus os uniu. O homem se sentiu insatisfeito, sozinho, porque não encontrava em todos os seres criados nenhuma criatura que o completasse. E Deus percebeu que “não é bom que o homem esteja só” (Gn 2,18). Então, disse ao homem: “Eu vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada” (Gn 2,18), alguém que seja como você e que o ajude a viver. E fez a mulher. Retirou “um pedaço” do homem para criar a mulher (cf.Gn 2,21-22).

Nessa linguagem figurada, a Palavra de Deus quer nos ensinar que a mulher foi feita da mesma essência, dignidade e da mesma natureza do homem. Santo Agostinho ensina que Deus, para fazer a mulher, não tirou um pedaço da cabeça do homem nem um pedaço do seu calcanhar, porque a mulher não deveria ser chefe nem escrava do homem, mas “companheira e auxiliar”. Esse é o sentido da palavra que diz: Deus tirou “uma costela do homem” para fazer a mulher.

Ao ver Eva, Adão exclamou feliz: "Eis agora o osso de meus ossos e a carne de minha carne” (Gn 2,23). Foi a primeira declaração de amor do universo. Adão se sentiu feliz e completo em sua carência. Deus disse ao primeiro casal: “Por isso o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gn 2,24).

Estava criado o casamento que mais tarde Jesus vai transformar em sacramento. Ele fez questão de acrescentar: “Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19,6). E Deus disse ao casal: “Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). Aqui está o sentido mais profundo do casamento: “crescei e multiplicai”. Deus quer que o casal, na união profunda do amor, cresça e se multiplique nos seus filhos; daí surge a família, a mais importante instituição da humanidade; a célula principal do plano de Deus para os homens; e ela surge com o matrimônio.

Como a família e o casamento estão na base de todo o plano de Deus para a humanidade, se eles forem destruídos, a humanidade sofrerá muito. Há uma concepção falsa de “família” e de “casamento” que não está de acordo com a vontade do Criador. Há “famílias alternativas” que, no plano de Deus, não são famílias bem como os “casamentos alternativos”.
Quanto mais o casamento se afastar do plano de Deus e quanto mais a família se desfigurar da imagem original que Ele lha deu, tanto mais a humanidade vai sofrer. Hoje, já colhemos os frutos amargos da destruição deste belo plano divino. Quando o homem se arvora em “senhor do bem e do mal” e quer ocupar o lugar do Senhor, sofre e morre.

Sabemos que, infelizmente, o pecado original feriu a humanidade. O homem virou as costas para Deus e, por causa disso, o sofrimento e a morte entraram no mundo. São Paulo deixou claro que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). O pecado atingiu todas as realidades da vida humana e, de modo especial, o casamento e a família. Sem o pecado não haveria a desarmonia do homem consigo mesmo, com a natureza, com Deus e com a mulher.

O pecado gerou o desentendimento. O seu nome é egoísmo, vaidade, orgulho, autossuficiência, arrogância, ganância, impureza, adultério, gula, ira, inveja, preguiça, maledicência, etc. Tudo que divide a família e afasta a pessoa humana de Deus. Por isso, hoje, o casamento têm tantos problemas, porque foi ferido pelo pecado que engendra a briga, a discussão, a violência, o crime e elimina o amor que deveria ser permanente entre marido e mulher. É a realidade de cada casal.

São Paulo mostrou bem, na Carta aos Romanos, a dura realidade do pecado que temos de enfrentar: “Sabemos, de fato, que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido ao pecado. Não entendo, absolutamente, o que faço, pois não faço o que quero; faço o que aborreço. E, se faço o que não quero, reconheço que a lei é boa. Mas, então, não sou eu que o faço, mas o pecado que em mim habita. Eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita o bem, porque querê-lo está em mim, mas não sou capaz de efetuá-lo.

Não faço o bem que quereria, mas o mal que não quero. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu que faço, mas sim o pecado que em mim habita. Encontro, pois, em mim esta lei: quando quero fazer o bem, deparo-me com o mal. Deleito-me na lei de Deus, no íntimo do meu ser. Sinto, porém, nos meus membros outra lei, que luta contra a lei do meu espírito e me prende à lei do pecado, que está nos meus membros. Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte? Graças sejam dadas a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor!” (cf. Rm 7,14-25).
Festa de Nossa Senhora da Piedade
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PROGRAMAÇÃO RELIGIOSA

05/09 - Quarta-feira

5h30min - Alvorada festiva

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Abertura, Hasteamento da Bandeira e Missa. Presidente: Padre Paulo Diniz Ferreira.

06/09 - Quinta-feira

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada ao Zonal de São João do Rio do Peixe. Presidente: Padre César Pamplona.

07/09 - Sexta-feira

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada ao Zonal de Cajazeiras. Presidente: Padre José Gilberto Lisboa.

08/09 - Sábado

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada aos Religiosos(as) e Novas comunidades. Presidente: Padre Agripino Ferreira de Assis.

09/09 - Domingo

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada ao

Seminário Diocesano. Presidente: Dom Matias Patrício de Macedo, Arcebispo Emérito de Natal.

10/09 - Segunda-feira

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada ao Zonal de Pombal. Presidente: Padre Givanaldo Ferreira da Costa.

11/09 - Terça-feira

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada ao Zonal de Catolé do Rocha. Presidente: Padre Francisco Alves Rodrigues.

12/09 - Quarta-feira

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada ao Zonal de Itaporanga. Presidente: Padre Claudio Barros Praxedes.

13/09 - Quinta-feira

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Noite dedicada ao Zonal de Sousa. Presidente: Padre Rodolfo de Caldas Cavalcante.

14/09 - Sexta-feira

Dedicação da Catedral.

6h - Ofício de Nossa Senhora

19 hs - Novena e Concelebração Eucarística. Presidente: Dom José González Alonso.

15/09 - Sábado

5h30min – Alvorada festiva

6h – Ofício Divino das Comunidades. Participação dos Setores rurais e todos os Fiéis.

16h – Procissão com a imagem de Nossa Senhora da Piedade, pelas principais ruas da cidade.

17h - Concelebração Eucarística presidida pelo Senhor Bispo Diocesano, Dom José González Alonso.

FESTA SOCIAL COM BARRACAS ÀS 21 HORAS

01/09 – Jantar da Festa. Valor da senha: R$10,00.

14/09 – Serginho de Natal e Andrezinho

15/09 – Alysson Voz e Violão

16/09 – Cícero e Júlio César Voz e Violão
Reunião Zonal
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O Zonal de Catolé do Rocha realizou na última terça-feira dia 04, a reunião que acontece a cada dois meses. A reunião aconteceu na Casa da Família na cidade de Riacho dos Cavalos/PB e o tema em estudo foi: O Ano da Fé. A palestra foi proferida pelo Pe. Severino Elias da Paróquia São Sebastião da cidade de São Bento. Estavam presentes todas as Paróquias do zonal, somando um total de 24 pessoas. A próxima reunião acontecerá dia 05 de outubro na Paróquia Nossa Senhora dos Remédios na cidade de Jericó/PB.
Campina Grande acolherá seu 7º Bispo Diocesano
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No próximo dia 29, a Diocese de Campina Grande acolhe com alegria seu 7º Bispo Diocesano, Dom Delson Pedreira da Cruz, OFMCap. A cerimônia de posse acontece inicialmente na Praça da Bandeira, às 16h e segue para Catedral Diocesana de Campina Grande-PB.
Dom Delson é vice-presidente da CNBB Nordeste 2 (composta pelos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte) e Bispo referencial para a Comunicação do Regional.
Dom Manoel nasceu Biritinga (BA) em 1954. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário São Francisco de Assis, em Nova Veneza (SP). Tem mestrado em Ciência da Comunicação, na Pontifícia Universidade Salesiana, em Roma, e licenciatura em letras pela Universidade Católica de Salvador (BA)
Pe. Zezinho está internado após sofrer isquemia cerebral
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Está internado desde a noite desta quarta-feira, 19 de setembro, o padre José Fernandes de Oliveira, conhecido Pe. Zezinho, cantor, compositor e professor de comunicação. Ele sofreu um isquemia cerebral e está hospitalizado em São José dos Campos (SP).

Em um comunicado divulgado por Paulinas Editora na tarde desta quinta-feira, o Pe. Zezinho está se recuperando bem, mas seguirá internado, para observação, sem previsão de alta.

Aos 71 anos, Pe. Zezinho atua como professor, apresentador de programas para televisão e rádio, além de intensa agenda de shows. Eventos que estavam marcados para o próximo final de semana, em Mossoró e em Natal (RN), foram cancelados.
4ª Cavalgada de São Francisco
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4ª Cavalgada de São Francisco
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1ª Noite de Novena
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DIA: 25/09- Terça - feira – 1ª Noite
18:30min- Procissão da Bandeira saindo da residência de Iracema Almeida no Bairro Rua Nova até a Igreja Matriz onde acontecerá o hasteamento da bandeira e a Celebração Eucarística.
Presidente: Pe. Francisco de Assis da Silva – Paróquia N. Sra. de Fátima – Cajazeiras/PB.
Instituição: Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores.
Homenagem Póstuma: Ernestina Barbosa de Almeida
2ª Noite de Novena
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3ª Noite de Novena
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4ª Noite de Novena
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5ª Noite de Novena
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6ª Noite de Novena
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7ª Noite de Novena
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8ª Noite de Novena
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9ª Noite de Novena
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Missa de Encerramento da Festa do Padroeiro
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Eleições municipais
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A sociedade é constituída em família, tendo como célula mãe, o Lar doméstico. Na base estão o homem e a mulher, sendo um, extensão do outro, vivendo numa real complementariedade. Já não são dois, mas uma só carne. A solidez de tudo isto acontece no amor, que exige sacrifício, diálogo, respeito mútuo, igualdade e paz.

Dentro do clima eleitoral, podemos dizer que o Município é uma grande família, onde os interesses precisam ser comuns, de tal forma que a administração pública favoreça o bem de todas as pessoas. Os objetivos não podem ser outros que não sejam para favorecer os munícipes na dimensão de uma verdadeira família.

Cada pessoa humana, criada com liberdade e dignidade, deve ser colaboradora de Deus no cultivo do bem e no cuidado com os bens da natureza. Isto passa por momentos de definição. Um deles acontece na hora do voto. Confirmar, na urna eletrônica, um voto irresponsável, é contribuir para uma má administração.

A dimensão familiar não se restringe ao relacionamento entro um homem e uma mulher, mas também às demais criaturas e com toda a natureza. É um compromisso de cuidado com os seres humanos, com a terra, a água, as árvores, os animais e todas as demais criaturas. O critério não pode ser de interesses egoístas.

O Município, sendo uma grande família, deve promover projetos de inclusão social. Assim todos poderão usufruir das condições materiais e afetivas para uma vida feliz. Exige dos eleitores precisão na escolha de prefeito e vereadores comprometidos, competentes e de vida ilibada para trabalhar em benefício do povo.

Podemos até dizer que agora “é a hora da verdade”. Ou assumimos uma postura crítica e afinada com uma verdadeira política, aquela do bem comum e da coerência, ou teremos que “gemer”, tendo que conviver com maus administradores e legisladores por mais quatro anos. E nem podemos reclamar depois, porque aí já será tarde demais. É por isto que dizemos que “voto não tem preço, mas tem consequência” e, às vezes, muito amargas.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Deus abençoe as eleições!

Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)

No domingo, dia 7 de outubro, aproximadamente 140 milhões de brasileiros irão buscar a sua seção eleitoral para eleger 5.510 prefeitos e 59.500 vereadores. É a forma mais efetiva de o povo participar da regência dos destinos da saúde, educação, segurança pública, transporte e investimentos em obras nos municípios.

Para realçar a importância do ato de votar, recordamos o que propõe as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil: “A Igreja reconhece a importância da atuação no mundo da política e assim incentiva os leigos e leigas à participação ativa e efetiva nos diversos setores diretamente voltados para a construção de um mundo mais justo, fraterno e solidário” (DGAE, nº 71). No documento Evangelização e Missão Profética da Igreja (Pg. 96) a CNBB é ainda mais explícita: “A política pode ser um caminho privilegiado para o serviço da justiça, uma forma sublime da caridade. Enquanto as forças do mercado tendem a reduzir o espaço da responsabilidade pública, a Igreja quer reabilitar a política, denunciando e lutando contra a corrupção, participando da administração da res-publica, encorajando os cristãos a entrar na política e acompanhando os que já atuam neste campo”.

No próximo domingo vamos realizar as primeiras eleições municipais depois que entrou em vigor a Lei da Ficha Limpa, fruto de iniciativa popular contra a candidatura de pessoas condenadas pela Justiça ou que renunciaram a seus mandatos para escapar de punições. Para reforçar a importância desta Lei, a CNBB lançou, no dia 6 de setembro, “a Campanha Voto Consciente – Eleições 2012, nascida de um convite feito à CNBB pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para se somar à sua Campanha Voto Limpo” (Secretário geral da CNBB).

Faço votos de que as pessoas que colocaram seus nomes ao aval do eleitorado, saibam manter uma postura de acolhida ao resultado que as urnas apresentarem. Que as eleições transcorram num clima de respeito entre adversários e que nenhuma violência seja usada para inibir o livre exercício do voto. Que todos votem conscientemente e que o bem público esteja acima dos interesses particulares.

Independente das coligações ou partidos que merecerem a confiança do povo, os eleitos deverão se preocupar em organizar um programa de governo que favoreça o bem de todos os munícipes e não só da parcela que os elegeu. E nós, como Igreja, queremos ser apoio para que os eleitos consigam colocar seus planos em ação, oferecendo-lhes parceria para a concretização de projetos que visem a defesa e a promoção da vida.

Que Deus abençoe as eleições do domingo e que o Espírito Santo ilumine os eleitores na escolha dos melhores candidatos.
COMISSÃO EPISCOPAL - CNBB
Dom Jacinto Bergmann - Presidente
Dom José Antônio Peruzzo
Dom Paulo Mendes Peixoto

ASSESSORES:
Maria Cecília Rover
Pe. Décio Walker
COMISSÃO DIOCESANA
Coordenador Diocesano: Pe. Franciarley Duarte de Sousa

Secretaria: Vera Lúcia Soares de Sousa – Zonal de Sousa
Maria do Rosário Ferreira Gonçalves - Zonal de São João do Rio do Peixe

Tesouraria: Maria José Alves Formiga – Zonal de Pombal
Maria de Fátima Juca – Zonal de Itaporanga

Formação: Ir. Enedina Marcos Velho – Fransciscana da Sagrada Família
José Mateus Mendes de Andrade – Zonal de Catolé do Rocha

Comunicação: Maria de Oliveira Almeida Neta – Zonal de Catolé do Rocha
Lígia Ferreira Nunes de Brito – Zonal de Catolé do Rocha
COMISSÃO ZONAL
Pe. Franciarley Duarte - Riacho dos Cavalos

Maria de Oliveira Almeida - Riacho dos Cavalos
Lígia Ferreira Nunes de Brito - Catolé do Rocha
Kleverton Wendel Fernandes Forte - Brejo do Cruz
Erinaldo Rodrigues da Silva - São Bento
João Ferreira - Brejo dos Santos
Maria de Fátima Lima - Bom Sucesso
Gutemberg Bandeira - Lagoa
Ir. Enedina Marcos Velho - Jericó
COMISSÃO PAROQUIAL
Coordenação: Maria de Oliveira Almeida
Albanir Pinheiro de Freitas
Fabiane Dantas de Andrade
Dia do Catequista
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A Comissão Zonal Pastoral para Animação Bíblico-Catequética do Zonal de Catolé do Rocha celebrou neste (26) o dia do catequista. Foi um momento marcante na história da catequese em nosso zonal. A abertura aconteceu às 7:30 com o café e em seguida a celebração sugerida pela CNBB, logo após a celebração o Pe. Franciarley Duarte - Coordenador Diocesano de Catequese proferiu uma pequena palestra sobre a Animação Bíblica da Pastoral. Em seguida foi o momento de muita descontração com música, louvor, sorteios e também o momento de adoração ao santíssimo sacramento. Às 12:30 foi servido o almoço de confraternização encerrando assim este tão importante evento. Na ocasião contamos com a presença de 85 catequistas das paróquias de Riacho dos Cavalos, Jericó, Catolé do Rocha, São Bento, Bom Sucesso, Brejo do Cruz, Belém do Brejo do Cruz e a cidade de Mato Grosso, e quatro padres: Pe. Franciarley, Pe. Jandui, Pe. Cícero e Fr. Edivan.
Balanço da primeira semana da 13ª Assembleia Geral Ordinária para o Sínodo dos Bispos
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O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, e o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, conversaram com os jornalistas da Rádio Vaticano e fizeram um balanço da primeira semana do Sínodo dos Bispos, no Vaticano, que trata da Nova Evangelização para a Transmissão da Fé.
CARTA PASTORAL POR OCASIÃO DO ANO DA FÉ
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Na dimensão do Novo Plano Diocesano de Pastoral, celebramos os indicativos do Papa Bento XVI sobre o Ano da Fé. O momento é de enfrentamento dos desafios da nova cultura, supondo o empenho por uma Nova Evangelização. É hora de ir às fontes da fé, à Palavra de Deus, aos Documentos do Concílio Vaticano II e ao Catecismo da Igreja Católica, ambos solidificados pelo Espírito Santo na História e na Tradição da Igreja.

Na Carta “Porta Fidei” descobrimos que “a Fé é a Porta”, porta de entrada, que “implica embrenhar-se num caminho novo que dura a vida inteira” (Porta Fidei, 1), que evidencia a necessidade do encontro pessoal e permanente com Jesus Cristo. E Jesus mesmo disse: “Eu sou a porta” (Jo 10, 9). Porta que depende de fé viva, principalmente sabendo que Ele é sempre “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14, 6).

Será que já entramos pela Porta da Fé, tornando-nos cristãos praticantes e comprometidos com o Reino de Deus? Já fizemos o caminho de iniciação à vida cristã como estão pedindo os bispos nas atuais Diretrizes Evangelizadoras na Igreja do Brasil? Como diz Bento XVI: Estamos preocupados com as consequências sociais, culturais e políticas da fé, deixando de lado a fé em si mesma, que pode ser até uma negação dela?

Estamos conscientes de que o caminho da fé só é possível com a força de Deus, o amor de Cristo no dom do Espírito Santo. É importante esta certeza, porque só com as forças naturais somos incapazes de percorrer um caminho que defenda a vida com dignidade e em conformidade com o projeto da Palavra de Deus. Devemos ir ao poço como o fez a samaritana através do encontro com Jesus (Jo 4, 14).

Ser discípulo exige intimidade com a Palavra de Deus e ter gosto por ela, tê-la como alimento para nossa fé. Por isto deve ser lida, escutada, meditada, rezada, contemplada e colocada em ação na convivência comunitária. No caminho do Ano da Fé, a Leitura Orante da Palavra de Deus é muito significativa e sugestionadora de novas atitudes de vida. É como beber na fonte de água pura e que dura para sempre.

Um destaque importante no Ano da Fé é a Celebração da Eucaristia. É espaço de contato com Cristo na Palavra ali proclamada e no Pão partilhado. É fundamental que as Celebrações sejam bem preparadas e participadas, revelando a riqueza da vida sacramental, capaz de abastecer a vida de fé e os compromissos que o cristão deve assumir como construtor da vida em Deus na nova cultura.

Necessitamos de uma Igreja que reza para dar vitalidade a sua fé. Oração pessoal, comunitária e litúrgica, sabendo que tudo isto expressa sintonia com os compromissos do batismo, no caminho de salvação. Quando rezamos, é a Igreja que reza. Que o Ano da Fé seja de mais oração e de maior compromisso com o conteúdo perene da fé contido e proclamado na recitação, ou na profissão de fé, isto é, no Credo.

Diz o Papa que “o Ano da Fé seja uma ocasião para intensificar o testemunho da caridade”, porque a fé sem caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento sujeito a dúvidas. Fé e caridade são fontes de testemunho de vida cristã, capaz de atrair outros a entrar pela porta da fé. Só na caridade que a nossa fé se torna testemunho que anuncia a salvação e atrai as pessoas para a vida cristã.

Acreditar em Deus significa aceitar livremente o mistério da fé. Para isto temos que usar todos os momentos formativos, tendo como uma das fontes o Catecismo da Igreja Católica. Estando conscientes, devemos ir ao encontro daqueles que ainda não fizeram a experiência de crer. A “Nova Evangelização” exige que, neste ano, seja reavivado o nosso zelo apostólico, que é sempre a alegria de partilhar a esperança com quem ainda não percebe os mistérios de Deus.

Esperamos que toda nossa Arquidiocese se mobilize, de forma efetiva, dentro do pedido de Bento XVI para o Ano da Fé. Isto deve acontecer nas celebrações, na catequese, nos momentos formativos, nos encontros de casais, de jovens, nos grupos de reflexão, na convivência familiar e comunitária etc. É um tempo privilegiado da ação do Espírito Santo na vida da Igreja e, de modo especial, para nossa Igreja Particular.

Maria, a Mãe de Jesus Cristo, e nossa Mãe, a “Estrela da Evangelização”, também da “Nova Evangelização”, seja o itinerário do Ano da Fé para todos nós. Ela, aberta ao convite do Anjo e determinada no seu SIM, seja nossa guia, com o título de Nossa Senhora da Abadia, padroeira da cidade de Uberaba e de paróquias de nossa Arquidiocese. Que Deus, através dela, nos abençoe.

Uberaba, 11 de outubro de 2012.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo Metropolitano.
COMISSÃO DIOCESANA DE CATEQUESE É APRESENTADA AO BISPO DIOCESANO DOM JOSÉ GONZALEZ ALONSO‏
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A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras se reuniu na manhã de ontem dia 13, com a finalidade de dar continuidade aos preparativos para o 1º Congresso Diocesano de Catequese que se realizará de 16 a 18 de novembro no Centro Pastoral na cidade de Cajazeiras/PB. Em seguida o Pe. Franciarley Duarte – Coordenador Diocesano de Catequese apresentou a comissão ao nosso Bispo DicesanoDom José González Alonso. Na ocasião, o Sr. Bispo pediu que a comissão apresentasse e apresentasse as metas de trabalho, como também o trabalho já realizado. Em seguida deu algumas orientações sobre a catequese, e insistiu que alertasse os Padres das Paróquias da Diocese sobre os novos métodos catequéticos.
Outubro: Mês das Missões
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O mês de outubro é, para a Igreja Católica em todo o mundo, o período no qual são intensificadas as iniciativas de informação, formação, animação e cooperação em prol da Missão universal. O objetivo é promover e despertar a consciência, a vida e as vocações missionárias, bem como realizar uma Coleta mundial para o sustento de atividades de promoção humana e evangelização nos cinco continentes, sobretudo em países onde os cristãos são ainda uma minoria e as necessidades materiais são mais urgentes.
A Campanha Missionária acontece durante o mês de outubro e procura envolver todos os cristãos, com os grupos e as comunidades, nas Dioceses e Regionais. É um tempo propício, para refletir sobre a nossa responsabilidade com a missão universal. Assim o tema proposto, “Brasil missionário, partilha tua fé”, quer motivar e valorizar o que já fazemos e o quanto precisamos avançar. É nosso compromisso viver a solidariedade, a partilha e a ajuda mútua em todas as partes do mundo, seja na oração, no testemunho e na generosidade com a oferta.

As POM do Brasil querem ajudar a despertar e criar em cada cristão maior consciência e espírito missionário. Na vida e ação pessoal e comunitária, precisamos responder ao mandato de Jesus: “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28, 19-20).
No Brasil, Cardeal Hummes abriu o Ano da Fé
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O Ano da Fé, que foi oficialmente aberto pelo Papa Bento XVI em Roma nesta quinta-feira, teve também um marco oficial na Igreja do Brasil ontem, 12 de outubro, data em que se comemorou a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. A abertura se deu durante a missa solene da festa no Santuário Nacional, às 10h, que teve a presidência do Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo, Dom Cláudio Hummes.
A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convidou Dom Claudio para presidir a Celebração Eucarística porque o Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, está em Roma onde participou da abertura a convite do papa.

Dom Damasceno explicou que esta não é a primeira vez em que o Papa proclama um Ano da Fé. “O Papa Paulo VI, que é hoje venerado como Servo de Deus, proclamou também o Ano da Fé em 1967”.

O presidente da CNBB ressaltou ainda que Bento XVI, na Carta Apostólica Porta fidei (Porta da Fé), recorda a beleza e a centralidade da fé a nível pessoal e comunitário e fazê-lo em uma dimensão missionária.

“Precisamos fazer com que a beleza e a centralidade da fé cheguem até as pessoas que não conhecem Jesus Cristo e também na ótica da nova evangelização, isto é, fazer com que as pessoas que foram evangelizadas, mas que se esqueceram de Jesus recuperem a sua fé e retornem a vida da comunidade”, acrescentou o Cardeal.

Dom Damasceno reforçou que o Ano da Fé deve ser um momento para propor a leitura dos documentos do Concílio Vaticano II e aprofundar a sua reflexão para encontrar uma luz para nos guiar como cristãos no mundo de hoje.

“Portanto, a renovação da fé deve ser prioridade, um compromisso de toda a Igreja nos nossos dias”, acrescentou.
Homilia de Dom Cláudio Hummes para o Ano da Fé
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Beatificados os primeiros bem-aventurados do Ano da Fé
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Após o Angelus deste domingo, 14, o Papa Bento XVI destacou que nesse sábado, 13, foram beatificados os primeiros bem-aventurados do Ano da Fé: Federico Bachstein e outros 13 irmãos da Ordem dos Frades Menores.

A beatificação ocorreu em Praga, na República Tcheca.

O Santo Padre recordou que eles foram mortos em 1611 por causa de sua fé, portanto, foram mártires. "[Isso] nos recorda que crer em Cristo significa estar dispostos também a sofrer com Ele e por Ele", disse Bento XVI.

O Ano da fé teve início na quinta-feira, 11 de outubro, e prossegue até 24 de novembro de 2013. A proposta do Pontífice é que este seja um tempo de reflexão para que fiéis católicos de todo o mundo possam redescobrir os valores da sua fé.
O Ano da Fé
Dom Murilo S. R. Krieger, scj
Arcebispo de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil
Quinta-feira passada, dia 11 de outubro, em Roma, o Papa Bento XVI abriu o Ano da Fé. Desde então, ressoa na Igreja um insistente convite para todos os fiéis: o de buscarmos uma autêntica conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. As razões para a instituição desse Ano foram basicamente duas: celebrar o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II (1962-1965), uma “grande graça de que se beneficiou a Igreja no século XX”, e comemorar os vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, aprovado com a finalidade de “ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé”.

Ao longo deste Ano da Fé, que se encerrará no dia 24 de novembro do próximo ano, seremos convidados (1º) a intensificar uma ampla reflexão sobre a fé, para ajudar todos os fiéis em Cristo a se renovarem sua adesão ao Evangelho; (2º) a confessar a fé no Senhor Ressuscitado, em nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, em nossas casas e no meio de nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé recebida; e (3º) a descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada.

Bento XVI nos lembra que, nos primeiros séculos do cristianismo, os cristãos eram obrigados a decorar o Credo, rezado diariamente por todos, para não se esquecerem dos compromissos assumidos no dia do Batismo; renovavam, assim, continuamente, a decisão de viver sempre com o Senhor. Mostravam desta forma que a fé não é somente um ato particular, interior, mas supõe um testemunho e um compromisso público: “Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida. Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a nele crer e a beber em sua fonte, de onde jorra água viva”.

Nossa fé tem como fundamento o Senhor Ressuscitado. À medida que vivermos por Cristo, com Cristo e em Cristo compreenderemos as razões pelas quais acreditamos, e teremos condições de testemunhá-lo àqueles que o procuram de mil maneiras, mesmo que não conheçam seu nome e seu rosto. Essas pessoas perceberão que não anunciamos ou seguimos uma teoria, mas que encontramos em nossa vida uma Pessoa viva, que vive na Igreja e ilumina nossa própria existência. Por isso mesmo, ao longo deste Ano da Fé, deveremos manter o olhar fixo em Jesus Cristo, “autor e consumador da fé” (Hb 12,2). Ele é a resposta aos corações inquietos. Nele tudo encontra plena realização: as alegrias e os sofrimentos, “o perdão diante da ofensa recebida e a vitória da vida sobre o vazio da morte”. Ao encontrá-lo, muitos dirão, com Santo Agostinho: “Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu te amei! Eis que habitavas dentro de mim e eu te procurava do lado de fora. Estavas comigo, mas eu não estava contigo!”

Um dia, depois de terem ouvido uma pregação de Jesus, na qual o Mestre insistia na necessidade de perdoar sempre, os apóstolos lhe pediram: “Aumenta a nossa fé!” (Lc 17,5). Eles haviam percebido que somente na fé, dom de Deus, podiam estabelecer uma relação pessoal com ele e colocar em prática seus ensinamentos. Com isso aprendemos que evangelizar é levar alguém ao encontro com Jesus Cristo, que nos transforma, nos reúne e nos introduz em uma vida nova. Aprendemos, também, que a fé não é somente uma doutrina, uma sabedoria, um conjunto de regras morais ou uma tradição: ela é um encontro real, uma relação com Jesus Cristo.

O Ano da Fé é um convite a nos tornarmos sinais vivos da presença do Ressuscitado no mundo. Ilumine-nos, ao longo desse Ano, as palavras do apóstolo Pedro: “Sem terdes visto o Senhor, vós o amais. Sem que agora o estejais vendo, credes nele. Isso será para vós fonte de alegria inefável e gloriosa, pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa salvação” (1 Pe 1,8-9). Animemo-nos, pois o Senhor Jesus derrotou o mal e a morte, venceu o poder do maligno e nos dá a graça de sermos vitoriosos.
O sol como fonte de energia e de vida
Dom Pedro Luiz Stringhini
Bispo de Mogi das Cruzes (SP)

O sol, na espiritualidade cristã e na liturgia da Igreja, aparece como sinal da luz de Deus, que é vida e gera vida. Na realidade, a luz solar é um dom de Deus essencial para a existência, a reprodução e a preservação de todas as formas de vida no Planeta Terra. Não de forma direta e exclusiva, pois seu calor aniquilaria a vida. Contudo, na harmonia e equilíbrio cósmicos, sua luz chega à Terra filtrado pela rica estrutura de gases e umidade que compõem a atmosfera, diminuindo de forma equilibrada a quantidade de raios prejudiciais e possibilitando, dessa forma, uma temperatura favorável à biodiversidade.

Nas últimas décadas, a humanidade foi tomando consciência de que não pode mais depender dos bens fósseis, especialmente o petróleo, o carvão e o gás, para gerar a energia que necessita para praticamente tudo na vida. De fato, a queima desses bens libera o dióxido de carbono neles contido e o emite para a atmosfera. Aumentando a quantidade relativa desses gases, que têm como função guardar parte do calor do sol que retorna do solo terrestre, dá-se o aumento geral médio da temperatura na Terra.

Esse aquecimento provoca mudanças na direção e intensidade dos ventos, na formação de nuvens, na forma de precipitação das chuvas, no degelo das águas congeladas nos pólos e nos picos das cordilheiras, no aumento do nível das águas dos mares, na formação de furacões cada vez mais intensos, no aumento dos tempos de estiagem em diferentes áreas do Planeta, de modo especial nas regiões semi-áridas.

Por isso, é vital para a humanidade, e para sua relação de responsabilidade com todos os demais seres vivos e com a própria Terra, buscar outras fontes de geração de energia e, ao mesmo tempo, empreender esforços para diminuir essa necessidade, adotando um estilo de vida mais simples e menos consumista. Nessa perspectiva, os avanços tecnológicos podem tornar possível a transformação dos raios do sol que atingem o planeta em energia elétrica. Isto é ao mesmo tempo uma boa notícia e também uma prioridade e uma responsabilidade.

A política energética brasileira não está levando em consideração o abundante potencial solar do País. Pelo contrário, continua dependendo de grandes obras de represamento dos rios e de centrais termoelétricas e nucleares. Países de menor potencial solar e eólico já envidam esforços, com sucesso, para valorizar o sol e os ventos na captação de energia, apresentando resultados que poderiam servir ao Brasil de exemplo de política energética.

Este é o motivo e o sentido da campanha que está sendo promovida pelo Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social: tornar conhecida pela população a imensa potencialidade de geração de energia solar no Brasil e pressionar os governantes para que mudem a política energética, assumindo a produção descentralizada de energia fotovoltaica como a fonte alternativa às grandes obras hidrelétricas na Amazônia e as pequenas centrais hidrelétricas construídas nos médios rios em todo o país, e abandonar em definitivo a construção de centrais termoelétricas e usinas nucleares.

O que se almeja não é a construção de “fazendas de energia solar fotovoltaica”, pois a energia continuaria sendo uma mercadoria a ser transportada para ser vendida. Deseja-se, ao contrário, que os tetos das casas, prédios, empresas, hospitais, colégios, templos, universidades e demais espaços públicos se tornem mini, micro ou médios produtores de energia pela transformação dos raios de sol em energia elétrica, utilizando a rede pública existente no sentido contrário: para levar o que não for consumido em cada unidade de produção para os grandes consumidores – as indústrias de diferentes tipos.

O Fórum ( fclimaticas@gmail.com ; telefone 61.3447.8722) está publicando subsídios de apoio à campanha. Cada cidadão pode obter e utilizar, contribuindo e fazendo sua parte na luta pela vida, pelo respeito ao ser humano e na preservação do meio ambiente. Tudo faz parte da obra de Deus, de sua vontade e seu amor.
Credo do povo de Deus (Papa Paulo VI)
Embora a abertura oficial do ANO DA FÉ, proclamada pelo Papa Bento XVI, teve seu início dia 11 de outubro, os que assistiram, pela Rede Vida, a celebração da festa de nossa padroeira Nossa Senhora Aparecida, perceberam que no Brasil –oficialmente- a abertura do Ano da Fé se deu dia 12.

E, certamente, para surpresa de muitos, inclusive minha, foi proclamado um Credo diferente do que habitualmente costumamos professar.

Esse Credo foi elaborado e professado pelo Papa Paulo VI na Liturgia solene de encerramento da celebração do XIX centenário do martírio dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, mesmo ano que foi denominado "Ano da Fé". Isso em 30 de junho de 1968.

Em seu discurso de encerramento, Paulo VI dizia, referindo-se ao Ano da Fé; “ Nós o dedicamos à comemoração dos Apóstolos, não só com a intenção de testemunhar nossa vontade inquebrantável de conservar sem corrupção o depósito da Fé (cf. 1Tm 6,20) que eles nos transmitiram, senão também para confirmar o nosso propósito de relacionar a mesma Fé com a vida dos tempos atuais, em que a Igreja deve peregrinar no mundo”.

E convidou à profissão de fé: “vamos fazer uma profissão de fé, recitar uma fórmula de "Credo" que, embora não se deva chamar estritamente definição dogmática, contudo repete, quanto à substância, a fórmula de Nicéia - a fórmula da imortal Tradição da Santa Igreja de Deus - com algumas explicações exigidas pelas condições espirituais de nossa época”. E continuou: “queremos prestar à Majestade Suprema de Deus a homenagem de uma profissão de fé. E como outrora, em Cesaréia de Felipe, Simão Pedro, em nome dos Doze Apóstolos, à margem das opiniões humanas, confessou ser Cristo verdadeiramente o Filho de Deus vivo, assim também hoje o seu humilde sucessor, Pastor da Igreja universal, em nome de todo o Povo de Deus, eleva a sua voz para dar firmíssimo testemunho da Verdade divina, que só foi confiada à Igreja para que ela anuncie a todas as nações. Queremos que esta nossa profissão de fé seja suficientemente explícita e completa para satisfazer, de maneira adequada, à necessidade de luz que angustia a tantos fiéis e a todos aqueles que no mundo buscam a Verdade, seja qual for o grupo espiritual a que pertençam. Portanto, para a glória de Deus onipotente e Senhor nosso, Jesus Cristo; confiando no auxílio da Santíssima Virgem Maria e dos Bem-Aventurados Pedro e Paulo; para utilidade e progresso espiritual da Igreja; em nome de todos os sagrados Pastores e de todos os fiéis cristãos; em plena comunhão convosco, irmãos e filhos caríssimos, vamos pronunciar agora esta profissão de fé:

1. Cremos em um só Deus - Pai, Filho e Espírito Santo - Criador das coisas visíveis - como este mundo, onde se desenrola nossa vida passageira -, Criador das coisas invisíveis - como são os puros espíritos, que também chamamos anjos -, Criador igualmente, em cada homem, da alma espiritual e imortal.

2. Cremos que este Deus único é tão absolutamente uno em sua essência santíssima como em todas as suas demais perfeições: na sua onipotência, na sua ciência infinita, na sua providência, na sua vontade e no seu amor. Ele é Aquele que é, conforme Ele próprio revelou a Moisés (cf. Ex 3,14); Ele é Amor como nos ensinou o Apóstolo São João (cf. 1Jo 4,8); de tal maneira que estes dois nomes - Ser e Amor - exprimem inefavelmente a mesma divina essência Daquele que se quis manifestar a nós e que, habitando uma luz inacessível (cf 1Tm 6,16), está, por si mesmo, acima de todo nome, de todas as coisas e de todas as inteligências criadas. Só Deus pode dar-nos um conhecimento exato e pleno de si mesmo, revelando-se como Pai, Filho e Espírito Santo, de cuja vida eterna somos pela graça chamados a participar, aqui na terra, na obscuridade da fé, e, depois da morte, na luz sempiterna. As relações mútuas, que constituem eternamente as Três Pessoas, sendo, cada uma delas, o único e mesmo Ser Divino, perfazem a bem-aventurada vida íntima do Deus Santíssimo, infinitamente acima de tudo o que podemos conceber à maneira humana. Entretanto, rendemos graças à Bondade divina pelo fato de poderem numerosíssimos crentes dar testemunho conosco, diante dos homens, sobre a unidade de Deus, embora não conheçam o mistério da Santíssima Trindade.

3. Cremos, portanto, em Deus Pai que desde toda a eternidade gera o Filho; cremos no Filho, Verbo de Deus que é eternamente gerado; cremos no Espírito Santo, Pessoa incriada, que procede do Pai e do Filho como Amor sempiterno de ambos. Assim nas três Pessoas Divinas que são igualmente eternas e iguais entre si, a vida e a felicidade de Deus perfeitamente uno superabundam e se consumam na superexcelência e glória próprias da Essência incriada; e sempre se deve venerar a unidade na Trindade e a Trindade na unidade.
4. Cremos em Nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus. Ele é o Verbo eterno, nascido do Pai antes de todos os séculos e consubstancial ao Pai, homoousious to Patri. Por Ele tudo foi feito. Encarnou por obra do Espírito Santo, de Maria Virgem, e se fez homem. Portanto, é igual ao Pai, segundo a divindade, mas inferior ao Pai, segundo a humanidade, absolutamente uno, não por uma confusão de naturezas (que é impossível), mas pela unidade da pessoa.
5. Ele habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Anunciou e fundou o Reino de Deus, manifestando-nos em si mesmo o Pai. Deu-nos o seu mandamento novo de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou. Ensinou-nos o caminho das bem-aventuranças evangélicas, isto é: a ser pobres de espírito e mansos, a tolerar os sofrimentos com paciência, a ter sede de justiça, a ser misericordiosos, puros de coração e pacíficos, a suportar perseguição por causa da virtude. Padeceu sob Pôncio Pilatos, Cordeiro de Deus que carregou os pecados do mundo, e morreu por nós pregado na Cruz, trazendo-nos a salvação pelo seu Sangue redentor. Foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia pelo seu próprio poder, elevando-nos por esta sua ressurreição a participarmos da vida divina que é a graça. Subiu ao céu, de onde há de vir novamente, mas então com glória, para julgar os vivos e os mortos, a cada um segundo os seus méritos: os que corresponderam ao Amor e à Misericórdia de Deus irão para a vida eterna; porém os que os tiverem recusado até a morte serão destinados ao fogo que nunca cessará. E o seu reino não terá fim.

6. Cremos no Espírito Santo, Senhor que dá a vida e que com o Pai e o Filho é juntamente adorado e glorificado. Foi Ele que falou pelos profetas e nos foi enviado por Jesus Cristo, depois de sua ressurreição e ascensão ao Pai. Ele ilumina, vivifica, protege e governa a Igreja, purificando seus membros, se estes não rejeitam a graça. Sua ação, que penetra no íntimo da alma, torna o homem capaz de responder àquele preceito de Cristo: "Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste" (cf. Mt 5,48).

7. Cremos que Maria Santíssima, que permaneceu sempre Virgem, tornou-se Mãe do Verbo Encarnado, nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo; e que por motivo desta eleição singular, em consideração dos méritos de seu Filho, foi remida de modo mais sublime), e preservada imune de toda a mancha do pecado original; e que supera de longe todas as demais criaturas, pelo dom de uma graça insigne.

8. Associada por um vínculo estreito e indissolúvel aos mistérios da Encarnação e da Redenção(12), a Santíssima Virgem Maria, Imaculada, depois de terminar o curso de sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial; e, tornada semelhante a seu Filho, que ressuscitou dentre os mortos, participou antecipadamente da sorte de todos os justos. Cremos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no céu a desempenhar seu ofício materno, em relação aos membros de Cristo, cooperando para gerar e desenvolver a vida divina em cada uma das almas dos homens que foram remidos.
9. Cremos que todos pecaram em Adão; isto significa que a culpa original, cometida por ele, fez com que a natureza, comum a todos os homens, caísse num estado no qual padece as consequências dessa culpa. Tal estado já não é aquele em que no princípio se encontrava a natureza humana em nossos primeiros pais, uma vez que se achavam constituídos em santidade e justiça, e o homem estava isento do mal e da morte. Portanto, é esta natureza assim decaída, despojada de dom da graça que antes a adornava, ferida em suas próprias forças naturais e submetidas ao domínio da morte, é esta que é transmitida a todos os homens. Exatamente neste sentido, todo homem nasce em pecado. Professamos, pois, segundo o Concílio de Trento, que o pecado original é transmitido juntamente com a natureza humana, pela propagação e não por imitação, e se acha em cada um como próprio.

10. Cremos que Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo Sacrifício da Cruz, nos remiu do pecado original e de todos os pecados pessoais, cometidos por cada um de nós; de sorte que se impõe como verdadeira a sentença do Apóstolo: "onde abundou o delito, superabundou a graça" (cf. Rm 5,20).

11. Cremos professando num só Batismo, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para a remissão dos pecados. O Batismo deve ser administrado também às crianças que não tenham podido cometer por si mesmas pecado algum; de modo que, tendo nascido com a privação da graça sobrenatural, renasçam da água e do Espírito Santo para a vida divina em Jesus Cristo.

12. Cremos na Igreja una, santa, católica e apostólica, edificada por Jesus Cristo sobre a pedra que é Pedro. Ela é o Corpo Místico de Cristo, sociedade visível, estruturada em órgãos hierárquicos e, ao mesmo tempo, comunidade espiritual. Igreja terrestre, Povo de Deus peregrinando aqui na terra, e Igreja enriquecida de bens celestes, germe e começo do Reino de Deus, por meio do qual a obra e os sofrimentos da Redenção continuam ao longo da história humana, aspirando com todas as forças a consumação perfeita, que se conseguirá na glória celestial após o fim dos tempos. No decurso do tempo, o Senhor Jesus forma a sua Igreja pelos Sacramentos que emanam de sua plenitude. Por eles a Igreja faz com que seus membros participem do mistério da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, pela graça do Espírito Santo que a vivifica e move. Por conseguinte, ela é santa, apesar de incluir pecadores no seu seio; pois em si mesma não goza de outra vida senão a vida da graça. Se realmente seus membros se alimentam dessa vida, se santificam; se dela se afastam, contraem pecados e impurezas espirituais, que impedem o brilho e a difusão de sua santidade. É por isso que ela sofre e faz penitência por esses pecados, tendo o poder de livrar deles a seus filhos, pelo Sangue de Cristo e pelo dom do Espírito Santo.

13. Herdeira das promessas divinas e filha de Abraão segundo o Espírito, por meio daquele povo de Israel, cujos livros sagrados guarda com amor e cujos Patriarcas e Profetas venera com piedade; edificada sobre o fundamento dos Apóstolos, cuja palavra sempre viva e cujos poderes, próprios de Pastores, vem transmitindo fielmente de geração em geração, no sucessor de Pedro e nos Bispos em comunhão com ele; gozando enfim da perpétua assistência do Espírito Santo, a Igreja tem o encargo de conservar, ensinar, explicar e difundir a Verdade que Deus revelou aos homens, veladamente de certo modo pelos Profetas, e plenamente pelo Senhor Jesus. Nós cremos todas essas coisas que estão contidas na Palavra de Deus por escrito ou por tradição, e que são propostas pela Igreja, quer em declaração solene quer no Magistério ordinário e universal, para serem cridas como divinamente reveladas. Nós cremos na infalibilidade de que goza o Sucessor de Pedro, quando fala ex cathedra, como Pastor e Doutor de todos os cristãos e que reside também no Colégio dos Bispos, quando com o Papa exerce o Magistério supremo.

14. Cremos que a Igreja, fundada por Cristo e pela qual Ele orou, é indefectivelmente una, na fé, no culto e no vínculo da comunhão hierárquica. No seio desta Igreja, a riquíssima variedade dos ritos litúrgicos e a diversidade legítima do patrimônio teológico e espiritual ou de disciplinas peculiares, longe de prejudicar a unicidade, antes a declaram.

15. Reconhecendo também que fora da estrutura da Igreja de Cristo existem muitos elementos de santificação e de verdade, que como dons próprios da mesma Igreja impelem à unidade católica, e crendo, por outra parte, na ação do Espírito Santo que suscita em todos os discípulos de Cristo o desejo desta unidade, esperamos que os cristãos que ainda não gozam da plena comunhão com a única Igreja, se unam afinal num só rebanho sob um único Pastor.
16. Cremos que a Igreja é necessária para a Salvação, pois só Cristo é o Mediador e caminho da salvação, e Ele se torna presente a nós no seu Corpo que é a Igreja. Mas o desígnio divino da Salvação abrange a todos os homens; e aqueles que, ignorando sem culpa o Evangelho de Cristo e sua Igreja, procuram, todavia a Deus com sincero coração, e se esforçam, sob o influxo da graça, por cumprir com obras a sua vontade, conhecida pelo ditame da consciência, também esses, em número, aliás, que somente Deus conhece, podem conseguir a salvação eterna.

17. Cremos que a Missa, celebrada pelo sacerdote, que representa a pessoa de Cristo, em virtude do poder recebido no sacramento da Ordem, e oferecida por ele em nome de Cristo e dos membros do seu Corpo Místico, é realmente o Sacrifício do Calvário, que se torna sacramentalmente presente em nossos altares. Cremos que, como o Pão e o Vinho consagrados pelo Senhor, na última ceia, se converteram no seu Corpo e Sangue, que logo iam ser oferecidos por nós na Cruz; assim também o Pão e o Vinho consagrados pelo sacerdote se convertem no Corpo e Sangue de Cristo que assiste gloriosamente no céu. Cremos ainda que a misteriosa presença do Senhor, debaixo daquelas espécies que continuam aparecendo aos nossos sentidos do mesmo modo que antes, é uma presença verdadeira, real e substancial.

18. Neste sacramento, pois, Cristo não pode estar presente de outra maneira a não ser pela mudança de toda a substância do pão no seu Corpo, e pela mudança de toda a substância do vinho no seu Sangue, permanecendo apenas inalteradas as propriedades do pão e do vinho, que percebemos com os nossos sentidos. Esta mudança misteriosa é chamada pela Igreja com toda a exatidão e conveniência transubstanciação. Assim, qualquer interpretação de teólogos, buscando alguma inteligência deste mistério, para que concorde com a fé católica deve colocar bem a salvo que na própria natureza das coisas, isto é, independentemente do nosso espírito, o pão e o vinho deixaram de existir depois da consagração, de sorte que o Corpo adorável e o Sangue do Senhor Jesus estão na verdade diante de nós, debaixo das espécies sacramentais do pão e do vinho, conforme o mesmo Senhor quis, para se dar a nós em alimento e para nos associar pela unidade do seu Corpo Místico.

19. A única e indivisível existência de Cristo nosso Senhor, glorioso no céu, não se multiplica, mas se torna presente pelo Sacramento, nos vários lugares da terra, onde o Sacrifício Eucarístico é celebrado. E depois da celebração do Sacrifício, a mesma existência permanece presente no Santíssimo Sacramento, o qual no sacrário do altar é como o coração vivo de nossas igrejas. Por isso estamos obrigados, por um dever certamente suavíssimo, a honrar e adorar, na Sagrada Hóstia que os nossos olhos veem, ao próprio Verbo Encarnado que eles não podem ver, e que, sem ter deixado o céu, se tornou presente diante de nós.

20. Confessamos igualmente que o Reino de Deus, começado aqui na terra na Igreja de Cristo, "não é deste mundo" (cf. Jo 18,36), "cuja figura passa" (cf. 1Cor 7,31), e também que o seu crescimento próprio não pode ser confundido com o progresso da cultura humana ou das ciências e artes técnicas; mas consiste em conhecer, cada vez mais profundamente, as riquezas insondáveis de Cristo, em esperar sempre com maior firmeza os bens eternos, em responder mais ardentemente ao amor de Deus, enfim em difundir-se cada vez mais largamente a graça e a santidade entre os homens. Mas com o mesmo amor, a Igreja é impelida a interessar-se continuamente pelo verdadeiro bem temporal dos homens. Pois, não cessando de advertir a todos os seus filhos que eles "não possuem aqui na terra uma morada permanente" (cf. Hb 13,14), estimula-os também a que contribuam, segundo as condições e os recursos de cada um, para o desenvolvimento da própria sociedade humana; promovam a justiça, a paz e a união fraterna entre os homens; e prestem ajuda a seus irmãos, sobretudo aos mais pobres e mais infelizes. Destarte, a grande solicitude com que a Igreja, Esposa de Cristo, acompanha as necessidades dos homens, isto é, suas alegrias e esperanças, dores e trabalhos, não é outra coisa senão o ardente desejo que a impele com força a estar presente junto deles, tencionando iluminá-los com a luz de Cristo, congregar e unir a todos Naquele que é o seu único Salvador. Tal solicitude, entretanto, jamais se deve interpretar como se a Igreja se acomodasse às coisas deste mundo, ou se tivesse resfriado no fervor com que ela mesma espera seu Senhor e o Reino eterno.

21. Cremos na vida eterna. Cremos que as almas de todos aqueles que morrem na graça de Cristo - quer as que se devem ainda purificar no fogo do Purgatório, quer as que são recebidas por Jesus no Paraíso, logo que se separam do corpo, como sucedeu com o Bom Ladrão -, formam o Povo de Deus para além da morte, a qual será definitivamente vencida no dia da Ressurreição, em que estas almas se reunirão a seus corpos.

22. Cremos que a multidão das almas, que já estão reunidas com Jesus e Maria no Paraíso, constitui a Igreja do céu, onde gozando da felicidade eterna, veem Deus como Ele é (cf. 1Jo 3,2), e participam com os santos Anjos, naturalmente em grau e modo diverso, do governo divino exercido por Cristo glorioso, uma vez que intercedem por nós e ajudam muito a nossa fraqueza, com a sua solicitude fraterna.

23. Cremos na comunhão de todos os fiéis de Cristo, a saber: dos que peregrinam sobre a terra, dos defuntos que ainda se purificam e dos que gozam da bem-aventurança do céu, formando todos juntos uma só Igreja. E cremos igualmente que nesta comunhão dispomos do amor misericordioso de Deus e dos seus Santos, que estão sempre atentos para ouvir as nossas orações, como Jesus nos garantiu: "Pedi e recebereis" (cf. Lc 11,9-10; Jo 16,24). Professando esta fé e apoiados nesta esperança, nós aguardamos a ressurreição dos mortos e a vida do século futuro”.

Bendito seja Deus: Santo, Santo, Santo! Amém.

(Pronunciado diante da Basílica de São Pedro, dia 30 de junho do ano de 1968, sexto do Pontificado do PAPA PAULO VI)

Maria Cecília Rover
Assessora Nacional da Comissão Episcopal para a
Animação Bíblico-Catequética
Mensagem das Pontifícias Obras Missionárias para o Dia Mundial das Missões 2012
A Igreja lembra em outubro, o Mês Missionário. No penúltimo domingo, dia 21, celebramos o Dia Mundial das Missões. Neste fim de semana, gostaríamos que todos vivessem este tempo propício com fé e em unidade.

É um momento forte para a ação missionária em todo o mundo. Todos os cristãos devem sentir o compromisso com o trabalho missionário. É tempo de manifestar nossa solidariedade. A oferta ou coleta missionária é a forma concreta do nosso apoio para as Missões. Somos convidados a motivar e incentivar as pessoas, em nossos grupos e nas celebrações das comunidades, da importância deste gesto concreto.

São milhares de projetos no mundo, que dependem da nossa ajuda. Em países do continente africano, por exemplo, é a única ajuda que recebem através da coleta que as Pontifícias Obras Missionárias (POM) encaminham e chega até os irmãos mais pobres. Sabemos que há necessidades em nosso meio, mas não podemos fechar-nos e deixar de olhar além, pois existem outras realidades com mais carências.

O tema deste mês missionário é muito sugestivo: “Brasil missionário, partilha tua fé”. Temos um bom número de missionários brasileiros que atuam além-fronteiras. Faz bem repartir o recurso humano e nossa oração, mas precisamos também repartir o recurso econômico com a nossa oferta. Sabemos que podemos colaborar mais daquilo que já estamos fazendo. Deus tem sido generoso conosco. Como nós partilhamos ou retribuímos a Deus, tudo o que Ele tem nos dado?

O papa Bento XVI em sua Mensagem ao Dia Mundial das Missões, nos convida a um compromisso maior ante as necessidades do mundo. A fé é dom que nos foi concedido para ser partilhado e que dê frutos, mas a fé deve se transformar em caridade. “Ai de mim, se eu não evangelizar” (1 Cor.9,16).

Sejamos sensíveis, pois, vamos abrir nosso coração e colaboremos com a Missão da nossa Igreja.

Maria, missionária do Pai, nos deu grande testemunho de serviço e partilha. Sigamos seu exemplo e sejamos missionários como Jesus pediu: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinai-os a guardar todas as coisas que vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos (Mt 28, 19 – 20)”.

Padre Camilo Pauletti
Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias do Brasil
MENSAGEM PARA O INÍCIO DO ANO DA FÉ
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Com a Carta Apostólica Porta Fidei, o nosso Papa Bento XVI convocou um ANO DA FÉ. Esse iniciou no dia 11 de outubro, durante o Sínodo dos Bispos do mundo inteiro, em Roma, com o tema “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”, data que comemora o 50º aniversário do início do Vaticano II e 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica, e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo...

Com o ANO DA FÉ, o Papa pretende colocar no centro da atenção de toda a Igreja espalhada pelo mundo aquilo que, desde o início do seu Pontificado, está mais em seu coração: o encontro com Jesus Cristo e a beleza da fé n’Ele.

Por isso o Papa assim se expressa na Carta Porta Fidei que proclama o ANO DA FÉ: “A porta da fé (cf. At 14,17), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Esse caminho tem início no Batismo (cf. Rm 6,4)” (PF n. 1). “Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia de um amor autêntico e duradouro” (PF n. 15).

Por outro lado, a Igreja está bem consciente dos problemas que hoje a fé deve enfrentar e sente cada vez mais atual a pergunta que o próprio Jesus colocou: “O Filho do homem, quando voltar, encontrará ainda a fé sobre a terra?” (Lc 18,8). O próprio Papa já afirmava, no discurso para a apresentação dos votos natalícios à Cúria Romana, no dia 22 de dezembro de 2011: “O cerne da crise da Igreja... é a crise da fé. Se não encontrarmos uma resposta para esta crise, ou seja, se a fé não ganhar de novo vitalidade, tornando-se uma convicção profunda e uma força real, graças ao encontro com Jesus Cristo, permanecerão ineficazes todas as outras reformas”. Do mesmo modo, durante a sua recente viagem à Alemanha, tinha observado: ‘Porventura será preciso ceder à pressão da secularização, tornar-se moderno através de uma mitigação da fé? Naturalmente, a fé deve ser repensada e sobretudo vivida hoje de um modo novo, para se tornar uma realidade que pertença ao presente. Para isso ajuda não a mitigação da fé, mas somente o vivê-la integralmente no nosso hoje. Esta é nossa tarefa central: o crer de modo mais profundo e vivo. Não serão as táticas a salvar-nos, a salvar o cristianismo, mas uma fé repensada e vivida de modo novo”.

Todos os(as) catequistas do Brasil, em comunhão com o Papa e toda a Igreja, são chamados a assumir o ANO DA FÉ com toda a força. Por isso, tudo o que somos e faremos ao longo do ano, terá uma grande motivação: REPENSAR E VIVER a fé, respondendo positivamente ao desejo do Papa: “que o ANO DA FÉ, em cada crente, suscite o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança” (PF 9).

Também, com o Papa Bento XVI, quero “confiar este tempo de graça à Mãe de Deus, proclamada ‘feliz por que acreditou’ (cf. Lc 1, 45)” (PF15).

Dom Jacinto Bergmann
Arcebispo Metropolitano de Pelotas e
Presidente da Comissão Nacional de Animação Bíblico-Catequética
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O Papa Bento XVI recebeu na manhã desta sexta-feira, 12, alguns bispos que participaram do Concílio Ecumênico Vaticano II como Padres conciliares. Também estiveram presentes no encontro patriarcas e arcebispos das Igrejas católicas orientais e presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo.

Em seu discurso, Bento XVI destacou que o cristianismo é sempre novo, de forma que não deve ser considerado como algo do passado. “O Cristianismo é marcado pela presença do Deus eterno, que entrou no tempo e está presente em todo o tempo, para que cada tempo surja do seu poder criador, do seu eterno ‘hoje’”.

Leia AQUI o discurso de Bento XVI>>> http://www.paroquiasaofranciscoassis.net.br/registrodiverso.asp?id=163

O Papa comparou o cristianismo a uma árvore que está sempre em perene “aurora”, sempre jovem. Porém, ele fez a ressalva de que esta “atualização” não significa rompimento com a tradição, mas exprime a contínua vitalidade. “...devemos levar o 'hoje' de nosso tempo no 'hoje' de Deus”, disse.

Bento XVI destacou ainda que o Concílio foi um tempo de graça em que a Igreja aprendeu com o Espírito Santo que, ao longo de seu caminho na história, precisa falar ao homem contemporâneo. “... mas isso só pode acontecer pelo poder daqueles que têm raízes profundas em Deus, deixam-se guiar por Ele e vivem com pureza a própria fé; não vem daqueles que estão se adaptando ao tempo que passa, daqueles que escolhem o caminho mais confortável”.

Por fim, o Papa definiu como preciosa a memória do passado, mas ressaltou que esta não é um fim em si mesma. Ele disse que o Ano da Fé sugere o melhor modo de recordar e comemorar o Concílio. Este modo é voltar as atenções para o coração da mensagem do Concílio, que nada mais é do que a mensagem da fé em Cristo.

“Desejo sinceramente que todas as Igrejas particulares encontrem, na celebração deste Ano, a ocasião para o sempre necessário retorno à fonte viva do Evangelho, ao encontro transformador com a pessoa de Jesus Cristo”, finalizou.
Discurso do Papa aos participantes do Concílio Vaticano II
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DISCURSO
Encontro com alguns bispos que participaram do Concílio Vaticano II como Padres conciliares, Patriarcas e arcebispos das Igrejas Católicas Orientais e presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo
Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano
Sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Venerados e caros irmãos,


Nós nos encontramos hoje, depois da solene celebração que ontem nos reuniu na Praça São Pedro. A saudação cordial e fraterna que ora desejo vos oferecer vem da comunhão profunda que só a Celebração eucarística é capaz de criar. Nessa se tornam visíveis, quase tangíveis, aqueles vínculos que nos une enquanto membros do Colégio episcopal, reunidos com o Sucessor de Pedro.

Em vossas faces, caros Patriarcas e Arcebispos das Igrejas orientais católicas, caros Presidentes das Conferências Episcopais do mundo, vejo também as centenas de bispos que em todas as regiões da terra estão empenhados no anúncio do Evangelho e no serviço da Igreja e do homem, em obediência ao mandato recebido de Cristo. Mas uma saudação particular quero dirigir hoje a vós, caros Irmãos que tiveram a graça de participar como Padres no Concílio Ecumênico Vaticano II. Agradeço ao Cardeal Arinze, que expressou vossos sentimentos, e neste momento tenho presente na oração e no afeto o grupo inteiro – quase setenta – de bispos ainda vivos que tomaram parte dos trabalhos conciliares. Na resposta ao convite para esta comemoração, à qual não puderam estar presente por causa da idade avançada e da saúde, muitos deles lembraram com palavras comoventes aqueles dias, assegurando a união espiritual neste momento, também com a oferta de seus sofrimentos.

São tantas as recordações que emergem da nossa mente e que todo mundo gravou bem no coração daquele período tão vivo, rico e fecundo que foi o Concílio; não quero, porém, estender-me demais, mas – retomando alguns elementos da minha homilia de ontem – gostaria de recordar somente como uma palavra, lançada pelo Beato João XXIII quase de modo programático, retornava continuamente nos trabalhos conciliares: a palavra “atualização”.

Após cinquenta anos da abertura daquela solene Assembleia da Igreja, qualquer um se perguntará se essa expressão não foi, talvez desde o início, não de todo feliz. Penso que sobre a escolha das palavras poderia-se discutir por horas e se encontrariam opiniões continuamente conflitantes, mas estou convencido de que a intuição que o Beato João XXIII resumiu com esta palavra tem sido e ainda é precisa. O Cristianismo não deve ser considerado como “algo do passado”, nem deve ser visto com o olhar perenemente voltado “para trás”, porque Jesus Cristo é ontem, hoje e por toda a eternidade (cfr Eb 13,8). O Cristianismo é marcado pela presença do Deus eterno, que entrou no tempo e está presente em todo o tempo, para que cada tempo surja do seu poder criador, do seu eterno “hoje”.

Por isso o Cristianismo é sempre novo. Não devemos nunca vê-lo como um árvore totalmente desenvolvida a partir da semente de mostarda evangélica, que cresceu, deu os seus frutos, e um belo dia envelhece e chega ao fim da sua energia vital. O Cristianismo é uma árvore que está, por assim dizer, em perene “aurora”, é sempre jovem. E esta realidade, esta “atualização” não significa rompimento com a tradição, mas exprime a contínua vitalidade; não significa reduzir a fé, reduzindo-a à moda dos tempos, ao medidor que nos agrada, que agrada à opinião pública, mas é o contrário: exatamente como fizeram os Padres conciliares, devemos trazer o "hoje" que vivemos na medida do acontecimento cristão, devemos levar o "hoje" de nosso tempo no "hoje" de Deus.

O Concílio foi um tempo de graça no qual o Espírito Santo nos ensinou que a Igreja, no seu caminho ao longo da história, precisa sempre falar ao homem contemporâneo, mas isso só pode acontecer pelo poder daqueles que têm raízes profundas em Deus, deixam-se guiar por Ele e vivem com pureza a própria fé; não vem daqueles que estão se adaptando ao tempo que passa, daqueles que escolhem o caminho mais cômodo. O Concílio tinha bem claro, quando na Constituição dogmática sobre a Igreja Lumen Gentium, no número 49, afirmou que todos na Igreja são chamados à santidade, segundo os dizeres do Apóstolo Paulo “Esta, de fato, é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Ts 4,3): a santidade mostra a verdadeira face da Igreja, faz entrar no “hoje” eterno de Deus no “hoje” da nossa vida, no “hoje” do homem da nossa época.

Caros irmãos no Episcopado, a memória do passado é preciosa, mas nunca é um fim em si mesma. O Ano da Fé que iniciamos ontem nos sugere o melhor modo de recordar e comemorar o Concílio: concentrar-nos sobre o coração da sua mensagem, que nada mais é do que a mensagem da fé em Cristo, único Salvador do mundo, proclamada ao homem do nosso tempo. Também hoje aquilo que é importante e essencial é levar o raio do amor de Deus ao coração e à vida de cada homem e de cada mulher, e levar os homens e as mulheres de cada lugar e de cada época a Deus. Desejo sinceramente que todas as Igrejas particulares encontrem, na celebração deste Ano, a ocasião para o sempre necessário retorno à fonte viva do Evangelho, ao encontro transformador com a pessoa de Jesus Cristo. Obrigado.

Crisma - 2012
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Reforma na parte interna e externa da Capela da Comunidade Craúnas
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Reforma na parte interna e externa da Igreja
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Missa da Confirmação
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A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos realizou neste dia 26, às 17h a celebração do sacramento da crisma com 46 crismandos, sendo 12 da comunidade Jenipapeiro, 05 da comunidade Santana dos Almeidas, 04 da comunidade Caatinga dos Andrades e 25 da Matriz. A missa foi presidida pelo Reverendíssimo Sr. Bispo Diocesano Dom José González Alonso e concelebrada pelo Pe. Franciarley Duarte - Administrador Paroquial. Na ocasião os crismandos receberam um terço - oferta de Dom José e um cartão com a oração do crismando - oferta da Comissão Paroquial de Catequese. Estavam presentes os catequistas da Pré-Catequese, 1ª Eucaristia, Crisma, Preparação para o Batismo e matrimônio que também receberam a lembrancinha - oferta da Paróquia. Dom José e Pe. Franciarley também receberam uma lembrancinha - ofertada pelos catequistas. Logo após a Santa Missa foi servido o jantar para o Bispo, o Padre Franciarley e os catequistas que estavam presentes.
Missa de Finados
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I Congresso Diocesano de Catequese
A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catequético realizará nos próximos dias 16, 17 e 18 de novembro do corrente ano, o I Congresso Diocesano de Catequese. O Congresso terá como temática, a Iniciação à Vida Cristã: Teorias, Práticas e Vivências Hoje, e será assessorado pelo Padre Élison Silva – Coordenado Regional de Catequese do Regional Nordeste 2.

A organização do evento pede que as paróquias que ainda não confirmaram a presença de seus catequistas, que envie a confirmação até o dia 05 de novembro.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

Sexta - feira - 16 de novembro de 2012

17h - Acolhida

18h - Jantar

19h - Celebração Eucarística

20h - Encaminhamento para o encontro

Sábado - 17 de novembro de 2012

7h - Celebração Eucarística

8h - Café

8h30- Palestra: Iniciação à Vida Cristã, o que é?

9h30 - Perguntas/ partilha

10h - Intervalo

10h30 - Palestra: Iniciação á Vida Cristã nos documentos da Igreja

11h30 - Estudo de texto: Catequese em estilo catecumenal - grupos

12h - Almoço

14h - Retorno

14h30 - Estudo em grupo

15h30 - Plenário

16h - Intervalo

16h30 - Palestra: Elementos fundamentais do catecumenato

17h30 - Banho

18h30 - Jantar

20h - Noite Cultural

Domingo - 18 de novembro de 2012

7h - Celebração Eucarística

8h - Café

8h30 - Palestra: Catecumenato propostas e possibilidades para formação dos catequistas para iniciação

9h30 - Propostas concretas

10h - Intervalo

10h30 - Avaliação do encontro e encaminhamentos

11h30 - Almoço e término do encontro.
I Congresso Diocesano de Catequese
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A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catequético realizará nos próximos dias 16, 17 e 18 de novembro do corrente ano, o I Congresso Diocesano de Catequese. O Congresso terá como temática, a Iniciação à Vida Cristã: Teorias, Práticas e Vivências Hoje, e será assessorado pelo Padre Élison Silva – Coordenado Regional de Catequese do Regional Nordeste 2.

A organização do evento pede que as paróquias que ainda não confirmaram a presença de seus catequistas, que envie a confirmação até o dia 05 de novembro.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

Sexta - feira - 16 de novembro de 2012

17h - Acolhida

18h - Jantar

19h - Celebração Eucarística

20h - Encaminhamento para o encontro

Sábado - 17 de novembro de 2012

7h - Celebração Eucarística

8h - Café

8h30- Palestra: Iniciação à Vida Cristã, o que é?

9h30 - Perguntas/ partilha

10h - Intervalo

10h30 - Palestra: Iniciação á Vida Cristã nos documentos da Igreja

11h30 - Estudo de texto: Catequese em estilo catecumenal - grupos

12h - Almoço

14h - Retorno

14h30 - Estudo em grupo

15h30 - Plenário

16h - Intervalo

16h30 - Palestra: Elementos fundamentais do catecumenato

17h30 - Banho

18h30 - Jantar

20h - Noite Cultural

Domingo - 18 de novembro de 2012

7h - Celebração Eucarística

8h - Café

8h30 - Palestra: Catecumenato propostas e possibilidades para formação dos catequistas para iniciação

9h30 - Propostas concretas

10h - Intervalo

10h30 - Avaliação do encontro e encaminhamentos

11h30 - Almoço e término do encontro.
34ª Assembleia Diocesana
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Durante os dias 08, 09 e 10 de Novembro aconteceu na cidade de Cajazeiras a 34ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Na abertura, tivemos a oração, uma apresentação das Jornadas Mundiais da Juventude, a palavra do Bispo e a síntese das atividades desenvolvidas neste ano.
O fim do mundo
Muita gente está assustada com as previsões feitas para o dia 12/12/2012. Isto não passa de mais um momento de sensacionalismo, daquilo que é próprio de uma cultura cheia de vulnerabilidade e insegurança. Dizem ser o “dia galáctico”, até interpretado como “fim do mundo”. Apenas digo ser verdade que a profecia não é verdade.

O profeta Daniel descreve o fim dos tempos e a evidência da ressurreição (Dn 12, 1-3). Mas tal realidade só pode acontecer por uma intervenção decisiva de Deus, quando cada pessoa receberá o destino de acordo com o seu proceder na terra: uns para a vida eterna e outros para a ignomínia eterna.
Daniel cita a sabedoria como aquilo que constrói o destino das pessoas. Quem age com meios violentos não consegue fazer prevalecer o direito de Deus. É a partir daí que vai acontecer o julgamento divino, “que tarda, mas não falha”. O que vai ficar é a justiça divina e a glória para quem a faz acontecer.
A meta da história está centrada no fato de que é Deus quem a dirige, levando consigo a ideia de seu triunfo final sobre todo o mal. Isto significa que o mundo tem uma meta, a consumação do plano de Deus. Cabe às pessoas uma atitude de vigilância, porque há uma certeza de que o Senhor virá.

Na visão bíblica, parece não existir fim do mundo, mas fim dos tempos, que vai coincidir com o retorno de Jesus Cristo na glória de sua ressurreição. Ele virá para julgar o mundo e a história. O povo eleito, disperso por toda a terra, será reunido e os justos estarão definitivamente com o Senhor.
O cristão deve ter em mente que o fim é acontecimento presente, que influencia seu pensar, julgar e agir. Um presente que é passageiro, transitório, mas apoiado na firmeza da Palavra do Senhor. Só Deus pode determinar o que chamamos de fim dos tempos. O dia vai chegar, mas isto não está nas mãos dos homens, mas de Deus.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
I Congresso Diocesano de Catequese
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Paróquia lança brasão oficial
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Descrição Heráldica

O Escudo: o escudo Suíço na cor prata simboliza a inocência e pureza virtudes essenciais em todos os homens e mulheres fiéis a Deus.


A Cruz: Sinal por excelência instituído pelo próprio Salvador que nela quis derramar todo o seu Preciosíssimo Sangue para nossa redenção.


A Flâmula Superior: Contém o nome da Paróquia, cidade e estado a qual está localizada.


Os Cavalos: Simbolizam o respeito ao valor, docilidade, rapidez, mando. E nesse contexto vem como símbolo da cidade.


A Serra, A Sombra da menina e a Capela: Simbolizam um dos pontos turísticos mais conhecidos de nosso município “ A Serra da Menina”. A capelinha, representa também a Igreja Matriz e todas as capelas que formam a Paróquia São Francisco de Assis.


O Lago Azul: Representa o açude público de nossa cidade o “Cabaibu”.


Os Cachos de Arroz: Representam uma das maiores fontes de renda da Paraíba, e que permeou os anos iniciais da emancipação de nosso município.

A Carnaubeira: Representa uma das árvores mais encontradas na região seca do Nordeste e uma das matérias-primas mais utilizadas na confecção de balaios artesanais de uma das comunidades de nosso município. A comunidade Castanho.

A Flâmula Inferior: Contém o lema de São Francisco de Assis (Padroeiro Paroquial), escrito em latim: “PAZ ET BONUM”. Que traduzida a nossa língua vernácula lemos: “PAZ E BEM”.

Festa da Comunidade Santana dos Almeidas
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A comunidade Santana dos Almeidas juntamente com o Pe. Franciarley Duarte, motivados pelo Ano da Fé e fazendo alusões aos 50 anos da Sacrosanctum Concilium, tendo em vista o centenário da Diocese e os 100 anos da chegada da Imagem de Nossa Senhora da Conceição – padroeira da comunidade, têm a honra de convidar os devotos de Nossa Senhora para participarem da festa da padroeira, dentro de um clima de fé, oração, alegria e reencontro das famílias, filhos ausentes, amigos e visitantes.
A festa acontecerá de 24/11 a 02/12/12.

Participe!
Uma feliz e abençoada festa para todos.

Pe. Franciarley Duarte
e
Comissão Organizadora



Programação Religiosa
DIA: 24/11 – SÁBADO
19:30min - Missa com novena e hasteamento da Bandeira
Presidente: Pe. Franciarley Duarte

DIA: 25/11 – DOMINGO
19:30min – Peregrinação e Novena

DIA: 26/11 – SEGUNDA - FEIRA
19:30min – Missa com Novena – Umburana
Presidente: Pe. Franciarley Duarte

DIA: 27/11 – TERÇA - FEIRA
19:30min - Peregrinação com Novena

DIA: 28/11 – QUARTA - FEIRA
19:30min - Peregrinação com Novena

DIA: 29/11 – QUINTA - FEIRA
19:30min - Peregrinação com Novena

DIA: 30/11 – SEXTA - FEIRA
19:30min - Peregrinação com Novena

DIA: 01/12 – SÁBADO
19:30min - Peregrinação com Novena

DIA: 02/12 – DOMINGO
16:30min – Missa Solene, procissão com a
imagem de Nossa Senhora da Conceição, descerramento da Bandeira e inauguração do Museu.
Presidente: Pe. Franciarley Duarte


Programação Social
DIA: 24/11 - SÁBADO
* Festa Social com o tradicional leilão.
* Rifa de um Kit da Natura

DIA: 02/12 - DOMINGO
* Homenagem aos padrinhos e madrinhas e inauguração do Museu.


Homenagem especial
Ex-professora: Olga Pires de Almeida
Ex-aluna: Josefa Ferreira da Cruz



Cristo Rei
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O Ano Litúrgico, constituído por diversos ciclos, termina com a Festa de Cristo Rei. Jesus nasce com o título de Rei e é agora proclamado pela Igreja como Rei do universo. É o cume de um reinado que foi manifestado num amor extremo, selado na cruz e na glorificação eterna.
Numa visão, o profeta Daniel contempla o trono de Deus e seu juízo sobre o mundo. Ele vê também alguém como “filho de homem” sobre o trono (Dn 7, 9-14). Nos Evangelhos, a expressão “filho de homem” refere-se a Jesus Cristo, àquele que veio do alto para construir o Reino de Deus.

Devemos entender que não são os poderes do mundo que determinam a história, mas sim, aquele que é o Senhor da história, fazendo triunfar o seu Reino. Isto significa que a última palavra sobre o mundo pertence a Deus. É até uma questão de fé e certeza de que as forças do mundo são meramente passageiras.

O centro da história é Jesus Cristo, que veio como Rei, caminha como Rei e termina seu ciclo na terra como Rei. É o mesmo que dizer: “aquele que é, que era e que vem”. Ele é o cumprimento da Aliança feita por Deus com Abraão lá no passado, que só acontece no gesto de doação total na prática do amor.

Mesmo dizendo que o Brasil é o maior país cristão do mundo, Jesus continua sendo o grande desconhecido pelo nosso povo. Desta forma, não criamos paixão por Ele e agimos de forma desregrada, sem compromisso social e ferindo a dignidade das pessoas. Não conseguimos perceber que o amor cristão implica defender a vida do outro, que tem o mesmo direito que nós.

Jesus nunca impôs seu poder através do uso da violência desumana, porque não tinha pretensões egoístas. Sua ação ia além dos limites do mundo e passava por uma prática de testemunho coerente e visível aos olhos da sociedade de seu tempo. Com isto Ele instaurou um reinado que contradiz com os poderes mundanos.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Nota da CNBB sobre a seca no Nordeste
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“Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos em apuros, mas não desesperançados” (2Cor 4,8)

Nós, bispos do Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil -CNBB, reunidos em Brasília-DF, nos dias 27 e 28 de novembro de 2012, vimos manifestar nossa solidariedade aos irmãos e irmãs que sofrem com a seca no Nordeste. Esta situação, que se prolonga de forma desalentadora, exige a soma de esforços e de iniciativas de todos: governo, Igrejas, empresários, sociedade civil organizada - para garantir às famílias a superação de tamanha adversidade.

Os recursos liberados pelo governo e o auxílio das Cáritas Diocesanas e de outras entidades são, sem dúvida, imprescindíveis para o socorro imediato dos afetados por tão longa estiagem, considerada a pior nos últimos 30 anos. Estas iniciativas têm contribuído para diminuir a fome, a mortalidade infantil e o êxodo. Sendo, porém, a seca uma realidade do semiárido brasileiro, é urgente tomar medidas eficazes que possibilitem a convivência com este fenômeno. Considerem-se, para esse fim, o desenvolvimento de políticas públicas específicas para a região e o aproveitamento das potencialidades das populações locais.

Preocupa-nos o risco de colapso hídrico urbano devido à falta de planejamento para um adequado fornecimento de água. Especialistas na área vêm nos mostrando que há meios mais baratos e de maior alcance social do que os megaprojetos, como a transposição dos recursos hídricos do Rio São Francisco, construção de grandes açudes, dentre outros.

No meio rural, as cisternas para a captação de água de chuva, iniciativa da Igreja Católica, mostraram-se eficientes para enfrentar períodos de estiagem prolongada. É importante ampliar essa iniciativa e também investir na construção de cisternas “calçadão” para a produção de hortaliças. Já a aplicação dos recursos financeiros e técnicos necessita ser ampliada e universalizada, levando-se em conta o protagonismo das populações locais e de suas organizações, no campo e na cidade. Torna-se necessário o controle para que os recursos sejam otimizados e cheguem realmente aos mais necessitados. Um planejamento adequado pode garantir soluções permanentes e duradouras que assegurem as condições de vida digna para todos.

A fé e a esperança, distintivos de nossos irmãos nordestinos, animem seus corações nesta hora de sofrimento e de dor. “Esperando contra toda esperança” (Rm 4,18), confiem-se ao Deus da vida e por seu Filho clamem: “Fica conosco, Senhor, porque ao redor de nós as sombras vão se tornando mais densas, e tu és a Luz; em nossos corações se insinua a desesperança, e tu os fazes arder com a certeza da Páscoa” (DAp 554).

Que o Divino Espírito Santo e Maria iluminem e inspirem a todos na esperança e na construção do bem.

Brasília, 28 de novembro de 2012.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Advento
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A vida passa por transformações e se renova. Por isto, iniciamos mais um Ano Litúrgico, começando com o Ciclo do Natal, na certeza de vida renovada. O Natal é celebrado com muitas festas, contemplando o nascimento de um Rei, o Filho de Deus, cumprindo uma promessa feita pelo Senhor ao Rei Davi.

São quatro domingos chamados de “Advento”, que nos despertam, dentro de um itinerário, para a vinda de Jesus Cristo, Àquele que vem de Deus e assume as condições e realidades humanas. Seu objetivo foi de realizar a reta ordem do universo no cumprimento das Leis divinas marcadas no coração das pessoas.

No mundo dos conflitos, da violência e do caos na ordem social, caímos numa situação de temor e angústia. Nossa esperança fica fragilizada e somos incapazes para uma paz de sustentabilidade. Somente em Jesus Cristo podemos encontrar força e coragem para superar as limitações contidas em nossas fraquezas.

O Advento é tempo de preparação para o Natal. É colocar-se de prontidão para acolher Aquele que nasce transformando a história. Hoje isto acontece no coração das pessoas vigilantes e sensíveis às realidades do bem. Este deve ser o caminho do cristão, reconhecendo a presença de Deus em sua vida.

Todo clima natalino, que começa com o Advento, deve fazer aumentar o amor entre as pessoas. É uma realidade que deve acontecer no relacionamento, na convivência familiar, no trabalho, na escola, enfim, na vida real. É importante a consciência de que a fonte de tudo isto está em Deus. É por isto que Ele vem a nós e fica conosco. “O amor de Deus foi derramado em nossos corações” (I Ts 4,9).

Sabemos que a fonte do amor é Deus, mas isto não dispensa o esforço pessoal. Temos que viver o amor no meio dos conflitos e tensões a todo instante. Os afazeres da vida não podem obscurecer a ação de Deus em nossa prática de vida. É Ele quem nos dá sustentação para uma realidade de fraternidade e vida mais feliz.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Conta do Papa no Twitter será apresentada no Vaticano
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Bento XVI terá uma conta na rede social Twitter’. Já em fevereiro deste ano, o Arcebispo Dom Claudio Maria Celli havia revelado que a conta do Papa vai apresentar suas reflexões na oração do Angelus (habitualmente aos domingos), viagens, discursos e mensagens.

O Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais (PCCS), vai apresentar oficialmente a conta no próximo dia 3 de dezembro, na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Além de Dom Claudio Maria Celli, a coletiva terá a presença de Mons. Paul Tighe, secretário do PCCS; do Diretor da Sala de Imprensa, Padre Federico Lombardi; do diretor do jornal do Vaticano, ‘L’Osservatore Romano’, Gian Maria Vian, e do assessor de comunicação da Secretaria de Estado, Greg Burke. Foi anunciada também a presença de Claire Díaz-Ortiz, diretora de Inovação Social do Twitter.

Com esta iniciativa, o Papa demonstra “a sua sensibilidade para as oportunidades que as novas tecnologias oferecem à comunicação e à comunicação de seus ensinamentos” – adianta Dom Claudio Maria Celli.

Em 28 de junho de 2011, Bento XVI assinou a primeira mensagem de um pontífice na rede social Twitter, anunciando o lançamento do novo portal multimídia do Vaticano www.news.va.
1º. Domingo do Advento – C
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Estamos iniciando o ano litúrgico. Mais uma vez acendemos uma vela da coroa do Advento, mais uma vez nosso coração se enche da esperança de um tempo novo, mais uma vez lembramos que Jesus nasce, que Cristo vem.

O advento trabalha com a expectativa das duas vindas do Senhor. A primeira vinda aconteceu na carne, sendo a concretização das esperanças de Israel, como vemos no texto do profeta Jeremias. Esta primeira vinda ficará mais evidente próximo do natal. A segunda vinda é na glória, quando acontece o que a teologia chama de parusia. Nesta ocasião o Senhor voltará vitorioso para julgar os vivos e os mortos e para implantar o Reino de um modo definitivo e pleno.

O começo do advento se apoia na expectativa da segunda vinda, baseando-se nas promessas de Deus. Não é uma espera medrosa, do Dia Terrível, apesar das imagens utilizadas no Evangelho de Lucas. Esperamos o dia em “que seremos reunidos à sua direita na comunidade dos justos.” (Oração do Dia). E isso deve ser motivo de alegria.

Onde está a esperança do mundo? Será que realmente somos animados pela esperança, que se funda na certeza do mundo novo? A nossa sociedade é marcada pela desesperança ou desespero. Não existem mais utopias, um por que lutar... Aí facilmente agente se acomoda ou se desespera. Jesus nos diz: “não fiquem insensíveis por causa da gula e da embriaguez, enquanto se espera o dia do Senhor” A pós-modernidade nos diz: “aproveite a vida”, mas oferece algumas falsas ilusões que destroem a vida e escravizam o ser humano. O advento é o tempo do resgate da vigilância. Vigiar não é deixar de viver, mas viver com toda a intensidade e dignidade humana. É viver a vida com a esperança do mundo novo que começa a aqui e agora.

Testemunhar a esperança significa não se acomodar. São Paulo nos diz que o amor deve crescer entre nós, que façamos progressos e progressos ainda maiores. Não somos santos, mas podemos crescer a cada dia. Seria errado imaginar pessoas prontas, acabadas, santas e imaculadas. Elas não existem, ou só aparecem excepcionalmente, quando surge uma Teresa de Calcutá (e mesmo ela não era perfeita e batalhou muito pelo próprio crescimento). Não desejemos a perfeição de ninguém (nem de nós mesmos), mas não toleremos a apatia de ninguém, a começar por nós mesmos. E o que nos faz crescer é a esperança do fim, porque não é uma espera passiva. Trata-se de querer que este mundo novo aconteça, por isso, esforçamo-nos para construí-lo. O que não colabora com o crescimento deve ser purificado. Por isso, é tempo de conversão. Não basta falar que Jesus deve nascer no nosso coração no Natal que se aproxima, se não encontramos gestos concretos que nos levam a viver de um modo mais humano e mais cristão.

Pe Roberto Nentwig
Hino Oficial do Ano da Fé
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Missa de Lançamento do Brasão Oficial da Paróquia
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Encontro com Jovens
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A Paróquia São Francisco de Assis, realizou no último dia 01 de Dezembro um encontro com jovens. O mesmo foi organizado e ministrado por Claudivan e José Mateus. Durante o encontro os jovens ouviram a leitura do Evangelho, discutiram, trocaram opniões diversas e interagiram, fazendo do momento uma oportunidade para fazerem novas amizades, se divertirem e acimda de tudo agradecer e bendizer a Deus.
Festa da Comunidade Santana dos Almeidas
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As Comunidades Santana e Umburana, realizaram no último domingo dia 02 de dezembro o encerramento da festa da Padroeira Nossa Senhora da Conceição. Na oportunidade foi comemorado os 100 anos de chegada da Imagem a comunidade. A missa aconteceu as 16h: 30min e contou com a participação de um número significativo de pessoas que residem na comunidade, na cidade e nas cidades visinhas. Durante a celebração aconteceu a homenagem aos padrinhos e madrinhas da festa, a abertura do Memorial Maria Mãe da Igreja, a procissão com a imagem centenária nos arredores da capela e para fechar culturalmente a festa, a assembleia presente pôde se conhecer um pouco mais da cultura e das raízes históricas que fizeram parte do centenário da comunidade, através de um show de viola realizado pelos poetas de nossa terra, Zé Vieira e Novinho Vieira.
Festa da Comunidade Santana dos Almeidas
As Comunidades Santana e Umburana, realizaram no último domingo dia 02 de dezembro o encerramento da festa da Padroeira Nossa Senhora da Conceição. Na oportunidade foi comemorado os 100 anos de chegada da Imagem a comunidade. A missa aconteceu as 16h: 30min e contou com a participação de um número significativo de pessoas que residem na comunidade, na cidade e nas cidades visinhas. Durante a celebração aconteceu a homenagem aos padrinhos e madrinhas da festa, a abertura do Memorial Maria Mãe da Igreja, a procissão com a imagem centenária nos arredores da capela e para fechar culturalmente a festa, a assembleia presente pôde se conhecer um pouco mais da cultura e das raízes históricas que fizeram parte do centenário da comunidade, através de um show de viola realizado pelos poetas de nossa terra, Zé Vieira e Novinho Vieira.
Reunião Zonal
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O Zonal de Catolé do Rocha, realizou no último dia 04 de dezembro a assembleia zonal com a finalidade de avaliar as atividades realizadas no zonal durante o ano de 2012. Na ocasião foi realizada a eleição para a escolha do novo coordenador do zonal para o biênio 2013 - 2014, sendo eleito o Pe. Franciarley Duarte para coordenador e Maria Almeida para vice-coordenadora - ambos da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos. Em seguida houve a troca de presentes através do amigo secreto. A assembleia foi realizada na área de lazer localizada no Sítio Bom Sucesso no município de Bom Sucesso/PB Estavam presentes 25 reprsentantes de todas as paróquias do zonal. A próxima assembleia acontecerá no dia 26 de fevereriro de 2013 na Paróquia São Francisco de Assis na cidade de Riacho dos Cavalos, ocasião em que serão empossados o coordenador e a vice-coordenadora.
2º. Domingo do Advento – C
O evangelho deste domingo começa nomeando os líderes políticos e religiosos daquele tempo, em uma data bem definida – o 15º. Ano do imperador Tibério: o poder central, com o imperador Tibério e o seu prefeito Pôncio Pilatos; o poder local, com Herodes, Filipe e Lisânias; o poder religioso, com os sumos sacerdotes Anás e Caifás. Estes personagens pertencem à história, e com eles podemos fazer a cronologia de Jesus, de forma aproximada. O 15º. Ano do Imperador Tibério César coincide com o ano 27/28 de nossa era. Lucas afirma que Jesus começou sua pregação com cerca de 30 anos. Herodes administrou a Galiléia até 39 d.C. Caifás ficou sumo sacerdote entre 18-36 d. C. Pôncio Pilatos foi procurador romano entre 14 e 37 d.C.
Portanto, o evangelho nos evidencia que Jesus viveu em um contexto bem determinado, ou seja, Ele é parte de nossa história, ainda que muitos queiram reduzir a uma fábula. Situar a pregação de João (e depois a de Jesus) entre os grandes poderosos da época ainda tem outro significado: o profeta do deserto é mais importante do que os poderosos; mais importante do que todos eles é o Cristo, aquele que veio nos trazer a salvação. O que aconteceu com Tibério, Herodes, Pilatos, Caifás, Anás? Morreram todos eles e os seus reinos. Por outro lado, a mensagem suave de Jesus de Nazaré, sua pessoa, sua vida, a salvação por ele oferecida continua.
Neste quadro histórico se encontra João Batista. Trata-se de um profeta que surge depois de 300 anos sem profetismo em Israel. Ele rompe o silêncio para preparar o maior acontecimento da história. Asceta do deserto, ele prega um caminho de conversão. Seu estilo nos lembra personagens históricos como Antônio Conselheiro: de barbas longas e roupas pobres, que prega a conversão com severidade. Certamente, Jesus foi mais suave, mas não menos radical.
A voz de João Batista é a grande mensagem deste 2º. Domingo do advento: “Uma voz clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Todo vale será aterrado, os montes e as colinas serão rebaixadas; as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados!” (Lc 3,4-5). É como arrumar um armário. Por vezes, é preciso tirar toda a bagunça, para depois colocar tudo em seu lugar. Se alguma coisa está desarrumada na nossa vida, quando chega a um nível crítico, agente resolve colocar no lugar. João resgata a palavra de Isaías, um convite para se aplainar o caminho, para se nivelar as montanhas. O que está precisando ser arrumado na sua vida? O que precisa ser convertido? Será que existe um armário tão desarrumado, do qual caem todas as coisas? Se existe, que tal dar uma arrumada no armário? Que tal dar uma aparada nos montes da vida? O advento é uma oportunidade preciosa que não podemos desperdiçar.
O advento nos convida para um verdadeiro êxodo da terra da escravidão para a terra da liberdade. Deixar as cadeias que nos prendem e voltar para a bondade de Deus que nos ama, na alegria da certeza de que Deus se lembra de nós, de que não se esquece, como nos diz o profeta Baruc.
Na segunda leitura, depois de saudar a comunidade e render graças por tudo o que Deus fez em Filipos, Paulo faz uma prece: “que o vosso amor cresça sempre mais, em todo conhecimento e experiência, para discernirdes o que é melhor” (Fl 1,9-10). Para crescer é preciso saber discernir, ou seja, olhar para a vida com sabedoria, para fazer as melhores escolhas. Note-se que a exortação não é para discernir entre o bem e o mal, mas para escolher o que é tem mais valor (diria outra tradução). A melhor escolha certamente é amor. Para que haja conversão neste advento, o amor deve ser o critério. O que é melhor para a nossa vida? É preciso responder com sinceridade, sem mascarar a verdade. E onde não há amor? Lá certamente poderá haver o que realmente prepara os caminhos para se receber o Salvador. Preparai o caminho do Senhor!

Pe Roberto Nentwig
ROMARIA DA INFÃNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONÁRIA‏
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Foi realizada no último dia 09 de Dezembro na cidade de Jericó, a Romaria Diocesana da Infãncia e Adolescência Missionária e a Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos/PB, estava representada através do seu Administrador Paroquial o Pe. Franciarley Duarte e de uma equipe da comunidade Santana dos Almeidas e Umburana que também foram prestigiar e assistir o ritual da celebração do Rito de Admissão do seminarista Sydenando Alecrim e mais seis seminaristas da Diocese de Cajazeiras. A celebração eucarística foi presidida pelo Sr. Bispo Diocesano Dom José González Alonso e conceçebrada pelo Pe. José Maria, Pe. Erivânio e Pe. Franciarley.
3º. Domingo do Advento – C
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“Alegrai-vos sempre no Senhor, eu repito alegrai-vos”. Estamos no domingo da alegria. Alegria porque o Senhor vem, alegria porque somos seguidores do Deus da paz e do amor. É a alegria que os anjos anunciam aos pastores: “Eis que vos anuncio uma grande alegria...”. Deste modo, precisamos entender que a alegria não é resultado das coisas que acontecem ao nosso redor, ela não pode ser achada fora de nós. A alegria é consequência da presença salvadora de Cristo. É surpreendente a Epístola aos Filipenses ser chamada carta da alegria, quando sabemos que ela foi escrita quando São Paulo estava na prisão. Como este homem pode falar com tanto ânimo em uma situação tão triste? Eis a lição para cada um de nós. Não importa o que nos oprime, o que nos deprime; muitas podem ser as nossas prisões, até o pecado. Poderíamos ser fatalistas, achando que não há solução. Mas São Paulo dá uma receita melhor: apresentar nossas necessidades em súplicas e orações. O cristão é aquele que ora com confiança a Deus, colocando a sua vida nas mãos do Pai. Segue em frente, porque tem a certeza de que Deus dá a fortaleza. Por fim, o apóstolo recomenda a ação de graças: agradecer por tudo o que recebemos, mesmo pelas coisas não tão boas. Filipenses nos faz um convite para parar de reclamar da vida, assumindo-a com a alegria de quem tem a certeza da vitória de Deus.

O Evangelho traz o conteúdo da pregação de João Batista. Sugere três aspectos de conversão.

a) “repartir as túnicas...”. É preciso sair do nosso egoísmo e aprender a partilhar. É tão bonito ver distribuição de alimentos, brinquedos, doces e roupas no fim de ano. Mas que não seja um desencargo de consciência. Que acima de tudo seja um gesto de partilha, de amor por aqueles que são pequenos, que sofrem as dores do próprio Cristo. Se solidário é ter um coração que se importa com o sofrimento alheio, seja qual for.

b) “Não cobreis mais do que foi estabelecido”. É preciso quebrar os esquemas de exploração e proceder com justiça. Vencer o lema de Gerson que clama ao desejo de levar vantagem em tudo. A honestidade começa nas pequenas coisas.

c) “Não tomeis a força o dinheiro de ninguém...”. É preciso renunciar à violência e à prepotência e respeitar os irmãos. Não adianta se emocionar com os sensacionalismos dos programas de auditório, e depois ser violento com as pessoas que residem conosco, intransigentes no trânsito, na fila do comércio... Não podemos nos utilizar de nenhum privilégio ou cargo para oprimir ou tratar mal alguém. É preciso que transpareçamos a ternura do Evangelho.

Vivamos a alegria e a conversão, preparando-nos para o Jesus que vem. “Procuremos acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão” (provérbio Chinês).

Pe Roberto Nentwig
ESCOLA REGIONAL DE CATEQUESE‏
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Comissão Regional Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética
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Recife-PE, 13 de dezembro de 2012
Estimados Coordenadores

Com muita alegria, como foi anunciado na reunião de novembro na Sede da CNBB, no Recife em janeiro daremos inicio a nossa Escola Bíblico-Catequética Regional Nordeste II, IRMÃ IGARA LEMOS GIBSON (Ir VISITATIO), queremos com a graça de Deus dá mais um passo no caminho da formação daqueles que em nome da Igreja exercem esta missão singular em nossas dioceses, os catequistas.
Substituindo a antiga formação para catequistas a partir de janeiro vamos assumir este programa de formação em sintonia com o que outros regionais estão realizando. O curso será realizado em 4 módulos assim distribuídas:

1. Módulo Querigma: Eixo bíblico-catequético
2. Módulo Catecumenato: Eixo teológico-catequético
3. Módulo iluminação: Eixo metodológico-catequético
4. Módulo mistagogia: Eixo litúrgico catequético

Estes módulos serão trabalhados sempre janeiro e julho, durante 02 anos, num total de 120h/a e a cada etapa o catequista que participa desta formação deverá realizar atividades de pesquisa, aprofundamento de estudo em suas dioceses totalizando a carga horária do curso de 150h/a, estas atividades servirão também para a avaliação em cada disciplina o aluno deverá obter um nota superior a 7,0 (sete), os trabalhos serão orientados pelos professores da matéria.
Com este itinerário queremos formar formadores de catequistas e candidatos a formadores, além dos coordenadores diocesanos de catequese e membros das comissões, vale ressaltar o que o Documento Catequese Renova,“A formação de bons catequistas é o desafio número um da Igreja no Brasil de hoje. São importantes as escolas catequéticas tão insistentemente solicitadas pelos catequistas e recomendadas pelo magistério”(CR 149).
Nos ensina o Documento de Aparecida: “Ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para segui-lo, ou não cumpriremos nossa missão evangelizadora. [...] Impõe-se a tarefa irrenunciável de oferecer modalidade de iniciação cristã, que leve à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos, do serviço, da missão” (cf. DAp n° 287 e 289).
Queremos trilhar este novo caminho da formação, para melhor exercer nossa missão. Contamos com a participação de todas as dioceses neste momento histórico que vivemos.

Data: 10,11,12 e 13 de janeiro 2013
Local: Convento Ipuarana (Lagoa Seca-PB) 15km de Campina Grande-PB

Disciplinas:
MÓDULO QUERIGMA: EIXO BÍBLICO-CATEQUÉTICO
Aula Inaugural: Formação de Catequistas para Iniciação à Vida Cristã

Disciplinas:
- Introdução à Sagrada Escritura
- Caminhos de Interpretação da Palavra
- Jesus Cristo: Cartas Paulinas
- Jesus Cristo: Escritos Joaninos

Professores:
Pe. Elison Silva dos Santos – Arquidiocese de Maceió
Pe. Jorge Ivan – Arquidiocese da Paraíba
Diác. Edmar – Arquidiocese de Natal
Prof. Luiz Carlos –Arquidiocese de Maceió

I - OBJETIVO GERAL
Proporcionar formação para formadores de catequistas, ou candidatos a formadores em vista a um Catequese de Inspiração Catecumenal.

II - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Preparar catequistas-formadores missionários de Jesus Cristo, para que testemunhem com suas vidas a adesão ao projeto do Reino.
2. Oportunizar aos catequistas-formadores condições para comunicar eficazmente a Mensagem de Jesus Cristo, sua Pessoa, pedagogia, método e metas, contribuindo na formação de novos formadores.
3. Habilitar catequistas-formadores para planejar, executar e avaliar projetos de Iniciação Cristã em suas dioceses, segundo as diretrizes propostas pelo Regional Nordeste II.

PRÉ-REQUISITOS
Os candidatos devem destacar-se pelo senso eclesial e pela vida cristã, possuir uma preparação especifica para essa tarefa e ter uma experiência pessoal no serviço da Catequese. Os candidatos devem ser enviados pelas dioceses, tendo já realizado a formação paroquial e diocesana.

NÚMERO DE VAGAS
Cada diocese terá assegurada até cinco (5) vagas.

DURAÇÃO E CARGA HORÁRIA
A duração da escola é de dois anos, com uma carga horária total de 150 horas, sendo 120 horas presenciais e 30 horas em atividades práticas nas dioceses de origem.
V - PERÍODO DE REALIZAÇÃO E PERIODICIDADE
A Escola Regional Bíblico-Catequética irá desenvolver atividades presenciais em quatro módulos, com início às 14h da quinta-feira e término às 12h do domingo. Os módulos serão oferecidos nas seguintes períodos:
Módulo I: janeiro de 2013
Módulo II: junho de 2013
Módulo III: janeiro de 2014
Módulo IV: julho de 2014

INVESTIMENTO

Hospedagem: R$ 180,00 (Cento e oitenta reais)
Taxa do Curso: R$ 40,00 (Quarenta reais)
Total:R$ 220,00Incluso (Hospedagem e as refeições café, almoço, jantar e três lanches) e taxa do encontro.
As inscrições estão sendo feitas com as coordenações diocesanas de Animação Bíblico-Catequética.

Pe Elison Silva dos Santos
Coordenador da Comissão Regional Pastoral para
Animação Bíblico-Catequética


+ Dom Mariano Manzana
Bispo Responsável pela Comissão Regional Pastoral para
Animação Bíblico-Catequética
Assembleia Paroquial
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DIOCESE DE CAJAZEIRAS
PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS
RIACHO DOS CAVALOS-PB


Amados irmãos e irmãs,
Paz e Bem!

O ano de 2012 tem sido para toda a Igreja um tempo de graça, de testemunho e retomada. Neste tempo em que estamos nos preparando para celebrar o centenário de nossa Diocese, celebramos a abertura das comemorações pelos 50 anos do Concilio Vaticano II, os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica, e também com toda a Igreja estamos celebrando o Ano da Fé proclamado pelo Papa Bento XVI, no período de 11 de outubro a 24 de novembro de 2013 (Festa de Cristo Rei).
Partindo da necessidade de refletir e avaliar a nossa caminhada pastoral no ano de 2012 e planejar as atividades para o ano de 2013, comunicamos que a ASSEMBLEIA PAROQUIAL será dia 30 de dezembro a partir das 8h da manhã, na IGREJA MATRIZ. No entanto, convidamos 02(dois) representantes de cada comunidade rural, dos bairros e do centro da cidade.
É indispensável à presença de todos os convocados.


Riacho dos Cavalos - PB, 17 de dezembro de 2012.




Pe. Franciarley Duarte de Sousa
Administrador Paroquial


Mensagem de Natal e Ano Novo
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Mensagem de Natal
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Mensagem de Natal
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Natal é tempo de gratidão a Deus...
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Natal é tempo de paz, de graça e de alegria, e, principalmente, de gratidão a Deus por ter nos enviado, por meio de Maria, seu Filho, para ser o nosso Redentor.

Esta é a causa e a fonte da verdadeira alegria para nós no Natal: a plena convicção de que Deus nos ama infinitamente, a ponto de, pelo mistério da encarnação, assumir a condição humana e tornar-se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado.

Este gesto de amor atinge seu ápice quando Jesus aceita, livremente, morrer na cruz por nós. Jesus venceu a morte com a própria morte e ao ressuscitar concedeu-nos a salvação e nos conferiu a dignidade de sermos chamados filhos de Deus. “E a razão pela qual o Verbo de Deus se fez homem foi para que o homem ao entrar em comunhão com o Verbo e ao receber, assim, a filiação divina, se convertesse em filho de Deus. Porque o Filho de Deus se fez homem para nos fazer Deus” (CIC 460).

Jesus veio ao mundo para nos revelar que “Deus é amor”. Ele é justiça, misericórdia e bondade infinita. É esse mistério do amor e da bondade de Deus, manifestado em Nosso Senhor Jesus Cristo, que celebramos no Natal. Se acreditamos, de fato, no verdadeiro sentido do Natal, devemos reafirmar nossa fé e renovar o compromisso, assumido em nosso batismo, de ser discípulo e missionário de Jesus Cristo e de trabalhar pela construção de um mundo mais justo, humano e fraterno. Nós, cristãos, em meio a uma sociedade de consumo e num mundo, muitas vezes, insensível aos valores religiosos, devemos testemunhar que Natal sem Jesus não é verdadeiro Natal.

Alegremo-nos e demos graças a Deus: “Eu vos anuncio uma grande alegria, que será para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um salvador, que é o Cristo Senhor” (Lc 2,10).

Ao querido brasileiro, os melhores votos de um Feliz e Santo Natal e um 2013 com muitas bênçãos do Senhor!

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida (SP)
Presidente da CNBB
Confraternização com as crianças do Coral
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Encontro com Catequistas
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Mensagem de Ano Novo
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Donde vem a paz?
Dom Pedro Carlos Cipolini
Bispo de Amparo (SP)

Glória a Deus nas alturas e paz na terra às pessoas de boa vontade! Foi este o anúncio de Natal que ouvimos do Evangelho de Lucas (cap.1,14). Este anúncio natalino preanuncia outro anúncio, feito por Jesus quando declara que são bem aventurados os que constroem a paz, porque serão chamados filhos de Deus (Mt 5,9). No primeiro dia do ano é celebrado o dia da paz ou da “confraternização universal”.

Dedicar um dia para comemorar a paz e a confraternização, é dedicar um dia para comemorar o sonho de Deus. Sonho que coincide com o sonho e os anseios mais íntimos do coração humano. Todos desejamos a paz e por ela suspiramos ardentemente. Até mesmo os que fazem a guerra. Estes imaginam que a melhor maneira de conseguir a paz é se prevenir através da guerra: guerra preventiva como a chama a administração Busch.

A paz que os anjos anunciaram, a paz no conceito cristão não designa simples ausência de conflito ou o fim de um estado de guerra. Para o cristianismo a paz faz memória da criação, da harmonia primeira descrita na Bíblia. No Paraíso havia a glória da convivência pacífica entre a Criação, as Criaturas e o Criador. Paz é a inocência original, onde o homem vive em harmonia consigo mesmo, com Deus, com os outros e com a natureza. Para o cristianismo a paz não é um estado passageiro entre duas guerras.

Mas se todos querem a paz, por que temos guerra? Não nos esqueçamos que toda violência, e estamos envoltos nela, é uma forma de guerra. O novo século que estamos vivendo deveria ser mais pacífico que o século passado, pois com a globalização, a guerra seria um suicídio, dado a eficiência das armas. Porém, os motivos para a guerra não faltam. Estamos sempre em guerra.
De onde nos pode vir a paz? Esta é a pergunta que todos se fazem. Jesus certa vez chorou sobre Jerusalém e disse: “Se reconhecesses aquele que pode te conduzir à paz. Mas agora está oculto a teus olhos!”(Lc 19,42). É Jesus que pode nos conduzir à paz. Ele é a nossa paz, como escreve o apóstolo Paulo aos Efésios (2,14). Porém muitos ainda não o vêem, não ouvem sua voz.

A liturgia da Igreja Católica celebra junto com o dia da paz universal, Maria Mãe de Deus. Comtemplamos a figura desta mulher que tem nos braços o menino que nos traz a paz. Somos agradecidos a ela porque aceitou de Deus a missão de dar a luz a este filho. Agradecemos porque acolheu a vida, embora o nascimento de Jesus foi envolto em dificuldades para Maria e José. E concluímos que a paz somente pode brotar do amor. Um amor que exige de nós a renúncia ao egoísmo.

A mensagem central de Jesus é o Reino de Deus, Deus sendo Pai de todos e todos vivendo como irmãos: fraternidade universal! Viver no amor é uma decisão pessoal e um compromisso que cada um deve assumir. A pessoa que decidiu fazer de sua vida um ato de amor, não busca primariamente o prazer ou o aplauso. Seu desejo básico é se tornar um ser humano que ama e, portanto, um ser humano realizado, potencializado para transmitir a paz.

Que a paz esteja conosco neste ano que se inicia e que nós saibamos ser construtores de paz!
Sagrada Família - C
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“Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens” (Lc 2,52). O texto de Lucas deixa claro que a encarnação não é um faz de conta, como pregoaram algumas heresias dos primeiros séculos ou como ainda pensam alguns cristãos. Deixando mais claro: aos doze anos, Jesus era um pré-adolescente que precisava aprender muito sobre a vida. Ele deveria ser educado pelos seus pais até atingir a sua maturidade. É claro que sua maturidade humana era de filho de Deus, o que fazia toda a diferença. Mas como qualquer ser humano, ele precisava crescer.

Todos crescem em estatura, se bem alimentados e em bom estado de saúde. O que mais demanda energia é o crescimento em sabedoria e em graça. Aqui estava o principal papel da família de Nazaré, ou seja, possibilitar que o Deus-Humano pudesse crescer. A Festa da Sagrada Família está situada no Tempo do Natal, exatamente porque a encarnação não foi um pacote pronto vindo do Céu. A família de Jesus ajudou Deus a se encarnar no mundo, na cultura, nas relações, na história de seu povo judeu e, em última análise, na história de todos nós.

Hoje se fala muito do desafio da educação. As gerações são cada vez mais independentes e questionadoras. Valores estes que não podem jamais ofuscar o papel dos pais. Pais e mães tem uma missão: possibilitar que os filhos cresçam em sabedoria e em graça.

Os filhos crescerão em sabedoria na medida em que tenham referências de responsabilidade, que tenham diante de si pessoas que saibam tomar decisões pautadas por valores. Crescerão neste quesito na medida em que forem cobrados, que encontrem limites e exigências. Nenhuma pedagogia educativa poderia se contrapor a tais atitudes.

Os filhos crescerão em graça na medida em que houver abertura para a vida de fé. Esta não é uma escolha da vida adulta, mas uma semente que se planta. Não se trata daquela exigência chata dos pais para que todos frequentem a Igreja no domingo, mas aquele germe de fé plantado desde a infância, carimbada por uma verdadeira espiritualidade dos progenitores, quando estes não tem vergonha de manifestar a sua vida de fé.

Celebrar a Sagrada Família nos abre para uma profunda revisão sobre o modo como estamos educando esta geração. Rezemos para que os pais não sejam omissos e para que os filhos não sejam egoístas. Rezemos para que as famílias não se esqueçam de Deus.

“Tudo podia ser melhor, se o Natal não fosse um dia, se as mães fossem Maria e se os pais fossem José. E se os filhos parecessem com Jesus de Nazaré. Estou pensando em Deus...” (Pe. Zezinho).

Pe Roberto Nentwig
Valor da Família

Terminamos mais um ano falando de família, porque ela é o valor maior que temos na vida. É aí que acontecem as relações fundamentais no amor, relações estas vindas de Deus. É na família que as pessoas precisam ser mais amadas e respeitadas. Só assim, na harmonia, podemos construir a verdadeira vida humana na terra e dar possibilidade de uma vida feliz, pautada pelos valores cristãos.

Começa um novo ano com a esperança da paz, do respeito para com os verdadeiros valores da vida, principalmente pela pessoa humana. Cada ser humano é criatura de Deus, é filho de Deus e, como tal, tem uma dignidade própria, que não pode ser “ferida” por ninguém. Ela tem a dimensão da vida familiar, de amor e carinho.

No Natal contemplamos a Família de Nazaré. Sobre ela estava contida a vontade de Deus-Pai, a realização de seu Reino, criando um clima de responsabilidade, de autoridade dos pais sobre os filhos e, destes, assentimento de obediência para com seus pais. Toda família, autenticamente constituída, existe por vontade divina.

Na família, Deus deve ser o grande referencial para todos, formando comunidade de amor e de estima, onde acontece o desenvolvimento humano e espiritual. A separação dos pais é sempre um sofrimento, um impacto que prejudica fortemente a unidade do lar. Há, com isto, fraturas profundas, e até difíceis de ser superadas.

A honra em relação aos pais é um princípio básico. Isto significa assentimento filial a Deus. É atitude que se expressa em algumas das manifestações, como: bondade, compaixão, humildade, mansidão, respeito etc. Tudo isto depende de esforço pessoal e capacidade de ver no irmão a dignidade que toca a todos nós.

O valor da família depende muito da forma de agir de seus membros, de se deixarem modelar profundamente pelos princípios do Evangelho. A Palavra de Deus modifica e edifica a vida das pessoas capacitando-as para superar todo tipo de diferença que impede a harmonia no lar. Seja assim a vida familiar no Brasil, no ano de 2013.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Assembleia Paroquial
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A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos realizou no dia 30 de dezembro do ano de 2012 a assembleia paroquial com a finalidade de avaliar os trabalhos realizados na Paróquia durante este ano e apresentar o calendário de atividades para o ano de 2013. Na ocasião foi apresentada a síntese da Assembleia Diocesana de Pastoral que aconteceu em novembro deste ano. No entanto, Tamires Pereira coordenadora Paroquial de Liturgia, Albanir Pinheiro coordenadora de Ramo da Pastoral da Criança e Maria Almeida coordenadora Paroquial de Catequese também fizeram uso da palavra para avaliar e expor algumas ideias das pastorais as quais estão a frente. Estavam presentes 26 pessoas representantes das comunidades: Jaleco, Santana dos Almeidas, Lajes, Jenipapeiro, Mariá, Caatinga dos Andrades, Várzea Grande, Malhada do Boi, Craúnas, Alto dos Carneiros, Volta, Rua Nova, Vida Nova e a Matriz.. A assembleia foi ministrada pelo Pe. Franciarley Duarte - Administrador Paroquial.
Assembleia Paroquial (30/12/2012)
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"Paz e Luz" Pe. Reginaldo Manzotti
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JMJ Rio 2013: o ano novo da juventude começa
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O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro da Silva, publicou no primeiro dia de 2013 uma carta aberta a todos os vigários paroquiais e presbíteros do país.

Na carta, dom Eduardo fala sobre a garantia histórica do espaço adquirido pela juventude dentro da Igreja ao longo dos anos e do grande encontro de 2013, a Jornada Mundial da Juventude.

Leia a íntegra da carta de dom Eduardo:

Caros irmãos Párocos e Administradores Paroquiais,
Vigários Paroquiais e demais Presbíteros.

“Serão vocês, jovens, que recolherão a tocha das mãos dos seus antepassados e viverão no mundo no momento das mais gigantescas transformações”.

Com esta afirmação profética e mensagem de confiança, o Papa Paulo VI, na conclusão do Concílio Vaticano II em 1963, se dirigia aos jovens e, quem sabe, a muitos de vocês, que hoje são sacerdotes e religiosos. Passados estes cinquenta anos, vislumbramos estas gigantescas transformações incidindo principalmente na vida dos jovens. Junto aos benefícios, a tão falada “mudança de época” tem trazido grandes desafios para a realização de sua vida e o amadurecimento da sua vocação de discípulos missionários. No final de sua reflexão, o Papa ainda afirmava sobre a perene missão da Igreja de garantir a novidade dos tempos: “A Igreja olha para vocês com confiança e com amor. [...] Ela é a verdadeira juventude do mundo”. Certamente, a partir desta convicção e motivação os pronunciamentos posteriores de nossa Igreja latino-americana e brasileira se encheram de coragem para garantir em sua história um espaço privilegiado para a juventude.

E agora estamos aqui, às portas de 2013, um ano todo especial para a Igreja do Brasil que deseja entender melhor a vontade de Deus por meio da vida, da fala, da presença, da participação dos jovens em seu meio! Propomo-nos a acreditar mais nos jovens, como agentes de transformação, sujeitos de direitos, amigos privilegiados de Jesus Cristo, verdadeiros missionários entre os próprios colegas.

Em 2013, emprestemos os olhos dos jovens para enxergar com mais realismo os sofrimentos do mundo e as belezas do tempo presente! Escutemos com seus ouvidos o cântico que gera esperança e o grito daqueles que não conseguem nem mesmo gritar! Abramos nossas bocas e escancaremos palavras de incentivo aos jovens, convocando-os a se sentarem no lugar que por tanto tempo, em muitos ambientes, ficou vazio por nossa culpa! Afinemos nosso olfato para sentir o perfume da vida de tantos jovens que buscam viver com coerência sua vida de cristão e cidadão, exalando o desejo de santidade pessoal, de fraternidade universal, de sociedade sem misérias e violências! Aproximemos o nosso coração ao coração deles para nos renovarmos no ardor pela vida, na sensibilidade pelo presente, na paixão pelas pequenas coisas, na exigência pela verdade, na vibração pela vocação assumida. Sintamos nossas mãos agindo pelas mãos dos jovens! Caminhemos pelos novos areópagos que somente os jovens podem nos mostrar! Com eles, ousemos mudar aquelas estruturas arcaicas que não só não falam mais aos jovens, mas também não falam mais de Deus e de seu projeto de Reino.

Deus está nos abençoando com este “ano novo da juventude”: Campanha da Fraternidade, Jornada Mundial da Juventude, Semana Missionária! Cresce o interesse em priorizar este tema nas dioceses, paróquias, comunidades, congregações religiosas, etc. Estamos certos de que não somente a juventude será beneficiada com as nossas novas atitudes, projetos, mentalidades, mas a própria Igreja que é chamada a se espelhar nela para manter viva a chama e o compromisso de amar sem limites, a todos e com tudo. Sem dúvida, as novas gerações necessitam da Igreja; mas Ela não conseguirá cumprir plenamente sua missão se não se render à perene novidade do Espírito Santo que fala a todos, mas quer passar de um modo todo particular pela vida, linguagem, cultura, coração dos jovens que, na sua essência, são capazes de quebrar barreiras, ousar novidades, agir apaixonadamente, amar sem medida, sacrificar-se pelas grandes causas, viver cada instante presente como se fosse único. Os jovens têm muito a nos ensinar; é só estarmos ao seu lado e dizer-lhes: “chamo-vos amigos”, os amamos com o coração de Cristo, o eternamente jovem e portador de novidade!

Feliz Ano Novo nas asas do Espírito Santo que nos garante a paz e nos conduzirá às urgentes novidades, no aconchego dos braços de Maria, Mãe de Deus e nossa, no coração dos jovens que nos aguardam ansiosos por novas batidas de amor.

Dom Eduardo Pinheiro da Silva
Bispo Auxiliar de Campo Grande (MS)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB
Mais um ano

Em clima de Epifania, isto é, da manifestação de Jesus Cristo para o mundo, celebramos o primeiro domingo de 2013, certamente num propósito firme de fazer com que seja um ano de paz, de harmonia, progresso e valor da vida humana. Esta é uma realidade que se torna concreta com o esforço de cada cidadão.

A revelação de Deus, que no passado era feita pelos profetas, nos acontecimentos e fatos, agora se plenifica na vinda de seu Filho, que se encarna numa criança tão simples e indefesa. Deus não se revela de forma triunfal e com sinais espetaculares. A sua grandeza acontece na humildade e na simplicidade da vida.

Jesus nasce e se torna uma “estrela” para todos os povos. Ela clareia o coração das pessoas para que sejam comprometidas com a natureza criada, com o meio ambiente e com a vida em geral. Isto acontece na liberdade, no respeito para com a decisão de cada pessoa, não impondo nada sobre suas decisões particulares.

Deus vem a nós com a proposta do Reino. Ele acontece nos gestos de bondade e de vida, naquilo que faz com que o ser humano se torne divino. Para isto é necessário reconhecer os sinais da “estrela-guia”, tornando-nos também sinais de autenticidade humana para o mundo. Assim estaremos contribuindo para o bem de todos.

Os Reis Magos foram a Belém, ao encontro do Menino. Levaram consigo presentes de valor. O ouro representava a realeza de Deus, indicando que Ele era o verdadeiro rei, dignidade reconhecida pelos Magos. O incenso indicava que Ele era Deus e deveria ser adorado. A mirra era alusiva à humanidade de Jesus, mostrando que Deus estava assumindo a condição humana.

Os Magos eram pagãos, mas foram guiados por uma estrela até Jesus. Nós somos guiados por quem e onde temos encontrado Deus? Ou ele não existe dentro de nossos princípios? Que presentes lhe temos oferecido ou, que tipo de atitudes, que realizamos, revelam a presença de Deus em nós? Um fecundo 2013 para você.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Retrospectiva do Papa
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Ano da Fé, Cuba, México, Líbano, Twitter: esses foram alguns momentos significativos que marcaram o ano de Bento XVI. A Rádio Vaticano fez uma rápida restrospectiva do ano. Eis alguns fatos de 2012 que merecem ser recordados, começando pelas viagens realizadas.

Em março, o Pontífice voltou à América Latina, visitando o México e Cuba.

Em terra mexicana, denunciou a violência, a corrupção e o narcotráfico. Em Cuba, ao invés, a esperança permeou seus discursos, alentando e encorajando o povo tão sofrido.

Já o tema da reconciliação marcou a viagem apostólica ao Líbano, em setembro. Numa região dilacerada pela violência, com a Síria martirizada com a guerra civil, o Santo Padre fez-se peregrino de paz. O motivo da visita foi a entrega da Exortação apostólica pós-sinodal "Ecclesia in Medio Oriente", fruto do Sínodo dos Bispos médio-orientais realizado no Vaticano em outubro de 2010.

Em maio, em Milão, celebrou-se o VII Encontro Mundial das Famílias. A eles, pais e filhos, o Papa confiou uma tarefa extraordinária: vocês, afirmou, são "a única força que verdadeiramente pode transformar o mundo".

Na Itália, destaque para a visita às vítimas do terremoto na Emilia Romagna e da Lombardia. Em Rovereto di Novi, um dos centros mais atingidos pelo abalo sísmico, o Papa comovido assegurou a proximidade espiritual e concreta da Igreja.

Sobre a vida eclesiástica, ressalta-se a XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, cuja edição foi dedicada à nova evangelização. Trata-se de um tema particularmente importante para Bento XVI que, para enfrentar esse desafio pastoral imperioso para a Igreja, criou um dicastério especial.

Ligado ao tema da nova evangelização, está o Ano da Fé – convocado por Bento XVI nos 50 anos de abertura do Concílio Vaticano II e no vigésimo aniversário de promulgação do Catecismo da Igreja.

Neste ano, o Papa publicou também um Motu proprio sobre o serviço da caridade e outro que instituiu a Pontifícia Academia de Latinidade. Elevou à honra dos altares sete novos Santos e proclamou "Doutores da Igreja" São João d'Ávila e Santa Hidelgarda de Bingen.

Além disso, criou 28 cardeais, em dois consistórios: um em fevereiro, e o outro em novembro.

Foi um ano também de sofrimento para o Papa, que se viu traído em sua própria casa. Em maio foi detido seu mordomo por apropriar-se de documentos pessoais depois difundidos na mídia. Foi o cume do chamado "Vatileaks" que registrou um processo e uma condenação a Paulo Gabriele, ao qual Bento XVI concedeu a graça poucos dias antes do Natal.

Bento XVI pediu transparência também na administração do Ior (Instituto para Obras de Religião).

Ao longo do ano, o sétimo de seu Pontificado, Bento XVI não poupou energias para anunciar o Evangelho ao maior número possível de pessoas. E o fez nas celebrações, nas audiências e nos encontros, visitando paróquias, cárceres e institutos caritativos.

Teve bom êxito também a publicação do livro "A infância de Jesus", com o qual o Papa concluiu a sua trilogia sobre Jesus de Nazaré. Um presente para todos aqueles, fiéis e não somente, que se encontram em busca da verdade.

Em novembro, Bento XVI se dirigiu aos jovens do mundo inteiro, publicando uma mensagem em vista da JMJRio2013 – que promete ser um dos eventos mais importantes da Igreja neste ano que está para iniciar. “Agora que a Jornada Mundial da Juventude retorna à América Latina, exorto todos os jovens do continente: transmiti aos vossos coetâneos do mundo inteiro o entusiasmo da vossa fé”.

Neste último mês do ano, no dia 12 de dezembro, o Papa estreou no Twitter, tornando-se uma das personalidades mais populares dessa rede social (mais de dois milhões e 300 mil seguidores) com a conta @pontifex. E com um de seus últimos tuites, encerramos essa retrospectiva, aderindo aos votos de Bento XVI: “No final do ano, peçamos que a Igreja, apesar dos seus limites, cresça sempre mais como casa de Deus”.
Mensagem aos Paroquianos
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Estimados paroquianos,

O ano de 2012 em nossa Paróquia foi um ano de muitos desafios, de sonhos realizados, de momentos felizes, também de momentos difíceis. E em meio a tudo isso, fomos cumulados de grandes bênçãos.
Por maiores que tenham sido os desafios, maior foi a presença do Senhor no nosso meio e a força de vontade de vocês paroquianos. Temos muito o que agradecer a Deus por nos ter permitido grandes vitórias, pelos laços de amizade entre as comunidades, pelos trabalhos realizados em favor do povo de Deus, por cada encontro em torno da Palavra, por cada gesto, por cada ajuda recebida.
O novo ano chegou e com ele, a esperança de novas alegrias e novas realizações. E assim, esperamos que sejamos cumulados com bênçãos e que a nossa vida seja fundamentada na fé em Jesus Cristo que se encarnou no seio da Virgem Maria. Por isso peçamos que o Menino Jesus nos traga suficiente ânimo e lucidez para que durante o ano de 2013 possamos nos deixar guiar por Seu Espírito.
No entanto, agradecemos a todos os dizimistas, as Ministras da Comunhão Eucarística, aos coroinhas, a equipe de liturgia, aos catequistas, enfim, a todas as pastorais e movimentos pelo trabalho de evangelização realizado nesta paróquia, e, em particular, a cada um de vocês que nos ajudaram, que participaram, que fizeram parte da caminhada paroquial.
Desejamos a todos um novo ano pleno de prosperidade, saúde, paz e muita fé.
A todos vocês o nosso muito obrigado!

Pe. Franciarley Duarte de Sousa – Administrador Paroquial e a PASCOM – Pastoral da Comunicação da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos/PB.
Campanha da Fraternidade será lançada no dia 13 de fevereiro
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Será lançada no dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, mais uma edição da Campanha da Fraternidade (CF). Esse ano o tema será “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8).

Após 21 anos da Campanha da Fraternidade de 1992, que abordou como tema central a juventude, a CF 2013, na sua 50ª edição, terá a mesma temática. A acolhida da temática “juventude” tem como objetivo ter mais um elemento além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para fortalecer o desejo de evangelização dos jovens.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro, explicou que uma das metas principais da CF de 2013 é olhar a realidade juvenil, compreender a riqueza de suas diversidades, potencialidades e propostas, como também os desafios que provocam atitudes e auxílios aos jovens e aos adultos.

O objetivo geral da CF é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.

“Dentro do sentido da palavra 'acolher' está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de época e isso não pode ser esquecido”, destacou o presidente da Comissão da CNBB.

Na arquidiocese de Aparecida (SP), o lançamento da CF 2013 será no dia 31 de janeiro, em Guaratinguetá. A abertura será feita pelo cardeal arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno Assis.
Escola Bíblico-Catequética Regional Nordeste II
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O ano novo chegou, e agora o nosso coração se alegra porque no último dia 10 de janeiro demos início a nossa escola regional para formadores de catequistas. Estamos celebrando com amor este momento tão significativo para a Catequese em nosso regional.
A escola teve início dia 10 e encerrará no dia 13 de janeiro de 2013 no convento Ipuarana (Lagoa Seca - PB) - distante 15 km de Campina Grande - PB.

Pe. Elison Silva dos Santos
COORDENADOR DA COMISSÃO
PARA A ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA
REGIONAL NORDESTE II
Escola Regional de Catequese
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A Comissão para Animação Bíblico-Catequética do Regional Nordeste II realizou no período de 10 a 13 de janeiro, o estudo do primeiro módulo da Escola Regional de Catequese Irmã Visitatio com o objetivo de preparar catequistas para bem desenvolver a missão catequética nas dioceses e paróquias do nosso regional.
A Aula inaugural aconteceu na noite do dia 10 com a mesa redonda composta por Dom Mariano, Pe. Élison e demais professores do curso sobre a temática: Formação de Catequistas para Iniciação à Vida Cristã. O curso será realizado em quatro módulos no período de dois anos.
O primeiro módulo teve como tema: O Querigma: Eixo Bíblico-Catequético. Dentro desta modalidade estudamos as disciplinas: Introdução à Sagrada Escritura- ministrada pelo Pe. Élison Silva da Arquidiocese de Maceió e coordenador de Catequese do Regional Nordeste II; Caminhos de Interpretação da Palavra -ministrada pelo Diác. Edmar da Arquidiocese de Natal; Jesus Cristo: Cartas Paulinas- minsitrada pelo Esp.em Catequese Pe. Jorge Ivan da Arquidiocese da Paraíba e Jesus Cristo: Escritos Joaninos - ministrado pelo Profº Luiz Carlos da Arquidiocese de Maceió.
Na ocasião contamos com a presença integral de Dom Mariano Manzana - Bispo responsável pela Comissão Regional Pastoral para Animação Bíblico-Catequética do Regional Nordeste II.
O Regional Nordeste II é composto por 21 dioceses, porém apenas 14 estavam presentes, somando um total de 41 catequistas participantes. A Diocese de Cajazeiras estava representada pelas catequistas: Maria Almeida da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos e Maria José Alves Formiga da Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso da cidade de Pombal. A escola foi realizada no Convento Seráfico Santo Antônio no Sítio Ipuarana Zona Rural da cidade de Lagoa Seca/PB. O segundo módulo: Catecumenato: Eixo teológico-catequético acontecerá de 27 a 30 de junho na mesma localidade.
ESCOLA DIOCESANA DE LITURGIA
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Na 12ª Assembleia Nacional da Pastoral da Juventude do Brasil em Julho de 1998 na cidade de Nova Iguaçu-RJ, foi pensado entre outras coisas, a formação litúrgica para a juventude. Os Jovens aprovaram o plano trienal da PJB, que estabeleceu os três programas de atuação da pastoral: formação, espiritualidade e ação. Um dos projetos que compõe o programa de espiritualidade é a Escola de Liturgia para jovens.

O instituto de Pastoral de Juventude Leste II(IPJ – Leste II) em Belo Horizonte/MG, a pedido da coordenação Nacional da Pastoral da Juventude do Brasil, aceitou o convite para elaborar uma proposta de projeto de Liturgia para os Jovens. A diretoria do IPJ elaborou uma proposta que foi enviada aos Centros e institutos de pastoral da Juventude, como também para alguns liturgistas. Depois de várias reuniões para avaliar e finalizar a proposta, o projeto foi enviado à assessoria nacional do setor Juventude da CNBB. O projeto justificou-se a partir dos documentos da Igreja: Sacrosanctum concilium, Medelin, Puebla e Santo Domingos, bem como o Marco referencial da PJ e documento do 2º Congresso Latino Americano, que apresentam a necessidade e a importância da liturgia e o grito do Jovem por uma liturgia mais viva e encarnada.

A experiência da Escola foi iniciada na casa da Juventude de Pe. Burnier – CAJU – que, em nome da Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude e com a assessoria da Rede de Animação Litúrgica CELEBRA, acolheu, em 2001 a primeira turma de Jovens provenientes de vários estados.

Atualmente, o projeto continua acontecendo na CAJU em 5 etapas com a assessoria da REDE CELEBRA. Outras experiências de formação litúrgica com jovens acontecem pelo país a partir desta iniciativa da CNBB, através do setor Juventude. A 25ª Semana de Liturgia que aconteceu no Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard nos dias 03 a 07 de outubro de 2011 teve como tema: Liturgia e Juventude: uma proposta de formação mistagógica.

No ano de 2013 a Igreja do Brasil irá viver o ano da Juventude, assim a Comissão de Liturgia da Diocese de Cajazeiras quer contribuir com a sua formação, pois a juventude está a exigir mais do que transmissão de conteúdos; sua busca é por uma liturgia que seja capaz de inspirar a vida no meio das lutas de cada dia e por uma formação que leve em conta a capacidade dos/as jovens, de contribuírem na ressignificação de ritos e símbolos. Considerando que cerca de 80% de nossos grupos de jovens atuam na liturgia de sua comunidade. Há um grande interesse da juventude em aprofundar sua espiritualidade e estudar mais a liturgia.

A Escola de Liturgia com Jovens não quer ser um espaço para abarcar toda a liturgia, em sua amplitude, mas levar o Jovem a tomar gosto e ter prazer em celebrar a vida, no grupo e na comunidade, pensar a liturgia a partir dos(as) Jovens.

OBJETIVO

Animar e capacitar os jovens para o serviço litúrgico da Igreja, além de propiciar a experiência de participação litúrgica como fonte de espiritualidade e de revigoramento da fé, conforme sugere o Concílio Vaticano II.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Contribuir para um jeito se ser igreja com rosto jovem, celebrando o mistério pascal de Cristo na Vida da Juventude, e a vida da Juventude na Páscoa do Cristo;
Cuidar da dimensão celebrativa dos encontros semanais dos grupos de jovens; assembleias, congressos, reuniões, seminários, encontros, retiros, valorizando a Bíblia e o Oficio Divino da Juventude;
Celebrar a Liturgia como espaço de comunhão, onde crianças, jovens, adultos e idosos rezam, partilham e dançam juntos;
Garantir à Juventude a memória da Palavra, da Tradição e do Magistério, na sua maneira profética, anunciadora, e fiel ao seguimento de Jesus Cristo;
Oferecer à juventude uma formação de qualidade sobre liturgia, com conteúdos programáticos, com linguagem apropriada, sensibilidade ritual, criatividade e deixar que a juventude tenha propriedade do Rito.

PEDAGOGIA UTILIZADA

Na Escola de Liturgia o Jovem é protagonista, num processo coletivo de construir o conhecimento, mediante a convivência, o estudo e os momentos de celebração.

A Pedagogia de trabalho leva em conta o rito e seu correspondente antropológico, como ponto de partida, para chegar à teologia e à espiritualidade. Em cada etapa é considerado vital a experiência do grupo, seja a vivência litúrgica trazida das suas comunidades, sejam os momentos de preparação, celebração e avaliação durante a escola num contínuo aprender fazendo. Uma técnica valorizada em todas as etapas é a do laboratório litúrgico (na sua forma simplificada = vivência). A finalidade do laboratório é proporcionar a vivência de um rito, como se fosse numa celebração de verdade, em busca de autenticidade: integração entre gesto ritual sentido teológico e atitude espiritual.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A escola será dividida em quatro etapas:

1ª Etapa: Mistério pascal de Cristo – Introdução a Liturgia, breve introdução ao Ofício Divino das Comunidades e da Juventude e Ritos iniciais.

2ª Etapa: Diálogo de Deus com a comunidade – Liturgia da Palavra e Método da Leitura Orante.

3ª Etapa: Na partilha do Pão – Liturgia Eucarística, teologia e prática.

4ª Etapa: Um caminho de Espiritualidade – Ano Litúrgico.

Há temas transversais que perpassam todas as etapas da escola(estudo e prática): O Ofício Divino das comunidades/ da Juventude, o espaço, a espiritualidade, a música litúrgica e os ministérios.

DATAS

1ª Etapa: 15,16 e 17 de março de 2013; 2ª Etapa: 3, 4 e 5 de maio de 2013; 3ª Etapa: 23, 24 e 25 de agosto de 2013; 4ª etapa: 4, 5 e 6 de outubro de 2013.

Obs: A escola tem início com o jantar às 18h00 da sexta-feira e conclusão com o almoço do domingo às 12h00

LOCAL:

Seminário Diocesano Nossa Senhora da Assunção

Colina da Assunção – Bairro Esperança, Cajazeiras - PB Tel.: (83) 3531 – 1397

INSCRIÇÃO:

As inscrições poderão ser feitas até o dia 16 de fevereiro de 2013 no site da Diocese de Cajazeiras – www.diocajazeiras.com.br

VALOR DE CADA ETAPA:

Inscrição: 15,00 + hospedagem e alimentação: 50,00 + Livro da formação (único livro para todas as etapas): 10,00 = R$ 75,00
Escola Regional de Catequese
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Casamentos Comunitários
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Padres Lançam Livro sobre Padre Cícero
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Os Padres Cícero Gomes de Lira e João Aldcelio Ponciano acabam de lançar ao público, o livro de sua autoria - Padre Cícero: memória e santidade de um sacerdote sertanejo.

Segundo os autores do livro, “o objetivo desse escrito versa justamente fomentar a discussão em torno dessa figura tãoimportante e tão lendária, que marcou em profundidade e crença de um povo sofrido e angustiado, em uma nova realidade transformadora e detentora de um verdadeiro sentido para a vida humana, realizado por um ser superior, Deus, presente na imagem de um homem”.

Quem se interessar em adquirir o livro deve procurar o Padre Cícero, Pároco da cidade de Belém do Brejo do Cruz ou o Padre João Aldcelio, Pároco das cidades de Brejo dos Santos e Bom Sucesso, ambas na região de Catolé do Rocha, Sertão da Paraíba.
ENCONTRO DE CATEQUESE NA PARÓQUIA DE VIEIRÓPOLIS
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A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras realizou na última sexta–feira dia 18, um encontro de formação inicial para catequistas da Paróquia São Joaquim e Santana da cidade de Vieirópolis. Na ocasião foi estudado e refletido os temas: A catequese faz história na humanidade e o Ritual da iniciação cristã de adultos. O encontro foi ministrado pelo Pe. Franciarley Duarte – Coordenador Diocesano de Catequese da Diocese de Cajazeiras e também contou com a assessoria de Maria Almeida e Lígia Ferreira – ambas catequistas e agentes de comunicação da referida comissão.
Estavam presentes 26 catequistas das diversas comunidades que compõem a Paróquia. No final do encontro o Pe. Eliseu – Administrador Paroquial agradeceu a presença da comissão e de todos os catequistas que estavam presentes. Após a bênção final todos pousaram para a foto oficial e em seguida foi oferecido o almoço para todos os participantes.
Dom José ordenou três padres
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A ordenação presbiteral dos três novos sacerdotes da Diocese de Cajazeiras-PB aconteceu na tarde desta sexta, 25, festa da conversão de São Paulo, na Paróquia Santuário Eucarístico Bom Jesus Aparecido de Sousa -PB. Foram ordenados sacerdotes os diáconos Dalmir Cornélio, Janecildo Soares e Thieres Queiroga. O bispo de Cajazeiras-PB, Dom José González, presidiu a celebração litúrgica.

A solene celebração foi concelebrada pelo Arcebispo emérito de Nata-RN e ex-bispo de Cajazeiras Dom Matias Patrício de Macedo além dos padres da Diocese e de outras dioceses vizinhas.

Dom José em sua homilia destacou a importância do sacerdote a serviço da Igreja de Jesus. “Padre é um homem de Deus, e como profeta ele é chamado a ser um homem de Deus. Ser homens da Palavra, de Palavra e para a Palavra.” No clima de Centenário Diocesano (1914-2015) o bispo enfatizou que no seu serviço os novos padres “devem ter em conta o que estamos vivenciando no triênio preparatório ao centenário: A Palavra, a Liturgia e a Caridade”.
Seminário Celebra 58 anos de Fundação
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O Seminário Nossa Senhora da Assunção celebra hoje 58 anos de fundação. O Seminário foi inaugurado no dia 30 de Janeiro de 1955 pelo Bispo Diocesano de Cajazeiras Dom Zacarias Rolim de Moura e Dom Luiz do Amaral Mousinho, Bispo de Ribeirão Preto-SP.

A Pedra Fundamental do Seminário foi benta em Roma, no dia 16 de junho 1950, pelo Santo Padre o Papa Pio XII; Lançamento solene, no dia 22 de agosto de 1950, pelo então Bispo de Cajazeiras Dom Luiz do Amaral Mousinho.

Inauguração do Seminário Dia 30 de janeiro de 1955, pelo Bispo Diocesano de Cajazeiras Dom Zacarias Rolim de Moura e Dom Luiz do Amaral Mousinho, Bispo de Ribeirão Preto-SP.

O Seminário teve como Bispos Idealizadores e Continuadores do Seminário Dom Luiz do Amaral Mousinho (1948-1952); Dom Zacarias Rolim de Moura (1953-1990); Dom Matias Patrício de Macedo (1990-2000); Dom José González Alonso (2001 -).

Durante seus cinquenta e oito anos o Seminário já contou com cinco Reitores sendo eles: Mons. Luiz Gualberto de Andrade (1955-1959); Dom Zacarias Rolim de Moura (1959-1982); Mons. Francisco de Assis Sitônio (1982-1992); Pe. Agripino Ferreira de Assis (1992-2006); Pe. Josinaldo Pereira de Lima (2007)
Nestes cinquenta e oito anos de fundação o Seminário foi o único que durante seu período de fundação que nunca fechou as portas. Mais de mil seminaristas já passaram por essa casa que chama, cultiva e envia as vocações sacerdotais.
Juventude: onde andam os jovens?

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo
Enquanto escrevo este artigo, continuam a chegar notícias e imagens da terrível tragédia ocorrida em Santa Maria, RS., na madrugada deste domingo, dia 27 de janeiro. Mais de 230 mortos confirmados no incêndio da casa noturna. A maioria, jovens estudantes; Santa Maria é uma cidade universitária, com estudantes de todo o Brasil. Muita consternação.

Sofrimento e tristeza imensas abateram-se, de repente, sobre inúmeras famílias, que punham tantas esperanças nos seus filhos jovens, cheios de vida e de ideais. A dor é compartilhada pelo Brasil inteiro; de todos os lados, chegam mensagens de solidariedade, de autoridades políticas, lideranças comunitárias e pessoas comuns do povo: todos gostariam de se manifestar, de fazer algo, de dizer uma palavra de conforto às mães desesperadas diante dos corpos estendidos no chão do ginásio de esportes, para serem reconhecidos e identificados... À distância, nos colocamos em oração silenciosa, a pedir a Deus o conforto pelos que sofrem e a vida eterna para os que perderam tão precoce e tragicamente para este mundo.

Vida e morte se encontraram numa circunstância inusitada, enquanto os jovens festejavam e se alegravam... Da diversão ao luto, em poucos minutos! Como é possível que aconteçam tragédias semelhantes? As responsabilidades ainda devem ser apuradas, mas tomam sobre si enormes encargos pela segurança, a integridade física e a vida de outras pessoas aqueles que mantêm semelhantes locais de agregação de massas humanas, sejam os fins que forem; as medidas emergenciais de segurança estavam todas asseguradas e checadas? Espetáculos com elementos de risco estavam autorizados? Os locais estavam devidamente vistoriados e liberados pelas autoridades competentes? Estavam habilitados e treinados aqueles que deviam zelar pela segurança?

Após a tragédia, passado o silêncio respeitoso pelos mortos e aos muitos feridos e enlutados, resta a fazer uma reflexão em vários setores: quanto vale a vida humana? Ele pode ser moeda de troca em função de ganhos e lucros? Cada vida humana é única e preciosa, não podendo ser exposta ao perigo, de maneira leviana; mais ainda, quando se pretendem maiores ganhos, com menores despesas em segurança. Semelhantes tragédias, igualmente em casas noturnas de diversão, têm acontecido em outros países também. Não estaria na hora de haver maior vigilância sobre a segurança de tais locais?

Para o Brasil, o motivo de tristeza ainda é maior, justamente neste ano, quando acontecerá a Jornada Mundial da Juventude, em julho, no Rio de Janeiro. Há poucas semanas, a cruz da Jornada da Juventude peregrinou por Santa Maria, com a acolhida e a participação entusiasta de milhares de jovens. Talvez, muitos dos que perderam a vida no incêndio estiveram também entre eles... E a juventude é tema da Campanha da Fraternidade, que será aberta na próxima Quaresma: “Juventude e fraternidade”.

A tragédia de Santa Maria nos motiva a voltarmos nossas atenções com maior empenho para os jovens: que não lhes falte a presença, o estímulo e o bom exemplo dos adultos nas escolhas que devem fazer para a vida; que tenham oportunidades para se preparar bem para assumirem seu lugar na sociedade e seu rumo na vida; que não sejam abandonados, de maneira resignada, aos ideólogos do vazio e da desorientação antropológica e moral, ou aos que investem pesado neles para explorar suas energias jovens e sua vontade de viver em função de manobras ideológicas ou ganhos econômicos, conduzindo-os para os becos sem saída da droga, da corrupção moral e social. Que não recebam apenas propostas vazias e nihilistas para suas vidas, mas orientações e indicações sólidas para a construção de seu futuro.

No Brasil, nós temos neste ano uma chance de ouro para nos dirigirmos aos jovens. São eles que terão nas mãos a responsabilidade pela vida social, logo mais, daqui a poucos anos. E da vida da Igreja também. A Campanha da Fraternidade está às portas e a Jornada Mundial da Juventude já está mobilizando muitas energias jovens pelo Brasil todo. Como faremos para envolver a maioria absoluta dos jovens, que ainda não são alcançados pelas nossas propostas pastorais, nem nossas homilias dominicais, mas que se encontram, aos milhões, nas escolas e universidades e nas casas de diversão, sábados à noite?
Enxugar a missa


Dom José Maria Maimone
Bispo emérito de Umuarama (PR)

Alguns Padres deveriam filmar suas Missas, depois, calmamente e atenciosamente assistir.

O que eles veriam?

Veriam os fiéis conversando enquanto o comentarista lê a interminável lista de intenções. Veriam que ninguém acompanha a introdução do folheto indevidamente inflacionada pelos acréscimos cometidos pela equipe de liturgia, que acrescentam, por sua conta, inúmeras outras intenções.

Veriam uma procissão de entrada ao som de música barulhenta, cobrindo a voz dos cantores. Aliás, com um tom que só o coro canta, enquanto a assembléia permanece muda, pois não conhece os cantos.

Veriam que o ato penitencial fala de pecados estruturais e macro-injustiças, ataca as multinacionais e as políticas globalizantes, mas não fala das bebedeiras do marido nem da preguiça da esposa, não se refere à desobediência dos adolescentes nem à safadeza dos moçoilas.

Quando a assembléia canta piedade, piedade, piedade de nós, canta da boca pra fora, pois sabe muito bem que seus pecados são outros...

Primeira leitura: Moisés caminha pelas areias do deserto, sob o sol causticante, enquanto os jumentos do Egito babam de calor.

Ali, bem diante do altar, um velhinho cochila e baba também. Dois bebês (a quem as mamães deram os folhetos de missa para mascar) babam igualmente. Futuramente as alfaias incluirão babadouros para a assembléia.

Segunda leitura: Um leitor esforçado luta com os óculos para encontrar o foco adequado. O templo mal iluminado em nada ajuda em seu combate. O texto sai truncado, as frases sincopadas, as sílabas finais inaudíveis. A assembléia é salva pelo gongo. De pé, aplaudem o Livro Santo, enquanto o coral entoa um canto de Aclamação que não tem nenhuma aclamação. Por pouco não cantam: Ora, bolas!

O seu vigário lê o Evangelho. Tem boa voz, mas o volume do microfone está alto demais e alguns zumbidos de microfonia competem com a mensagem central.

Já sentados, os fiéis ouvem a homilia. Pela nave da igreja o que se vê: Dona Engrácia reza o terço, piedosa e contrita. Juca e Chico puxam as tranças de Dorotéia uma gracinha! Rafael, com menos de dois anos de idade, corre pelo corredor central, atraindo os olhares maternais das senhoras do Apostolado da Oração.

O pregador continua falando. Escapou do tema do Evangelho do dia e fez breves referências à Campanha da Fraternidade, à visita de Sua Excelência o Bispo diocesano, ao próximo Grito dos Excluídos, à campanha para construção da torre, além de pedir enfaticamente que se lembrem do dízimo no próximo domingo.

Percebe-se também que Dr. Edmundo não tira os olhos do relógio, pois já desconfia de que não terá tempo de ver a largada da corrida de Fórmula Um.

Então, Senhores Vigários, não precisam se preocupar em continuar avaliando, pois já deu para os Senhores terem plena convicção de que sua “liturgia” foi um desastre. Agora preparem-se para deitar. Talvez os Senhores consigam dormir...
Carnaval, Cinzas e Fraternidade
Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena
Bispo de Guarabira (PB)

O carnaval pode ser vivido de diversas maneiras. Não teve sua origem no Brasil, como muitos pensam, mas na Grécia. Era uma festa de alegria pagã. No Brasil, o carnaval é coisa séria. Há quem fale que o ritmo normal da vida no país só começa após o carnaval. É tempo do vale tudo. Vale mergulhar fundo no prazer sem freios, na bebida, nas drogas. E isso tudo equivocadamente é em nome da alegria. Que alegria é essa, que, no final da folia, se acaba?

Há, porém, o Carnaval verdadeiro, marcado por uma alegria verdadeira. Nesse Carnaval é dispensado o prazer irresponsável, a bebida, as drogas, para se celebrar a vida. O católico pode comemorar o carnaval, desde que respeite os princípios cristãos, sem se entregar aos excessos permissivos tão difundidos em nossos dias. Quem não participa das festividades públicas, procure se alegrar junto a sua família e amigos. Isso precisa ser resgatado.

As Dioceses, as Paróquias e as Comunidades deste país promovem um carnaval diferente, repleto de alegria, a qual Deus quer para todos os seus filhos. Em todo caso, é carnaval. Quem vai fazer festa que faça com respeito ao próximo e aos valores. Muitos decidem passar o Carnaval na tranquilidade do campo, da praia. Outros em retiro espiritual, numa experiência de Deus, profunda e transformadora. Outros ainda vão ficar em casa e assistir ao espetáculo de criatividade, de luz e de cores, promovido pelas escolas de samba.

Passados os dias de Carnaval tem início o tempo da Quaresma com a imposição das cinzas sobre nossas cabeças e ouvindo este apelo de Jesus: “convertei-vos e crede no Evangelho!” Estas palavras, indicam um inteiro programa de vida, preparando-nos para celebrar a Páscoa. Assim, na oração, no jejum, no exercício da caridade fraterna, na penitência, caminhamos ao encontro do Cristo pascal.

Na Quaresma nos exercitamos na revisão de vida e na conversão nas nossas práticas religiosas, para que elas não sejam apenas manifestações formais e exteriores de religiosidade – “para serem vistos pelos homens” – mas sejam a expressão de uma vida que se volta sinceramente para Deus. E, durante a Quaresma, realizamos a Campanha da Fraternidade. Esta indica uma reflexão específica para nos exercitarmos na caridade; neste ano, é a juventude. Queremos juntos encontrar caminhos para acolher e integrar nossa juventude. Nossa resposta generosa ao chamado deve ser: “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8). Convertamo-nos, e nos desafios deste mundo, tornemo-nos missionários a serviço da juventude.
Renúncia de Bento XVI
Depois de sete anos ocupando a cadeira papal, atuando como administrador pontifício e sendo ponto de unidade da Igreja Católica Apostólica Romana, o Papa Bento XVI, de forma livre e consciente, anuncia sua renúncia ao cargo a ele confiado. Foi decisão com coragem e preocupado com a efetiva missão da Igreja no mundo, que não pode ser prejudicada por causa de sua impossibilidade física, sua saúde e sua idade avançada.

Não diria que fomos pegos de surpresa, porque isto pode ocorrer com qualquer autoridade. No caso de Bento XVI, de identidade alemã, intelectual e muito coerente em suas ações, uma decisão desta não é novidade. Aliás, já aconteceram outras renúncias na história dos papas. A última foi do papa Celestino V, na data de 13 de dezembro de 1294, tendo como causa sua humildade e saúde.

Agora os trâmites serão normais. Ficando vaga a sede de Pedro, depois de 28 de fevereiro próximo, os Cardeais vão se reunir em Conclave para eleger o sucessor de Bento XVI. Da nossa parte fica a expectativa da escolha de alguém com capacidade para dar os passos necessários que a Igreja precisa. Por isto devemos estar em atitude de oração, de súplica a Deus para que a escolha seja eficaz.

A grande preocupação que temos é em relação à Jornada Mundial da Juventude, em julho próximo, no Brasil, mas há tempo suficiente para a escolha do novo papa que, com certeza, estará cumprindo essa agenda histórica realizada pelos últimos papas em relação aos jovens. Portanto, não devemos desanimar nos trabalhos de preparação da juventude em direção à Jornada no Rio de Janeiro.

As mudanças são sempre positivas para a vida da Igreja. Elas causam, no primeiro momento, espanto, dificuldades, crises, mas geram vida nova e novo dinamismo. As pessoas são diferentes e têm modos de agir próprios, proporcionando enfrentamentos com novas iniciativas. Bento XVI, certamente, pensou nisto ao anunciar sua renúncia. Teve em vista o bem da Igreja, que não poderia ser dificultado por causa de suas deficiências.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Bento XVI anuncia renúncia
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A Rádio Vaticano divulgou a informação de que o papa Bento XVI anunciou nesta segunda-feira que renunciará ao cargo no dia 28 de fevereiro. Eis o texto integral do anúncio:

“Caríssimos Irmãos, convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor, quer do corpo, quer da mente; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus".

Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
COMISSÃO DIOCESANA PASTORAL PARA ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA DA DIOCESE DE CAJAZEIRAS REALIZA REUNIÃO.
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Foi realizada no último dia 09, no Salão Paroquial da Catedral, a reunião da Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras, com a finalidade de avaliar os trabalhos realizados na Diocese no ano anterior, e planejar o encontro diocesano de articulação para coordenadores paroquiais de catequese que se realizará no próximo sábado dia 16 de fevereiro.
Fé na Juventude


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte

A Igreja Católica, rumo à Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro em julho de 2013, promove a 50ª edição da Campanha da Fraternidade, com o tema “Juventude e Fraternidade”. Neste caminho, a Igreja consolida sua opção preferencial também pelos jovens, consciente dos desafios que tem de enfrentar para renovar sua linguagem, articular seu diálogo, inserir-se nas redes sociais e garantir espaço privilegiado aos jovens na experiência do seguimento de Jesus Cristo, sua mais importante tarefa evangelizadora.

Para a Igreja Católica, particularmente no Brasil, este é um ano da juventude. As grandes metas incluem a oferta de caminhos para que os jovens experimentem o encontro pessoal com Jesus Cristo, na condição de discípulos missionários, com uma presença mais ativa nas comunidades de fé. Assim, é possível fazer crescer os dons e talentos da juventude, ampliando sua participação na busca de uma sociedade mais solidária, lugar de vivência respeitosa e comprometida com o bem comum.

Essa aposta tão importante, no caminho deste tempo da Quaresma, está iluminada pelo horizonte comovedor e evangelicamente rico do anúncio feito pelo Papa Bento XVI, de que deixará o ministério petrino no próximo dia 28. Um acontecimento que remete a Igreja, de modo muito forte, pela envergadura espiritual e moral do Papa, ao mais genuíno da simplicidade evangélica. As inteligências são desafiadas na busca de razões que, elaboradas, ancoram uma decisão de tal porte e tão impactante. As mentes também ganham uma luminosidade incomum que exige assentamento na mais qualificada significação da condição de simples “servos da vinha do Senhor”, como o Papa Bento XVI dizia no dia de sua eleição como sucessor de Pedro, em 2005.

Ainda muito importante, é considerar o desafio posto a todos os que servem na Igreja, impulsionados a uma corajosa revisão na ocupação de cargos e lugares, no desempenho de responsabilidades e na coragem saudável de não gabar-se de nada e nem se considerar, absolutamente, mais importante ou privilegiado. Na apresentação de sua renúncia, o Papa Bento XVI diz que, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância na vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho é necessário vigor, do corpo e do espírito.

Não há inteligência que substitua, estratégias que se equiparem ou ações políticas e diplomáticas que alcancem a estatura e a força transformadora que virá sempre de quem cultiva esse acenado vigor espiritual. Neste momento oportuno, a Igreja percorre o caminho rico e interpelador do tempo da Quaresma, iluminada pelo brilhante testemunho de fé e de profunda intimidade com Deus, na vida e ministério do Papa Bento XVI. É chamada a avaliar, compreender e dar uma resposta adequada ao tesouro inesgotável de sua fé. Entre os muitos capítulos que estão sendo repassados, em busca de posturas e respostas novas, está o compromisso emanado da opção preferencial pelos jovens. A efetivação desta aposta, indispensável, inadiável e sempre atual no caminho evangelizador da Igreja, é um enorme desafio. Supõe muitas e profundas mudanças.

O intocável tesouro da fé, buscado cada vez mais na sua riqueza inesgotável, para ser aprendido e vivido, desafia o caminho pedagógico e formativo da Igreja, exigindo mudanças iluminadas por uma compreensão capaz de produzir nova lucidez e intuir novas respostas. Não se trata apenas de multiplicar alguns eventos, retomar práticas ou simplesmente dar algumas indicações. Os desafios são amplos. A cultura midiática, por exemplo, requer um conhecimento mais apurado, com resultados na abordagem das muitas e novas linguagens, para garantir aos jovens a vivência de experiências interativas, diálogos e, particularmente, testemunhos.

Importante, sobretudo neste tempo de Quaresma e na vivência da Campanha da Fraternidade, é cultivar, pela simplicidade evangélica, uma espiritualidade capaz de fortalecer sempre a opção preferencial pelos jovens.
Encontros Pastorais
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No ultimo sábado dia 02, foi realizado um encontro com os catequistas e os coroinhas da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos/PB. O encontro com os catequistas teve como objetivo planejar atividades sobre a quaresma para os catequizandos e fazer um levantamento sobre as inscrições para o Sacramento da Crisma, e foi coordenado por Maria Almeida - Coordenadora Paroquial de Catequese. O encontro com os coroinhas teve como tema: O coroinha e a liturgia, tema este bem escolhido, uma vez que a função do coroinha está muito ligada a liturgia, e foi coordenado por Tamires Pereira -- Coordenadora Paroquial de Liturgia.
COMISSÃO DIOCESANA PASTORAL PARA ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA DA DIOCESE DE CAJAZEIRAS REALIZA REUNIÃO.
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Foi realizada no dia 09 de Fereiro, no Salão Paroquial da Catedral, a reunião da Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catquética da Diocese de Cajazeiras, com a finalidade de avaliar os trabalhos realizados na Diocese no ano anterior, e planejar o encontro diocesano de articulação para coordenadores paroquiais de catequese que se realizará no próximo dia 16 de fevereiro.
COMISSÃO DIOCESANA DE CATEQUESE REALIZA ENCONTRO DE ARTICULAÇÃO E FORMAÇÃO PARA COORDENADORES
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A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico – Catequética da Diocese de Cajazeiras realizou no último sábado dia 16 de fevereiro, um encontro diocesano de articulação para coordenadores paroquiais de catequese com a finalidade de fazer o planejamento anual de atividades da comissão junto as Paróquias. Após este momento, foi estudado e refletido o tema: Como organizar um grupo de catequistas. Aproveitando a oportunidade Maria Almeida e Maria José Formiga apresentaram a síntese do 1º Módulo da escola regional de catequese que aconteceu em janeiro deste ano na cidade de Lagoa Seca/PB. O encontro foi realizado no Salão Paroquial da Catedral Nossa Senhora da Piedade na cidade de Cajazeiras e foi ministrado pelo Pe. Franciarley Duarte – coordenador Diocesano da Pastoral para Animação Bíblico-Catequética na referida diocese e contou com a presença de 34 catequistas.
Encontros de Formação
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ENCONTRO VOCACIONAL‏
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A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos, sediou no último domingo dia 24 de fevereiro, o encontro zonal Vocacional. Estavam presentes apenas representantes das Paróquias São Francisco de Assis de Riacho dos Cavalos e Nossa Senhora dos Remédios da cidade de Jericó. O encontro foi ministrado pela Comissão Diocesana da Pastoral Vocacional da Diocese de Cajazeiras/PB.
O afeto dos cardeais ao Papa
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“Hoje, queremos mais uma vez expressar-lhe toda a nossa gratidão.” Assim, o Decano do Colégio Cardinalício, Card. Angelo Sodano, saudou o Papa Bento XVI, na Sala Clementina, em nome de todos os cardeais presentes em Roma.

“Com grande trepidação, os Padres Cardeais se unem ao seu redor, Santidade, para manifestar-lhe mais uma vez seu profundo afeto e expressar-lhe viva gratidão por seu testemunho de abnegado serviço apostólico, pelo bem da Igreja de Cristo e de toda a humanidade.”

Recordando as palavras pronunciadas pelo Pontífice sábado passado, no final dos Exercícios Espirituais, quando agradeceu a todos por esses quase oito anos, durante os quais seus colaboradores carregaram com competência, afeto, amor e fé o peso do ministério petrino, o Cardeal afirmou que é o Colégio que deve agradecer pelo exemplo que o Papa deu em todo este período:

“Em 19 de abril de 2005, Sua Santidade se inseriu na longa cadeia de Sucessores do Apóstolo Pedro e hoje, 28 de fevereiro de 2013, está prestar a deixar-nos, à espera que o timão da barca de Pedro passe a outras mãos. Assim, prosseguirá a sucessão apostólica, que o Senhor prometeu à sua Santa Igreja, até quando se ouvir sobre a terra a voz do Anjo do Apocalipse que proclamará ‘Já não haverá mais tempo... então o mistério de Deus estará consumado’. Terminará assim a história da Igreja, com a história do mundo, com o advento de novos céus e terra nova.”

O Cardeal Sodano afirmou que, “com profundo amor”, os cardeais tentaram acompanhá-Lo no seu caminho, revivendo a experiência dos discípulos de Emaús, os quais, depois de caminharam com Jesus, disseram um ao outro: ‘Não ardia o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho?’.

“Sim, Padre Santo, saiba que o nosso coração também ardia enquanto caminhávamos juntos nesses últimos oito anos. Hoje, queremos mais uma vez expressar-lhe toda a nossa gratidão. Em coro, repetimos uma expressão típica de sua querida terra natal: ‘Vergelt's Gott’, Deus lhe pague!”
Assembleia Zonal
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A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos, sediou na última terça – feira dia 26 de fevereiro, a assembléia zonal que acontece a cada dois meses no zonal de Catolé do Rocha. A assembléia teve como objetivo agendar as datas das reuniões do zonal para este ano de 2013, como também os mutirões de confissões que acontece neste período quaresmal. Estavam presentes 27 pessoas representantes das Paróquias de: Catolé do Rocha, Brejo do Cruz, São Bento, Bom Sucesso, Brejo dos Santos, Lagoa, Jericó e Riacho dos Cavalos, inclusive os administradores paróquias, com excessão de Pe. Cícero que justificou a sua ausência. A próxima reunião zonal acontecerá no dia 09 de abril na Paróquia Nossa Senhora dos Remédios na cidade de Catolé do Rocha e o tema em estudo será: A história da Igreja. No entanto, no final da assembléia Pe. Franciarley Duarte – coordenador zonal agradeceu a presença de todos que estavam presentes, em seguida foi servido o almoço para todos os participantes.
Lançamento da Campanha da Fraternidade
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Mensagem em homenagem ao Dia da Mulher
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Parabéns Mulheres Catequistas!
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"Dizem que a mulher é sexo frágil, mas que mentira absurda..."

Concordo Erasmo, quem faz parte da rotina de uma mulher, sabe bem que não somos tão fragéis assim, ao contrário, somos fortes, corajosas, determinadas, ousadas, alegres, flexíveis, profissionais, batalhadoras, delicadas, enguiçadas, tagarelas, necessárias...
Nesse dia da mulher, peço as bençãos de Deus, a proteção de MARIA, aquela que é para nós exemplo de Mulher, para que possamos seguir seus passos sempre!
Hoje de maneira especial, quero parabenizar as mulheres catequistas. Mulheres de fé, que Levam nossa catequese no peito( não menosprezando a presença de nossos queridos e poucos catequistas homens), meio a tanto afazeres, ainda encontram tempo para educar na fé, filhos dos outros, amando, orientando como se fossem seus. Força pra você mulher catequista, que consegue conciliar, casa, marido, filhos, profissão, dedicando o pouco tempo que lhe sobra na evangelização. Que Jesus, aquele que melhor compreendeu as mulheres, levando-as a sério, considerando-as pessoas com quem poderia conversar e capazes de compreender suas revelações sobre Deus, nos façam perseverantes em nosso SIM.
Que Ele continue nos corrigindo em nossos erros, ensinando, instruindo, amando, valorizando, confiando e nos capacitando nessa missão tão instigante que é ser CATEQUISTA.

Parabéns Catequistas, mulheres guerreiras, incansáveis!
Imaculada Cintra, feliz por ser mulher, radiante por ser catequista!
DEUS CONFIA NOS JOVENS E OS CHAMA PARA A MISSÃO
O lema desta campanha é retirado dos escritos proféticos de um jovem. Isaías era jovem quando aceitou o convite de Deus para ser profeta em Israel, no ano da morte do rei Ozias. Foi um momento difícil para os israelitas: era iminente a invasão da Assíria, grande potência da época, e o povo precisava discernir caminhos de enfretamento desse desafio. Mas imperava a infidelidade à lei do Senhor; havia muitas injustiças, pois a aristocracia detinha e acumulava riquezas e poder, esvaziando o culto. Nesse contexto desafiador, Deus confiou nos jovens e chamou um deles para enviá-lo como profeta a seu povo. Chamou Isaías, pertencente à aristocracia. Ao ouvir o chamado de Deus, disse corajosamente: “Eis-me aqui. Envia-me!” (Is 6,8). Deus então o purificou e o capacitou para a missão.
Com esta campanha, queremos que os jovens se inspirem em Isaías e em tantos outros personagens bíblicos e da história da Igreja que ouviram o chamado de Deus e puseram a sua vida a serviço do seu povo. Dentre esses, destaca-se Maria de Nazaré, que ainda muito jovem recebeu um papel fundamental na história da salvação, ao qual se apresentou com a obediência e a coragem da fé. Maria é mãe da juventude, pois, ao assumir de forma radical a missão, acolhe a todos como filhos e mostra como servir a Deus; é o grande modelo de acolhimento da palavra de Deus e de seguimento de seu filho.
Com a CF, a Igreja diz a você, jovem: Jesus Cristo o(a) chama, quer enviá-lo(a) à messe. Que o lema: “Eis-me aqui, envia-me” inspire a sua resposta.

Pe. Luiz Carlos Dias
Secretário-executivo da CF
Novo Papa: Francisco
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Foi eleito novo Papa na tarde desta terça-feira, 13 de março, o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio que adotou o nome de Francisco. Ele tem 76 anos é o 265° sucessor de Pedro. Foi eleito no 5° escrutínio no segundo dia do Conclave.

"Annuntio vobis gaudium magnum: habemus Papam!”

“Eminentissimum ac reverendissimum dominum, dominum, Giorgio Marium Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Bergoglio, qui sibi nomen imposuit Francisco I.


O Cardeal Arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio,

Às 20hs12min do dia 13 de março de 2013 o protodiácono Jean-Louis Tauran proclamou a famosa fórmula do Habemus Papam, no balcão Central da Basílica de São Pedro.

Às 20h23 o recém-eleito assomou ao balcão central proclamando as seguintes palavras: "Irmãos e Irmãs, boa noite! Vocês sabem que o dever do Conclave era de dar um bispo a Roma. Parece que meus irmãos cardeais foram buscá-lo quase no fim do mundo. Mas, estamos aqui! Vos agradeço pela acolhida, à comunidade diocesana, ao seu bispo. Obrigado!"
Biografia do novo Papa
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O novo pontífice é o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, Papa Francisco, que nasceu em Buenos Aires, na Argentina, em 17 de dezembro de 1936. É Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina e sem Ordinário do rito próprio.

O Papa jesuíta se formou como técnico químico, mas depois escolheu o caminho do sacerdócio e entrou para o seminário de Villa Devoto. Em 11 de março de 1958, passou para o noviciado da Companhia de Jesus. Completou os estudos humanistas no Chile e em 1963, voltou para Buenos Aires e se formou em filosofia na Faculdade de Filosofia do Colégio máximo San José, de São Miguel.

De 1964 a 1965, ensinou literatura e psicologia no Colégio da Imaculada de Santa Fé e, em 1966, ensinou essas mesmas matérias no Colégio do Salvador, em Buenos Aires.

De 1967 a 1970 estudou teologia na Faculdade de Teologia do Colégio máximo San José, de São Miguel, onde se formou.

Em 13 de dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote.

Em 1970-1971, completou a terceira aprovação em Alcalá de Henares (Espanha), e em 22 de abril de 1973 fez a profissão perpétua.

Foi mestre de noviços em Villa Barilari, San Miguel (1972-1973), professor na Faculdade de Teologia, Consultor da Província e Reitor do Colégio máximo. Em 31 de julho de 1973, foi eleito provincial da Argentina, cargo que desempenhou por seis anos.

De 1980 a 1986, foi reitor do Colégio máximo e das Faculdades de Filosofia e Teologia dessa mesma Casa e pároco da Paróquia de São José, na Diocese de San Miguel.

Em março de 1986, viajou para a Alemanha para completar sua tese de doutorado. Foi enviado pelos seus superiores ao Colégio do Salvador e passou para a igreja da Companhia na cidade de Córdoba, como diretor espiritual e confessor.

Em 20 de maio de 1992, João Paulo II o nomeou Bispo titular de Auca e Auxiliar de Buenos Aires. Em 27 de junho do mesmo ano, recebeu na catedral de Buenos Aires a ordenação episcopal das mãos do Cardeal Antonio Quarracino, do Núncio Apostólico Dom Ubaldo Calabresi e do Bispo de Mercedes-Luján, Dom Emilio Ogñénovich.

Em 3 de junho de 1997 foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e em 28 de fevereiro de 1998 Arcebispo de Buenos Aires por sucessão à morte do Card. Quarracino.
É autor dos livros: «Meditaciones para religiosos» del 1982, «Reflexiones sobre la vida apostólica» del 1986 e «Reflexiones de esperanza» del 1992.

É Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina que não podem contar com um Ordinário de seu rito. Grão-Chanceler da Universidade Católica Argentina.

Relator-Geral adjunto da 10ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (outubro de 2001).

De novembro de 2005 a novembro de 2011 foi Presidente da Conferência Episcopal Argentina.

Foi criado Cardeal pelo Beato João Paulo II no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, titular da Igreja de São Roberto Bellarmino.

É Membro:
das Congregações: para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos; para o Clero; para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades de vida apostólica;
do Pontifício Conselho para a Família:
da Pontifícia Comissão para a América Latina.
Dia de São José
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Primeira missa do Papa Francisco:
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Desde as primeiras horas da manhã de hoje, 19 de março, a praça São Pedro começou a receber chefes de estado, líderes religiosos e peregrinos para a missa de inauguração do pontificado do papa Francisco. Antes do início da cerimônia, o Papa Francisco desfilou em carro aberto pela praça, e em seguida desceu ao túmulo de São Pedro, embaixo do altar da Confissão, dentro da Basílica. Depois de se deter alguns minutos em oração, incensou o Trophaeum apostólico e se juntou à procissão de cardeais concelebrantes.

À frente, estavam os diáconos levando o Pálio pastoral, o Anel do Pescador e o Evangelho. Já fora da Basílica, no altar da Praça São Pedro, o cardeal-protodiácono, Jean-Louis Tauran, impôs o Pálio (estola decorada com as cruzes do martírio); o cardeal protopresbítero Godfried Danneels, fez uma oração, e o cardeal decano Angelo Sodano entregou ao Pontífice o Anel do Pescador. Neste momento, seis cardeais, em nome de todo o Colégio Cardinalício, prestaram obediência ao Papa.

Todos os cardeais, patriarcas e arcebispos maiores das Igrejas orientais católicas; o secretário do Conclave, Dom Lorenzo Baldisseri, e os padres Fr. Jose' Rodriguez Carballo e Alfonso Nicolas SJ, respectivamente presidente e vice-presidente da União dos Superiores Gerais, concelebraram com Francisco a sua primeira Missa como Papa.

Também acompanharam a celebração o presidente da Itália, Giogio Napolitano; as presidentes da Argentina, Cristina Kirchner; e do Brasil, Dilma Rousseff, entre outros. Todos os chefes de estado e delegações estrangeiras foram recebidos pelo papa, após a missa, na Basílica de São Pedro.

A seguir, a íntegra da homilia do papa Francisco, na missa de hoje, solenidade de São José, patrono da Igreja.

“Queridos irmãos e irmãs!
Agradeço ao Senhor por poder celebrar esta Santa Missa de início do ministério petrino na solenidade de São José, esposo da Virgem Maria e patrono da Igreja universal: é uma coincidência densa de significado e é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão.
Saúdo, com afecto, os Irmãos Cardeais e Bispos, os sacerdotes, os diáconos, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos. Agradeço, pela sua presença, aos Representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais, bem como aos representantes da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas. Dirijo a minha cordial saudação aos Chefes de Estado e de Governo, às Delegações oficiais de tantos países do mundo e ao Corpo Diplomático.
Ouvimos ler, no Evangelho, que «José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa» (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II: «São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo» (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egipto e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus.
Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projecto d’Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é «guardião», porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!
Entretanto a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!
E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem «Herodes» que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.
Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito económico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos «guardiões» da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para «guardar», devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!
Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afecto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46). Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger.
Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou «com uma esperança, para além do que se podia esperar» (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus.
Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! Amem.
Papa Francisco recebe Presidente Dilma e diz que pretende ir a Aparecida (SP) após a JMJ
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A presidente Dilma Rousseff foi recebida na manhã desta quarta-feira, 20 de março, no Vaticano, pelo Papa Francisco, durante uma audiência particular. No dia de ontem, terça-feira, falando aos jornalistas a presidente afirmou que a Jornada Mundial da Juventude seria o “tema central” do encontro com o Papa Francisco.

“A Jornada – disse a Presidente -, vai atrair para o Brasil milhares de jovens católicos, que serão muito bem recebidos, como a gente sempre faz”, acrescentou. A visita ao Rio para a Jornada Mundial da Juventude, em julho, deverá ser a primeira grande viagem do Papa Francisco.

O papa Francisco disse à presidente Dilma Rousseff que é necessário empenho conjunto para combater as drogas e reforçar os valores e os princípios para a juventude. Dilma foi a primeira chefe de Estado recebida por Francisco, depois da cerimônia que marcou ontem (19) o início do seu pontificado. Na conversa, o papa lembrou que a construção do futuro depende da juventude.

“[O papa] falou sobre a importância da juventude na construção do futuro da humanidade e que a Igreja [Católica], como uma instituição secular, tem no jovem um foco muito grande”, disse a presidente, após o encontro com o papa, no Vaticano.

Dilma disse que Francisco ressaltou que é fundamental, para o combate às drogas, reforçar valores e princípios. “Conversamos sobre a questão das drogas e do crack, o reforço de valores, princípios e símbolos para a juventude”, destacou.

A presidente acrescentou que o papa confirmou que participará da Jornada Mundial da Juventude, nos dias 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro. “Ele [o papa] disse que espera uma presença grande dos jovens [durante a jornada]”, contou ela. Segundo Dilma, o papa disse que pretende, depois da jornada, visitar Aparecida (SP) – onde está o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

“Ele [o papa] disse que vai a Aparecida, depois [da jornada]. Ele até me lembrou que, em 2007, esteve em Aparecida, e me deu um livro do que eles [os bispos latino-americanos] fizeram em 2007”, contou a presidente, lembrando da recomendação de Francisco de que ela “não leia o livro todo”.

“'Você não precisa ler tudo porque você pode se aborrecer, então você pega o índice e vai nos assuntos que te interessa', ele me disse”, contou Dilma, entre sorrisos, demonstrando o bom humor de Francisco.

A presidente se disse impressionada como o papa se comporta como uma pessoa normal. “Ele [Francisco] é o primeiro muitas coisas: é o primeiro Francisco, primeiro jesuíta, primeiro latino-americano e primeiro argentino”, acrescentou Dilma, informando que percebeu bastante entusiasmo no papa.

A Rádio Vaticano informou que o Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, ficou feliz ao receber a notícia. Porém, ainda não há maiores detalhes sobre esse acréscimo no roteiro da visita do Santo Padre ao país. “É uma notícia que me enche de alegria. Os devotos de Nossa Senhora Aparecida, em todo o Brasil, também devem estar transbordando de alegria”, disse dom Damasceno.
Domingo de Ramos
Num clima de alegria e esperança provocado pela ascensão ao pontificado petrino, do papa Francisco, iniciamos mais uma Semana Santa com a entrada triunfal de Jesus na cidade de Jerusalém. Aí começa uma nova fase na história do povo de Israel, quando todos se voltam para a cena da paixão, morte na cruz e ressurreição de Jesus Cristo.
A Semana Santa deve ser um tempo de recolhimento, de interiorização e de abertura do coração e da mente para o Deus da vida. Significa fazer uma parada para reflexão e reconstrução espiritualidade, essencial para o equilíbrio emocional e segurança no caminho natural da história de vida, com mais objetividade e firmeza.
As dificuldades encontradas não são fracassos e nem um caminho sem saída. Elas nos levam a firmar a esperança na luta por uma vida sem obstáculos intransponíveis. Foi o que aconteceu com Cristo no trajeto da paixão, culminando com a morte na cruz. Em todo esse caminho ele passou por diversos atos de humilhação.
A estrada da cruz foi uma perfeita reveladora da identidade de Jesus. Ele teve que enfrentar os atos de infidelidade e de rebeldia do povo que estava sendo infiel ao projeto de Deus, inclusive sendo crucificado entre os malfeitores. Jesus partilha da mesma sorte e dos mesmos sofrimentos dos assassinos e ladrões de sua época.
Na Semana Santa devemos associar ao sofrimento de Cristo o mesmo que acontece com tantas famílias e pessoas violentadas em nossos tempos. Podemos dizer da violência armada, dos trágicos acidentes de trânsito, das doenças que causam morte, do surto da dengue, dos vícios que ceifam muita gente etc. Jesus foi açoitado, esbofeteado, teve a barba arrancada, foi insultado e cuspido.
O detalhe principal é que nenhum sofrimento fez Jesus desistir de sua missão e nem ter atitude de vingança. Ele deixou claro que o perdão é mais forte do que a vingança. Devemos aprender com ele e olhar a vida de forma positiva, sabendo que seu destino é projetado para a eternidade em Deus.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.
Histórico encontro entre Papa Francisco e Bento XVI:
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O Papa Francisco encontrou-se neste sábado, 23, pela primeira vez com seu predecessor, o Papa emérito, Bento XVI, em Castel Gandolfo, nas proximidades de Roma. Ao meio-dia Francisco se dirigiu de helicóptero à pequena cidade para o encontro com o Papa emérito onde almoçaram juntos num fato sem precedentes na história da Igreja.

Após um voo de 20 minutos o Papa Francisco aterrissou no heliporto das Vilas Pontifícias de Castel Gandolfo, acolhido pelo Papa emérito Bento XVI. Presentes também o Bispo de Albano, Dom Marcello Semeraro e Saverio Petrillo, Diretor das Vilas Pontifícias e Dom Georg Gänswein. Papa Francisco e Bento XVI utilizaram o mesmo automóvel para chegar até a Residência Pontifícia.

Segundo o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, o helicóptero papal aterrissou às 12h15, hora de Roma. O Santo Padre estava acompanhado pelo Substituto da Secretaria de Estado, Dom Becciu, por Mons. Sapienza e por Mons. Alfred Xuereb.

Apenas o Papa tocou terra, Bento XVI se aproximou dele e houve um abraço belíssimo entre os dois, disse Pe. Lombardi. Na Residência Apostólica os dois protagonistas deste histórico encontro foram até o apartamento e imediatamente à capela para um momento de oração.

Na capela, o Papa emérito ofereceu o lugar de honra a Papa Francisco, mas esse disse: “Somos irmãos”, e pediu que se ajoelhassem juntos no mesmo banco, contou Pe. Lombardi. Após um breve momento de oração, se dirigiram para a Biblioteca privada, e por volta das 12h30, teve início o encontro reservado que durou cerca de 45 minutos.

Padre Lombardi destacou ainda que o Papa emérito estava vestindo uma simples batina branca, sem faixa e sem capa; ao invés Papa Francisco usou uma batina branca com faixa e capa.
Presentes ainda no almoço os dois secretários, portanto, Dom Georg e Mons. Xuereb.

Padre Lombardi referiu também que Papa Francisco presenteou Bento XVI com um ícone de Nossa Senhora da Humildade. O Santo Padre explicou a Bento XVI que “esta Nossa Senhora é a da Humildade, e eu pensei no senhor e quis dar-lhe um presente pelos muitos exemplos de humildade que nos deu durante o seu Pontificado”, destacou Papa Francisco.

Desde o dia 28 de fevereiro, Bento XVI reside neste local, onde acompanhou a eleição do Cardeal Bergoglio como Sumo Pontífice, e aguarda o fim das reformas no mosteiro Mater Ecclesiae dentro do Vaticano.

Papa Francisco, nos seus discursos, tem manifestado palavras de afeto a Bento XVI, chamando-o, seguidamente de “meu Predecessor, o querido e venerado Papa Bento XVI”.

Já na sua primeira aparição no balcão central da Basílica de São Pedro disse “Rezemos pelo nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e a Virgem Maria o proteja”.
Escola Diocesana de Liturgia (1ª Etapa)
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Feliz Aniversário
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Nossos Parabéns de hoje são direcionados a nosso querido Padre Franciarley...

Hoje é um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano.
Desejamos ao senhor, um ano cheio de amor e de alegrias.
Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas.
Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes.
Fazer Aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus.
É ser grato, reconhecido, forte, destemido.
É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo;
Parabéns a você nesse dia tão grandioso.
Semana Santa (2013)
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Aniversário de Pe. Franciarley
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ENCONTRO DE FORMAÇÃO‏ (Zonal de Itaporanga)
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A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico – Catequética da Diocese de Cajazeiras/PB, em cumprimento as atividades planejadas para o ano de 2013, realizou no último sábado dia 23 um encontro de formação para catequistas do Zonal de Itaporanga. Na ocasião Pe. Franciarley frisou bem a questão da organização da catequese na Diocese e da importância da formação e atuação das comissões tanto zonal como paroquial. O encontro aconteceu na Paróquia Nossa Senhora da Conceição na cidade de Itaporanga.
Encontros de Formação (Catequese)
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A Páscoa com Francisco

Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo Juiz de Fora (MG)

Há menos de dois meses não imaginávamos nada. Tudo corria normalmente. Já pensávamos que a Quaresma e a Páscoa seriam sem muitas novidades. Mas Deus estava preparando outra coisa para a Igreja e para o mundo.

Como num susto, tomamos conhecimento de que o Papa Bento XVI anunciara sua renúncia ao pontificado. Era dia 11 de fevereiro, pela manhã, segunda feira de carnaval, quase início do tempo quaresmal. A Igreja entrou em inesperado movimento, sabendo que, a partir do dia 28 daquele mês, a Sé de Pedro estaria vacante e que, no tempo oportuno, deveria ser convocado novo conclave. O Colégio cardinalício não estava preparado com nomes indicativos.

A notícia foi tão bombástica que a imprensa internacional modificou suas pautas daí para frente e os jornais escritos, falados, televisivos e virtuais passaram a ocupar suas primeiras páginas com o assunto. Lindas coisas foram ditas, mas muitas notícias ruins sobre problemas na Igreja ocuparam grandes espaços; algumas reais, outras ampliadas ao gosto dos editores, outras injustas, pois não comprovadas.

No período de Sede Vacante, a mídia se interessou em prognosticar candidatos os mais variados, segundo os seus critérios ou baseados em elucubrações dos chamados jornalistas vaticanistas. Sem ofendê-los, constatamos que foram, neste particular, profissionalmente ineficientes. O nome escolhido caiu sob o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, um nome não mencionado nas pesquisas, de idade não muito jovem, num conclave rápido, o que também não se esperava.

O eleito era um homem de Deus, marcadamente orante, pobre, amigo da pobreza, simples nos costumes e no jeito de dirigir-se aos fiéis, exemplarmente íntegro, capaz de contestar o governo de seu país para defender corajosamente a doutrina de Cristo, sem se preocupar com sua própria imagem, muito menos com aplausos. Ao ouvir a palavra amiga de seu vizinho de cadeira, o brasileiro e franciscano Cardeal Hummes, que lhe segredou ao ouvido “não se esqueça dos pobres”, escolheu o nome Francisco para si. A inspiração do céu apontou para Assis, onde viveu, há mais de 800 anos, um jovem rico que se desapegou de toda riqueza para viver como pobre junto aos pobres, aos doentes, aos leprosos, aos pequenos, gente lascada, marginalizada pela sociedade. Francisco de Assis viveu tão autenticamente a sua escolha que se tornou admirado não só pelos meios católicos, quanto por outros grupos religiosos ou areligiosos em todo o mundo ocidental e oriental. Com seu jeito de amar como Jesus amou, ele causou necessária e encantadora reforma na Igreja, de um jeito tão bom que ninguém ousa classificá-lo como contestador.

Francisco dos pobres, da paz, da fraternidade universal, do perdão, da misericórdia, da harmonia com a natureza. Ele chamava de irmão a tudo o que Deus criou: árvores, animais, sol, lua, água, fogo e até a morte lhe era fraterna.

A Igreja e o mundo ganharam um Papa chamado Francisco. E isto se deu nas celebrações do mistério Pascal de 2013. Passou-se pela penitência quaresmal, pela dolorosa paixão do Senhor e chegou-se às alegrias da ressurreição. Os que se angustiavam tomaram novo alento e se revestiram de esperança, os profissionais da imprensa iniciaram novo tipo de relacionamento com a realidade religiosa que ora é santa e ora é pecadora chamada à conversão. Novos ares vieram para a humanidade (o Papa veio de uma cidade chamada Buenos Aires).

A virtude que mais tem brilhado em todo este processo é a humildade. Aquela de Cristo. Diz Dostoiévisk que a beleza salvará o mundo. Estou bem inclinado a afirmar que a beleza tem um nome e se chama humildade.

Isto, não há dúvida, é Páscoa. É passagem de situações de morte para realidade vitoriosa da vida, da vida verdadeira que só pode vir de Deus e de mais lugar nenhum!

Boa Páscoa, com Francisco!
Fé e Ressurreição


Dom Aldo Pagotto
Arcebispo da Paraíba (PB)

A Ressurreição de Cristo fundamenta a fé cristã. A vida nova para a humanidade fundamenta-se na Ressurreição do Senhor da vida e da história. A Ressurreição de Cristo é fato, é certeza, porquanto a presença rediviva do ressurreto manifesta-se a nós pela participação na sua vida. A fé cristã alimenta-se da presença do seu autor, o Senhor que superou a morte de cruz e que ora e sempre se manifesta à humanidade, atuando na história pelo seu Espírito que habita nos filhos e filhas do Pai. A existência da Igreja justifica-se pelo fato da Ressurreição de seu Fundador, o Cristo. Os cristãos assumem sua identidade pela participação na missão que o Pai confiou ao seu Filho: viver e fazer com que todos vivam a vida nova, a atitude recíproca de amar e de servir aos semelhantes.

A transmissão da fé cristã, configurada no Evangelho de Cristo, é possível graças à sua presença vivificadora, transformadora, expressão nítida da ressurreição. Se assim não fosse, impossível seria transmitir e viver os valores da fé cristã. Fé em quem ou em que? Sem a ressurreição a fé se reduziria a uma filosofia, uma doutrina humana, como uma religião a mais ao lado de tantas outras. A fé cristã, baseada na ressurreição, não se confunde com alguma religião. O que difere uma e outra é atuação da presença do ressurreto a agir para além das estruturas humanas. A ressurreição não é monopólio, mas é graça que o Senhor largamente distribui a quem quer. Seu amor infinito, seu poder, sua vida plena não é e nem poderia caber nas delimitações e condicionamentos de uma ou outra religião. A vida plena é a participação na vida divina que Cristo ressuscitado nos mereceu uma vez por todas, superando a morte física, corpórea.

A Ressurreição de Cristo dá o significado pleno à vida, pois é resposta para os que a constroem. A vida é construção divina e humana. Divina porque a vida não nos pertence. Humana porque somos corresponsáveis por ela. A vida terrena passa rápida. A vida humana, divinizada, é páscoa, é passagem permanente para a ressurreição. Os cristãos entendem que o memorial eucarístico atualiza a presença do Senhor, que foi crucificado e morto, porém ressuscitado e oram assim: “Anunciamos, Senhor a tua morte e proclamamos a tua ressurreição. Vem, Senhor Jesus!”. Distingue-se, porém, não se separa a morte da ressurreição. A páscoa de Jesus é o modelo referencial da nossa participação na sua vida em plenitude. Eis o sentido da Páscoa cristã.
Confraternização Pascal do Clero
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No último dia 01 de Abril, o clero de Cajazeiras esteve reunido no Brejo das Freiras a fim de se confraternizarem com o seu bispo diocesano. Sempre após os dias da Semana Santa, o bispo e os padres têm um dia de lazer e descontração. É uma oportunidade de encontro e de fraternidade.
Rumo ao Centenário: Conheça a História do 1º Bispo da Diocese
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Natural da Paraíba (município de Cajazeiras). Seu lema: Dominus IIluminatio Mea / O Senhor é Minha Luz. Go-vernou a Diocese por 17 anos. “A sua ação se fez sentir com alto relevo no campo da administração espiritual, não deixan-do todavia de cuidar com zelo e carinhoso afeto paternal dos problemas de ordem moral e social, e sobretudo, do problema educacional” (SOUZA, p. 109). “A ação apostólica de D. Moisés, na sede episcopal, foi grande, eficiente e brilhante”, diz o mesmo autor. Apostolado da Oração, Conferência de São Vicente de Paulo, Ordem Terceira de São Francisco e Congregação das Filhas de Maria são associações “já exis-tentes, que receberam um revigoramento extraordinário” (id., p. 109-110).

Criou e instalou as seguintes associações religiosas para leigos: Congregação Mariana, para moços; Circulo Ope-rário São José, para operários; Mães Cristãs, para as mães de família; União de Moços Católicos para homens e rapazes; e Legionários de São Luiz, para meninos e adolescentes. E o Cronista arremata: “Estas associações transformaram substancialmente a vida social e religiosa de Cajazeiras” (p,110).

O apostolado de Dom Moisés “não foi menos eficien-te e brilhante” no campo educacional e em outros, como pode ser constatado, a seguir.

• Restaurou o Colégio Diocesano Padre Rolim.

• Criou e instalou a Escola Normal, “cuja direção entregou às Irmãs de Santa Dorotéia”.

• Encampou o jornal semanal O Rio do Peixe, fundado pelo Dr. Ferreira Júnior, que se tornou o “Órgão oficial do Go-verno da Diocese”.

• Fundou a Caixa Rural de Crédito Agrícola.

• Construiu o Prédio Vicentino, “para escolas de letras e ar-tes”.

• Construiu o Palácio Episcopal “e manteve durante 17 anos que esteve à frente do Governo Diocesano um serviço de assistência social aos pobrezinhos da cidade, com distribu-ição de esmolas em víveres e dinheiro, todas as quintas-feiras, na própria residência episcopal”. (Em abril de 1932 foi transferido para a capital do Estado, “como coadjutor do Arcebispo metropolitano da Paraíba” cf. ib.).
Bispos participam de retiro espiritual no final de semana durante assembleia geral da CNBB
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Encerra-se com a celebração da Eucaristia no Santuário Nacional de Aparecida (SP), na manhã deste domingo, 14 de abril, o retiro espiritual dos bispos participantes da 51a assembleia geral da CNBB. O pregador do retiro foi o bispo de Porto Velho (RO), dom Esmeraldo Barreto de Farias.

O tema para a reflexão durante o retiro foi “O Bispo, mestre e testemunha da fé”. Três meditações foram dirigidas por dom Esmeraldo ao grupo de mais de 360 bispos presentes no centro de eventos da Basílica.

Na primeira meditação de dom Esmeraldo, na tarde do sábado, 13 de abril, ele afirmou que “Um bispo encontra a sua identidade e o seu lugar no seio da comunidade dos discípulos do Senhor, onde recebeu o dom da vida divina e a primeira instrução na fé. Sobretudo quando da sua cátedra episcopal exerce na presença da assembleia dos fiéis a sua função de mestre na Igreja, cada Bispo deve poder repetir como santo Agostinho: ‘Se se considerar o lugar que ocupamos, somos vossos mestres; mas, pensando no único Mestre, somos condiscípulos vossos na mesma escola”. Na Igreja, escola do Deus vivo, Bispos e fiéis são todos condiscípulos e todos têm necessidade de ser instruídos pelo Espírito”.

Na última meditação feita por dom Esmeraldo na manhã deste domingo, o bispo de Porto Velho lembrou que “Somente unido a Jesus Cristo, aos seus sofrimentos, no caminho da Páscoa, o bispo pode viver a missão. A união com Jesus Cristo ressuscitado significa necessariamente comunhão com o Servo, com aquele que assumiu a nossa natureza humana e que também diz para nós hoje: ‘sem mim, nada podeis fazer’(Jo 15,5). O cominho da fé abre o horizonte da esperança e esta “não decepciona porque o amor foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5)”.

Com essa experiência de oração, os bispos encerram a primeira fase dos trabalhos desse encontro anual.

Durante a semana que contou, praticamente, com três turnos diários de atividades, os bispos deram início aos debates em torno do tema central da assembleia: “comunidade de comunidades: uma nova paróquia”. Os outros dois temas que estão sendo aprofundados, “Questão Agrária” e “Diretório da Comunicação” também foram amplamente discutidos e voltam ao plenário nesta última semana. A assembleia dos bispos termina no próximo dia 19, sexta-feira.
Reforma da Cúria Romana
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Cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga S.D.B., Arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), tem a função de Coordenador no grupo de cardeais composto para aconselhar o governo da Igreja para estudar um projeto de revisão da Constituição Apostólica Pastor Bonus, do Papa João Paulo II, sobre a Cúria Romana, refere um comunicado da Secretaria de Estado.O Papa Francisco, formou o grupo atendendo a uma sugestão advinda no decorrer das Congregações Gerais antes do Conclave.

O grupo é formado pelos cardeais:

- Giuseppe Bertello, Presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano
- Francisco Javier Errazuriz Ossa, Arcebispo emérito de Santiago do Chile
- Oswald Gracias, Arcebispo de Mumbai (Índia)
- Reinhard Marx, Arcebispo de Munique e Fresinga (Alemanha);
- Laurent Monsengwo Pasinya, Arcebispo de Kinshasa (República Democrática do Congo)
- Sean Patrick O’Malley. O.F.M. Cap., Arcebispo de Boston (EUA);
- George Pell, Arcebispo de Sidney (Austrália)
- Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga S.D.B., Arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), com a função de Coordenador

Faz parte também do grupo o Bispo de Albano (Itália), Dom Marcello Semeraro, com a função de secretário.

A primeira reunião coletiva do grupo foi fixada para os dias 1º, 2 e 3 de outubro de 2013. Todavia, desde já, Sua Santidade está em contato com os integrantes do mencionado grupo.

O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, disse na coletiva realizada neste sábado que o Papa mostrou ter recebido as sugestões que o Colégio Cardinalício manifestou durante as Congregações Gerais em preparação do Conclave.

"Este é um grupo convocado para aconselhar. Quem realmente ajuda o Papa a governar a Igreja todos os dias com suas diferentes competências é a Cúria Romana, ou seja, os colaboradores estáveis e permanentes no governo da Igreja que acompanham o Papa. Parece-me importante ressaltar isso a fim de evitar discursos não pertinentes de colocar em segundo plano o serviço da Cúria ou a diminuição de suas responsabilidades. A Cúria permanece com todas as suas competências e com todas as suas responsabilidades", destacou Pe. Lombardi.

"Fala-se da primeira reunião em outubro, então não é um grupo que deve se reunir de maneira acelerada, com a sensação de emergência. Faltam ainda muitos meses para a primeira reunião. Provavelmente passarão meses entre uma reunião e outra. No entanto, isso deve ser decidido pelo Papa no primeiro encontro", frisou ainda o jesuíta.

Pe. Lombardi disse que o Papa, neste momento, está fazendo seu trabalho de conhecimento da Cúria Romama, de seus colaboradores. Estão previstas audiências com os prefeitos das Congregações e vários organismos vaticanos.
Dom Pedro Brito: “Por trás de uma pessoa de mais idade tem um poço de sabedoria”
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Sexta-feira, dia 12 de abril, durante a Coletiva de Imprensa do terceiro dia da 51ª AG, um temas abordados foi sobre os bispos eméritos, aqueles que têm mais de 75 anos e renunciaram ao governo da diocese, como prevê o Código de Direito Canônico. Outro assunto que entrou na pauta da coletiva tratou sobre os desafios da revitalização das paróquias – uma vez que o tema desta AG é “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da Conferência Nacional dos Bispos da Brasil (CNBB), e arcebispo de Palmas, no Tocantins, dom Pedro Brito Guimarães falou aos jornalistas sobre a importância dos idosos, em especial, dos bispos eméritos. “Por trás de uma pessoa de mais idade tem um poço de sabedoria, uma cultura. Um saber que é importante a gente valorizar”, disse o arcebispo de Palmas.

Na igreja no Brasil existem 299 bispos na ativa, e 160 bispos eméritos. Para as Assembleias Gerais (AG) da CNBB, todos os bispos da ativa são convocados, no entanto os eméritos podem optar por ir, ou não, ao evento.

Durante, as sessões no plenário da AG, os bispos com mais de 75 anos presentes, não são votantes, todavia, “participam com sua voz, eles podem opinar”, como mencionou dom Pedro. “A cultura ocidental não valoriza os idosos, como outras culturas valorizam”, afirmou o arcebispo.

Perguntado por uma jornalista sobre quais seriam os desafios que as pastorais vocacionais tem a frente da revitalização das paróquias do Brasil dom Pedro respondeu que “a Pastoral Vocacional sofre como qualquer outra pastoral, neste contexto de mudança de época”.

Para o bispo, as novas gerações não visualizam a importância do aspecto da religião em suas vidas. “O modelo de vida, o conceito de vida, felicidade e prosperidade, também mudou. As crianças já nascem dentro de um sistema de vida que, às vezes, não deixa espaço para o aspecto religioso”.

O presidente da comissão ainda mencionou que a Jornada mundial da juventude (JMJ) é uma oportunidade para chamar os jovens à vocação religiosa. “Nós vamos aproveitar essa mobilização da juventude para dar uma dimensão vocacional, o que não significa apenas ser padre ou era freira, o conceito de vocação é muito maior e mais abrangente”, declarou dom Pedro Brito.
100 dias: começa a contagem regressiva para JMJ Rio2013
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Começa, neste domingo, 14, a contagem regressiva de 100 dias para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013, a qual será realizada, no Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho, com o lema “Ide e fazei discípulos entre todas as nações!” (cf. Mt 28, 19). Para marcar a aproximação da jornada, até a próxima terça-feira, 16, serão promovidos diversos eventos na capital carioca.

As atividades começam, já nesta sexta-feira, com a Vigília dos Jovens Adoradores, às 22h, na Catedral. A Missa será presidida pelo padre Reginaldo Manzotti e seguida de uma procissão pela Lapa em direção à Igreja de Sant’Ana. A Vigília é um momento em que os jovens se reúnem para interceder pela JMJ e pela realidade de toda a juventude.

No sábado, 13, é a vez da Feijoada JMJ, na quadra do Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca, de 12h às 16h. As Feijoadas JMJ começaram em janeiro de 2013. Na ocasião, a coordenadora de voluntários do Vicariato Jacarepaguá, Giselle Fagundes, comentou a importância do evento para a Jornada. “A feijoada, no ano da Jornada, é uma importante forma de promoção tanto para voluntários como para hospedagem. É importante também para suscitar essa virtude de voluntariado entre os jovens”.

O esporte também terá lugar entre as comemorações. No domingo, 14, está programado um dia dedicado às práticas esportivas. Para encerrar as comemorações, o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, vai presidir a Santa Missa, na terça-feira, 16. A celebração será na comunidade Mandela, às 11h, com a presença de todos os voluntários do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013.
Reunião Zonal (Catolé do Rocha)
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Terça – feira dia 09 de abril foi realizada no Centro de Catequese e Pastoral na Paróquia Nossa Senhora dos Remédios na cidade de Catolé do Rocha a reunião zonal que acontece a cada dois meses. Na ocasião foi estudado o tema: A História da Igreja. A palestra foi proferida por Fr. Severino Pinheiro – Administrador Paroquial da Paróquia de Catolé do Rocha. Estavam presentes representantes das paróquias de São Bento, Brejo do Cruz, Brejo dos Santos, Bom Sucesso, Lagoa, Jericó, Riacho dos Cavalos e Catolé do Rocha.. A próxima reunião acontecerá na paróquia Sagrada Família na cidade de Brejo dos Santos no dia 11 de junho.
4º ANIVERSÁRIO DE CRIAÇÃO E INSTALAÇÃO DA PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS – RIACHO DOS CAVALOS/PB.
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Entre os dias 11 e 13 de abril foi celebrado o tríduo em preparação a festa dos 4 anos de criação e instalação da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos. Durante o tríduo foi refletido o tema: “A Igreja não vive do ar e nem é alimentada pelos anjos”, e dentro desta temática foi refletido na 1ª noite a dimensão religiosa do dízimo, cuja reflexão foi feita por Tamires – Coordenadora Paroquial de Liturgia, na 2ª noite a reflexão foi sobre a dimensão social do dízimo – reflexão exposta por Maria Almeida – Coordenadora Paroquial de Catequese e na 3ª noite foi refletido sobre a dimensão missionária e a reflexão ficou a cargo de Claudivan – Catequista do Matrimônio. Na abertura do tríduo foi celebrada a 1ª Eucaristia de 19 crianças e no dia 14 foi encerrada as festividades com a missa solene e abertura da Catequese da Crisma com a participação dos Catequistas e crismandos da sede da Paróquia e das comunidades rurais. As missas foram presididas pelo Pe. Franciarley Duarte – Administrador Paroquial da referida Paróquia.
Papa Francisco completou um mês de Pontificado
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Simplicidade e espontaneidade são marcas do Papa Francisco

Da Redação, com Rádio Vaticano

Neste sábado, 13, completa-se um mês da eleição do Cardeal Jorge Mario Bergoglio à Cátedra de Pedro.

Desde os primeiros momentos de seu Pontificado, o Papa Francisco conquistou as pessoas com sua simplicidade, ternura e espontaneidade.

Eis algumas de suas palavras: “Quero lhes pedir um favor. Caminhemos todos juntos, cuidemos uns dos outros, cuidem da vida, da natureza, das crianças e dos idosos. Que não haja ódio, brigas, deixem de lado a inveja, não firam ninguém. Dialoguem, que entre vocês viva o desejo de cuidar uns dos outros. Deus é bom, sempre perdoa, compreende, não tenham medo Dele; é Pai, aproximem-se Dele. Rezem por mim.”

No encontro com os jornalistas na Sala Paulo VI, o Pontífice recordou as palavras do arcebispo emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, seu grande amigo, que o convidou a não se esquecer dos pobres, logo após sua eleição.

“Aquela palavra entrou aqui – disse, indicando a cabeça – ‘os pobres, os pobres’. Aí, pensei em Francisco de Assis e depois, nas guerras. E Francisco é o homem da paz, o homem que ama e tutela a Criação. Francisco é o homem que nos dá este espírito de paz, o homem pobre. Ah, como gostaria de uma Igreja pobre e pelos pobres!”, disse Francisco.

O ecumenismo, compromisso com os pobres e o impulso para a nova evangelização estão entre os temas que o novo Papa colocou no centro de seu ministério, neste primeiro mês de Pontificado. Numa das audiências gerais realizadas nas quartas-feiras, Francisco destacou que “a fé se professa com as palavras e com o amor” e recordou o papel fundamental das mulheres nos Evangelhos.

“Isso é bonito, e esta é um pouco a missão das mulheres, mães e avós. Testemunhar a seus filhos e aos netos que Jesus está vivo, que Ele ressuscitou. Ele é a esperança que enche o coração. Mães e mulheres, avante com este testemunho”, exortou.

Na Missa de posse da Cátedra do Bispo de Roma, celebrada na Basílica de São João de Latrão, no último domingo, 7, o Papa Francisco disse: “Amados irmãos e irmãs, deixemo-nos envolver pela misericórdia de Deus; confiemos na sua paciência, que sempre nos dá tempo; tenhamos a coragem de voltar para sua casa, habitar nas feridas do seu amor deixando-nos amar por Ele, encontrar a sua misericórdia nos Sacramentos. Sentiremos a sua ternura, sentiremos o seu abraço, e ficaremos nós também mais capazes de misericórdia, paciência, perdão e amor.”
Dimensão Religiosa do Dízimo
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A Dimensão Religiosa consiste na utilização de parte do dízimo para promover a oração comunitária e tudo o que diz respeito a ela. Isso quer dizer que o dízimo não deve ser utilizado numa única dimensão. Além da dimensão religiosa, o dízimo deve atender as dimensões social e missionária.
Na dimensão religiosa, o dízimo é utilizado na construção, sustentação, manutenção e ampliação da igreja, da casa paroquial, do salão/pavilhão, do escritório/ secretaria, das salas de catequese e de outros locais e atividades que estejam a serviço da oração e da evangelização.
Dízimo e Igreja – A Igreja é o local de encontro da comunidade. Ela deve oferecer o necessário para que a oração comunitária se realize, seja pela missa, seja por
outras celebrações. Eis alguns exemplos do que é preciso para tanto: objetos litúrgicos, folhas e livros, aparelhagem de som, vestimentas para os ministros, imagens e quadros sacros, instrumentos musicais, enfeites, cadeiras e/ou bancos, luminárias, armários, sistema de segurança, extintores.
Dízimo e Casa Paroquial – Equipamentos domésticos, alimentação, contas de água, luz, telefone (e outros), escritório para atendimentos aos fiéis, contribuição para os clérigos (côngrua), plano de saúde e encargos sociais (clérigos e/ou funcionários), material de limpeza, cozinheira e/ou diarista, automóvel. Dízimo e Salão/Pavilhão – Cadeiras, mesas, sistema de som, armários, utensílios de cozinha, materiais didáticos
para encontros, cursos e palestras, banheiros, salas para encontros/reuniões em grupos, sistema de ventilação, sistema de segurança.
Dízimo e Secretaria/Escritório – Secretário/a, computador e acessórios, arquivos, materiais diversos (canetas, grampeador, carimbos, tesoura, fitas...), fichários, boletim diocesano e/ou paroquial, ambiente acolhedor, impressos em geral, materiais para uso de pastorais e movimentos, cofre, telefone, faz.
Dízimo e Catequese – Salas, material adequado e atualizado (aparelhagem de som, vídeo, cartazes, bíblias e outros livros, manuais de catequese...), espaço para
recreação/confraternização, banheiros, caixa de primeiros socorros, jogos educativos.
Dízimo e outros – Cuidado e ornamento do espaço ao redor da igreja e outras dependências, salas para grupos autônomos (pastorais, movimentos, organismos
eclesiais), segurança (sistema de alarme ou vigilantes), agentes liberados, serviços prestados por autônomos.
Os itens elencados acima não esgotam todas as necessidades da dimensão religiosa a serem supridas pelo dízimo. São apenas uma lista que exemplifica o quanto
custa a existência e a sustentação/manutenção de uma comunidade. As comunidades, por serem diferentes, têm necessidades diferentes. Algumas precisam muito
Dízimo – Como, quando e onde utilizar? mais do que o listado acima; outras precisam de menos. O importante é entender que a obrigação de cuidar da igreja e investir na evangelização é de toda a comunidade, e não apenas do presbítero ou de um
grupo.
Existe o risco de uma comunidade comprar o que não precisa, gastando em coisas supérfluas. Daí a necessidade de uma equipe de administração que atue unida ao pároco e ao conselho paroquial de pastoral. Juntos, e tendo todos, o direito de opinar e a obrigação de ouvir, chega-se com facilidade a decisões prudentes e de bom senso. Se for o caso, consulte-se toda a comunidade, levando em consideração o que ela tem a dizer.
Dimensão Social do Dízimo
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A Dimensão Social do Dízimo consiste no serviço prestado pela comunidade aos empobrecidos. A comunidade pode se colocar a favor dos empobrecidos de várias formas: defendendo os seus direitos, promovendo campanhas de conscientização, fazendo reuniões/encontros para chegar às causas da marginalização, formando as pessoas para que estejam preparadas para o mercado de trabalho, auxiliando no crescimento integral (com as pessoas, e não somente para as pessoas), ajudando em momentos de urgência/emergência.
O dever de zelar e promover o bem-estar das pessoas é do Estado, mas não só dele. O Estado deve fazer a sua parte, contando com a participação de todos os cidadãos. Se o Estado não está fazendo a parte que lhe compete fazer, é justo reivindicar para que faça. Contudo, isso não nos isenta de sermos fraternos, ajudando-nos mutuamente.
A comunidade pode promover os empobrecidos ajudando-os a conquistar o espaço que ainda não têm na sociedade. Uma das formas de inclusão é o acesso à educação; outra, o ensino profissionalizante.
A comunidade pode assistir os empobrecidos sempre que vai ao encontro deles em situações de emergência. Quem está com fome, não pode esperar; quem está doente, necessita de atendimento e remédios. Sempre que possível, e não podendo contar com o aparato do Estado, a comunidade deve “repartir o pão”, a exemplo do que faziam os primeiros cristãos.
Dimensão Missionária do Dízimo
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A Dimensão Missionária do Dízimo consiste na abertura a todas as pessoas, com o objetivo de partilhar com elas os valores do Evangelho.
Uma comunidade pode tornar-se missionária quando, por exemplo, coloca-se à disposição de outras comunidades, auxiliando-as com pessoas, subsídios e dinheiro para que elas formem as suas lideranças, construam os seus lugares de oração, adquiram meios para cumprirem com a missão de evangelizar. E mais: enviando auxílio para missionários e missionárias que atuam em outras regiões,dentro ou fora do país; formando missionários e missionárias da própria comunidade, para depois enviá-los em missão: recebendo missionários e missionárias de outras comunidades para períodos de estágio, capacitação e aprofundamento; enviando recursos materiais para entidades, ordens e congregações que atuam nas missões; destinando parte do dízimo para as campanhas missionárias, especialmente para aquela que se faz em outubro (Coleta para as Missões).
O que a comunidade deve investir, em cada uma das dimensões do dízimo, depende da sua realidade! Em algumas, a dimensão religiosa deve ser priorizada, em outras, a dimensão social; em outras ainda, a dimensão missionária. Cada comunidade em uma “idade pastoral”. Quem já tem uma estrutura razoável ou satisfatória, pode investir mais no social e/ ou no missionário. O essencial é que, em nenhum momento, a comunidade deixe de investir nas três dimensões, mesmo que não invista a mesma quantia em cada uma delas.
A quantia necessária para que a comunidade supra satisfatoriamente com as três dimensões do dízimo, muda de comunidade para comunidade. Quanto mais conscientização, administração transparente e bom uso do montante recebido, tanto mais participação por parte dos dizimistas. Se houver sobram partilhe-se com outras comunidades; se ainda não se tem o suficiente, invista-se na conscientização e estruturação do dízimo.
Para concluir... O dom é feito a Deus, que dele não necessita, mas com o sentido preciso de socorrer as necessidades da comunidade, em termos de culto, de manutenção de serviços apostólicos, e de socorro aos irmãos necessitados. Dentro da comunidade, o sistema do dízimo vê seu sentido alargado em direção à fraternidade e corresponsabilidade cristã na obra comum.
Bento XVI completa 86 anos
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Bento XVI completa esta terça-feira, 16 de abril, 86 anos. Para festejar esta data, seu irmão mais velho, Georg, está em visita a Castel Gandolfo – onde reside temporariamente o Papa emérito.
A Rádio Vaticano recorda este dia com as lembranças da infância que o próprio Joseph Ratzinger descreveu a uma menina, durante o Encontro Mundial das Famílias em Milão, em 2 de junho de 2012.
Na pequena cidade de Marktl am Inn, na Bavária, o ponto essencial para a família Ratzinger era o Dia do Senhor, que começava já no sábado, com as leituras do Domingo por parte do pai – de modo que ele e seu irmão Georg já entravam na “liturgia, numa atmosfera de alegria”.
“No dia seguinte, íamos à Missa. Minha cidade fica perto de Salzburg, portanto tínhamos muito contato com a música – Mozart, Schubert, Haydn – e quando começava o Kyrie era como seu o céu se abrisse. E depois em casa era importante, naturalmente, o grande almoço todos juntos”.
Além da música, outra paixão da família eram os passeios nos bosques da Baviera:
“Morávamos perto de um bosque, onde nos divertíamos com aventuras e jogos. Numa palavra, éramos um só coração e uma só alma, com tantas experiências em comum, inclusive nos períodos muito difíceis, como no tempo da guerra: primeiro da ditadura e depois, da pobreza”.
Adversidades que o Papa emérito enfrentava com o “amor recíproco” que se vivia em família. Um amor “forte” que “tornava belo inclusive as coisas simples”. E assim, “crescemos na certeza de que é bom ser um homem, porque víamos que a bondade de Deus se refletia nos pais e nos irmãos”.
“Assim, neste contexto de confiança, de alegria e de amor éramos felizes e creio que, no Paraíso, deve ser parecido com a minha juventude. Neste sentido, espero ir ‘à casa’, ir rumo a outra parte do mundo’”.
4º Aniversário da Paróquia
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CNBB divulga nota ‘Sede de água e de justiça’
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Durante entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 16 de abril, a presidência da CNBB apresentou a sua mensagem sobre a seca no semiárido que atinge a região do semiárido do Brasil.

A nota demonstra a solidariedade dos bispos do Brasil pelo sofrimento e a luta pela superação deste fenômeno, secular e cíclico, que ameaça a vida e o desenvolvimento integral da população.

O texto foi aprovado durante a 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil que acontece desde o dia 10 de abril em Aparecida (SP).

A seguir, a íntegra da nota:

Sede de água e de justiça

“Eu estava com fome, e me destes de comer;

estava com sede, e me destes de beber” (Mt 25,35)

Nós, bispos do Brasil, reunidos em Aparecida–SP, na 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, de 10 a 19 de abril de 2013, expressamos nossa solidariedade aos irmãos e irmãs castigados pela maior seca que atinge a região do semiárido nos últimos 40 anos. Fazemos nossos seus sofrimentos e suas dores e nos unimos à sua luta pela superação deste fenômeno, secular e cíclico, que ameaça a vida e o desenvolvimento integral da população. Trata-se de mais de 10 milhões de pessoas diretamente atingidas, em 1.326 municípios, segundo dados da Secretaria da Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional (SEDEC/MI).

Os bispos do Nordeste, por várias vezes, assinalaram as consequências de ordem social, econômica, moral e ética provocadas pela seca tais como: a) Migração forçada com a consequente desarticulação e desintegração da família, que fica exposta à máxima penúria; b) tráfico humano, que conduz ao trabalho escravo; c) instrumentalização da extrema vulnerabilidade das pessoas para fins eleitoreiros, em total desrespeito aos valores éticos; d) agravamento da situação econômica relegando milhares de famílias à miséria; e) dizimação da produção agrícola e agropastoril com a morte de rebanhos inteiros, comprometendo o presente e o futuro dos pequenos e médios produtores, além de seu endividamento; f) colapso no abastecimento de água nas áreas urbanas; g) risco de se perderem conquistas econômicas e produtivas fundamentais acumuladas nos últimos dez anos.

O clamor do povo do Nordeste, acolhido pela Igreja, ecoa em documentos históricos como o de Campina Grande, em 1956, e o de João Pessoa - “Eu ouvi o clamor do meu povo (Ex 3,7)” - em 1963. Além disso, a Igreja tem realizado diversas campanhas de doações, promovido inúmeras ações solidárias de apoio às famílias mais atingidas pelo flagelo da seca e participado na luta pela execução de políticas públicas como a construção de cisternas de consumo e de produção.

Apoiamos as “Diretrizes para a convivência com o Semiárido”, lançadas em recente seminário realizado, em Recife-PE, pela Igreja Católica e vários movimentos sociais e sindicais, exigindo que sociedade e governos não pensem no Nordeste apenas em ocasião de seca.

A seca no semiárido é um fenômeno cíclico que se repete sistematicamente. Entretanto, o ciclo de secas “não pode nos fazer pensar que o semiárido brasileiro seja apenas um condicionamento climático e, a longa estiagem, sua intempérie. O semiárido é, antes de tudo, um conjunto de condições próprias de um bioma e, desse modo, exige-nos um novo olhar e a construção de iniciativas diferenciadas” para a convivência nesta região onde vivem 46% da população nordestina e 13% da população brasileira, representando 11% do território nacional. Os 25 milhões de pessoas que aí habitam, aguardam medidas estruturais que facilitem a convivência com esse ecossistema.

Reconhecemos que os Governos têm desenvolvido importantes ações neste momento crítico por que passam os atingidos pela seca. São, no entanto, ações mitigadoras e emergenciais que não resolvem o problema, presente em todo o polígono da seca.

Somente com decidida vontade política e efetiva solidariedade, será possível estabelecer ações que tornem viável a convivência com o semiárido, mesmo no período da seca. Como pastores solidários aos nossos irmãos nordestinos, reivindicamos:

a) A definição e a aceleração de políticas públicas e institucionais permanentes que garantam segurança hídrica e alimentar, incentivando o uso de tecnologias adaptadas à realidade climática da região para captação, armazenamento e distribuição das águas das chuvas;

b) Democratização do acesso à água com a construção de sistemas simplificados de abastecimento de água;

c) Ações estruturantes como a revitalização e preservação dos rios, lagoas, ribeiras, riachos e da floresta nativa; construção de cisternas de placas e de cisternas “calçadão”; perfuração e equipamentos de novos poços tubulares;

d) Interligação de bacias hidrográficas e de recursos hídricos; construções de diversos tipos de armazenamento de água, bem como de adutoras e canais, para o consumo humano, animal e a produção de alimentos;

e) Ampliação e universalização da aplicação dos recursos financeiros e técnicos a partir do protagonismo das populações locais e de suas organizações, no campo e na cidade;

f) Conclusão urgente das numerosas obras cuja paralisação tem causado graves prejuízos econômicos e sociais;

Que Nossa Senhora Aparecida, cuja casa nos abriga durante a 51ª Assembleia da CNBB, alcance para todos os irmãos e irmãs do Nordeste a força renovadora da esperança, que nasce do coração do Cristo Ressuscitado, vencedor do mal e da morte.

Aparecida, 16 de abril de 2013.

Cardeal D. Raymundo Damasceno de Assis

Arcebispo de Aparecida

Presidente da CNBB



Dom José Belisário da Silva

Arcebispo de São Luís do Maranhão – MA

Vice-presidente da CNBB



Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário Geral da CNBB
Paróquia é lugar de vivência da fé, destaca Dom Walmor em coletiva
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Jéssica Marçal
Enviada especial a Aparecida (SP)


Jéssica Marçal/CNNa coletiva: Dom Dimas (em pé), Dom Alberto, Dom Sérgio e Dom Walmor. Esse é o penúltimo dia de Assembleia Geral dos Bispos
Na véspera do encerramento da 51ª Assembleia Geral da CNBB, estiveram presentes com a imprensa, para uma entrevista coletiva, o Arcebispo de Belo Horizonte (MG), Dom Walmor de Oliveira Azevedo, o Arcebispo de Manaus (AM), Dom Sérgio Castriani e o Arcebispo de Belém (PA), Dom Alberto Taveira Corrêa. A temática abordada foi o tema central da assembleia "Comunidade de comunidades: uma nova paróquia".
Dom Sérgio Castriani, presidente da Comissão responsável pelo trabalho sobre o texto do tema, falou que o texto foi aprovado como estudo e será enviado às paróquias, comunidades e regionais para que haja um processo de participação de todos, para que todos possam refletir.

O Arcebispo de Manaus disse que, embora haja alguns fatores que atrapalhem a renovação da paróquias, como a ausência, em muitos casos, de um plano de pastoral, em muitas paróquias há liturgia viva e participativa, com atenção voltada à juventude, grupos que participam ativamente da vida paroquial. "O empenho todo, deste ano, até outubro, será envolver todas as comunidades do Brasil, se possível, nessa reflexão profunda e intensa sobre a paróquia como instituição que evangeliza, é missionária e servidora da vida".

Já Dom Alberto comentou um aspecto que chamou a atenção dos bispos: o fato de que o tema central tenha recuperado muitas coisas do documento da Conferência de Aparecida. O arcebispo de Belém citou uma carta que o Papa Francisco enviou à Conferência Episcopal da Argentina por ocasião de sua reunião. "Ele insiste que o rumo a ser seguido pela Igreja na América Latina, nesse período, é justamente um trabalho a partir e com os elementos da Conferência de Aparecida", disse.

Sobre a questão das paróquias e comunidades, Dom Walmor destacou que, ao tratar desses assuntos, abre-se um horizonte no sentido de uma presença mais qualificada e adequada na vida das pessoas nos diferentes ambientes e circunstâncias. Para ele, o tema central oportunizou a todos como Igreja uma reflexão sobre a questão da paróquia, fazendo constatar a necessidade de muitas modificações, particularmente com relação aos que tem responsabilidade de liderança.

Ao mesmo tempo, o tema também serviu, segundo o arcebispo de BH, como um desafio para encontrar uma remodelagem daquilo que é a paróquia, uma presença mais incidente da Igreja na vida das pessoas, sobretudo as mais pobres. "A paróquia não é apenas uma estrutura burocrática, mas lugar para vivência da fé, do diálogo, do cuidado com a vida e do anúncio ao mundo do Evangelho de Jesus Cristo". Ele concluiu dizendo que acredita que a assembleia proporcionou diálogos ricos e avanços significativos no caminho da Igreja no Brasil.

Nos informes apresentados, logo no início da coletiva, o porta-voz da Assembleia, Dom Dimas Lara Barbosa, disse que, no período da manhã, foi lançada a nova versão do Catecismo da Igreja Católica em português. Além disso, os bispos falaram, entre outros assuntos, sobre a Campanha da Fraternidade e Campanha de Evangelização. À tarde, as discussões são referentes aos trabalhos da Comissão de Bispos Eméritos e Organismos do Povo de Deus.
Igreja reza por vocações e constata aumento no número de padres
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Neste 4º Domingo da Páscoa, 21 de abril, a Igreja celebra o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações. A data foi instituída pelo Papa Paulo VI, em 1964, convocando aos católicos a pedirem a Deus, unanimemente, o envio de operários para Sua Igreja (cf. Mt 9,38).
Paulo VI, durante uma radiomensagem no dia 11 de abril de 1964, disse que o número insuficiente de sacerdotes [vocações] é um indicador concreto que aponta ou não a vitalidade da fé em cada comunidade paroquial e diocesana. Assim como, também é fruto do testemunho da saúde moral das famílias cristãs.

“Onde desabrocham numerosas as vocações para o estado eclesiástico e religioso, vive-se generosamente segundo o Evangelho”, disse Paulo VI.

Seguindo este pensamento, o Papa Emérito Bento XVI escreveu sua mensagem para o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações e nela ressaltou a esperança como impulso da vida cristã e a oração como base para que os fiéis estejam atentos ao chamado de Cristo.
Nos primeiros parágrafos da mensagem, Bento XVI refletiu sobre as diversas vezes em que Deus socorreu seu povo, sustentado na esperança de Sua constante presença. Segundo o Papa, o fundamento seguro de toda a esperança está aqui: "Deus nunca nos deixa sozinhos e permanece fiel à palavra dada." E afirmou, "por este motivo, em toda a situação, seja ela feliz ou desfavorável, podemos manter uma esperança firme".

Depois, o Papa Emérito recordou que essa esperança está ligada à fidelidade de Deus que se manifestou ao mundo de diversas formas, especialmente em Jesus Cristo. Hoje, segundo o Papa, Deus continua sua fidelidade em Jesus, por meio daqueles que Ele mesmo chama para o seu serviço.

“Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas atividades, com os nossos desejos e necessidades. É precisamente no nosso dia-a-dia que Ele continua a dirigir-nos a sua palavra; chama-nos a realizar a nossa vida com Ele, o único capaz de saciar a nossa sede de esperança”, explicou o Bispo Emérito de Roma.

Segundo Bento XVI, as vocações sacerdotais e religiosas nascem da experiência do encontro pessoal com Cristo, do diálogo sincero e familiar com Ele. Por isso, explicou, é necessário crescer na experiência de fé, entendida como profunda relação com Jesus, como escuta interior da sua voz que ressoa dentro do ser humano.

O despertar para o chamado de Cristo e a resposta à Sua voz deve passar por uma intensa atmosfera de fé, destaca o Papa. Mas também o testemunho de adesão ao Evangelho, uma paixão missionária alimentada pela Eucaristia e pela oração, são aspectos fundamentais para que mais operários sirvam à "Vinha do Senhor".

“A oração constante e profunda faz crescer a fé da comunidade cristã, na certeza sempre renovada de que Deus nunca abandona o seu povo e que o sustenta suscitando vocações especiais, para o sacerdócio e para a vida consagrada, que sejam sinais de esperança para o mundo”, salientou Bento XVI.

Ns últimos parágrafos da mensagem para o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, Bento XVI deteve-se em fazer um apelo à Igreja demonstrando sua considerável preocupação com os jovens. Pediu que não faltem “sacerdotes zelosos” que saibam cuidar da juventude, ajudando-a no caminho “por vezes tortuosos e obscuros da vida.”

Por fim, não deixou de convidar os jovens a responderem à vocação. “Amados jovens, não tenhais medo de O seguir e de percorrer os caminhos exigentes e corajosos da caridade e do compromisso generoso. Sereis felizes por servir, sereis testemunhas daquela alegria que o mundo não pode dar, sereis chamas vivas de um amor infinito e eterno, aprendereis a ‘dar a razão da vossa esperança’ (1 Ped 3,15)”.

Cresce o número de vocações no mundo

A oração da Igreja parece ser ouvida e Cristo continua a chamar homens e mulheres para o serviço na “Vinha do Senhor”. De acordo com o Setor Estatístico do Vaticano, o número de sacerdotes diocesanos e religiosos no mundo teve aumento considerável a partir do ano 2000.

No Brasil, o aumento também foi constatado: o Censo Anual de 2010, realizado pelo Centro de Estatística e Investigações Sociais (CERIS), apontou um crescimento relevante em relação às vocações sacerdotais e religiosas no país.

A pesquisa do Setor Estatístico do Vaticano também sinaliza que em toda a Igreja há mais de 35 mil diáconos permanentes, concentrados especialmente nos EUA, no Canadá e na América Latina.

Com relação ao número de sacerdotes que deixaram o ministério, este desceu para menos de 1000, enquanto 460 foram os sacerdotes que em 2011 pediram para serem reintegrados ao ministério. Monsenhor Formenti, diretor do Setor Estatístico do Vaticano, sublinhou no ano passado que estes números deixam claro um lento, mas constante crescimento.
Síndrome da dispersão
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Faça poucas coisas, mas as faça bem

Encontro muitas pessoas que me perguntam: “E aí, padre, correndo muito?”. No começo, eu sentia a obrigação de fazer um relatório completo das mil e uma atividades que me roubavam preciosas horas de sono e ocupavam minha escrivaninha com montes e montes de pastas a considerar e agendas que eu deveria cumprir. Aos poucos, fui percebendo que a sociedade moderna está doente da síndrome da dispersão. Sim, já virou doença. O estresse e a depressão são apenas sintomas dessa causa mais profunda.

Até o que seria um momento de lazer torna-se estressante naquele trânsito parado na descida ou na subida da serra, na padaria que não dá conta dos clientes de fim de semana ou na corrida por aquele pequeno lugar da disputada praia. Estamos doentes. As igrejas multiplicam pastorais e movimentos, nos quais, necessariamente, os cristãos devem estar engajados. Tudo bem. Mas acontece que muitos pertencem a duas, três e até quatro pastorais e simplesmente vivem a semana toda na igreja, muito mais do que com suas próprias famílias.
Padres resolvem ser políticos e médicos pretendem ser gurus; psicólogos querem ser sacerdotes e políticos imaginam ser “deuses”. Todos sentem a obrigação de saber quase nada sobre quase tudo. A superficialidade é filha primogênita da dispersão. Fazemos um amontoado de coisas sem qualidade. Somos obrigados a atingir metas de qualidade total... ou seria de quantidade total?! Nesse caminho, a modernidade enlouquecerá.

Vamos acelerando o carro e, quando percebemos, já passamos, e muito, da velocidade máxima permitida. Reduzir para os 100 quilômetros por hora chega a ser frustrante para aquele que está contaminado pela “síndrome da dispersão”. Parar, então, é simplesmente uma tortura. A ausência da adrenalina pode provocar até doenças físicas. Pasme: estamos viciados em trabalho, perigo e violência. O refrão dessa tragédia é sempre o mesmo: não tenho tempo, não tenho tempo, não tenho tempo! Esta é a cantilena que escutam filhos carentes, namoradas com saudades, esposas e maridos, aquela vovó que espera ansiosa a visita de seus filhos e netos.


Sei que estou sendo radical, mas também sei que apenas uma surra da vida costuma tornar possível a cura da síndrome da dispersão. Existem os que ficam realmente doentes e procuram um médico. O problema é que muitos profissionais da saúde têm a mesma doença e resolvem seu próprio problema receitando, irresponsavelmente, uma quantidade enorme de medicamentos que irão tapar o sol com a peneira. É o milagre instantâneo provocado por medicações recentes. Mas sabemos que administrar essa medicação exige criar condições para que o paciente mude suas condições de vida. O terapeuta também deverá ser “paciente”.

Refleti muito sobre a raiz mais profunda dessa síndrome e percebi que é aquele mesmo desejo humano relatado já nas primeiras páginas da Bíblia e que originou os outros pecados: “Vós sereis deuses”.

Deixe Deus ser Deus. Somos apenas humanos, feitos de terra e um sopro; somos frágeis. Os sábios não sabem tudo nem fazem tudo, mas saboreiam aquilo que fazem. Sabedoria é saber com sabor. Faça poucas coisas, mas as faça bem.
Uma nova paróquia
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Nela, os fiéis devem encontrar o Cristo Ressuscitado

A 51ª Assembleia Geral Ordinária da CNBB, em Aparecida, tem como tema central a questão paroquial. Depois de examinarmos a realidade religiosa em nosso país, na análise da conjuntura, nós nos debruçamos sobre a necessidade de encontrar meios de fazer com que as paróquias sejam comunidade de comunidades ou rede de comunidades como dizemos. O documento ainda não sairá, nesta Assembleia, pois o texto, depois de corrigido, discutido e aprovado, irá para reflexão nas comunidades para depois, em outra Assembleia, ser aprovado como documento de nossa Conferência Episcopal.

A paróquia é a casa, por excelência, de todos os fiéis, onde eles devem encontrar o Cristo Ressuscitado. A paróquia é lugar de acolhida, de orientação, de ajuda espiritual e material. É a partir da paróquia que se podem descobrir os espaços não evangelizados de um território ou as situações que demandam atenção especial: escolas, hospitais, prisões, invasões, migrantes, favelas. A paróquia deve atingir o meio cultural e proporcionar ação pastoral que alcance o mundo da cultura e das artes.
A partir das paróquias pode acontecer uma renovada evangelização. Assim sendo, nossas paróquias devem ser acolhedoras, missionárias, fomentando redes de comunidades vivas e atuantes, que sejam irradiadoras de vida e, portanto, evangelizadoras. Acolhimento e missão formando discípulos de Cristo Ressuscitado que vivam na unidade.

Devemos apostar na presença da Igreja, em forma de pequenas comunidades, em todos os cantos e recantos do território paroquial, naquilo que se chama capilaridade. As pequenas comunidades bem orientadas e unidas na caminhada de Igreja podem ser um bom caminho de renovação da paróquia, porque possibilitam responder à vocação cristã que se realiza sempre em comum.

A renovação da paróquia é fundamental para a Igreja enfrentar os desafios pastorais, a missão... Enfim, evangelizar, levar a Boa Nova de Jesus Cristo a todas as pessoas, formando pequenos núcleos pastorais, como células vivas da grande mãe, chamada paróquia. As migrações arrancaram as pessoas de suas raízes e trouxeram-nas para as cidades. Hoje, a nossa vida em geral é urbana.

Na paróquia, temos três compromissos fundamentais, os quais provêm da essência da Igreja e do ministério sacerdotal. O primeiro é o serviço sacramental. Entre os sacramentos, o que se destaca, é claro, é a Eucaristia, centro e fonte de nossa vida cristã. Porém, temos dois sacramentos que merecem uma atenção especial devido às atuais circunstâncias. Um deles é o sacramento do batismo, a sua preparação e o compromisso de dar continuidade às recomendações batismais, e que já nos colocam também em contato com quantos não são muito crentes. Temos, nesse trabalho, a importante iniciação cristã. O compromisso de preparar o batismo, de abrir as almas dos pais, dos parentes, dos padrinhos e das madrinhas à realidade do sacramento, já pode e deveria ser um compromisso missionário, que vai muito além dos confins das pessoas já "fiéis". Ao preparar o batismo, procuramos fazer compreender que este sacramento é inserção na família de Deus, pois Ele vive e se preocupa conosco. Esse sacramento nos faz aprofundar em toda a vida cristã.

Outra preocupação paroquial a ser considerada diz respeito ao sacramento do matrimônio. Também ele se apresenta como uma grande ocasião missionária, porque, hoje, graças a Deus, temos muitos que desejam se casar na Igreja, inclusive tantos que, mesmo batizados, não a frequentam muito. É uma ocasião para levar estes jovens a confrontar-se com a realidade, que é o matrimônio cristão, o matrimônio sacramental. A preparação para o matrimônio é uma ocasião de grandíssima importância, de missionariedade para anunciar, de novo, no sacramento do matrimônio, o sacramento de Cristo. Aqui se insere toda a questão da vida e família.

O segundo compromisso fundamental da paróquia é o anúncio da Palavra, com os dois elementos essenciais: a homilia e a catequese. Urge redescobrirmos que a homilia deve ser a "ponte" entre a Palavra de Deus, que é atual, e deve chegar ao coração das pessoas. Devo dizer que a exegese histórico-crítica com frequência não é suficiente para nos ajudar na preparação da homilia. Observemos que o próprio Papa Francisco, na sua celebração cotidiana na Capela da Casa Santa Marta, onde está residindo, de maneira muito atual para a vida da Igreja e de todos os batizados, está atualizando a Palavra de Deus para vivermos a nossa vocação batismal. Ele assim também se expressou à comissão bíblica internacional nestes dias.

O terceiro compromisso fundamental da paróquia é a questão social: a “charitas”, a “diakonia”. “Somos sempre responsáveis pelos que sofrem, pelos doentes, pelos marginalizados e pobres”. Pelo retrato da diocese, vejo que são numerosos os que têm necessidade da nossa diakonia e esta também é uma ocasião sempre missionária. Assim, tenho a impressão de que a ‘clássica’ pastoral paroquial se autotranscenda nos três setores e se torne pastoral missionária.

Por isso, não podemos nos descurar do respeito que devemos dar aos nossos agentes de pastoral. O pároco não tem como fazer tudo! É impossível! Hoje, quer nos movimentos, quer nas pastorais, nas associações ou nas novas comunidades que existem, temos agentes que podem ser colaboradores para a constituição de uma verdadeira rede de comunidades, para que a paróquia atinja a todos os que não são tocados pela nossa pastoral clássica.

O trabalho paroquial será enriquecido com as ideias que o documento de nossa Assembleia Geral traz para ser aprofundado e colocado em prática. É um tema necessário e atual. Tenho certeza de que nos ajudará a dinamizarmos ainda mais nossa missão de discípulos de Jesus Cristo nestes tempos de tantas necessidades.

Dom Orani João Tempesta, O. Cist.

Arcebispo Metropolitano de São Sebatião do Rio de Janeiro (RJ)

É preciso reproduzir Jesus
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A sexualidade tem de ser fonte de vida

“Deus criou o ser humano. Ele o criou à semelhança de Deus, criou-os homem e mulher, e os abençoou. E no dia em que os criou, Deus os chamou de ser humano” (Gn 5,1b-2).

Que certeza maravilhosa a Bíblia nos ensina: o ser humano é imagem e semelhança de Deus, isso significa que, além de ser parecido com Deus (imagem), ele é capaz de reproduzi-Lo (semelhança). Daí, conseguimos entender por que o encardido tem tanta raiva de um casal feliz, que se ama.
Cada vez estou mais convencido de que, se o matrimônio não fosse instituído como sacramento por Jesus, a Igreja jamais teria coragem de elevá-lo. Jesus plenificou o amor humano com o dom do sacramento do matrimônio exatamente porque, aí, acontece a mais perfeita reprodução de Deus.

Se o casal é chamado a reproduzir o Senhor, na vivência em si do matrimônio, nos corpos que se unem, nos filhos decorrentes dessa união, é claro que a grande meta do encardido será destruir a fonte da reprodução de Deus. Também por isso percebo as grandes dificuldades da vivência conjugal. Um casal que procura viver santamente seu matrimônio jamais será deixado em paz pelo encardido.

Também por isso a união conjugal íntima tem de ser revestida de uma luz maravilhosa, de uma beleza e uma sacralidade especial. A união íntima do homem e da mulher foi um método que o próprio Deus criou para que o casal pudesse ser cura um para o outro. A sexualidade tem de ser fonte de vida. O Catecismo da Igreja Católica diz que a vivência sexual tem de ser fonte de vida e alegria. No entanto, o encardido conseguiu transformar os órgãos genitais de “Gêneses”, de geração de vida, em órgãos de morte. Então, hoje, a sexualidade é um caminho de morte não só pela AIDS, como por outras doenças sexualmente transmissíveis.

O homem e a mulher são chamados a reproduzir Deus não só na geração da vida, mas tudo o que o ser humano faz a partir do matrimônio, tem de ser reprodução de Deus. O que eu falo, o que faço, o que sou precisa reproduzir Deus.

Marido, a sua fala tem de reproduzir Deus; mulher, a sua fala, o seu corpo, o jeito de vestir têm de reproduzir Deus. O tecladista, quando toca uma nota musical, está reproduzindo Deus. Em uma pregação, nós ouvimos a reprodução de um Deus que nos fala. Marido e mulher, vocês têm de reproduzir o Senhor, em primeiro lugar, para si mesmos, e um para o outro; os dois juntos reproduzem Deus no filho e para o filho. Sabem por que, muitas vezes, a educação não dá certo? Porque vocês tentam educar os filhos sozinhos, e o filho nunca é só do pai nem só da mãe. É do pai, da mãe e da graça de Deus. Sem essa graça do Senhor não reproduzimos Deus, mas sim o encardido. É por isso que vemos tanta reprodução do encardido espalhado pelo mundo afora.

A maior alegria do demônio foi o dia em que ele inventou um espelho, cuja imagem e semelhança era dele. Tudo o que aquele espelho mostrava era deformado: a flor linda, quando projetada no espelho, parecia murcha; a pessoa justa tornava-se injusta perante o espelho; a pessoa bondosa, diante do espelho, tornava-se uma pessoa ruim. A pessoa alegre, projetada naquele espelho, tornava-se triste; e o encardido foi conseguindo chegar no ponto mais alto, porque um dia ele levou Jesus também no ponto mais alto. E, lá, ele começou a refletir o mundo, e só apareciam as coisas ruins; as coisas boas iam ficando ruim, ele começou achar bom e interessante, passou a rir muito, começou a aparecer encardidinhos, porque todos eles querem ver a mesma coisa, começaram a brigar pela posse do espelho até quebrar, aí o encardidão, de raiva, começou a pisar naquele espelho até transformá-lo em milhões de pequenos cacos. Depois disso, começou a soprar e espalhar caquinhos nos olhos de muitas pessoas.

Cada caquinho, quando caía nos olhos ou na boca de uma pessoa, em seguida ia para o coração. Daí em diante, as pessoas passavam a ver só os defeitos e as coisas ruins umas das outras. Por isso, há muitos casamentos que precisam de uma boa faxina nos olhos e no coração, porque marido e mulher só veem coisas ruins um no outro.

Jesus disse que o olho é a lâmpada do corpo. Se seu olho é são, tudo mais será são. A única água que lava essa sujeira é o Espírito Santo.

Padre Léo, scj
Campanha em prol da construção das capelas
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A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos está se mobilizando para construir as Capelas das comunidades: Assobio, Malhada do Boi, Várzea Grande e do Bairro da Felicidade.
No entanto, para que possamos edificá-las precisamos de sua colaboração e ajuda que poderá ser feita através de valores (dinheiro), mão–de–obra, material de construção: areia, barro, cimento, ferro, tijolos, telhas, madeira, etc.
Se você quer colaborar com a campanha, entre em contato com:
• Dedé de Zé Macaco - Comunidade Assobio – 9671-6014
• Verinha – Comunidade Malhada do Boi – 9680-3394
• Luciene – Comunidade Várzea Grande – 9947-1629
• Bairro da Felicidade – Pe. Franciarley - 9904- 8401
• Secretaria Paroquial – 3449-1019

Faça a sua doação, que Deus tem muito mais para te dar.
Contamos com a sua ajuda!
Vem aí o I Encontro Diocesano de Coroinhas
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Qual a missão do coroinha? Que papel ele ocupa na Igreja? Qual sua contribuição para a sociedade? O coroinha que serve o altar e auxilia o ministro ordenado, também é convidado a fazer sua missão no ambiente onde está inserido e os relacionamentos diversos do seu quotidiano.

Pensando em auxiliar cada vez mais o coroinha na sua missão, e a fazê-lo aprofundar o seu chamado de serviço, a Comissão Diocesana para as Vocações está organizando um encontro a nível de diocese para os coroinhas. O mesmo terá como tema: "Coroinha, qual tua missão?" e acontecerá no Centro Diocesano de Pastoral em Cajazeiras no 18 de maio.

A taxa de inscrição para os participantes é de R$ 10,00 e pede-se aos coroinhas que participarão, de trazerem suas vestes.
Vem aí o I Fórum Diocesano de Comunicação
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A Comissão Diocesana de Comunicação está programando para o dia 10 de maio, o I Fórum Diocesano de Comunicação. O objetivo deste evento é trabalhar a temática do 47º Dia Mundial das Comunicações Sociais deste ano de 2013.

Bento XVI quando escreveu em Janeiro a mensagem oficial para o Dia Mundial das Comunicações nos convidou a refletir “sobre uma realidade cada vez mais importante que diz respeito à maneira como as pessoas comunicam atualmente entre si”.

Para este ano, a comemoração cai no dia 12 de maio e tem como tema: “Redes Sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização.”

“Estes espaços, quando bem e equilibradamente valorizados, contribuem para favorecer formas de diálogo e debate que, se realizadas com respeito e cuidado pela privacidade, com responsabilidade e empenho pela verdade, podem reforçar os laços de unidade entre as pessoas e promover eficazmente a harmonia da família humana.” (Bento XVI na mensagem para o DMC - 2013)

Em nossa Diocese de Cajazeiras, comemoraremos essa data com a realização do I Fórum Diocesano de Comunicação que se realizará no dia 10 de maio, no Centro de Pastoral Diocesana (Auditório da FAFIC) às 19h.

Participe, mande o correspondente PASCOM de sua Paróquia some conosco esta boa notícia.
O dízimo na Igreja Católica
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Muitos padres e fiéis católicos acham difícil falar sobre este assunto, principalmente por causa das deturpações que tantos verdadeiros mercadores da fé vêm promovendo nos últimos anos, usando meia dúzia de passagens bíblicas como arma para extorquir e explorar pessoas simples e sem formação. Assim enriquecem, cada vez mais, os falsos profetas. O verdadeiro significado do dízimo, porém, é justo e verdadeiramente cristão.

Nos tempos do Antigo Testamento, a Lei de Moisés prescrevia o pagamento obrigatório de 10% dos rendimentos do fiel (pagos na forma de bens e mantimentos, principalmente produtos agrícolas) para manter a tribo de Levi e os sacerdotes, responsáveis pela manutenção do Tabernáculo e depois do Templo, pois eles não podiam possuir heranças e territórios. Esses mantimentos eram também usados para assistir aos órfãos, viúvas e pobres. Depois da destruição do Templo (no ano 70 dC), a classe sacerdotal e os sacrifícios cessaram, e os rabinos passaram a recomendar que os judeus prestassem auxílio aos mais necessitados.

Por ser Cristo o Supremo Sacerdote, consumou o sacerdócio levítico com todas as suas leis, dízimos e costumes, como esclarece o Apóstolo São Paulo na Carta aos Hebreus (Hb 7,1-28): "Com efeito, mudado o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei" (Hebr 7, 12). Mais adiante, o mesmo santo Apóstolo arremata: "Com isso, está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade" (Hb 7,18).

Hoje, o dízimo é uma doação regular e proporcional aos rendimentos do fiel, que todo batizado deve assumir. É uma forma concreta que o cristão tem para manifestar a sua fé em Deus e o seu amor ao próximo, pois é por meio dele que a Igreja realiza diversas obras de caridade e assistência aos menos favorecidos. Pelo dízimo, podemos viver as três virtudes mais importantes para todo cristão: a Fé, a Esperança e o Amor-Caridade, que nos levam para mais perto de Deus.

O dízimo é um compromisso. Representa a nossa vontade de colaborar, de verdade, com o projeto divino de felicidade para todos. A palavra “dízimo”, que significa “décima parte”, vem dos 10% que os judeus davam de tudo o que colhiam da terra com o seu trabalho. E também hoje todos são convidados a oferecer, de fato, a décima parte daquilo que ganham, mas não somos obrigados. O importante é entender que o dízimo não é esmola. Deus merece a doação feita com alegria, e jamais nos priva da nossa liberdade. Além disso, o que é doado com alegria faz bem a quem recebe!

Cada pessoa deve definir livremente, sem tristeza nem constrangimento, qual percentual dos seus ganhos irá separar para o dízimo. A Igreja não exige a doação de 10% de tudo o que você ganha; porém, para ser considerado dízimo, é preciso que seja um percentual, isto é, uma porcentagem dos seus ganhos, sendo no mínimo 1%. Se alguém ganhar R$ 1.000,00 e oferecer R$ 10,00, isto ainda pode ser considerado dízimo. Menos do que isso, porém, seria uma oferta.

E a experiência pastoral comprova: aqueles que, confiantes na Providência Divina, optaram pelo dízimo integral, não se arrependeram nem sentiram falta em seus orçamentos. Ao contrário, muitos dizimistas dão o testemunho de que depois que passaram a contribuir com a Igreja e a comunidade dessa maneira, passaram a se sentir especialmente abençoados: Deus não desampara os que nele confiam. Mas isso não quer dizer que devemos dar o dízimo esperando "ganhar em dobro", nem receber algo em troca, como se pudéssemos negociar ou barganhar com Deus. Aqueles que ensinam tais coisas nada entendem do verdadeiro cristianismo, nem compreendem o contexto bíblico, e menos ainda o significado de partilha, que era tão presente na Igreja primitiva.

A entrega do dízimo normalmente é mensal, porque a maioria das pessoas recebe salário todo mês. Já os que recebem semanalmente podem combinar de entregá-lo uma vez por semana, por exemplo. O importante é saber que o dízimo deve ser entregue na comunidade com a mesma regularidade com que recebemos os nossos ganhos.

Já as ofertas são doações espontâneas, com as quais o fiel também pode e deve participar da vida em comunidade, mas nesse caso não existe regularidade, como no dízimo. - Você pode e deve doar na hora do ofertório, durante as Missas, ou fazer depósitos nas caixas de coleta, mas não se trata de um compromisso fixo assumido com a sua comunidade, e sim de uma manifestação de amor, caridade e confiança.

Cada vez mais católicos se conscientizam da importância do dízimo e das ofertas. É bom encontrar a igreja limpa, bem equipada, tudo funcionando bem... Mas, infelizmente, muitos se esquecem de que, para isso, todos precisam colaborar! Somos a família do Senhor, e cada templo da Igreja é uma casa de todos nós. Contamos com o seu desejo de viver comunidade: aceite o chamado do Pai Eterno e diga sim ao compromisso de levar adiante os trabalhos evangelizadores da sua paróquia. Informe-se sobre como se tornar um dizimista. Faça a sua parte!

“Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama a quem dá com alegria.” (2Cor 9,7)

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Acessoria
Profº Dr. Pe. Vicente de Melo, CSsR (em atividade na Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso, em Guaratuba - Paraná, e comunidades diversas - janeiro de 2013);
Pe. Luiz Paulo de Souza (atualmente pároco de São José de Vila Zelina, São Paulo - Região Episcopal Belém, Setor Vila Prudente - janeiro de 2013).
ZONAL DE CATOLÉ DO ROCHA REALIZA ENCONTRO DE LITURGIA
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No dia 27 de abril, foi realizado na Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos, encontro zonal de liturgia com o objetivo de fazer o repasse do estudo do 1º módulo da Escola de Liturgia para Jovens que foi realizado na cidade de Cajazeiras. O encontro teve início às 8h com o lanche, em seguida o Ofício Divino das Comunidades e logo após a apresentação dos participantes e exposição do conteúdo. Estavam presentes 25 pessoas representando as Paróquias: Nossa Senhora dos Remédios de Jericó, Nossa Senhora dos Remédios de Catolé do Rocha, Sagrada Família de Brejo dos Santos, Nossa Senhora dos Milagres de Brejo do Cruz, São Francisco de Assis de Riacho dos Cavalos e a cidade de Mato Grosso.
O encontro terminou com o almoço às 11:30 min e foi ministrado por Tamires Pereira – Coordenadora Paroquial de Liturgia da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos.
CEFEP e CNLB promovem encontro de políticos católicos
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Entre os dias 26 a 28 de abril de 2013, no Centro Cultural Missionário, (CCM), em Brasília, houve um encontro de políticos católicos. Participaram do evento cerca de 30 participantes entre vereadores e prefeitos católicos, eleitos, e candidatos não eleitos. O encontro foi promovido pelo Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) e do Conselho Nacional dos leigos do Brasil (CNLB).

“O objetivo do encontro foi reunir alunos e ex-alunos do CEFEP e do CNLB, para aprofundar sobre a consciência cristã diante do compromisso de um mandato eletivo. Para que, posteriormente, a experiência partilhada durante o encontro, seja levada para os diferentes regionais do Brasil”, explicou o secretário-executivo do CEFEP, padre José Ernanne Pinheiro. “O evento aconteceu num clima de reflexão madura e de oração. O trabalho se deu numa metodologia exigente, mas produtiva”, completou.

Durante a reunião, foi proposta uma Palestra sobre a Gaudium et Spes e a política, seguida da história e desafios da 5ª Semana Social Brasileira (SSB). Em seguida, houve um momento de partilha de experiências. Na parte da tarde, foram realizadas três oficinas, explicitando a bela experiência de mandato participativo, sobretudo em Guarapuava (PA), onde a vice-prefeita contou com um grande número de mulheres.

Uma segunda oficina tratou das fragilidades e desafios do legislativo municipal. Foram sugeridas audiências púbicas, e Comissões temáticas, mais acessíveis à participação do povo. A terceira oficina tratou do marketing político. Na última parte do encontro, foi feita uma reflexão sobre o texto votado na última Assembleia Geral da CNBB, chamado ‘Igreja e Eleições’.
Papa Francisco aos jovens:
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Neste domingo, 28 de abril, Papa Francisco presidiu uma missa na qual crismou 44 jovens dos cinco continentes. A celebração se insere na programação organizada pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização no âmbito do Ano da Fé. O forte sol e calor desta manhã de primavera contribuíram e a Praça São Pedro ficou tomada por 100 mil fiéis, em grande maioria, jovens.

Na homilia, o Papa propôs à reflexão três pensamentos, simples e breves, inspirados nas leituras do dia.

O primeiro partiu da visão de São João da ação do Espírito Santo, que ao trazer-nos a novidade de Deus, vem a nós e faz novas todas as coisas: transforma-nos e através de nós, quer transformar também o mundo onde vivemos. Prosseguindo, Francisco exortou:

“Abramos-Lhe a porta, façamo-nos guiar por Ele, deixemos que a ação contínua de Deus nos torne homens e mulheres novos, animados pelo amor de Deus. Como seria belo se cada um de vós pudesse, ao fim do dia, dizer: Hoje na escola, em casa, no trabalho, guiado por Deus, realizei um gesto de amor por um colega meu, pelos meus pais, por um idoso”.

A novidade de Deus, disse, “não é como as inovações do mundo, que são todas provisórias, passam e procuramos outras sem cessar. A novidade que Deus dá à nossa vida é definitiva; e não apenas no futuro quando estivermos com Ele, mas já hoje”.

O segundo pensamento se inspirou na Primeira Leitura, quando Paulo e Barnabé afirmam que “temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus”.

“O caminho da Igreja e também o nosso caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis”, disse, advertindo que “seguir o Senhor, deixar que o seu Espírito transforme nossas zonas sombrias, nossos comportamentos em desacordo com Deus e lave os nossos pecados é um caminho que encontra obstáculos fora de nós, no mundo onde vivemos e que muitas vezes não nos compreende”.

“Mas as dificuldades e tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus” - concluiu.

No último ponto, Francisco convidou todos, especialmente os crismandos e crismandas, a permanecerem firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor:

“Este é o segredo do nosso caminho. Ele nos dá coragem para ir contra a corrente: faz bem ao coração, mas é preciso coragem!”. O Papa ressalvou que isto é verdade principalmente quando nos sentimos pobres, fracos ou pecadores, porque Deus proporciona força à nossa fraqueza, riqueza à nossa pobreza, conversão ao nosso pecado.

Francisco terminou a homilia usando a mesma expressão de Papa Wojtyla, em 1978:

“Abramos – escancaremos - a porta da nossa vida à novidade de Deus que nos dá o Espírito Santo, para que nos transforme, nos torne fortes nas tribulações, reforce a nossa união com o Senhor, o nosso permanecer firmes Nele: aqui está a verdadeira alegria”.

Dirigindo-se ainda aos jovens, acrescentou: “Joguem a vida por grandes ideais. Apostem em grandes ideais, em coisas grandes; não fomos escolhidos pelo Senhor para ‘coisinhas pequenas’, mas para coisas grandes!”.

Após a homilia, os jovens se aproximaram do Pontífice para o rito da Confirmação. O brasileiro Victor Chaves Costa Lima, de 16 anos, foi um dos que nesta cerimônia, expressaram a sua plena e livre decisão de aderir à fé batismal.
Mensagem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para o Dia do Trabalhador
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Em comemoração ao Dia do Trabalhador, nesta quarta-feira, 01 de maio, a CNBB manifesta através de uma nota “o seu apoio aos que pelo trabalho contribuem na construção de um mundo melhor”. Leia a íntegra da nota.

Mensagem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
para o Dia do Trabalhador
Meu Pai trabalha sempre, e eu também trabalho (Jo, 5,17)

Ao celebrar o dia do Trabalhador e da Trabalhadora, a CNBB manifesta seu apoio aos que pelo trabalho contribuem na construção de um mundo melhor. O trabalho tem uma dimensão que vai além da produção de riquezas. É o processo de humanização da pessoa e do mundo. Ele “comporta em si uma marca particular do homem e da humanidade, a marca de uma pessoa que atua numa comunidade de pessoas; e uma tal marca determina a qualificação interior do próprio trabalho e, em certo sentido, constitui a sua própria natureza” (Laborem Exercens 1).

Saudamos com alegria especial os empregados domésticos que, após grande esforço, têm reconhecidos pelo Congresso Nacional seus direitos, no mesmo regime de outros ramos de atividade, com a aprovação da PEC 66/12. Esta vitória implica agora a necessidade de vigilância para que o preceito legal seja cumprido integralmente.

Causa-nos preocupação o grande número de pessoas em situação de trabalho análoga à escravidão, nas atividades rurais e urbanas, especialmente migrantes e imigrantes. Esta violação à dignidade humana precisa ser coibida e punida com severidade. Um sistema produtivo que desconsidera a centralidade da pessoa, priorizando o lucro e o acúmulo de bens, peca contra a dignidade humana. Reiteramos o apelo ao Estado brasileiro para que se comprometa efetivamente na defesa e proteção das pessoas vitimadas e também dos que combatem este mal, e que crie políticas públicas que ataquem os fatores geradores: a miséria e a impunidade.

Neste ano em que a Campanha da Fraternidade tratou do tema da Juventude lembramos as condições ainda difíceis pelas quais passa a maioria dos nossos jovens em relação ao trabalho: desemprego, baixa renumeração, condições de trabalho precárias, informalidade, necessidade de conciliar estudos e trabalho e a alta taxa de rotatividade. A sociedade tem a missão de dar à juventude as condições para o pleno desenvolvimento dos seus dons e potencialidades, incluído o que se refere à atividade produtiva. É importante aprofundar a política governamental de incentivo ao primeiro emprego para os jovens.

Lembramos à classe trabalhadora a importância da atenção para a preservação dos seus direitos, garantidos constitucionalmente, especialmente a seguridade social. Os constantes processos de desonerações do chamado setor produtivo, operados pelo governo, não podem implicar em perdas para os trabalhadores e trabalhadoras.

A CNBB convida a todos os trabalhadores e trabalhadoras a continuarem colaborando no aperfeiçoamento da obra da criação, na busca de relações justas e solidárias no mundo do trabalho e na sociedade.

Que São José Operário acompanhe e proteja a todas as famílias trabalhadoras do Brasil.

Brasília-DF, 1º de maio de 2013

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
São José, operário da Igreja e família
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Dos poucos versículos que a bíblia discorre sobre São José destacam-se duas características essenciais a um chefe de família: ser justo (Mt 1,19) e ser carpinteiro (Mt 13,55).

Ser justo implica em ser exato, em ser nem mais nem menos, sem faltar e sem sobrar, implica em ser ideal, característica fundamental dos homens que trazem no peito uma marca: a fidelidade a Deus. São José foi o santo varão que trouxe impresso em suas ações a obediência a Deus em todas as áreas de sua vida. Era assim que conduzia sua família. Era um homem de oração que semeava esse fervor naqueles que estavam por perto, por isso o Senhor colocou seu olhar sobre José e percebeu que ele era ideal para cuidar e educar a humanidade de Jesus.
A carpintaria era a profissão de José, era dali que ela provia o necessário para Maria, sua esposa, e o menino Jesus. Sua família era sustentada à custa das “marteladas” de José, que incansavelmente labutava dia-a-dia para isso. O trabalho santifica o homem! José sabia que essa poderia ser a grande e, talvez, única contribuição que ele daria ao Filho de Deus, por isso investiu em seu ser trabalhador. Penso que o maior orgulho que um pai possa ter é ver impresso na vida de seu filho as características de sua própria vida, é ouvir das outras pessoas algo do tipo: “- Nossa, saiu igualzinho ao pai!” José alcançou isso. Jesus foi chamado de carpinteiro por aqueles que O ouviram na sinagoga de Nazaré no dia de sábado (Mc 6,3). O Senhor sabia que o ser trabalhador de José era necessário para a formação de Jesus, por isso o escolheu.

A Igreja entendeu que essas duas características juntas faziam de São José um homem piedoso e responsável, um homem que trabalhava constantemente para cumprir a missão que Deus tinha lhe confiado de guardar a Sagrada Família e por isso confiou a ele outra missão: ser Patrono da Igreja, guardar a Barca de Pedro.

Nós também podemos no valer do auxílio desse Santo, seja aprendendo a caminhar na via da oração e do trabalho como confiando à sua proteção nossas missões. De modo muito particular ressalto que nós pais, chefes de família devemos ser muito próximos de São José consagrando nossa masculinidade e nossa paternidade a ele, também pedindo sua intercessão para que tenhamos em nossas vidas as suas virtudes e qualidades. Não percamos tempo em consagrar nossas famílias a São José pois ele continua trabalhando por nós e pela Igreja.

São José, Valei-nos!

Paulo Henrique Crippa
Missionário da Comunidade Canção Nova
Programação Mês de Maio
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Encontro da Pastoral da Criança
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Aconteceu nos dias 26 e 27 de abril, um encontro de formação para coordenadores de ramos da PASTORAL DA CRIANÇA. O encontro aconteceu no Centro de Pastoral e contou com a presença da Irmã Irma, Coordenadora Estadual da Pastoral da Criança, Irmã Risoneide, Coordenadora Diocesana e os coordenadores de zonais.
Para ir a JMJ é necessário ser um aventureiro, um peregrino aberto ao novo
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Estar na JMJ, em Madri, foi uma das experiências mais intensas que eu tive, pois fui com um grupo, no qual não conhecia ninguém.
Desde o primeiro encontro, no Aeroporto de Guarulhos, percebi a ação de Deus por meio dos novos amigos que ali eu iria encontrar.

Em cada detalhe, vimos o cuidado de Deus conosco, nas novas amizades, nas aventuras do dia a dia. Digo aventura, porque, realmente, foi uma aventura, até na rua nós dormimos, pois ocorreu um problema com o alojamento.

Fomos para uma cidade próxima chamada Guadalajara, a cerca de uma hora de trem até Madri, mas pouco nos importaram esses detalhes, pois, o tempo todo, nós exclamávamos: ‘Estamos na JMJ!’. Assim, os dias começaram intensos, a Missa de abertura, as catequeses, a feira vocacional, os shows, a alegria em partilhar outras culturas; enfim, tudo era graça de Deus para nós. Filas e mais filas para almoçar, tomar banho… Sem contar o calor!

Quando partilho tudo isso, sempre digo: “Para ir à JMJ é necessário ser um aventureiro, um peregrino aberto ao novo e às novas pessoas, com jeito e cultura diferente da sua.”
Quando o Papa chegou em Madri, passou em nosso meio. O olhar dele era de gratidão. Senti como se ele falasse com os olhos: “Que bom que vocês estão aqui! Aquele olhar falava, e não dava para conter as lágrimas. Foi muita emoção!

Na vigília, passamos por mais uma aventura: o calor e a terra, a chuva, os ventos… Mas permanecemos lá, juntos com o Papa, num silêncio inexplicável; e, diante de nós, estava Jesus Sacramentado sendo adorado por mais de dois milhões de jovens.

As palavras do Papa Bento XVI nos encorajaram a seguir Jesus sem temor, a voltarmos para nossas casas firmes na fé, na certeza de que vale a pena.

E a emoção não acabou, pois, depois da Missa de encerramento, ouvimos do Papa que a próxima JMJ seria no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. Depois dessa notícia, a voz sumiu, a alegria de estar ali e gritar ‘Brasil!’ simplesmente não passava. Agora, estamos ansiosos por essa festa em nosso país.
Passaria por tudo novamente, pois o que vivi, naquela jornada, eternizou-se dentro de mim. As experiências comunitárias, os amigos, as palavras, os conselhos, os lugares visitados… São tantas coisas que fica até difícil expressar, pois quem foi sabe da imensa alegria e da riqueza que é uma JMJ.

Agradeço a Deus, ao meu pai que “bancou” nessa aventura, à Comunidade Immanuel, da qual faço parte, e a Comunidade Católica Shalom. Tudo foi graça, alegria e festa. Somos uma Igreja jovem!

Fabiano Moura São Pedro
Comunidade Immanuel
São Paulo – SP
19º Aniversário da Cidade de Mato Grosso - PB
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A cidade de Mato Grosso comemorou no último dia 29 de Abril o seu 19º aniversário de emancipação política, com uma vasta programação. A programação alusiva às comemorações dos 19 anos de independência política do município teve a parte social, esportiva e cultural, que envolveu a população local e os visitantes que costumeiramente vem à cidade, sempre nas datas festivas.

Na noite do domingo (29) foi realizado o tradicional bingo com distribuição de cartelas gratuitas para os mato-grossenses, que concorrem a vários prêmios ofertados pela Prefeitura Municipal.

Na manhã da segunda, foram realizadas as comemorações institucionais e esportivas, que se estenderam até a noite com a Celebração Eucarística em Ação de Graças e logo após uma seresta para os cidadãos mato-grossenses.
Missa de abertura do Mês de Maio
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PARÓQUIA CELEBRA MISSA DE ABERTURA DO MÊS DE MAIO.
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Na noite desta quarta-feira dia 01/05 foi celebrada na Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos, a missa solene de abertura do mês de maio. No início da missa, logo após a saudação, a assembléia acolheu fervorosamente a imagem de Nossa Senhora que vinha sendo conduzida por duas paroquianas e foi colocada em um lugar de destaque onde permanecerá até o dia da coroação. Na ocasião foram apresentadas a comunidade as quatro crianças que irão desfilar representando a Saúde, Educação, Assistência Social e as Comunidades Rurais no dia 31/05. A missa foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte – Administrador Paroquial.
Papa Francisco acolhe Bento XVI, que volta a residir no Vaticano
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Bento XVI retornou ao Vaticano. Ele chegou ao heliporto localizado nos jardins vaticanos pouco depois das 16h45min (hora local), vindo de Castelgandolfo. Um grande número de fiéis estava presente na Praça São Pedro desejosos de saudá-lo e de onde puderam testemunhar a chegada do helicóptero.

O Bispo emérito de Roma foi recebido pelo Secretário de Estado Tarcisio Bertone, pelo Presidente do Governatorado, Cardeal Giuseppe Bertello e pelo decano do Colégio Cardinalício, Cardeal Angelo Sodano.

Também estavam presentes o Substituto da Secretaria de Estado, Arcebispo Angelo Becciu, o Sub-secretário de Assuntos Exteriores, Arcebispo Dominique Mamberti e o Secretário do Governatorado Arcebispo Giuseppe Sciacca.

Do heliporto, Bento XVI seguiu em automóvel até o Mosteiro Mater Ecclesia, onde foi recebido com grande e fraterna cordialidade pelo Papa Francisco, que o aguardava. Juntos, foram à capela do Mosteiro para um momento de oração.

Esta foi a segunda vez que se encontraram pessoalmente, desde a eleição de Francisco. Em 23 de março passado Francisco foi até Castel Gandolfo para encontrar Bento XVI (foto acima). Em numerosas ocasiões falaram-se ao telefone.

Bento XVI retornou para o Vaticano após concluídas as reformas realizadas no Mosteiro, onde vai residir acompanhado da ‘Família pontifícia”, formada pelo seu Secretário particular e atual Prefeito da casa Pontifícia, Arcebispo Georg Ganswein, as 4 leigas consagradas do Instituto “Memores Domini”, além de um diácono belga. Um quarto está reservado para seu irmão Georg, também sacerdote, de 89 anos, que vive na Alemanha.

Em 11 de fevereiro, Ratzinger anunciou que passaria a servir a Igreja através da oração.
1ª EUCARISTIA NA COMUNIDADE VÁRZEA GRANDE – RIACHO DOS CAVALOS
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No final da tarde do dia 04, foi celebrada na comunidade Várzea Grande – zona rural de Riacho dos Cavalos, a missa com a 1ª eucaristia de seis crianças da localidade que foram preparadas pela catequista Luciene. A missa foi celebrada no pátio da Escola Municipal Porfírio Alves Batista na referida comunidade e foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte – Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos e Coordenador Diocesano da Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras/PB.
MISSA DE ABERTURA DA FESTA DA PADROEIRA NA COMUNIDADE LOGRADOURO II – MATO GROSSO/PB
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A comunidade Logradouro II no município de Mato Grosso/PB, celebrou na noite do dia 04/05, a missa de abertura da festa da padroeira Nossa Senhora de Fátima. Antes da missa foi realizada a procissão com a bandeira de Nossa Senhora. A missa foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte – Administrador Pastoral da Igreja São José da Cidade de Mato Grosso e Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos.
BÊNÇÃO DAS TÚNICAS E VESTIÇÃO DE DUAS COROINHAS E UM ACÓLITO NA COMUNIDADE SANTANA DOS ALMEIDAS
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Na celebração da Santa Missa na Capela Nossa Senhora da Conceição na comunidade Santana dos Almeidas, neste dia 05 de maio, foi realizada a bênção das túnicas e a vestição de duas coroinhas: Ana Kelly e Camila Andrade e do acólito José Marcelo. Nesta mesma celebração foi realizada a abertura dos trabalhos catequese da crisma na referida comunidade. A missa foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte – Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos/PB.
2ª Etapa da Escola de Liturgia para Jovens
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A Equipe Diocesana de Liturgia realizou mais uma etapa da Escola de Liturgia para Jovens. A Segunda etapa que trabalhou o tema da Celebração da Palavra teve como assessor o Padre Thiers, Vigário da Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Catedral) e aconteceu nos dias 03, 04 e 05 de maio no Centro Diocesano de Pastoral.

Com uma boa participação dos jovens de várias Paróquias da Diocese, a escola promete um sucesso promissor até a sua etapa final, pois houve uma boa aprovação e retorno da parte dos jovens.

Esta etapa ficou bastante evidenciada a atitude e escuta e absorção da Palavra de Deus nas celebrações e na Leitura Orante. Temos que estar prontos a ouvir, aderir e fazer brotar frutos da Palavra ouvida.

Dom José González passou pela escola na manhã do domingo, 05, e saudando os jovens deixou sua mensagem de otimismo e incentivo a continuarem perseverantes e celebrarem a Palavra com respeito e oração.
Escola Diocesana de Liturgia (2ª Etapa)
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COMISSÃO DE CATEQUESE REALIZA REUNIÃO ZONAL DE PLANEJAMENTO
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No final do mês de abril a Comissão Zonal Pastoral para Animação Bíblico-Catequética do zonal de Catolé do Rocha se reuniu para avaliar as atividades realizadas e planejar o 4º Congresso Zonal de Catequese que se realizará nos 23, 24 e 25 de agosto. A escolha desta data se deu pelo fato de encerrar o congresso no dia do Catequista que é comemorado no último domingo de agosto. A reunião foi coordenada pelo Pe. Franciarley Duarte – Coordenador Diocesano da Pastoral para Animação – Bíblico Catequética da Diocese de Cajazeiras/PB. Estavam presentes os coordenadores paroquiais de catequese das paróquias de Catolé do Rocha, Riacho dos Cavalos, Jericó, Lagoa, São Bento, Brejo do Cruz e Belém do Brejo do Cruz e que são integrantes da referida comissão. A próxima reunião acontecerá no dia 1º de junho no Centro de Catequese e Pastoral na cidade Catolé do Rocha/PB.
MISSA DE ABERTURA DA FESTA DO PADROEIRO NA COMUNIDADE MALHADINHA II – JERICÓ/PB..
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A comunidade Malhadinha II no município de Jericó/PB, celebrou no final da tarde do dia 11/05, a missa de abertura da festa do Padroeiro Divino Espírito Santo. A missa foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte – Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos/PB. Estavam presentes um bom número de pessoas da referida comunidade e das comunidades vizinhas: Várzea Grande, Timbaúba, Santana dos Almeidas e da cidade de Jericó. Durante todas as noites haverá novena às 19h e o encerramento acontecerá no dia 18/05 com a missa às 19h e em seguida confraternização no pátio da Capela.
Dia das Mães
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DIOCESE DE CAJAZEIRAS
PARÓQUIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS
RIACHO DOS CAVALOS – PB.

Hoje, segundo domingo de maio, dia em que se comemora o dia das mães. E neste dia homenageamos todas as mães, pois elas são expressões visíveis da ternura de Deus! Não existem palavras para expressar a beleza de ser mãe, é um milagre, é dom especial que Deus concedeu às mulheres. Como diz o canto de padre Zezinho intitulado de Maria de Nazaré: “Em cada mulher que a terra criou, um sonho de mãe Maria plantou”.
Neste dia tão especial não poderíamos deixar de parabenizar a todas as mães de nossa Paróquia, haja vista que, ser mãe é algo divino que não tem explicação, é um dos mais belos sentimentos que sem limite vai invadindo a vida de cada mulher, é um sentimento eterno que brota do coração, é aceitar uma missão, uma vocação sublime, porém, repleta de desafios.
Ser mãe é sem dúvida, algo tão sublime e grandioso, que por mais responsabilidades que uma mulher tenha ao longo da vida, carregar uma criança dentro de si é um ato de amor ao próximo, é ter a expressão clara de um amor divino, como o amor de Deus por nós.
E neste mês que é dedicado a Nossa Senhora Mãe de Jesus, rezamos para que ela seja o modelo para todas as mães, pois nela foi gerado o Filho do Deus Criador. Fortalecidos pelo Tempo Pascal e caminhando rumo ao Pentecostes estamos aqui para expressar os nossos agradecimentos a Deus pelo dom da vida que foi o maior presente que nos ofereceu e nada seríamos se não fossem as mães, pois para completar o homem Deus fez a mulher, mas para participar do milagre da vida Deus fez a mãe.
Que Nossa Senhora, a mais perfeita das mulheres conceda a todas as mães, que fundamente a sua família no verdadeiro amor, consagrado no matrimônio e que acolham os filhos como dom de Deus, dando graças a ele pelo dom da vida.
Parabéns, felicidades e que São Francisco de Assis nosso Padroeiro derrame suas bênçãos sobre cada mãe e sobre cada um de nós.

Pe. Franciarley Duarte e as demais pastorais da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos/PB.
OS DEZ MANDAMENTOS DO CATÓLICO CONSCIENTE E FIRME NA FÉ
1º - Crer em Deus.
2º - Amar a Vida.
3º - Respeitar o meio ambiente.
4º - Ler a Bíblia.
5º - Participar da missa aos domingos - Dia
do Senhor.
6º - Partilhar o dízimo.
7º - Respeitar a fé do outro.
8º - Zelar pelo patrimônio público.
9º - Agir com justiça.
10º - Ser responsável com os compromissos
assumidos.
Dia das Mães
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Celebração - Dia das Mães
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A Paróquia São Francisco de Assis celebrou neste dia 12/05 a missa da Ascensão do Senhor e dentro da solenidade foi comemorado o dia das mães com apresentação do jogral com as crianças do coral, mensagem, realização de sorteios e distribuição de lembrancinhas. A missa foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte - Administrador Paroquial e teve a participação de um grande número de fiéis.
Dia de Nossa Senhora de Fátima
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Venerada com fervor no mundo inteiro, Nossa senhora de Fátima é oficialmente a padroeira de dois pequenos países da América do Sul: Guiana e Suriname.

A história emocionante de sua aparição aos três pastores na aldeia de Leiria, região de Fátima, Portugal, espalhou muito rapidamente a sua devoção pelo mundo. Primeiro, houve três aparições de um anjo que se identificou como Anjo da Paz, e preparou as crianças para as grandes revelações.

No dia 13 de maio de 1917, em um dia claro, as três crianças, Lúcia, Jacinto e Francisca, estavam pastoreando nas colinas, quando sobre uma pequena azinheira, surge um clarão após um relâmpago, e a figura “de uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, reluzindo mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios de sol mais ardente”. Ela dirige-se às crianças e lhes pede que rezem o terço todos os dias pela paz do mundo, que peçam pela conversão dos pecadores, e pelo fim da guerra. As aparições continuam, e sempre a Virgem repete que se ore pela paz e pela conversão dos pecadores e que se reze o terço diariamente.

Com o correr dos dias o povo acorreu ao local e testemunhou a aparição de uma nuvem branca sobre a azinheira, enquanto as crianças rezavam o terço, Lúcia conversava em voz alta. A Virgem voltou muitas vezes, falou muito, e revelou terríveis acontecimentos, que poderiam acontecer se o povo não se convertesse e rezasse o terço.

Estas profecias realmente se concretizaram: a desintegração do comunismo, as aberrações morais de nossa época. A última profecia, cercada de mistério por tantos anos, foi recentemente revelada pelo Papa João Paulo Segundo, que diz respeito ao atentado que o mesmo sofrera em 1980.

Hoje o nome Fátima é sinônimo de Nossa Senhora em muitos lugares, principalmente no Brasil. Talvez o local mais acorrido de peregrinações na face da terra, depois da Terra Santa.

Em Fátima os milagres acontecem. E sempre com a mesma intensidade do tempo de Lúcia, Jacinto e Francisco.

“Ó Jesus, perdoai-nos; livrai-nos do fogo do inferno; levai todas as almas para o céu, especialmente as que mais precisarem”.

Maria Santíssima, volvei vossos olhos misericordiosos para este mundo tão necessitado de Paz, de Saúde e Justiça. Vinde em nosso auxílio, Mãe dos Aflitos, e Socorrei-nos com Vosso Amor e Piedade.
Espírito Santo é tema da Catequese do Papa Francisco
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A Praça S. Pedro ficou lotada na manhã desta quarta-feira para a Audiência Geral com o Papa Francisco.

Depois de saudar a multidão através do papamóvel, recebendo e retribuindo o afeto dos fiéis, o Pontífice dedicou sua catequese sobre a ação que o Espírito Santo realiza ao guiar a Igreja e cada um de nós rumo à Verdade.

Para o Papa, vivemos numa época em que há muito ceticismo em relação à verdade, citando as inúmeras vezes em que Bento XVI falou do relativismo, ou seja, da tendência de considerar que não existe nada de definitivo. Então vem a pergunta: existe realmente “a” verdade? Que é “a” verdade? Podemos conhecê-la e encontrá-la?

A resposta é Jesus: a Verdade que, na plenitude dos tempos, “se fez carne”, e veio habitar no meio de nós para que a conhecêssemos. A verdade não è uma posse, è o encontro com uma Pessoa. Esta certeza, porém, nos leva a outra pergunta: mas que nos faz reconhecer que Jesus é “a” Palavra de verdade, o Filho unigênito de Deus Pai? É justamente o Espírito Santo, o dom de Cristo Ressuscitado, que nos faz reconhecer a Verdade. Jesus o define o “Paraclito”, isto é, “aquele que nos vem ao encontro, que está ao nosso lado para nos amparar neste caminho de conhecimento.

A ação do Espírito Santo na nossa vida é nos recordar e imprimir nos nossos corações de fiéis as palavras que disse Jesus, para que se tornem em nós princípio de avaliação nas escolhas e de guia nas ações cotidianas. É do íntimo de nós mesmos que nasce mas nossas ações: é o coração que deve se converter a Deus, e o Espírito Santo o transforma se nos abrirmos a Ele.
Através do Espírito Santo, o Pai e o Filho habitam em nós: nós vivemos em Deus e de Deus. E Francisco questionou mais uma vez: mas a nossa vida é permeada por Deus? Quantas coisas coloco antes Dele?

“Queridos irmãos e irmãs, neste Ano da Fé, somos convidados, seguindo o exemplo de docilidade de Nossa Senhora, a nos deixar inundar pela luz do Espírito Santo, predispondo-nos à Sua ação, buscando conhecer mais a Cristo e as verdades da fé: meditando a Sagrada Escritura, estudando o Catecismo e aproximando-se com mais frequência dos sacramentos. Mas ao mesmo tempo, devemos questionar quais passos estamos fazendo para que a fé oriente toda a nossa existência. Não se é cristão em alguns momentos ou em algumas circunstância. Somos cristãos a todo momento! Invoquemos com mais frequência o Espírito Santo, para que nos guie no caminho dos discípulos de Cristo.”

Francisco perguntou à multidão: "Quem de vocês reza diariamente para o Espírito Santo? Acho que são poucos, poucos. Mas temos que fazê-lo, para que nos abra o coração para Jesus".

No final da catequese em italiano, o Papa saudou os diversos grupos presentes na Praça e concedeu sua bênção. Francisco anunciou que visitará, em setembro, o Santuário de Nossa Senhora da Candelária (Bonaria) em Cagliari, na ilha da Sardenha, que inspirou o nome de sua cidade natal, Buenos Aires.
Papa diz que para evangelizar, cristãos devem construir pontes e não muros
Papa usou o exemplo do apóstolo São Paulo para orientar os fiéis a anunciarem Jesus Cristo

Rádio Vaticano

“A evangelização não é fazer proselitismo”, disse o Papa Francisco na Missa na Casa Santa Marta, na manhã desta quarta-feira, 8. O Papa destacou que o cristão que quer anunciar o Evangelho, deve dialogar com todos, sabendo que ninguém possui a verdade, porque a verdade é recebida a partir do encontro com Jesus.

A Missa foi concelebrada pelo Cardeal Francesco Coccopalmerio e Dom Oscar Rizzato e teve a participação dos funcionários dos Serviços Gerais do Governatorado, da Chancelaria do Tribunal do Estado Vaticano.

“Os cristãos de hoje são como Paulo, que falando aos gregos no Aerópago, construiu pontes para anunciar o Evangelho sem condenar ninguém”, sublinhou o Papa Francisco, acentuando a atitude corajosa de Paulo que “se aproxima do coração” de quem o escuta, “busca o diálogo”.

Por isto – observou – o Apóstolo foi verdadeiramente “um pontífice, um construtor de pontes” e não um “construtor de muros”. Isto – acrescentou – nos faz pensar nas atitudes que sempre deve ter um cristão:

“Um cristão deve anunciar Jesus Cristo em uma maneira que Jesus Cristo seja aceito, recebido, não rejeitado. E Paulo sabe que ele deve semear esta mensagem evangélica. Ele sabe que o anúncio de Jesus Cristo não é fácil, mas que não depende dele: ele deve fazer todo o possível, mas o anúncio de Jesus Cristo, o anúncio da verdade, depende do Espírito Santo. Jesus nos diz no Evangelho de hoje: ‘Quando Ele vier, o Espírito da verdade, nos revelará toda a verdade’. Paulo não diz aos atenienses: “Esta é a enciclopédia da verdade. Estudem isto e tereis a verdade, a verdade”. Não! A verdade não entra numa enciclopédia. A verdade é um encontro; é um encontro com a Suma Verdade: Jesus, a grande verdade. Ninguém é dono da verdade. A verdade se recebe no encontro”.

Mas porque Paulo agiu assim? Antes de tudo – afirmou o Papa -, porque “este é o jeito” de Jesus que “falou com todos”. Com os pecadores, com os publicanos, com os doutores da lei. Paulo, então, “segue as atitudes de Jesus””:

“O cristão que quer levar o Evangelho deve seguir este caminho: escutar a todos! Mas agora é um tempo favorável na vida da Igreja: estes últimos 50 anos, 60 anos, são um tempo favorável, porque eu me lembro quando era criança que se escutava nas famílias católicas, na minha família: “Não, na casa deles não podemos ir, porque não são casados na Igreja, são socialistas, são ateus, eh!”. Era como uma exclusão. Agora – graças a Deus – não, não se diz mais isto, não é mesmo? Não se diz mais aquilo, não é mesmo? Não se diz! Isto existia como uma defesa da fé, mas com muros. O Senhor, por sua vez, fez pontes. Primeiro: Paulo tem esta atitude, porque foi a atitude de Jesus. Segundo: Paulo tem a consciência que ele deve evangelizar, não fazer proselitismo”.

A Igreja – foi a sua reflexão citando Bento XVI -, “não cresce com proselitismo”, mas “cresce pela atração, pelo seu testemunho, pela sua pregação”. E Paulo tinha exatamente esta atitude: anuncia, não faz proselitismo. E consegue agir assim porque “ninguém duvidava do seu Senhor”. “Os cristãos que tem medo de fazer pontes e preferem construir muros – advertiu – são cristãos inseguros da própria fé, não seguros de Jesus Cristo”. Os cristãos, ao invés disto, fazem como Paulo e começam a construir pontes e seguir em frente”:

“Paulo nos ensina este caminho de evangelizar, porque assim o fez Jesus, porque é bem consciente que a evangelização não é fazer proselitismo: é porque tem segurança em Jesus Cristo e não tem necessidade de justificar-se e de buscar razões para justificar-se. Quando a Igreja perde esta coragem apostólica se torna uma Igreja parada, uma Igreja organizada, bonita, muito bonita, mas sem fecundidade, porque perdeu a coragem de ir às periferias, onde tantas pessoas são vítimas da mundanidade, da idolatria, de pensamentos débeis…tantas coisas. Peçamos hoje a São Paulo que nos dê esta coragem apostólica, este fervor espiritual, de sermos seguros. ‘Mas, Padre, nós podemos nos enganar’…..”Avante, se erras, te levante e siga em frente: este é o caminho”. Aqueles que não caminham para não errar, cometem um erro mais grave. Assim seja.”
Cada cristão é missionário na medida em que testemunha o amor de Deus, diz Papa
Evangelicidade, eclesialidade, missionariedade. Três palavras que devem caracterizar as Confrarias, diz Papa Francisco

Da Redação, com Rádio Vaticano

papa_1Neste domingo, 5, mesmo com chuva, mais de 70 mil peregrinos participaram da Missa celebrada pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro, no Vaticano. A celebração contou com a presença de membros de Confrarias (também chamadas de Ordens Terceiras) provenientes da Itália e de todo o mundo.

Na sua homilia, o Papa Francisco falou da sua alegria em celebrar especialmente às Confrarias, neste caminho do Ano da Fé, e destacou que elas são uma realidade com grande tradição na Igreja e objeto de renovação e redescoberta nos últimos tempos.

Refletindo sobre o Evangelho do dia (cf. Jo 14,23-29), o Papa destacou que Jesus confia aos apóstolos seus últimos pensamentos, como se fosse um testamento espiritual. O texto deste domingo põe em evidência que toda a fé cristã está centrada no relacionamento com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

:: Homilia na ÍNTEGRA

“Quem ama o Senhor Jesus, no seu íntimo acolhe a Ele e ao Pai e, graças ao Espírito Santo, acolhe no seu próprio coração e na vida pessoal o Evangelho. Indica-se aqui o centro do qual tudo deve partir e ao qual tudo deve conduzir: amar a Deus, ser discípulos de Cristo, vivendo o Evangelho”.

Em seguida, falando aos membros das Confrarias, destacou que eles são uma importante manifestação da “piedade popular”, que é um tesouro para a Igreja e foi definida pelos bispos latino-americanos como uma espiritualidade, um “espaço de encontro com Jesus Cristo”.

Diante disso, o Papa os orientou a manterem-se fiéis no seguimento de Cristo: “Bebei sempre em Cristo, fonte inesgotável; reforçai a vossa fé, tendo a peito a formação espiritual, a oração pessoal e comunitária, a liturgia. Caminhai decididamente para a santidade; não vos contenteis com uma vida cristã medíocre, mas a vossa pertença sirva de estímulo, a começar por vós mesmos, para amar mais a Jesus Cristo”.

Sobre a passagem dos Atos dos Apóstolos (15,1-2.22-29), Papa Francisco disse que o texto fala do que é essencial para ser uma pessoa cristã, para seguir a Cristo. Os apóstolos e os demais anciãos fizeram uma reunião importante em Jerusalém, o primeiro “concílio”, sobre este tema, devido aos problemas que surgiram depois que o Evangelho havia sido pregado aos não-judeus.

Segundo o Papa, a ocasião foi providencial para que os apóstolos compreendessem o que é essencial: “acreditar em Jesus Cristo morto e ressuscitado pelos nossos pecados e amarmo-nos como Ele nos amou”. E ressaltou, “notai, porém, como as dificuldades foram superadas, não fora, mas dentro da Igreja”.

Na homilia, o Santo Padre recordou ainda que, em outra ocasião, Bento XVI, ao se dirigir aos membros das Confrarias, usou a palavra “evangelicidade”. E acrescentou outras duas palavras: “eclesialidade e missionariedade”.

Sobre a eclesialidade, o Papa disse que a piedade popular é uma estrada que leva ao essencial, se for vivida na Igreja em profunda comunhão com os Pastores.

“Os bispos latino-americanos escreveram que a piedade popular, de que sois expressão, é ‘uma maneira legítima de viver a fé, um modo de se sentir parte da Igreja’ (Documento de Aparecida, 264). Amai a Igreja! Deixai-vos guiar por ela! Nas paróquias, nas dioceses, sede um verdadeiro pulmão de fé e de vida cristã. Nesta Praça, vejo uma grande variedade de cores e de sinais. Assim é a Igreja: uma grande riqueza e variedade de expressões em que tudo é reconduzido à unidade, ao encontro com Cristo”.

E quanto a missionariedade, terceira palavra que deve caracterizar as irmandades, o Papa afirmou que as confrarias têm a missão específica e importante de “manter viva a relação entre a fé e as culturas dos povos” a que pertencem através da piedade popular.

“Quando, por exemplo, levais em procissão o Crucifixo com tanta veneração e amor ao Senhor, não cumpris um mero ato exterior; mas indicais a centralidade do mistério pascal do Senhor, da sua Paixão, Morte e Ressurreição e indicais, primeiramente a vós próprios e depois à comunidade, que é preciso seguir Cristo ao longo do caminho concreto da vida para que nos transforme”.

De igual modo, destacou Papa Francisco quando manifestam uma profunda devoção pela Virgem Maria, apontam a mais alta realização de existência cristã: Aquela que, pela sua fé e obediência à vontade de Deus e também pela sua meditação da Palavra e das ações de Jesus, é a discípula perfeita do Senhor.

“Sede também vós verdadeiros evangelizadores! As vossas iniciativas sejam «pontes», estradas que levem a Cristo a fim de caminhardes com Ele. E, neste espírito, permanecei sempre atentos à caridade. Cada cristão e cada comunidade é missionária na medida em que transmite e vive o Evangelho e testemunha o amor de Deus por todos, especialmente por quem se encontra em dificuldade. Sede missionários do amor e da ternura de Deus!”

Portanto, concluiu Papa Francisco: “evangelicidade, eclesialidade, missionariedade. Peçamos ao Senhor que oriente sempre a nossa mente e o nosso coração para Ele, como pedras vivas da Igreja, para que cada uma das nossas atividades e toda a nossa vida cristã sejam um luminoso testemunho da sua misericórdia e do seu amor”.
“Dinheiro deve servir e não governar”, diz Papa Francisco
“A maior parte dos homens e das mulheres do nosso tempo continuam a viver numa precariedade cotidiana com consequências funestas: o medo e o desespero”

Da Redação, com Rádio Vaticano

O Papa Francisco recebeu na manhã desta quinta-feira, 23, quatro novos embaixadores: do Quirguistão, de Luxemburgo, de Antigua e Barbuda e de Botsuana.

Quatro países de continentes e realidades internas e eclesiais muito diferentes, mas nos quais os desafios e problemas são idênticos a todas as sociedades ‘globalizadas’: crise econômica, tensões sociais, reações nacionalistas e egoístas e a tentação de fechamento e exclusão.

Acesse
.: Discurso na ÍNTEGRA

Assim, dirigindo-se aos embaixadores, o Pontífice afirmou que a humanidade vive neste momento ‘um retorno à própria história’, considerando os progressos registrados em âmbitos como a saúde, a educação e a comunicação.

“No entanto, devemos reconhecer também que a maior parte dos homens e das mulheres do nosso tempo continuam a viver numa precariedade cotidiana com consequências funestas: o medo e o desespero arrebatam os corações de muitas pessoas, até mesmo nos países considerados ricos. A alegria de viver começa a diminuir; a indecência e a violência estão em aumento; a pobreza se torna mais evidente. Deve-se lutar para viver e, muitas vezes, viver com pouca dignidade”.

Para Francisco, uma das causas desta situação é a relação que temos com o dinheiro, ao aceitar o seu domínio sobre nós e sobre nossas sociedades. Assim, a crise financeira, nos faz esquecer sua origem primordial: a primazia do homem.

Neste contexto, o Papa lamentou que a solidariedade, tesouro dos pobres, é muitas vezes, considerada contraproducente, contrária à racionalidade financeira e econômica. Enquanto a renda de uma minoria aumenta de maneira exponencial, aquela da maioria se enfraquece. Instaura-se uma nova tirania invisível, o endividamento e o crédito distanciam os cidadãos do seu poder de aquisição real. A isso, acrescentam-se uma corrupção tentadora e uma evasão fiscal egoísta, que assumiram dimensões mundiais. “O desejo de poder e de posse tornou-se ilimitado”, destacou.

Em seguida, Papa Francisco passou a falar sobre a ética, que conduz a Deus e que se aliena das categorias do mercado, permitindo criar um equilíbrio e uma ordem social mais humanos. E encorajou os peritos financeiros e os governantes dos seus países a refletirem sobre as palavras de São João Crisóstomo: “Não compartilhar com os pobres os próprios bens é roubar deles e tirar-lhes a vida. Os bens que possuímos não são nossos, mas deles”.

O Pontífice sugeriu aos embaixadores uma reforma financeira que seja ética e que produza uma reforma econômica salutar para todos. E exortou os dirigentes políticos a enfrentar este desafio com determinação e perspicácia, levando em conta, naturalmente, a peculiaridade dos seus contextos. “O dinheiro deve servir e não governar!”, ressaltou.

Ao garantir que o Papa ama todos, ricos e pobres; ele ressaltou seu dever, em nome de Cristo, de recordar ao rico que deve ajudar o pobre, respeitá-lo, promovê-lo. O Papa exortou à solidariedade desinteressada e a um retorno da ética para o bem do homem, na sua realidade financeira e econômica.

Dirigindo-se às autoridades financeiras, sugeriu: “Por que não se dirigirem a Deus para inspirar seus desígnios?. Assim, poderia-se criar uma nova mentalidade política e econômica, a fim de contribuir para transformar a dicotomia absoluta que existe entre as esferas econômica e social em uma sã convivência”.
NOVENA DO DIVINO ESPIRITO SANTO – COMUNIDADE MALHADINHA II
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A Comunidade Malhadinha II no município de Jericó, celebrou neste dia 15/05 a 5ª noite de novena em honra ao padroeiro Divino Espírito Santo. O tema da noite foi o Dom da Ciência. Na ocasião estavam presentes as comunidades: Santana dos Almeidas a homenageada da noite, Umburana e a cidade de Mato Grosso.
Pentecostes
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Os judeus tinham uma festa de Pentecostes, que se celebrava 50 dias após a páscoa. Nesta festa, recordavam o dia em que Moisés subiu ao monte Sinai e recebeu as tábuas da Lei, contendo os ensinamentos dirigidos ao povo de Israel. Celebravam assim, a aliança do Antigo testamento que o povo estabeleceu com Deus: Eles se comprometeram a viver segundo seus mandamentos e Deus se comprometeu a estar sempre com eles.

Vinham pessoas de todos os cantos para a festa de Pentecostes no Templo de Jerusalém. Deus havia prometido mandar seu espírito em ocasiões diversas: Durante a Última Ceia, Jesus lhes promete a seus apóstolos o seguinte: “Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco. O Espírito da verdade, quem o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque ficará convosco e estará em vós.” (Jo 14, 16-17)

Mais adiante lhes disse: “Disse-vos estas coisas, permanecendo convosco. Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar tudo o que vos tenho dito” (Jo 14, 25-26)

Ao terminar a cena, volta a fazer a mesma promessa: “Contudo, digo-vos a verdade, a vós convém que eu vá; se eu não for, não virá a vós o Consolador; mas, se eu for, vo-lo enviarei. Ele, quando vier, argüirá o mundo do pecado, da justiça e do juízo. Sim, do pecado, porque não creram em mim; da justiça, porque vou para o Pai e vós não mais me vereis; Enfim, do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. Tenho ainda muitas coisas a vos dizer, mas vós não as podeis suportar agora. Quando, porém, vier o Espírito da verdade, conduzir-vos-á à verdade integral. Pois, não há de falar de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão por vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo anunciará.” (Jo 16, 7-14)

No calendário do ano litúrgico, comemora-se Pentecostes no domingo subseqüente à festa da Ascensão de Jesus. O significado do termo para os católicos, representa a festa celebrada pela Igreja 50 dias após a Ressurreição de Jesus (Páscoa).

Depois da Ascensão de Jesus, encontravam-se os apóstolos reunidos com a Mãe de Deus. Era o dia da festa de Pentecostes. Os apóstolos tinham medo de sair para pregar. Repentinamente, escutou-se um forte vento e línguas de fogo pousaram sobre cada um deles. Cheios do Espírito Santo, passaram a falar em línguas desconhecidas. Nesses dias, haviam muitos estrangeiros em Jerusalém, que vinham de todas as partes do mundo para celebrar a festa de Pentecostes judia. Cada um ouvia falar os apóstolos em sua própria língua e compreendiam perfeitamente o que eles falavam. Todos eles, nesses dias, não tiveram medo e saíram a pregar ao mundo os ensinamentos de Jesus. O Espírito Santo lhes concedeu forças para a grande missão que tinham de cumprir: Levar a Palavra de Jesus a todas as nações e batizar todos os homens em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

O Espírito Santo de Deus é a terceira pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja nos ensina que o Espírito Santo é o amor que existe entre o Pai e o Filho. Este amor é tão grande e perfeito que forma uma terceira pessoa. O Espírito Santo enche nossas almas no Batismo e depois, de maneira perfeita, na Confirmação. Com o amor divino de Deus dentro de nós, somos capazes de amar a Deus e ao próximo. O Espírito Santo nos ajuda a cumprir nosso compromisso de vida com Jesus.

Sinais do Espírito Santo - O vento, o fogo e a pomba

Estes símbolos nos revelam o poder que o Espírito Santo nos dá: O vento é uma força invisível, porém, real. Assim é o Espírito Santo. O fogo, é um elemento que limpa. O Espírito Santo é uma força invisível e poderosa que habita em nossos corações e purifica nosso egoísmo para dar espaço ao amor. A pomba representa a simplicidade e a pureza que devemos cultivar em nosso coração.

Nomes do Espírito Santo

O Espírito tem recebido diversos nomes ao longo do Novo testamento: O Espírito de Verdade, o Advogado, o Paráclito, o Consolador, o Santificador.

Missão do Espírito Santo
1. O Espírito Santo é santificador: Para que o Espírito Santo possa cumprir com sua função, é necessário que nos entreguemos totalmente a Ele e deixemo-nos conduzir docilmente por suas inspirações, para que possamos nos aperfeiçoar e crer todos os dias na santidade.

2. O Espírito Santo mora em nós: Em João 14, 16, encontramos a seguinte passagem: “Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco”. Também em I Coríntios 3, 16: “Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”. E por esta razão é que devemos respeitar nosso corpo e nossa alma. Está em nós, porque é o “doador da vida” e do amor. Se nos entregarmos à sua ação amorosa e santificadora, fará maravilhas em nós.

3. O Espírito Santo ora em nós: Necessitamos de um grande silêncio interior e de uma profunda pobreza espiritual para pedir que ore em nós o Espírito Santo. Deixar que Deus ore em nós sendo dóceis ao Espírito. Deus intervém por aqueles que o amam.

4. O Espírito Santo nos leva a verdade plena: Ele nos fortalece para que possamos ser testemunhas do Senhor, nos mostra a maravilhosa riqueza da mensagem cristã, nos enche de amor, de paz, de gozo, de fé e crescente esperança.

O Espírito Santo e a Igreja:

Desde a fundação da Igreja no dia de Pentecostes, o Espírito Santo é quem a constrói, anima e santifica, lhe dá vida e unidade e a enriquece com seus dons. O Espírito Santo segue trabalhando na Igreja de muitas maneiras distintas, inspirando, motivando e impulsionando os cristãos, em forma individual ou como Igreja num todo, ao proclamar a Boa Nova de Jesus.

Por exemplo, inspira ao Papa a levar suas mensagens apostólicas à humanidade; inspira o bispo de uma diocese a promover determinado apostolado, etc.

O Espírito Santo assiste especialmente ao Representante de Cristo na Terra, o Papa, para que guie retamente a Igreja e cumpra seu trabalho de pastor do rebanho de Jesus Cristo.

O Espírito Santo constrói, santifica, dá vida e unidade à Igreja.

O Espírito Santo tem poder de nos animar e nos santificar e lograr êxito em nossos atos que, por nossas forças, jamais realizaríamos. Isto o faz através de seus sete dons.
Celebração de Pentecostes
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A Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos, celebrou neste dia 19/05 a solenidade de Pentecostes às 19h. No início da celebração, após a recordação da vida teve a entrada das velas representando os dons do Espírito Santo que foram colocadas em local de destaque. Em seguida a missa continuou com seu ritual normal. No final da celebração o presidente da celebração o Pe. Franciarley Duarte motivou a assembléia para o momento de apagar o círio. Havia um número dignificante de fiéis que vieram participar da Santa Missa.
Celebração de Pentecostes
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COMISSÃO DIOCESANA DE CATEQUESE REALIZA ENCONTRO NO ZONAL DE SOUSA
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A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras realizou neste sábado dia 18/05 no Auditório Dom José González Alonso na Paróquia Santana, o encontro zonal para coordenadores paroquiais de catequese do zonal de Sousa. O temática em estudo foi: Catequese: Iniciação à oração. O encontro foi ministrado pelo Pe. Franciarley Duarte e contou com a presença de 16 catequistas representando as paróquias de: São José da Lagoa Tapada, Santa Cruz, Vieirópolis, Aparacida e a Paróquia Sant'Ana. Na ocasião foi formada a comissão zonal com um representante de cada paróquia que estava participando. O Pe. Mangueira - Administrador Paroquial da Paróquia Sant'Ana participou do encontro de forma intergral e seu nome foi mencionado para compor a comissão de catequese no referido zonal.
Política: Destaques da Semana
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Projeto que criminaliza discriminação de pessoas com HIV será reexaminado; Proposta amplia internação para menor que comete crime hediondo e Sugestões de estudantes do Senado Jovem viram projetos de lei, estes foram alguns dos principais assuntos abordados no boletim eletrônico semanal da CNBB, referente aos dias 13 a 17 de maio.

Com iniciativa da Assessoria Política do Secretariado Geral da CNBB, que está sob a responsabilidade do padre Geraldo Martins Dias, o boletim é composto com o resumo das principais notícias políticas da semana e responde a uma solicitação do Conselho Permanente, em outubro de 2011, que permite aos bispos, assessores e demais interessados acompanharem de forma mais próxima os acontecimentos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em nosso país.

O boletim é enviado aos bispos todas as sextas-feiras por e-mail e disponibilizado no site da CNBB, dentro do menu Publicações/ Conjuntura Política, para os demais interessados.
Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo
Na quinta-feira, 16 de maio, na coletiva de imprensa que apresentou o balanço da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (CONESP), foi divulgado uma nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo, diante da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo”. De acordo com a entidade, “o matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural”.

Nota sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo

Nós, bispos do Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília-DF, nos dias 14, 15 e 16 de maio de 2013, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar. Desejamos também recordar nossa rejeição à grave discriminação contra pessoas devido à sua orientação sexual, manifestando-lhes nosso profundo respeito.

Diante da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo” (n. 175/2013), recordamos que “a diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural” (Nota da CNBB, 11 de maio de 2011). A família, assim constituída, é o âmbito adequado para a plena realização humana e o desenvolvimento das diversas gerações, constituindo-se o maior bem das pessoas.

Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011 (cf. ADI 4277; ADPF 132). Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. As uniões de pessoas do mesmo sexo, no entanto, não podem ser simplesmente equiparadas ao casamento ou à família, que se fundamentam no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e à educação dos filhos.

Com essa Resolução, o exercício de controle administrativo do CNJ sobre o Poder Judiciário gera uma confusão de competências, pois orienta a alteração do ordenamento jurídico, o que não diz respeito ao Poder Judiciário, mas sim ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis.

Unimo-nos a todos que legítima e democraticamente se manifestam contrários a tal Resolução. Encorajamos os fiéis e todas as pessoas de boa vontade, no respeito às diferenças, a aprofundar e transmitir, no seio da família e na escola, os valores perenes vinculados à instituição familiar, para o bem de toda a sociedade.

Que Deus ilumine e oriente a todos em sua vocação humana e cristã!

Brasília-DF, 16 de maio de 2013


Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício

Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Primeiro Nordestão de Animação Bíblico-Catequética
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Os coordenadores e bispos referenciais das Comissões Regionais NE1, NE2, NE3, NE4 e NE5 de Pastoral para Animação Bíblico-Catequética, em sintonia com NOVAS DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL (DGAE) (2011-2015) que aborda duas urgências da nossa comissão “Igreja, casa da iniciação à vida cristãe Igreja, lugar de animação bíblica da vida e da pastoral”, tem a alegria de informar que através do “I Nordestão de Animação Bíblico-Catequética” irá iniciar um aprofundamento maior sobre a iniciação a vida cristã.

Enquanto Nordestão, gostaríamos de celebrar e partilhar essa caminhada estimulada pelo desejo de unir todos os cinco regionais do nordeste para juntos refletirmos sobre a formação de nossos catequistas. Portanto, assumimos a realização do I NORDESTÃO DE ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA, com o tema OS DESAFIOS PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ a ser realizado de 15 a 17 de novembro de 2013, em Maceió-AL.
Irá assessorar o PRIMEIRO NORDESTÃO o Padre Luiz Alves de Lima, colaborador em muitos documentos da CNBB (coordenador de redação do Diretório Nacional de Catequese). Membro do Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética da CNBB (GREBICAT), membro do grupo de "experts" da Secção de Catequese da Conferência Episcopal Latino Americana (CELAM), presidente da Sociedade Brasileira de Catequetas, foi escolhido como PERITO para representar a América Latina na área da catequese e da Iniciação Cristã sendo nomeado pelo Secretário Geral do Sínodo dos Bispos com a autorização do Sumo Pontífice para participar da XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que aconteceu no Vaticano entre os dias 7 e 28 de outubro de 2012, com o tema “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”.
Esse congresso terá como objetivos principais:
- Celebrar o caminho catequético;
- Partilhar as nossas experiências respondendo aos desafios para a transmissão da fé;
- Intensificar a nossa convivência fraterna como caminho de unidade em nossa igreja.
Maiores informações com as coordenações regionais:
NE 1 – Maria Erivan Ferreira da Silva
erivanfsilva@hotmail.com
NE 2 – Pe. Elison Silva dos Santos
catequeseregionalnordeste2@gmail.com
NE 3 – Ir. Luciene Macedo
lucatequista@gmail.com
NE 4 – Ir. Maria das Graças Sabino
mgsabino2011@gmail.com
NE 5 – Joana Meneses Mendes
joanamm@terra.com.br
Comunicação Joseilton Luz nordestaodecatequese@gmail.com
Regionais
Nordeste 1 – Ceará
Nordeste 2 – Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte
Nordeste 3 – Bahia e Sergipe
Nordeste 4 – Piauí
Nordeste 5 – Maranhão
Nota de Falecimento
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A Diocese de Cajazeiras comunica a todos os seus diocesanos o falecimento do Padre João Cartaxo Rolim. O mesmo contava com a idade de 94 anos e era pároco emérito da Paróquia Matriz de Nossa Senhora dos Remédios da cidade de Sousa, onde residia desde o dia 29 de fevereiro de 1957.

O falecimento se deu na noite do dia 16 de maio de 2013 por volta das 22:15 no hospital Santa Teresinha em Sousa, onde ficou internado vinte e dois dias, vítima de uma complicação no aparelho respiratório devido a uma grave pneumonia que adquiriu.

O seu corpo foi velado na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, próxima ao Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em Sousa, do qual o Pe. João foi um grande benfeitor e incentivador da sua instalação.

A Missa exéquial aconteceu no dia 17 de maio de 2013 às 16:30 (quatro e meia da tarde) também na Igreja do Rosário, local onde, logo em seguida, foi sepultado.
Encontro de Formação da Comissão Diocesana de Catequese
Caríssimos Padres e Coordenadores Paroquiais de Catequese do Zonal de Cajazeiras,


Paz e Bem!


Sabemos que, a evangelização é o grande desafio no mundo de hoje, mesmo em territórios onde a Igreja já se encontra implantada há mais tempo. No entanto, nossa realidade pede uma nova evangelização. A catequese coloca-se dentro desta perspectiva evangelizadora, mostrando uma grande paixão pelo anúncio do Evangelho. (DNC Nº 29).

Comunicamos que por motivo superior não foi possível a realização do encontro de formação no dia 20 de abril como estava no calendário da Diocese, porém em cumprimento com os nossos compromissos, o encontro será realizado no próximo sábado dia 25/05 das 8h às 11h no Salão Paroquial da Catedral em Cajazeiras.

E assim, convidamos a coordenação de catequese de cada Paróquia, caso não a tenha pedimos a participação de (03) três catequistas que estejam mais a frente da catequese em sua Paróquia.

Informamos também, que dispomos do Diretório Nacional de Catequese ao preço de R$ 12,00 e do livro Iniciação à Vida Cristã ao preço de R$ 10,00. Os interessados deverão procurar a comissão no referido encontro.

Esperamos contar com a representação de sua Paróquia..

Um abraço fraterno.


Riacho dos Cavalos - PB, 22 de maio de 2013.



Pe. Franciarley Duarte de Sousa

Coordenador Diocesano de Catequese

Diocese de Cajazeiras/PB.
Reunião do Clero
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Divulgação da Semana Missionária em preparação à JMJ e apresentação do Manual
Celebração da Santíssima Trindade
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ZONAL DE CAJAZEIRAS – ENCONTRO DA PASTORAL PARA ANIMAÇÃO BÍBLICO CATEQUÉTICA
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A Comissão Diocesana Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras realizou neste sábado dia 25/05 no Salão Paroquial da Catedral, o encontro de formação para coordenadores paroquiais de catequese do zonal de Cajazeiras. O temática em estudo foi: Catequese: Iniciação à oração. O encontro foi ministrado por Maria Almeida, Sâmia Charleine e Fátima Juca – membros da referida comissão. Esteve presente os coordenadores paroquiais de catequese das Paróquias de: São José de Piranhas, Bonito de Santa Fé e das Paróquias de Cajazeiras: Sagrada Família, São João Bosco, Nossa Senhora da Piedade e São José Operário e da Paróquia Menino Deus da cidade de Triunfo que pertence ao zonal de São João do Rio do Peixe. Na ocasião foi formada a comissão zonal com um representante de cada paróquia que estava representada. Também foi falado sobre do Dia do Catequista que ficou decidido que será comemorado a nível paroquial e sobre o I Nordestão de Animação Bíblico – Catequética que acontecerá no mês de novembro em Maceió/AL.
Encontro de Formação Litúrgica
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No último sábado dia 25 de maio, a Paróquia São Francisco de Assis, realizou a nível zonal o repasse do 2º módulo da Escola de Liturgia que aconteceu em Cajazeiras nos dias 3, 4 e 5 de maio do corrente ano. No momento estiveram presentes as Paróquias: Nossa Senhora dos Milagres da cidade de Brejo dos Cruz, Nossa Senhora dos Remédios da cidade de Catolé do Rocha e as comunidades rurais: Caatinga dos Andrades e Santana dos Almeidas da Paróquia São Francisco. O encontro foi desenvolvido tendo como tema central a Liturgia da Palavra.
Papa Francisco
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Quarta-feira é dia de festa no Vaticano: a Praça S. Pedro ficou lotada esta manhã para a Audiência Geral com o Papa Francisco.

Depois de saudar a multidão com o papamóvel, o Pontífice dedicou sua catequese a mais um trecho do Credo, quando dizemos depois de professar a fé no Espírito Santo: «Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica».

Na verdade, há uma profunda ligação entre estas duas realidades da fé, porque é o Espírito Santo que dá a vida à Igreja, que a guia e anima no anúncio do Evangelho. Evangelizar é a missão da Igreja: a minha, a sua, a nossa missão. “Cada um deve ser evangelizador, sobretudo com a vida!”, disse o Papa. “O Espírito Santo é o verdadeiro motor da evangelização. Para evangelizar, então, é necessário mais uma vez abrir-se à ação do Espírito de Deus, sem medo de saber o que quer e para onde nos leva.”

São sinais da sua intervenção: primeiro, a unidade e a comunhão, como se viu no dia de Pentecostes, quando cada um dos presentes conseguia ouvir os Apóstolos na sua própria língua. Todos falavam uma língua nova: a língua do amor que o Espírito derrama nos nossos corações.

“Não há mais o fechamento de um para com o outro, mas a abertura a Deus, o sair para anunciar a sua Palavra. Às vezes, parece que hoje se repete o que aconteceu em Babel: divisões, incapacidade de compreender-se, rivalidades, invejas e egoísmos. Levar o Evangelho é anunciar e viver em primeira pessoa a reconciliação, o perdão, a paz, a unidade e o amor que o Espírito Santo nos doa.”

O segundo sinal é a coragem humilde que o Espírito dá ao mensageiro do Evangelho, fazendo brotar sempre novas energias, novos caminhos e nova audácia para a missão. “Ele nos dá a coragem de anunciar a novidade do Evangelho de Jesus a todos, com franqueza, de voz alta, em todos os tempos e em todos os lugares. Jamais nos fechemos a esta ação! Vivamos com humildade e coragem o Evangelho!”

Por fim, o terceiro sinal: tudo parte sempre da oração, porque, sem ela, torna-se vazia a nossa ação e sem alma o nosso anúncio. Uma nova evangelização, uma Igreja que evangeliza deve partir sempre da oração, do pedir o fogo do Espírito.

Renovemos a cada dia a confiança na ação do Espírito Santo, deixemo-nos guiar por Ele, sejamos homens e mulheres de oração, que testemunham com coragem o Evangelho, tornando-se no nosso mundo instrumentos da unidade e da comunhão de Deus.

Ao saudar os fiéis oriundos de vários países, em inglês o Papa convidou todos a rezarem com ele pelas vítimas, especialmente as crianças, do desastre em Oklahoma, nos Estados Unidos. “O Senhor console a todos, em especial os pais que perderam tragicamente um filho.” Na terça-feira, Francisco enviou um telegrama através da Nunciatura Apostólica em Washington ao Arcebispo de Oklahoma, Dom Paul S. Coakley, para manifestar seu pesar e solidariedade para com as vítimas.

Francisco recordou ainda que na sexta-feira, 24, é o dia dedicado à memoria litúrgica da Beata Virgem Maria, Auxílio dos Cristãos, venerada com grande devoção no Santuário de Sheshan em Xangai.

“Convido todos os católicos no mundo a se unirem em oração com os irmãos e as irmãs que estão na China, para implorar de Deus a graça de anunciar com humildade e com alegria Cristo morto e ressuscitado, de ser fiel à sua Igreja e ao Sucessor de Pedro, e de viver a cotidianidade no serviço a seu país e aos seus compatriotas de modo coerente com a fé que professam.”

O Pontífice pediu a intercessão de Maria para que ampare os católicos chineses que, em meios às fadigas cotidianas, continuam a crer, a esperar, a amar, e faça crescer o afeto e a participação da Igreja que está na China ao caminho da Igreja universal, sem temor de falar de Jesus ao mundo e do mundo a Jesus.
Hino oficial da Jornada Mundial da Juventude
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1ª EUCARISTIA NA COMUNIDADE MARIÁ – RIACHO DOS CAVALOS
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Foi celebrada neste dia 27/05 às 19h na comunidade Mariá – zona rural de Riacho dos Cavalos, a missa com a 1ª eucaristia de cinco jovens da localidade que foram preparadas pela catequista Edinete Fernandes. Devido a comunidade não ter capela a missa foi celebrada na residência de Cosma na referida comunidade e foi presidida pelo Pe. Franciarley Duarte – Administrador Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos e Coordenador Diocesano da Pastoral para Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Cajazeiras/PB.
Convite
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A Paróquia São Francisco de Assis, convida todos os fiéis católicos, para participarem da Celebração de Corpus Christi, que acontecerá hoje às 16:30hrs na Igreja Matriz São Francisco de Assis. Logo após a celebração haverá a procissão com o Santíssimo Sacramento.

Venha!
Participe!
Celebração de Corpus Christi
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Convite
Coroação da Imagem de Nossa Senhora
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Convite
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A Paróquia São Francisco de Assis, realiza todo dia 04 de cada mês às 16h: 30min a missa do romeiro.

Venha!
Participe!

Você é nosso convidado especial!
COMISSÃO DE CATEQUESE REALIZOU REUNIÃO ZONAL PARA PLANEJAMENTO
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No último sábado dia 01/06 a Comissão Zonal Pastoral para Animação Bíblico - Catequética do zonal de Catolé do Rocha se reuniu para dar continuidade a preparação do 4º Congresso Zonal de Catequese que se realizará nos 23, 24 e 25 de agosto na cidade de Catolé do Rocha/PB. A reunião foi coordenada pelo Pe. Franciarley Duarte – Coordenador Diocesano da Pastoral para Animação – Bíblico Catequética da Diocese de Cajazeiras/PB. Estavam presentes os coordenadores paroquiais de catequese das paróquias de Catolé do Rocha, Riacho dos Cavalos e São Bento. A próxima reunião acontecerá no dia 13 de julho no Centro de Catequese e Pastoral na cidade Catolé do Rocha/PB.
NOVENA DE SANTO ANTÔNIO – COMUNIDADE VOLTA
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A Comunidade Volta pertencente a Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos, celebrou neste dia 03/06 a 3ª noite de novena em honra ao padroeiro Santo Antônio. A festa tem como tema: Comunidade de Comunidades: Uma nova Paróquia. Na ocasião estavam presentes as comunidades: Santana dos Almeidas responsável pela novena nesta noite e a comunidade Umburana. Logo após a celebração da novena foi realizada a reunião com os pais dos catequizandos e a escolha da nova catequista da comunidade.
A COMUNIDADE CAATINGA DOS ANDRADES CELEBROU A FESTA DE SEU PADROEIRO
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A comunidade Caatinga dos Andrades celebrou entre os dias 29/05 e 06/06 a festa do seu Padroeiro Sagrado Coração de Jesus. Na noite do dia 06/06 às 19h Pe. Franciarley Duarte celebrou a missa solene de encerramento com 1ª Eucaristia e o descerramento da placa e inauguração do Salão Comunitário José Trajano de Andrade. Durante o novenário teve a participação da Matriz e de algumas comunidades pertencentes a Paróquia São Francisco de Assis da cidade de Riacho dos Cavalos, a qual esta comunidade pertence. Foi um momento festivo, porém bem participado pela comunidade.